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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O Regresso do Povo (Le Monde Diplomatique)



De forma “soft” este artigo dá um pequenino cheirinho do que se passa … afinal a austeridade não é mais do que um plano de destruição da sociedade, tendo também em vista o controlo e domínio (e mesmo escravidão) da humanidade. Podem-se tirar conclusões de quem a promove e aplica



O regresso do povo

por Sandra Monteiro
Depois das manifestações de 15 e 29 de Setembro, que reuniram nas ruas do país entre quinhentas mil e um milhão de pessoas, a crise em Portugal entrou numa nova fase. O povo regressou, disse basta. Doravante é muito improvável que os governantes – os nacionais e os externos – possam continuar a excluí-lo da equação. O papel que ao povo estava reservado era o de simples objecto das políticas, devendo suportar, com resignação expiatória e salvífica, todos os sacrifícios. Mas, perante mais uma escalada nos cortes austeritários que continuam a amputar as vidas dos trabalhadores, dos desempregados e dos pensionistas, em Setembro atingiu-se um ponto de saturação.
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As mobilizações populares sinalizaram o estilhaçar da narrativa dominante associada à austeridade europeia: necessidade, inevitabilidade e eficácia. Foi preciso fazer alguma coisa de extraordinário, porque se deixou de acreditar que as medidas de austeridade fossem limitadas no tempo, ou que melhorassem as contas públicas, diminuíssem o desemprego, detivessem a espiral da dívida e colocassem o país numa rota de crescimento. Nenhum desses objectivos era real, nunca foi. A austeridade não é um parêntesis findo o qual se vá regressar à realidade anterior (mesmo com todos os problemas que ela tinha, a começar pelas desigualdades). Os sacrifícios a que a esmagadora maioria da população está a ser sujeita não são úteis, pelo menos não para a própria população. Os beneficiários da austeridade são os detentores dos mais elevados rendimentos, os credores, os especuladores, os rentistas. Mais do que da crise do século, conviria falar do negócio do século. Um negócio que está a destruir as sociedades, as economias e a própria democracia.
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Para os leitores do Le Monde diplomatique, este falhanço da receita da austeridade não tem nada de imprevisível – muito mais imprevisível era saber que ponto de saturação poderia trazer o regresso do povo, como sujeito histórico. Também não confundem o falhanço das políticas de austeridade (a inadequação dos resultados destas políticas aos seus objectivos enunciados) com o fracasso do «regime austeritário» (que seria a inadequação dos resultados aos verdadeiros propósitos desta política imposta à escala europeia).
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Com efeito, a expressão «regime austeritário» é usada nestas páginas desde Novembro de 2010 [1] para designar uma suspensão sem fim à vista do contrato social em que assenta a democracia e os direitos a ela associados, invocando uma emergência económico- -financeira que se torna uma profecia auto- -realizada e desencadeia uma espiral recessiva, com todas as suas consequências. Estas análises são herdeiras das que o Le Monde diplomatique faz há décadas sobre o neoliberalismo e sobre os programas de ajustamento estrutural impostos por instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) na América Latina ou na Europa de Leste. Não acordámos agora, como tantos órgãos de comunicação social, para os verdadeiros efeitos que decorrem desta receita neoliberal; nem adormeceremos na primeira volta em que a austeridade seja obrigada pela mobilização popular a ser um pouco menos escandalosa.
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Já o dissemos num livro sobre a crise e a «economia de austeridade» que colige artigos de autores portugueses publicados nestas páginas desde 2008 [2]: o austeritarismo é a mais recente mutação do pensamento único e, enquanto ele não for compreendido pela maioria como um poderoso mecanismo de delimitação do campo do que é pensável e possível, será muito mais difícil contrariar as suas desastrosas, mas absolutamente previsíveis, consequências. Enquanto se afirmar, como agora se ouve e lê em grande parte da comunicação social, que neste momento é a matemática, e já não a política nem a ideologia, que demonstram que estas medidas de austeridade estão a ser uma má resposta à crise, estar-se-á a mascarar questões importantes e a delimitar o campo da discussão. Em primeiro lugar, porque os números concretos (e trágicos) da austeridade têm valor empírico argumentativo, é certo, mas não podem ser apresentados por toda a gente, e muito menos por especialistas e responsáveis por áreas económicas, como uma surpresa de que ninguém estava à espera. Em segundo lugar, porque fazer uma leitura da austeridade que ignore a sua vocação política e ideológica, ainda por cima invocando uma pretensa pureza técnica e neutralidade política da argumentação, é uma forma de manter o debate num terreno pretensamente asséptico, mas na realidade empobrecido. Sobretudo quando a população está perante uma solução governativa esgotada, é fundamental colocar à discussão as escolhas de caminhos alternativos que podem ser seguidos e que não são meramente técnicos, mas políticos. Por muito que pareça que a gravidade da situação nacional e o colapso do modelo de integração europeia abriram um pouco o debate público, a verdade é que o campo do que é pensável e possível continua muito delimitado
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Na edição portuguesa do Le Monde diplomatique, apesar de todas as dificuldades que uma crise como esta nos impõe [3], continuaremos a contribuir para o alargamento dos termos do debate. Colocando cenários, convidando à reflexão. São disso exemplo as páginas que este mês publicamos, da autoria dos economistas Alexandre Abreu e Eugénio Rosa, sobre as consequências de uma denúncia do Memorando de Entendimento com a Troika [4] e sobre os rumos do financiamento sustentável da economia, tendo em conta que os sacrifícios impostos pela austeridade são incompatíveis com o crescimento económico.
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Neste projecto jornalístico estamos convencidos de que um povo, para poder ser sujeito das suas escolhas, tem de ter fontes de informação independentes que alimentem uma reflexão aprofundada e sejam úteis para fazer escolhas. É uma tarefa difícil nas condições do campo mediático. A generalidade da comunicação social insiste numa informação superficial e num estreitamento do pluralismo que contribui para criar um povo muito subalternizado. Isso foi bem visível recentemente, com a distribuição de elogios (era esse o tom) a um povo «crédulo», que mostrou capacidade de «confiar» e de aceitar com «boa fé» os sacrifícios, até ver que eles não resultam.
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Quanto sofrimento individual, destruição social e da economia, e quanta quebra de confiança na democracia teriam já sido evitados se entre a população, em vez de perda de credulidade e quebra de confiança, tivéssemos uma compreensão do funcionamento da crise, uma confrontação crítica de pontos de vista e uma capacidade para formular alternativas sustentáveis? O regresso do povo que importa construir é este.
quinta-feira 4 de Outubro de 2012

Notas

[1] Cf. «Democracia contra regime “austeritário”», Le Monde diplomatique – edição portuguesa, Novembro de 2010.
[2] José Reis e João Rodrigues (orgs.), Portugal e a Europa em crise – Para acabar com a economia de austeridade, Actual Editora/Le Monde diplomatique – edição portuguesa, 2011.
[3] Uma crise que afecta várias das 51 edições do Le Monde diplomatique, e em particular as dos países do Sul da Europa, com várias características comuns – cf., neste edição, Serge Halimi, «Deixámos de ter tempo…».
[4] Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) da Comissão Europeia.

KAOS;Um legado e um futuro sombrios



Fiz esta imagem devido a um pedido de uma amigo, respeitando as personagens pedidas e até o facto de haver vampiros nela, mas entusiasmei-me e quando olhei para ela compreendi logo que não servia os propósitos para que tinha sido solicitada. (Desculpa meu amigo, amanhã tento outra vez e quem sabe acerte).
Mas, para não desperdiçar o tempo e o trabalho que levou resolvi publica-la e afinal também acaba por representar bem aquilo que, se o povo português não tiver coragem e capacidade de resistir à máquina de propaganda dos média, nos pode vir a acontecer; um futuro cheio de sombras com um Partido que devia ter vergonha de se chamar de socialista  por não passar de mais uma das forças que servem os interesses dos mercados e dos grandes interesses económicos do capital.
(Afinal o Mário Soares guardou-o na gaveta que alguém já limpou e atirou para o lixo). Mas, isto são histórias de que se falará certamente mais lá para a frente quando os mortos-vivos que nos governam forem finalmente a enterrar e se vir o que faz o Sr. Silva de Boliqueime. Até lá fica desde já o boneco feito.

Acham isto Normal? Mas por cá foi possível!


Tanta gente por aí a rapar fome enquanto que gajos que antes de entrarem na política não passavam de uns meros "piolhosos", alimentam-se de lagosta, perdiz, outras finas iguarias e vinho de estalo, na casa do povão!



      Meus Caros !!!!
Espalhem isto aos 4 ventos para ver se este povo estúpido acorda. Com a informação abaixo compreende-se porque é  que o PC, o Bloco Esq e o PS não querem reduzir o numero de deputados de 230  para 75 !!!!  
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Claro que com estas mordomias (a que se junta o Restaurante com ementas de lagosta e perdiz ao preço da uva mijona)  quem é que quer acabar com este "tachão" a sustentar com a roubalheira das avaliações das casas (que atinge 200 vezes o valor antigo!!) para aplicarem o IMI.
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Começa a ficar o ar irrespirável com tanta gatunagem que a nossa revolução pôs neste podre Poder.
      Um abraço
      V. Cardoso

 ? Mas por cá foi possível! Será que AFAP  e o Clube de Golfe da AFA não poderiam beneficiar  um pouco deste estatuto? Claro que não somos tão benzocas como os ex-deputados !  Bastava arredondarem as contas para n 300.000 e davam-nos os 14.000 que sobram.
Abraço
A.C.

Orçamento da Assembleia pagou torneio de golfe a deputados Económico A Associação dos ex-deputados do parlamento e o Grupo Desportivo receberam nos últimos cinco anos do orçamento da Assembleia da República cerca de 286 mil euros.

Segundo o jornal "i", este ano, a associação de ex-deputados recebeu 42,5 mil euros e o grupo desportivo 15,2 mil euros. De acordo com o parlamento, estas comparticipações são aprovadas com os seguintes objectivos: "A associação, para o seu funcionamento regular, estando previsto esse apoio nos termos do art. 28.º do Estatuto dos Deputados. E o GDP para apoio às actividades de índole cultural e desportiva desenvolvidas pelo grupo".

Um dos eventos organizados foi um torneio de golfe na Quinta da Marinha, onde a AR teve como custos directos "a oferta, como é tradicional em todos os parlamentos, do jantar de encerramento e de alguns prémios institucionais simbólicos".

QUE DEU O "SALTO" P´RA FRANÇA


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Poema para o PM

CARTA ABERTA AO PRIMEIRO-MINISTRO (DO QUE RESTA) DE PORTUGAL

Oh Senhor “Nosso” PRIMEIRO!
Diz-se agora à boca cheia
Que um “tal” de engenheiro,
Que deu o “salto” p´ra França,

Demita-se, senhor Primeiro-Ministro"

                                             
Nicolau Santos

Senhor Primeiro-ministro, depois das medidas que anunciou sinto uma força a crescer-me nos dedos e uma raiva a nascer-me nos dentes. Também eu, senhor Primeiro-ministro. Só me apetece rugir!…
O que o Senhor fez, foi um Roubo! Um Roubo descarado à classe média, no alto da sua impunidade política! Por isso, um duplo roubo: pelo crime em si e pela indecorosa impunidade de que se revestiu. E, ainda pior: Vossa Excelência matou o País!
Invoca Sua Sumidade, que as medidas são suas, mas o déficite é do Sócrates! Só os tolos caem na esparrela desse argumento.
O déficite já vem do tempo de Cavaco Silva, quando, como bom aluno que foi, nos anos 80, a mando dos donos da Europa, decidiu, a troco de 700 milhões de contos anuais, acabar com as Pescas, a Agricultura e a Industria. Farisaicamente, Bruxelas pagava então, aos pescadores para não pescarem e aos agricultores para não cultivarem. O resultado, foi uma total dependência alimentar, uma decadência industrial e investimentos faraónicos no cimento e no alcatrão. Bens não transaccionáveis, que significaram o êxodo rural para o litoral, corrupção larvar e uma classe de novos muitíssimo-ricos. Toda esta tragédia, que mergulhou um País numa espiral deficitária, acabou, fragorosamente, com Sócrates. O déficite é de toda esta gente, que hoje vive gozando as delícias das suas malfeitorias.
E você é o herdeiro e o filho predilecto de todos estes que você, agora, hipocritamente, quer pôr no banco dos réus?
Mas o Senhor também é responsável por esta crise. Tem as suas asas crivadas pelo chumbo da sua própria espingarda. Porque deitou abaixo o PEC4, de má memória, dando asas aos abutres financeiros para inflacionarem a dívida para valores insuportáveis e porque invocou como motivo para tal chumbo, o carácter excessivo dessas medidas. Prometeu, entretanto, não subir os impostos. Depois, já no poder, anunciou como excepcional, o corte no subsídio de Natal. Agora, isto! Ou seja, de mentira em mentira, até a este colossal embuste, que é o Orçamento Geral do Estado.
Diz Vossa Eminência que não tinha outra saída. Ou seja, todas as soluções passam pelo ataque ao Trabalho e pela defesa do Capital Financeiro. Outro embuste. Já se sabia no que resultaram estas mesmas medidas na Grécia: no desemprego, na recessão e num déficite ainda maior. Pois o senhor, incauto e ignorante, não se importou de importar tão assassina cartilha. Sem Economia, não há Finanças, deveria saber o Senhor. Com ainda menos Economia (a recessão atingirá valores perto do 5% em 2012), com muito mais falências e com o desemprego a atingir o colossal valor de 20%, onde vai Sua Sabedoria buscar receitas para corrigir o déficite? Com a banca descapitalizada (para onde foram os biliões do BPN?), como traçará linhas de crédito para as pequenas e médias empresas, responsáveis por 90% do desemprego?O Senhor burlou-nos e espoliou-nos. Teve a admirável coragem de sacar aos indefesos dos trabalhadores, com a esfarrapada desculpa de não ter outra hipótese. E há tantas! Dou-lhe um exemplo: o Metro do Porto.
Tem um prejuízo de 3.500 milhões de euros, é todo à superfície e tem uma oferta 400 vezes (!!!) superior à procura. Tudo alinhavado à medida de uns tantos autarcas, embandeirados por Valentim Loureiro.
Outro exemplo: as parcerias público-privadas, grande sugadouro das finanças públicas.
Outro exemplo: Dizem os estudos que, se V. Ex.ª cortasse na mesma percentagem, os rendimentos das 10 maiores fortunas de Portugal, ficaríamos aliviadinhos de todo, desta canga deficitária. Até porque foram elas, as grandes beneficiárias desta orgia grega que nos tramou. Estaria horas, a desfiar exemplos e Você não gastou um minuto em pensar em deslocar-se a Bruxelas, para dilatar no tempo, as gravosas medidas que anunciou, para Salvar Portugal!
Diz Boaventura de Sousa Santos que o Senhor Primeiro-ministro é um homem sem experiência, sem ideias e sem substrato académico para tais andanças. Concordo! Como não sabe, pretende ser um bom aluno dos mandantes da Europa, esperando deles, compreensão e consideração. Genuína ingenuidade! Com tudo isto, passou de bom aluno, para lacaio da senhora Merkel e do senhor Sarkhozy, quando precisávamos, não de um bom aluno, mas de um Mestre, de um Líder, com uma Ideia e um Projecto para Portugal. O Senhor, ao desistir da Economia, desistiu de Portugal! Foi o coveiro da nossa independência. Hoje, é, apenas, o Gauleiter de Berlim.
Demita-se, senhor primeiro-ministro, antes que seja o Povo a demiti-lo.

Pensamento do dia...

 
Não brinques nunca com o coração de uma mulher! Lembra-te que só tem um...

Brinca antes com as mamas, que sempre são duas...

PASSOS COELHO FOGE DAS MASSAS COMO O DIABO DA CRUZ




NÃO HAVERÁ POR AÍ ALGUÉM QUE TIRE O PIO A ESTA CIGARRA?





O brilhante currículo profissional da formiga Miguel Macedo.

Vejam o currículo profissional do ministro que disse que, em Portugal há cigarras a mais e formigas a menos:
Deputado nas V, VI, VII, VIII, X e XI Legislaturas
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Secretário de Estado da Juventude (1990-1991);
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Vereador da Câmara Municipal de Braga (1993-1997);
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.Secretário de Estado da Justiça nos XV e XVI Governos
Constitucionais (2002-2005);
.
Secretário-Geral do PSD (2005-2007);
.
Membro da Assembleia Municipal de Braga
.
Líder Parlamentar do PSD (2010-2011);
Isto é, como diz o povo este senhor "nunca fez nada na p... da vida" a não ser encostar o “traseiro” às cadeiras do poder. É este “artista” que sugere que o povo português é composto maioritariamente por gândulos?

Bem, o “rapaz”, como é conveniente para se ser deputado, ainda é sócio de um escritório de advogados e de uma empresa de consultadoria.

Esta formiguinha exemplar, foi uma das que em tempos declarou ao Tribunal Constitucional, que tinha uma casa em Lisboa, onde vivia, mas para sacar aos portugueses um subsídio de residência, declarou que morava em Braga. RECORDAM-SE?!
(FORMIGUINHA POUPADINHA!)

Não há ninguém que tire o pio a esta cigarra?
BASTA!

"...NÃO TEM PINGO DE VERGONHA...."

 

Este video e o que aqui se registou é interessante porque dá uma ideia de como um político, no caso PPC, que acabou PM, disse e depois veio a fazer. O dramático e lamentável nisto tudo é que o mesmo político não tem um pingo de vergonha perante tudo isto. No fim de contas, é igual a tantos outros que o antecederam, ou que com ele agora fazem coligação, como Portas.
 







Pedro Passos Coelho -- Best of 2010-2011

http://aventar.eu/2011/10/13/pedro-passos-coelho-best-of-2010-2011/
Durante 2010 e 2011, Pedro Passos Coelho disse que sim, disse que não e disse o contrário. Durante várias semanas recolhi, compilei e compus as melhores declarações deste extraordinário homem. Hoje, tenho o prazer de apresentar os melhores momentos de Pedro Passos Coelho (e o Rodrigo Moita de Deus há-de desculpar o roubo descarado deste texto).

Adenda: Especialmente esclarecedoras as afirmações deste extraordinário homem, nos últimos 2 anos, após a declaração ao país acerca do Orçamento de Estado para 2012.

ORA TOMEM LÁ TACADAS DO KAOS

Golfe Para Lamentar

by Kaos
Estado paga torneio de golfe a deputados e não só. Associação dos ex-deputados e grupo desportivo receberam 286 mil euros do Orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos
Saiu do orçamento da Assembleia da República dinheiro para financiar, este ano, um torneio de golfe para deputados, na Quinta da Marinha, entre 11 e 13 de Julho.
Segundo o jornal a Associação dos ex-deputados do Parlamento (AEDAR) e o Grupo Desportivo receberam à volta de 286 mil euros do orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos. Só em 2012, a primeira encaixou 42,5 mil euros vindos do Estado e a segunda outros 15,2 mil euros.
Um montante que se destina também a custear o gabinete que a associação possui na assembleia, com uma funcionária a tempo inteiro e um técnico de contas, para além de apoiar antigos deputados com reformas baixas.
Contrariamente a muitos que defendem a diminuição do número de deputados eu prefiro que se lhes reduzam as mordomias. Olhe-se para o exemplo da Suécia em que os deputados vindos de fora da capital vivem em pequenos apartamentos com cozinha e sala de lavagem comuns onde cada um faz a sua comida e lava a sua roupa.
Não Têm empregada, assim como o Primeiro Ministro, nem assessores ou secretárias. Afinal o deputado devia ser visto como alguém que ser o país e não como alguém que se serve dele. Temos de procurar uma nova forma de democracia mais verdadeira e participativa e modificar tanto na forma como são escolhidos como na forma como representam e são avaliados pelos seus eleitores. Aquilo que temos é uma vergonha que faz da democracia que temos uma palhaçada.

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012.




Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Ex-ministro de Lula condenado por corrupção
Tentam assaltar bombas do Intermarché
Colisão mata jovem
Homem morre em casa mortuária
Wilson, Arnaldo e Bruno nomeados
Militares da GNR morrem em acidente
Euromilhões: Jackpot sobe para 46 milhões

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Ramalho Eanes alerta para os perigos da passagem da resignação à indignação
Igreja italiana começa a pagar imposto imobiliário em 2013
Euromilhões: Primeiro prémio com "jackpot" de 46 milhões na sexta-feira
Dois militares da GNR morrem em acidente próximo de Belmonte
Activos dos bancos europeus vão continuar a cair, diz FMI
Vitória de Romney não seria boa para a comunidade luso-americana, diz deputado dos EUA

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Falta de remédios já afetou quase todos os portugueses
Portugal, três sílabas
Desculpem mas é mais do mesmo
Dois militares da GNR morrem em acidente na A23
Combinação vencedora do Euromilhões
Fertagus lança campanha de desconto para desempregados
Militar da GNR acusado de burla e de usurpação de funções

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Joinville e São Caetano empatam sem golos em Santa Catarina
Exposição da Capital da Cultura vandalizada em Braga
Brasil cria Força de Segurança para combater desmatamento na Amazónia
Vítimas mortais de acidente na A23 pertenciam ao destacamento da GNR da Guarda
"Mulher mais velha de sempre" viveu até aos 132 anos
"Espião" dos adversários do F. C. Porto é "doente" pelos "dragões"
Bombeiros em luta não garantem socorro à cidade

Capa do i i

Vasco Cordeiro diz que relação do PSD com Governo da República é "telenovela"
Alec Baldwin propôs corte no salário para salvar "30 Rock"
FMI. Restrições ao crédito vão agravar-se nos países da periferia da zona euro
Activos dos bancos europeus vão continuar a cair, diz FMI
Lady Gaga encontrou-se com Julian Assange em Londres
Uma em três jovens entre 20 e 24 anos foi obrigada a casar-se antes dos 15
Eleições nos EUA. Vença quem vencer, relação com Portugal vai manter-se inalterada

Capa do Diário Económico Diário Económico

Nova fórmula de cálculo penaliza futuras pensões da Função Pública
Regimes de excepção não serão alvo de corte
Governo admite travar subidas acentuadas do IMI em 2013
Associação Portuguesa de Bancos atira-se à Taxa Tobin
Parlamento debate hoje aumento extra de impostos para 2012
Dupla tributação de dividendos nas SGPS cai
Imposto sobre tabaco de enrolar vai aumentar

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

CSP propõe que criação de emprego beneficie de isenção de IRC
Governo em braço-de-ferro com Eurostat sobre concessão da ANA
Impostos: O pouco que já se sabe do muito que vai mudar
PT diz que o melhor do acordo foi garantir novo concurso e evitar multas para o Estado
A primeira página do Negócios da edição de hoje
Tony Cabral: Uma vitória de Romney não seria boa para a comunidade luso-americana
Sondagens após o debate dão vitória a Romney sobre Obama

Capa do Oje Oje

Fiat reduz previsões para a Europa
Barclays compra divisão britânica do ING
Iraque pode tornar-se 3.º maior exportador
Francisco Horta e Costa: "CBRE realiza forte aposta no negócio das avaliações enquanto estuda expandir para Moçambique"
Sonae Sierra reforça presença no mercado brasileiro
Jones Lang LaSalle e CBRE colocam Stanley Security Portugal
Investimento imobiliário cai para mais de metade até junho

Capa do Destak Destak

Plano da Saúde Mental está desajustado da realidade financeira do país - Sociedade Psiquiatria
Empresário condenado a quatro anos de prisão em escândalo ligado ao jogo
Sismo de magnitude 4,5 sentido esta noite em Montreal
Autoridades indonésias em alerta máximo devido a ameaça terrorista em Bali
Timor Telecom comemora 10.º aniversário com anúncio de tarifários mais baixos
Ministro das Finanças chinês ausente de reunião do FMI no Japão
Homem detido no aeroporto de Los Angeles por posse de granada de fumo e armas brancas

Capa do A Bola A Bola

«Barcelona proibia Messi de sair com raparigas», diz ex-guarda-costas do argentino
Bairrada espera anúncio da candidatura de Vieira
Federação multa Milan por comportamento desrespeitoso dos adeptos para com Cassano
Messi inspirou-se em Deco e Ronaldinho
(A) Pilar que derrubou Sergio Ramos da titularidade
Paulo Bento pode igualar feito com 18 anos
Leão tem pior ataque da Liga em jogos fora

Capa do Record Record

Capel quer voltar a ter protagonismo
Dar cada vez maior atenção à formação
Alta rotação
Leões e águias em luta pelo papel principal
Artilharia sonolenta
Mossoró: «Não podemos perder mais pontos em casa»
Autocarro penhorado por dívidas a técnicos

Capa do O Jogo O Jogo

Iniesta: "Já todos conhecemos Pepe"
Futsal dominou prémios para melhores do ano
Álvaro Marinho conquista bronze no Europeu
Joana Castelão ganha ouro nos Iberoamericanos
Assassinado treinador dos New York Red Bulls
Chave do Euromilhões (sorteio 081/2012)
Lorena Bueri, a "Gata do Paulistão 2012"