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terça-feira, 6 de novembro de 2012

GREVE PRÓXIMO 14 DE NOVEMBRO


GREVE:Sindicato dos Trabalhadores Consulares



  Número de Documento: 15257763

  Lisboa, Portugal 06/11/2012 16:04 (LUSA)
  Temas: Política, Diplomacia, Partidos e movimentos, Sociedade




Sindicato dos Trabalhadores Consulares emite pré-aviso de greve para 14 de novembro   
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Lisboa, 06 nov (Lusa) – O sindicato dos trabalhadores consulares e das missões diplomáticas (STCDE) enviou hoje ao Governo um pré-aviso de greve para 14 de novembro, data da greve convocada pela CGTP, anunciou hoje a estrutura sindical num comunicado.
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De acordo com a nota do STCDE, o pré-aviso de greve apresentou “os mesmos motivos das outras estruturas sindicais da função pública, acrescentando outros específicos da situação que se vivem nas embaixadas, consulados e centros culturais do Instituto Camões, espalhados por cerca de 60 países”.
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“Invoca o sindicato no aviso remetido aos governantes a falta de resposta do MNE (Ministério dos Negócios Estrangeiros) à resolução de problemas com que se debatem (os funcionários consulares), nomeadamente a compensação das perdas cambiais e inflações desde 2009, o respeito pelos salários mínimos nacional e locais, bem como as taxas de IRS ajustadas aos custos de vida superiores em muitos países”, diz o documento.
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Os trabalhadores protestam ainda contra os cortes salariais e de benefícios que já sofreram e os que estão previstos no orçamento para o próximo ano, de acordo com a nota.
O sindicato já denunciou a situação dos trabalhadores consulares numa carta aberta, há cerca de um mês, “enviada a todos os órgãos de soberania e que continua sem resposta”.
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Nesse texto, o sindicato referiu que “os 1.600 trabalhadores dos serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros e dos centros culturais, presentes em cerca de 60 países, têm vindo a ser alvo, sem qualquer consideração pela sua situação específica, de medidas de redução salarial e de sobrecarga tributária em termos absolutamente incompatíveis com a realidade da sua vida no estrangeiro, sendo, por força da conjugação destas medidas, atirados para uma insustentável precariedade”.
CSR // VM.
                Lusa/Fim

NOTAS VERBAIS: EMBAIXADOR AGAPITO



Emb. AGAPITO } Ele? Como é possível?

    - Meu caro! Ouça! Está a ouvir-me? Como é bom fazer diplomacia no Jardim Tropical e nos intervalos ir à televisão, dizer uma larachas, etc e tal! Ouviu bem?

VENHA ELE O PINGUINHO!!!



AÍ ESTÁ ELA... A CARTA ROGATÓRIA DO FREEPORT


NÃO FOI ESTE SÓ O LADRÃO...HÁ MAIS!



LEMBRAS-TE PARA ONDE FORAM OS NOSSOS EUROS?... SE JÁ ESQUECESTE, PERGUNTA AO ESTUDANTE, DE PARIS!

LEMBRAS-TE PARA ONDE FORAM OS NOSSOS EUROS?...
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-SE JÁ TE  ESQUECESTE, PERGUNTA AO ESTUDANTE DE FILOSOFIA QUE FUGIU PARA  PARIS!

Não convém assobiar para o lado e fazer de conta que tudo começou em Julho de 2011 !!!
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Peguem num lápis e façam a soma !!!!  Pois é ...mas o  PS já diz que não é nada com eles e lá vão em numero 1 nas sondagens !!! Lá seguem o lema, que ficou bem patente quando o "piqueno" Guterres mandou construir os 10 estádios :- Alguém há de pagar !!!
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E aí está, mais uma vez : - Quem ficar com a batata quente, que pague!! Entretanto o pessoal da mamória fraca, esquece-se e lá voltam como os salvadores da Pátria. É este o ciclo desta Europa democrata !!! Vamos então às continhas !!!
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Um prestigiado leitor enviou-nos um e-mail sobre um certo fugitivo português que se exilou em Paris, em que dizia:
«- Peçam ao fugitivo de Paris os 90.000 mil milhões de euros que
aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010;
- Peçam ao fugitivo de Paris, que decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4.300 milhões em 2 anos, e
fornecendo ainda mais 4.000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para muito perto de 8.000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 695 milhões de derrapagens nas PPPs, SÓ EM
2011;
- Peçam ao fugitivo de Paris, que graças à sua brilhante PPP fez aumentar o
custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero... Quem paga? O contribuinte, pois claro!;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 450 milhões injectados no BPP para pagar os
salários dos administradores.
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 587 milhões que gastou no OE de 2011 em
atrasos e erros de projectos nas SCUTs Norte;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 200 milhões de euros que "desapareceram" entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 5.800 milhões em impostos - dos amigos - que
anulou ou deixou prescrever;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 7.200 milhões de fundos europeus que
perdemos pela incapacidade do(des)governo programar o seu uso;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 360 milhões que enterrou em empresas que
prometeu extinguir;
- Peçam ao fugitivo de Paris, para cancelar os 60 mil milhões de PPPs
que contratou até 2040;
- Peçam ao fugitivo de Paris, - que usou as reformas dos nossos aposentados
para financiar a dívida das SCUTs e das PPPs - que devolva esse dinheiro;
- Peçam ao fugitivo de Paris, para devolver os 14 mil milhões que deu de mão
beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 400 milhões de euros de agravamento do
passivo da Estradas de Portugal, só em 2009;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 270 milhões que deu às fundações em apenas
dois anos;
- Peçam ao fugitivo de Paris, os 3.900 milhões que pagou em rendas
excessivas à EDP, tirados à força das nossas facturas da electricidade;
- E «agradeçam» ao fugitivo de Paris os milhares empatados no
aeroporto de Beja».
Todos estes ROUBOS são VERÍDICOS.
"Com patriotas destes, qualquer taliban é um defensor assérrimo de
Portugal, de bandeira bem erguida e bem direita..."
Eurico Luz

NOTAS VERBAIS: DIA 14, GREVE A POSTOS


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O STCDE enviou hoje ao Governo um aviso prévio de greve de 24 horas para o dia 14 de novembro, invocando os mesmos motivos das outras estruturas sindicais da função pública que participam no protesto e acrescentando outros específicos da situação laboral nas embaixadas, consulados e Centros Culturais do Instituto Camões espalhados por cerca de 60 países.

KAOS:Mais uma para a Refundação


Só a eles é que ninguém os refunda de vez.

O MEU NOVO EMBAIXADOR/PROTECTOR EM BANGUECOQUE

Segundo o jornal o Público, de hoje 7.11.2012) Sua Excelência o Embaixador Luis Manuel Barreira de Sousa vem de Dili (Timor) para Embaixador Plenipotenciário de Portugal no Reino da Tailândia. Ora eu chamo-lhe o meu embaixador porque será Sua Excelência que me representará e me protegerá se porventura eu tiver necessidade de protector. Espero que o meu novo protector/embaixador que esteja já curado do mal da sorna e da soneira
José Martins

Com o Zé Ramos Horta não se aprende nada e bem se vê seu olhar guloso a mirar Sua Excelência o Embaixador Manuel Barreiras a passar pelas brasas.

E Zé Ramos Horta (amigo da onça) zás catrapáz saca da sua máquina fotográfica e tira um "boneco" a Sua Excelência o Embaixador de Portugal em Dili a dormir o sono  injusto

AS "BOROAS" DO NATAL DO PAULINHO PORTAS




KAOS: Somos todos Gregos





O antigo governante Freitas do Amaral afirmou hoje que, "com esta receita", Portugal vai enfrentar "um segundo, um terceiro, um quarto e um quinto" resgates, alertando que o país está "a seguir a Grécia com um ano de atraso".
É fantástica esta nossa comunicação social. Anda meio mundo a dizer que "somos todos Gregos", que a receita aplicada cá é igual à que foi aplicada na Grécia há uma ano atrás e que os resultados serão idênticos, para bastar vir um pavão qualquer dizer isso, com um ano de atraso, para ser logo notícia em todos os jornais.
É claro para todos que somos como a Grécia, que vamos passar por aquilo que ela está a passar e ainda muito pior. Todos já viram que a receita aplicada não tem como finalidade ajudar os países a resolverem os seus problemas, mas simplesmente garantir a pilhagem de tudo o que tenha valor, que o país paga a dívida que lhe impingiram, e depois pode ser abandonado à sua sorte.
Como são países com sol, mar e um clima que invejam, talvez ainda considerem aceitar transformar estes países em Inateis para os senhores das terras frias poderem banhar-se, empanturrarem-se em "seafood" e dar uma pancadas de golf. Os povos, esses são para esquecer e para transformar em mão de obra barata e sem direitos.

NOTAS VERBAIS:"...MILAGRE DAS ROSAS QUE PAULO PORTAS..."

PROPAGANDA

Um movimento diplomático que é absolutamente normal e expectável normal nuns casos, prova de fracasso ou falhanço no movimento de há meses e ainda um favorzito antes que seja tarde mesmo que custe ao Estado, eis o milagre das rosas que Paulo Portas ostenta antes que o Natal chegue, a política aqueça e esbata uma oportunidade de propaganda.

Ana Martinho chega tarde à secretaria-geral (passa à disponibilidade em maio do próximo ano...) e não se percebe como é que embaixadores a pouco menos de um ano de também terem que terminar serviço em postos, mudem de capital com tudo o que isso implica para os cofre do Estado.

E quanto ao número de mulheres em chefias de embaixadas (de três para seis), o número continua a ser modesto e insignificante.

É claro que a propaganda pode não estoirar o ministro, mas estoira com o MNE.


 
 
 



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Em Massamá: mensagem a Passos Coelho





Nunca um espaço foi pintado tantas vezes sem estar deteriorado.
 
Em Massamá: mensagem a Passos Coelho...
... anónima mas com letras enormes...

REAL: À entrada de Massamá, por onde o cabernaço passa!

Apareceu na manhã de 4ª feira, 17OUT. Penso eu "de que" ainda lá esteja!

É um local 'mítico', eleito para os devidos efeitos. Fica por baixo do viaduto a seguir ao túnel do comboio. Este local tem sido palco de muito jogo "do gato e do rato" e pela manhã aparecem as mensagens ou figuras e à tarde apagam...


Portugal e o problema da baixa natalidade

Quando  morrem mais pessoas do que as que nascem é a extinção, demográfica, da nação.

06/11/12 00:05 | Económico 
Comunidade
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A taxa de natalidade era de 24,1 por cada mil habitantes em 1960, de então para cá não parou de baixar e em 2006 caiu abaixo dos dez por mil habitantes.
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O último mês de Junho foi mesmo aquele em que se registaram menos nascimentos nos últimos 60 anos. Há já algum tempo que o número de óbitos é superior ao de nascimentos, fazendo com que a população nacional fique cada vez mais envelhecida.
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Para haver substituição de gerações é necessário que o nasçam, em média, 2,1 filhos por cada mulher, ora Portugal tem um índice de fecundidade de apenas 1,3 filhos por mulher.
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A falta de tempo para cuidar dos filhos, associado à escassez de creches faz com que muitos casais vão adiando a decisão de ter filhos. Por isso, a idade média das mães no nascimento dos filhos tem vindo a subir, passando dos 27,1 anos em 1990 para 30,9 em 2011.
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O aumento da esperança de vida e da longevidade faz com que a pirâmide etária esteja a inverter-se. O índice de envelhecimento foi, em 2011, quase cinco vezes o que era na década de 60, o que com o declínio continuado dos nascimentos, a redução de imigração que procura o nosso país e o aumento de emigração dos nossos jovens em busca de trabalho e de uma vida melhor fazem com que existam cada vez mais pensionistas na Segurança Social para cada vez menos contribuintes.
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A situação é de tal forma grave que a população portuguesa está a diminuir e admite-se que, se nada for feito, em 2050 mais de 30% da população nacional terá uma idade superior a 65 anos numa população total da ordem dos 8,7 milhões de pessoas, ou seja longe dos dez milhões com que nos habituámos a contar.
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A crise não explica tudo e alguma coisa tem de ser feita ao nível dos padrões de vida dos portugueses e, sobretudo, das portuguesas. É preciso que haja mais tempo para as famílias e que se criem mais condições para cuidar das crianças para que o pior dos cenários não venha verificar-se e Portugal consiga vencer a batalha da renovação de gerações, o que implica um aumento anual da ordem dos 50 mil nascimentos. É preciso planear hoje para ter resultados a longo prazo.