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terça-feira, 13 de novembro de 2012

"BAIRRO PORTUGUÊS DE MALACA - PASSADO-PRESENTE-FUTURO"




No passado dia 9 de Novembro 2012, pelas 18 h 00, a Fundação Oriente levou a efeito a Conferência cujo tema foi dedicado ao "Bairro Português de Malaca - Passado-Presente-Futuro"
                                            
tendo como oradores Lourenço de Almeida, Diretor do Centro Nacional de Cultura e Luisa Timóteo Presidente da Associação Cultural Coração em Malaca.
Cumprimentando os cerca de 80 convidados presentes e agradecendo a oportunidade e o contributo pela causa de Malaca, referindo o convite da Fundação Oriente, a presença do CNC, o apoio do Camões Instituto da Língua e da Cooperação e da empresa Logoplaste, foi assim que Luisa Timóteo deu inicio à conferência.

           

Fez uma breve introdução como abraçou Malaca em Novembro de 2006. Compromisso de um sonho que acredita realizar pequenos e grandes impossíveis com todos os que desejam não deixar morrer um legado de raízes portuguesas, deixado desde o séc. XVI.
Falou do PASSADO presente do Bairro Português de Malaca, invocando:
* A herança do património da comunidade cristã de Malaca, sendo o maior fator de integração, mostrando o importante papel dos missionários na preservação da religião, da cultura e costumes da passagem dos portugueses em Malaca.
* O Papiá cristang que sobreviveu como língua passada de geração em geração, apesar da perseguição depois da ocupação dos holandeses em 1641.
* O valioso contributo do Padre Manuel Joaquim Pintado natural de Freixo Espada à Cinta, que permaneceu cerca de 40 anos em Malaca. Autor de várias obras sobre a história do território consquistado por Afonso de Albuquerque em 1511. Tendo consagrado o seu estudo com a atribuição da primeira bolsa atribuida nos primeiros meses de atividade da Fundação Oriente.
Assistiu e acompanhou espiritualmente a comunidade do Bairro, incentivou, músicas e cantares de origem portuguesa
Conhecedor profundo da língua crioula "papiá português" que dela fazia uso na pregação religiosa, sendo hoje lembrado com "saudadi" pela comunidade.
                                                     
Depois do Padre Pintado regressar a Freixo na decada de 1980, onde veio a falecer, nunca mais outro padre católico foi colocado em Malaca.
Deste PASSADO presente lembrou Engº Nuno Krus Abecasis, mentor do "Acordo de Geminação entre as Cidades de Lisboa e Malaca", assinado em 19 de Janeiro de 1984, enquanto no seu mandato de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Visionário da cooperação para o desenvolvimento, deixa previsto no texto do acordo
*estabelecer um programa de atividades a realizar em ambas as cidades
*aproveitar todas as oportunidades que se ofereçam para a realização de manifestações culturais e sociais que aprofundem as relações de amizade e cooperação
*desenvolver todo um programa de intercâmbios para a difusão recíproca da cultura do dois povos em programas de desenvolvimento municipal em ambas as cidades.
Sobre o PRESENTE
Foram invocados os objetivos da Associação Cultural Coração em Malaca - reconhecida ONGD (organização não governamental de apoio ao desenvolvimento)
Foram divulgados testemunhos vividos quer no Bairro Português de Malaca, quer em Portugal de ações e atividades, encontros, palestras, visitas, exposições e feiras, divulgando e promovendo o projeto POVOS CRUZADOS.
Testemunhos acompanhados com imagens e videogramas mostrando a calorosa amizade secular que ainda perdura entre os povos.
As visitas dos grandes líderes de dança do Bairro de Malaca a Portugal
                                                             Senhor Noel Félix em 2009
                                

                                                             Senhor Manuel Lazaroo em 2010
                                
comoveram os presentes na certeza que a memória não se apaga como chama para a construção de futuros possíveis.
Sobre o FUTURO
*Valorizar o Bairro Português de Malaca, pondo em prática projetos e acordos de cooperação para o seu desenvolvimento e sustentabilidade.

*Reabilitar o Bairro Português de Malaca como museu vivo.

*Reabilitar um espaço LUSO como centro de recursos, exposições, espetáculos, encontros culturais como forma de alavancar outras culturas lusofonas.

*Reavivar o Acordo de Geminação entre as Cidades de Lisboa e Malaca.

*Criar a CASA DE MALACA em Lisboa, sendo o espaço que contribuirá para a necessária promoção da cidade de Malaca / Malásia.
                      


Encerrou a conferência o Senhor Diretor do CNC - Dr. Lourenço de Almeida
que duma forma enternecedora deixou a mensagem do que se poderá fazer por Malaca... questionando os presentes "o que cada um de nós poderá individualmente fazer pela causa"
Citando John F. Kennedy ( bonita frase s/ atitude)
" Não pergunte o que seu país pode fazer por voçê, pergunte-se o que voçê pode fazer por seu país"
Em nome da Korsang di Melaka, Luisa Timóteo agradeceu aos membros da Associação e a todos os associados, amigos, instituições, autarquias e parceiros que tornam possível a continuidade do projeto da Associação "Povos Cruzados" iniciado em 2009.
Mais disse que para lembrar a conferência, distribuimos hoje uma folha de papel, dando início ao nº 0 do boletim "Povos Cruzados" (oferta de impressão do associado Costa Publicidade em Torres Vedras), pode se consultado on-line   AQUI  

AVIÕES E MULHERES



Pinto da Costa no leito da morte


 

O Pinto da costa ficou muito doente, estava nas últimas e tinha só mais uns dias de vida.

Então mandou chamar o seu filho mais velho e ordenou:
- Filho, vai a Lisboa por mim, traz-me um cartão de sócio do Benfica em meu nome e compra-me uma camisola do Glorioso.
O rapaz não percebeu nada, mais foi.
Voltou para casa com o cartão de sócio e a camisola.
Quando o Pinto da Costa o viu deu um enorme sorriso!
Vestiu imediatamente a camisola do Benfica e agarrou no cartão de sócio junto ao peito.
O filho, a achar que o pai estava completamente maluco, não resistiu e perguntou:
- Mas, pai... Logo o senhor que toda a vida foi um portista fanático, foi o maior presidente do clube e dedicou a vida inteira ao FCP.

Porquê agora, no fim da vida, resolve mudar de clube?
E o Pinto da Costa responde:
- É que eu quero que morra mais um filho da puta dum benfiquista.

A VISITA A PORTUGAL DA LONTRA DE BERLIM






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Merkel visitou (visitou, que é como quem diz) Portugal a 12 de Novembro.
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Em primeira mão o percurso da chanceler alemã:
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[07:00] Ainda em Berlim, Merkel despede-se do herói que consegue dormir com ela (embora não pregue olho a noite toda) e diz “adeus, fofinho, vou lá visitar aquela favela mas volto logo”.
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[09:30 - locais] Merkel aterra em Lisboa, de emergência, num descampado, porque está um indivíduo deitado na pista do aeroporto, que impede a aterragem do avião.
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[09:45] Merkel é recebida por Passos Coelho, à saída do avião. Passos Coelho ajoelha-se e beija-lhe os pés, que ainda se encontram descalços porque os pés da chanceler incham no avião. O primeiro-ministro português elogiará muito o odor e dirá que lhe trouxe à memória a melhor chucrute que alguma vez comeu. 
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[10:30] Primeiro incidente: Merkel é abordada por um casal de pensionistas que não consegue fazer face às despesas mensais. Maria e Aníbal Cavaco e Silva queixam-se a Merkel de que a vida está muito difícil por cá. Têm de ser os seguranças a afastar o casal para Merkel poder seguir viagem.
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[10:45] A chanceler preside à falência de 20 fábricas e entrega pessoalmente as cartas para o desemprego a 8 mil trabalhadores.
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[11:30] Merkel chega ao Palácio de Belém para ser recebida pelo Presidente da República, mas apercebendo-se que é outra vez o casal de pensionistas, deixa-lhes 20 euros e vai-se embora.
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[11:45] A chanceler alemã visita o Parlamento onde conhece António José Seguro, que lhe dirá «olhe que eu não sou o Passos Coelho, a senhora não fará de mim o que quer!» Merkel olha para o líder do PS com ar sério, começa a gritar-lhe em alemão e Seguro responde «sim, senhora Merkel, quer que eu faça de pato? Sim senhora, é para já!», e afasta-se do local com o rabo espetado e a fazer quá-quá.
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[12:00] Reunião com Vítor Gaspar, no Ministério das Finanças, com o objectivo de se tocarem e trocarem carícias. O protocolo anunciou, aliás, que os dois não devem falar, à boa maneira alemã.
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[12:30] Merkel e Gaspar almoçam pernil de contribuinte confeccionado pelo próprio ministro das Finanças e a chanceler segue para o descampado, onde o seu avião, já todo grafitado, a levará de volta a Berlim.

AS TIAS DE LOBO ANTUNES E OS POBRES





A resposta certa por Lobo Antunes à Jonet. Ainda me lembro desses tempos. Era assim mesmo.

Uma crónica de António Lobo Antunes "dedicada" a Isabel Jonet
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A propósito das (pouco felizes) afirmações de Isabel Jonet na SICNotícias em 6 do corrente(http://youtu.be/8JeUnsnvJuA ), o Sérgio Lavos, do blogue Arrastão, recordou esta crónica do António Lobo Antunes:
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"Os Pobrezinhos"


 Na minha família os animais domésticos não eram cães nem gatos nem pássaros; na minha família os animais domésticos eram pobres. Cada uma das minhas tias tinha o seu pobre, pessoal e intransmissível, que vinha a casa dos meus avós uma vez por semana buscar, com um sorriso agradecido, a ração de roupa e comida.
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Os pobres, para além de serem obviamente pobres (de preferência descalços, para poderem ser calçados pelos donos; de preferência rotos, para poderem vestir camisas velhas que se salvavam, desse modo, de um destino natural de esfregões; de preferência doentes a fim de receberem uma embalagem de aspirina), deviam possuir outras características imprescindíveis: irem à missa, baptizarem os filhos, não andarem bêbedos, e sobretudo, manterem-se orgulhosamente fiéis a quem pertenciam. 
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Parece que ainda estou a ver um homem de sumptuosos farrapos, parecido com o Tolstoi até na barba, responder, ofendido e soberbo, a uma prima distraída que insistia em oferecer-lhe uma camisola que nenhum de nós queria:
- Eu não sou o seu pobre; eu sou o pobre da menina Teresinha.
O plural de pobre não era «pobres». O plural de pobre era «esta gente». 
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No Natal e na Páscoa as tias reuniam-se em bando, armadas de fatias de bolo-rei, saquinhos de amêndoas e outras delícias equivalentes, e deslocavam-se piedosamente ao sítio onde os seus animais domésticos habitavam, isto é, uma bairro de casas de madeira da periferia de Benfica, nas Pedralvas e junto à Estrada Militar, a fim de distribuírem, numa pompa de reis magos, peúgas de lã, cuecas, sandálias que não serviam a ninguém, pagelas de Nossa Senhora de Fátima e outras maravilhas de igual calibre. 
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Os pobres surgiam das suas barracas, alvoraçados e gratos, e as minhas tias preveniam-me logo, enxotando-os com as costas da mão:
- Não se chegue muito que esta gente tem piolhos.
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Nessas alturas, e só nessas alturas, era permitido oferecer aos pobres, presente sempre perigoso por correr o risco de ser gasto
(- Esta gente, coitada, não tem noção do dinheiro)
de forma de deletéria e irresponsável. O pobre da minha Carlota, por exemplo, foi proibido de entrar na casa dos meus avós porque, quando ela lhe meteu dez tostões na palma recomendando, maternal, preocupada com a saúde do seu animal doméstico
- Agora veja lá, não gaste tudo em vinho  o atrevido lhe respondeu, malcriadíssimo:
- Não, minha senhora, vou comprar um Alfa-Romeu
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Os filhos dos pobres definiam-se por não irem à escola, serem magrinhos e morrerem muito. Ao perguntar as razões destas características insólitas foi-me dito com um encolher de ombros
- O que é que o menino quer, esta gente é assim  e eu entendi que ser pobre, mais do que um destino, era uma espécie de vocação, como ter jeito para jogar bridge ou para tocar piano. Ao amor dos pobres presidiam duas criaturas do oratório da minha avó, uma em barro e outra em fotografia, que eram o padre Cruz e a Sãozinha, as quais dirigiam a caridade sob um crucifixo de mogno. 
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O padre Cruz era um sujeito chupado, de batina, e a Sãozinha uma jovem cheia de medalhas, com um sorriso alcoviteiro de actriz de cinema das pastilhas elásticas, que me informaram ter oferecido exemplarmente a vida a Deus em troca da saúde dos pais. A actriz bateu a bota, o pai ficou óptimo e, a partir da altura em que revelaram este milagre, tremia de pânico que a minha mãe, espirrando, me ordenasse
- Ora ofereça lá a vida que estou farta de me assoar e eu fosse direitinho para o cemitério a fim de ela não ter de beber chás de limão.
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Na minha ideia o padre Cruz e a Saõzinha eram casados, tanto mais que num boletim que a minha família assinava, chamado «Almanaque da Sãozinha», se narravam, em comunhão de bens, os milagres de ambos que consistiam geralmente em curas de paralíticos e vigésimos premiados, milagres inacreditavelmente acompanhados de odores dulcíssimos a incenso.
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Tanto pobre, tanta Sãozinha e tanto cheiro irritavam-me. E creio que foi por essa época que principiei a olhar, com afecto crescente, uma gravura poeirenta atirada para o sótão que mostrava uma jubilosa multidão de pobres em torno da guilhotina onde cortavam a cabeça aos reis"
 
Clique a seguir para o video da Isabel

SERÁ MESMO VERDADE?


"O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, garantiu hoje que a RTP deixará no futuro de receber qualquer indemnização compensatória por parte do Estado. A informação foi prestada na Assembleia da República durante a discussão do orçamento do Estado para o próximo ano."

Pronto já não vai haver nada pra ninguém...cala-se a Catarina Furtado, a "besta" do pai com aqueles filmezinhos sobre a guerra colonial e mais promoção da "merda" que escreve e vende como pasteis de Belém, o José Rodrigues dos Santos - José Martins

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A responsabilidade dos media na alimentação deste discurso é central. É por isso que vemos, em movimentos cívicos como o Manifesto contra a Privatização da RTP ou a Iniciativa de Auditoria Cidadã à Dívida Pública ou a Rede Economia com Futuro, a necessidade de produzir e disponibilizar informação que os media deveriam produzir, filtrar, validar e difundir, mas que não produzem, não filtram, não validam e não difundem. Os movimentos sociais estão a tentar fazer o trabalho que devia ser dos media, mas eles ainda não perceberam, preocupados como estão em colocar o microfone bem próximo dos lábios de Vítor Gaspar.
José Vítor Malheiros, Público

CARTA À ADMINISTRAÇÃO DA CARRIS


Este blogue não mexeu no texto... Está tal qual como foi recebido



Carta à Administração da Carris (Isto devia ser tratado como antigamente, em que ficavam pendurados pela cabeça durante 15 dias para espectaculo publico)
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Carta à Administração da Carris (Isto devia ser tratado como antigamente, em que ficavam pendurados pela cabeça durante 15 dias para espectaculo publico)
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ESTA CARTA MERECIA SER EMOLDURADA E POSTA EM TODAS AS ESTAÇÕES DE COMBOIOS E NÃO SÓ, POR TODAS AS INSTITUIÇÕES, EMPRESAS PUBLICAS, TODAS AS PAREDES DESTE PORTUGAL PARA QUE SEJAM DENUNCIADOS TODOS ESTES CASOS ....
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E QUE SE ACABE DE VEZ COM "GESTÕES DANOSAS" QUE DÃO MILHÕES EM CASH E MORDOMIAS, AOS MARAVILHOSOS GESTORES QUE AS PROVOCARAM E QUE AINDA OS DESLOCAM DE EMPRESA EM EMPRESA, PARA CONTINUAR A SUA BOA "ACÇÃO" E RECOLHA DE "FUNDOS"

Carta da Marisa Moura à Administração da Carris

Exmos. Senhores,

José Manuel Silva Rodrigues,
Fernando Jorge Moreira da Silva,
Maria Isabel Antunes,
Joaquim José Zeferino
e Maria Adelina Rocha,

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Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº 215860101 da República Portuguesa. Venho por este meio colocar-vos, a cada um de vós, algumas perguntas:
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Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de 776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a figura de gestão danosa?
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Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os contribuintes?
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A dívida do País está acima dos 150 mil milhões de euros, o que significa que eu estou endividada em 15 mil euros. Paguei em impostos no ano passado 10 mil euros. Não chega nem para a minha parte da dívida colectiva. E com pessoas como o senhor(a) a esbanjar desta forma o meu dinheiro, os impostos dos contribuintes não vão chegar nunca para pagar o que realmente devem pagar: o bem-estar colectivo.
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A sua cara está publicada no site da empresa. Todos os portugueses sabem, portanto, quem é. Hoje, quando parar num semáforo vermelho, conseguirá enfentar o olhar do condutor ao lado estando o senhor(a) ao volante de uma viatura paga com dinheiro que a sua empresa não tem e que é paga às custas da fome de milhares de pessoas, velhos, adultos, jovens e crianças?
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Para o senhor auferir do seu vencimento, agora aumentado ilegalmente, e demais regalias, há 900 mil pessoas a trabalhar (inclusive em empresas estatais como a "sua") sem sequer terem direito a Baixa se ficarem doentes, porque trabalham a recibos verdes. Alguma vez pensou nisso? Acha genuinamente que o trabalho que desempenha tem de ser tamanhamente bem remunerado ao ponto de se sobrepôr às mais elementares necessidades de outros seres humanos?
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Despeço-me sem grande consideração, mas com alguma pena da sua pessoa e com esperança que consiga reactivar alguns genes da espécie humana que terá com certeza perdido algures no decorrer da sua vida.
Marisa Moura
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Notícia que originou este meu mail em

http://economia.publico.pt/Noticia/carris-administracao-recebeu-viaturas-topo-de-gama-em-ano-de-buraco-financeiro-de-7766-milhoes_1487820


Reenviar a todos e fazer correr pelo País


KAOS: O Senhor da austeridade









Finda a visita da Frau das Alemanhas cá voltamos à nossa vidinha e aos nossos personagens. Resolvi fazer o Gaspar porque já andava afastado aqui dos meus bonecos há algum tempo e é bom que nos lembremos sempre que ele existe e é responsavel por muita da miséria e fome neste país.
É bom relembrar que é ele a cara da austeridade sem sentido, dos números sempre truncados e do afundamento do país.Como o Gollum estava obcecado pelo anel no livro do Tolkien, também este está obcecado pela austeridade, tudo em nome do défice.
Isto é o que eles mostram porque na realidade o que está a fazer é a vender este país a patacos aos grandes interesses económicos e a criar uma sociedade de pobreza, sem estado social e em que só os mais fortes sobrevivem.
Os mais fracos, esses ou morrem ou aceitam uma vida de pobreza e de trabalho sem direitos...enquanto aguentarem.
Na Grécia quem está desempregado já perdeu o direito aos serviços de saúde. Nós vamos no mesmo caminho.