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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

JORNAL "O CRÁPULA" DE 27-11.2012




As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 27 de Novembro de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Ovar: Ferido em choque frontal
Famalicão: Dupla rouba BMW
Vila Verde: Foragido capturado
Tráfego cai em todas as antigas SCUT
José de Matos: CGD sai da Galp
Allan Katz: Lajes são importantes
José Benoliel: Presidente deixa a CP

Capa do Público Público

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Juncker assegura que Portugal também beneficiará de novas regras de ajuda à Grécia
Portugal e Irlanda dispensados da redução dos juros cobrados nos empréstimos à Grécia
O que vai na alma dos deputados do PSD
O futuro está no repartir
Tornado de Silves foi moderadamente devastador
Três reclusos fugiram da zona prisional da PJ
Corpo encontrado no rio Tejo

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Portugal e Irlanda dispensados da redução dos juros cobrados nos empréstimos à Grécia
UE aprova tranche de 43,7 mil milhões para a Grécia
Valter Hugo Mãe vence Grande Prémio PT da Literatura
Parlamento aprovou combustíveis "low cost" nos postos de abastecimento
Cinema luso filma História nacional
Prostitutas de Zurique vão trabalhar em "drive-in" de sexo
Pousada Barão de Forrester colocada à venda por um milhão de euros

Capa do i i

Valter Hugo Mãe vence o Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura
Maioria aligeira aumento sobre charutos, cigarrilhas e tabaco de enrolar
Campos e Cunha: alargamento da UE irá "dificultar a unidade" da Europa
Pete Doherty confessa: “Eu e a Amy Winehouse fomos amantes”
Tornado de Silves considerado "moderadamente devastador"
Pivots de TV norte-americana demitem-se em directo - vídeo
Anacom está disponível para ser avaliada no âmbito da TDT

Capa do Diário Económico Diário Económico

Credores soltam tranche de 43,7 mil milhões para a Grécia
Portugal vai pagar menos juros e dez anos mais tarde
Américo Amorim, a Galp e os italianos da Eni
Para que serve este orçamento?
Autarquias fecham Outubro com excedente de 670 milhões
Onde é que foram parar as vacas e os burros do presépio?
PSD quer descida do IRC antes da reforma do imposto

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Juncker assegura que Portugal também beneficiará de novas regras de ajuda à Grécia
Portugal e Irlanda dispensados da redução dos juros cobrados nos empréstimos à Grécia
Acordo político no Eurogrupo para desembolso de 43,7 milhões para a Grécia
FMI congratula-se com redução dos juros cobrados à Grécia e com extensão das maturidades
Acordo entre Eurogrupo e FMI sobre redução da dívida grega
A primeira página do Negócios da edição de hoje
Competitividade e qualidade da gestão - crescer o bolo antes de o repartir

Capa do Oje Oje

UnitedHealth prevê lucro abaixo do esperado
Madrid injeta 37 mil milhões na banca
Fundo estatal acorda compra da Renesas
McGraw-Hill vende educação à Apollo Global
Engenheiros resistem à crise
60% precisa de apoio no combate a stress laboral
Santander Totta distingue professores da UBI

Capa do Destak Destak

PSD e CDS-PP vão aprovar uma das alterações à lei dos compromissos proposta pelo PS
PS, PCP e BE avocam redução do IVA na restauração para o último dia de debate
Exumados restos mortais de Arafat para determinar causa da morte do líder palestiniano
Centenas de escolas na província tailandesa de Pattani encerradas para reclamar mais proteção para docentes
Empresa sul-coreana desenvolveu novos engenhos explosivos de controlo remoto
Dois polícias mortos e um desaparecido em ataque a posto da polícia na Indonésia
Sismo de magnitude 5,6 abalou ilhas Molucas na Indonésia

Capa do A Bola A Bola

At. Madrid: Falcao quer vencer no Bernabéu
«Ganhar com penalty duvidoso? Melhor ainda» - Berlusconi
Manchester United novamente de olho em Sneijder
«Alonso será imbatível com um carro competitivo», diz presidente da Ferrari
Carolina Panicat, a loucura do São Paulo (e de São Paulo)
Racing Avellaneda disponível para negociar Centurión
Mourinho em negociações secretas com PSG

Capa do Record Record

Wiggins ataca Lance Armstrong
Majid Pishyar: «O árbitro ajudou-os»
Orlando sem espaço
Árbitro terá dado 4 golos a João Tomás
Lisboa é hoje anfitriã no combate à pobreza
Um Pichichi como este não se via há 69 anos
Xabi Alonso defende Mourinho

Capa do O Jogo O Jogo

Filipe Augusto nos sub-20 do Brasil
Celta de Vigo ganha em Sagaroça
Inter derrotado em Parma
Fábio Espinho: "Fica a mágoa do empate"
Primeiro prémio da Lotaria Clássica
Xandão": "O caminho é este"
Jorge Casquilha: "Parte final difícil"

MENTES


AS VERDADES DA JOVEM MULHER



A REVOLTA ESTÁ AÍ....VAMOS A ISSO 
Aqui está uma mulher/senhora que, sem papas na língua, diz  tudo aquilo que eles deviam ouvir de cara a cara sem pestanejar. Esta cambada de políticos, em nome de uma coisa, que nem sabem o que é, "DEMOCRACIA ", enganam o incauto povo Português.

KAOS:O espantalho de Belém



Hoje é sem tempo e por isso sem legenda

O PEIDO E O POLÌTICO


OS LADRÕES DE PORTUGAL

Este blogue já bateu e publicou algumas vezes a obra do José Sócrates que não é um caso isolado entre a "bandidagem" que anos após anos se infiltrou em sucessivos governos de Portugal que o viriam a empobrecer. Este "gajo", fugiu do país para não enfrentar responsabilidades e os maus olhares (povo) daqueles que ele roubou. Antes dele já outros fugiram, como por exemplo o António Guterres e o Durão Barroso. A democracia tem destas coisas. Roubam o mais que podem democráticamente e nós, os espoliados, democraticamente cruzamos os braços. A pilhagem vai continuar enquando não se levantarem os filhos das velhas de Portugal e coloquem no lugar certo os ladrões que pilham democraticamente.  - José Martins
 O texto a seguir assim como os anexos foram enviados por um leitor deste blogue
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SEM COMENTÁRIOS...
E esta, hein!!

Aqui está a origem da “Off-Shore” da família do rapaz José Sócrates, alguns dos movimentos realizados e a assinatura da fundadora, a mãe do rapaz, que graças às suas economias abriu a conta com 24.500 dólares para algum tempo depois já haver movimentações de milhões!!!
E não chegaram estas provas para o PGR de má memória ter de abrir um inquérito?
Agora se percebe como foram comprados os dois apartamentos na Alexandre Herculano a pronto pagamento!
E também se percebe como o rapaz vive em Paris fazendo uma despesa mensal de cerca de 15 mil Euros mensais sem se ter habilitado ao subsídio de reinserção ou ter passado à situação de Reforma!

José Morais da Silva


DOCUMENTO INÉDITO SOBRE OFFSHORES DA FAMÍLIA SÓCRATES

1--Com esta assinatura da Sra D.Fernanda é criada uma Sociedade ou Conta
Offshore.

Agora basta movimentá-la em qualquer cidade do Mundo com um vulgar
cartão....
O dinheiro depositado não recebe juros, pelo contrario, tem encargos.
O montante pode ir para um banco alemão que empresta a Portugal a 5% ou
mais...

2--CONTRATO com a Mãe de Sócrates

3--Nomes dos Sócios (olhem bem, falta um mas nem é necessário, basta o tal
cartão)

4--Á sorte um dos Extratos da conta (o montante é em EUROS)

Joao Silvestre



A SAGA DOS SUBMARINOS DO PAULINHO

CLique na imagem para ver, em grande destaque, o Paulinho Portas na assinatura da compra dos submarinos.


Prossegue julgamento sobre contrapartidas de negócio entre Estado e consórcio alemão


Prossegue o julgamento do caso dos submarinos, em causa estão as contrapartidas entre o Estado português e o consorcio alemão. Contrapartidas relacionadas com a compra de dois submarinos para a Marinha Portuguesa. Foi em 2004 e custou 1000 milhões de euros.

Os portugueses suicidam-se e ninguém os conta

Por Vasco Barreto, publicado em 26 Nov 2012 - 03:00 |


mil suicídios Antes falava-se da “mais alta taxa de suicídio do mundo” de Sabóia como uma característica natural do Baixo Alentejo envelhecido: homens sem ninguém à distância de lhes dar a mão, como sobreiros no montado cujos ramos nunca se tocam. 
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Veio depois a vergonha, quando percebemos que os velhos não deixam de se matar nas cidades, sucede apenas que damos pelo cheiro antes de darmos pela falta.
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E hoje? Há expectativa quanto aos números, porque está condenada em democracia uma política que leve ao suicídio, como se viu com os despejos forçados em Espanha. 
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Sucede que, nas nossas notícias, é notável a tensão entre o desejo de fazer uma “caixa” e a deontologia.  O problema é este: somos bons a calcular variadíssimas taxas de variação homóloga, da natalidade ao preço do bacalhau, mas não sabemos contar suicidas.
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Segundo o “Público”, para o INE houve menos 60-70 suicídios em 2011 do que em 2010, mas para o Instituto Nacional de Medicina Legal houve mais 110. Em todas as famílias e entre amigos há histórias mal contadas. 
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Uns sabem como foi, outros suspeitam, faz-se um daqueles silêncios que só as crianças têm a coragem de romper. É bom que o nosso pudor não se esgote no sexo; é também bom que ainda haja algum respeito pelo suicídio de figuras públicas. 
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Mas tal como aprendemos que a economia de um Estado não se gere como as contas de casa, é incompreensível que este nosso pudor condicione o conhecimento do número oficial de suicídios.
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A isto junta-se o – enfim, revoltante – problema dos seguros, não atribuídos em caso de suicídio, o que aumenta as mortes por causa não identificada. 
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Não se trata de saber se nos suicidamos menos do que os gregos, mas de usar estatísticas para definir prioridades. Espanta que, em plena crise, o plano de prevenção do suicídio só seja apresentado daqui a uns dias; lembra as típicas discussões de Julho sobre a prevenção de incêndios. Ou não, se calhar só vamos começar a beber. Ninguém sabe.
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Investigador do Instituto Gulbenkian de Ciência. Escreve à segunda-feira

DO COLEGA "PÁGINA GLOBAL"

 

Barómetro i/Pitagórica. 70,2% dos portugueses rejeitam eleições antecipadas


Para fora da UE … e em força!



26/11/12 00:16 | João Cotrim de Figueiredo 
Todos os esforços públicos ou privados que promovam as exportações para fora da UE devem ser prioritários. Estes mercados serão, no curto e médio prazo, a única fonte de crescimento e geração de emprego na economia portuguesa.
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Contrariamente ao que o título poderia sugerir, este artigo não trata de assuntos europeus até porque dediquei o artigo da semana passada às birras orçamentais que dominam a atualidade entre nós e na UE. Aliás, estou certo que haverá numerosos pretextos e ampla necessidade de voltar aos temas europeus _em breve.
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O tema de hoje são as exportações. Se estas têm sido o único motor da economia portuguesa nos últimos dois anos então temos de reconhecer que os dados do INE referentes ao mês de Setembro, dando conta de um recuo mensal homólogo de 6,5%, equivalem a dizer que o dito motor está a fazer ruídos preocupantes.
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Houve reações para todos os gostos. Uns lembravam que, em Abril, o crescimento também havia sido fraco (embora positivo) e que não passara de um falso alarme. Outros, da fação "terra queimada" do nosso espectro político, previram o fracasso definitivo das políticas governamentais e o prenúncio do tão desejado derrube.
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Finalmente, houve aqueles que insistiam que tudo se devia à greve dos estivadores, embora se saiba que esta afeta sobretudo as exportações para países fora da União Europeia que não chegam a atingir um terço das exportações globais. Há muitas e boas razões para argumentar que a greve dos estivadores é uma monstruosidade, mas esta não é, certamente, a mais convincente.
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A verdade é que já começámos a sofrer a previsível desaceleração da atividade económica dos nossos parceiros comerciais na UE e que esta tendência tenderá a acentuar-se, muito mesmo, se as indecisões em matéria na União Europeia se prolongarem.
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Os dados do mês de Setembro não irão ser, infelizmente, um caso isolado. Mas os dados acumulados até Setembro apontam a resposta a mais este desafio: enquanto as exportações para a UE cresceram 2,5%, as exportações para fora da UE avançaram 23%. São boas notícias.
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Em primeiro lugar, porque os mercados fora da UE são os que apresentam um maior crescimento e aqueles em que Portugal tem quotas de mercado insignificantes (excetuo Angola, evidentemente), o que significa espaço para crescer durante alguns anos. Em segundo lugar, porque o perfil dos produtos exportados para esses países corresponde mais de perto ao perfil médio da economia portuguesa.
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Não inclui automóveis, nem derivados de petróleo, nem grandes subsidiárias a fornecer casas-mãe na UE. E, finalmente, porque nalguns desses mercados mais importantes, Portugal goza de uma imagem melhor, se me permitem o eufemismo, do que na UE.
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Daí a mensagem (e o título deste artigo) às empresas portuguesas: vender para fora da UE ... e em força! Todos os esforços públicos ou privados que promovam as exportações para fora da UE devem ser prioritários. Estes mercados serão, no curto e médio prazo, a única fonte de crescimento e geração de emprego na economia portuguesa.
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Quem não tem consciência disto, ainda não percebeu a natureza do nosso problema.
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joao.cotrim.opiniao@gmail.com
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Nota: Saúdo a AIP pela organização do Portugal Exportador e o Diário Económico pelo verdadeiro serviço público que constitui a publicação gratuita de uma edição contendo 32 páginas dedicadas à exportação e aos exportadores.

João Cotrim de Figueiredo, Gestor

"ORGULHO PANELEIRO" NA EUROPA