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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O "CHULECO" JOSÉ CESÁRIO




Emigrar para o Brasil

O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, afirmou ontem em S. Paulo acreditar que há espaço para a emigração para o Brasil aumentar em 2013. - Correiro da Manhã
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À MARGEM: Este "chulo" segue pelos países estrangeiros a pedir a Governos que deiam abertura para a fixação de Portugueses. Para que a Comunicação Social não tenha conhecimento o "chulo" viaja na clandestinidade. Certamente, na sombra, viaja uma "gaja" com ele como assim acontecia de quando do consulado de Santana Lopes. Há pouco mais de um mês o "chuleco" viajou para a Austrália e falou com as autoridades para a colocação de emigrantes portugueses naquele país. Segue este "chuleco" de merda a negociar a saída de portugueses do país onde nasceram e partirem para a incerteza de uma vida. - José Martins
 

As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Acusado de corrupção
Emigrar para o Brasil
Alfredo da Costa até Maio
Acordo com a Gazprom
Compensar municípios
Foge após acidente
Seis mortos

Capa do Público Público

Bacalhaus destinados ao aquário do Museu de Ílhavo chegaram... congelados
Lisboa cai no ranking da qualidade de vida mas continua entre as 50 melhores
Gaspar diz que “Portugal não é a Grécia” e desvaloriza extensão condições
Três quadros do INEM acusados de homicídio negligente
Impresa rescinde com 18 trabalhadores do Expresso, Exame e Visão
Estivadores prolongam greve até à véspera de Natal
Passos não quer tratamento igual ao da Grécia

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Assistentes e médica do INEM acusados de homicídio
Qualidade de vida em Lisboa piorou
Ministério esclarece escolas sobre avaliação
Beleza e perigo do pequeno gesto
MP acusa 21 arguidos por furto de cobre de 1,5 ME
Passos Coelho não sabe nada de Constituição
Assembleia Municipal repete "chumbo" à agregação de freguesias

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Drogas legais deixam dois jovens em coma
Rússia avisa que mundo não acaba este mês
Candidatas preparam concurso Miss Universo
Idoso morreu carbonizado em incêndio de habitação
"Eurogrupo não está preparado para dar tratamento igual" a Portugal
Colisão em Leiria provoca um morto no IC2
Gaspar diz que "Portugal não é a Grécia" e desvaloriza extensão condições

Capa do i i

Investidores internacionais "ainda não regressaram" a Portugal
Eurogrupo volta a reunir-se a 13 de Dezembro com Grécia e Chipre na agenda
“Las Muletas del Rey” transformam-se em conto infantil
Brad Pitt apanhado com ex-mulher de Mike Tyson - vídeo
Governo “confiante” de que Portugal cumprirá limite de défice de 5% em 2012
Juncker deixa presidência do Eurogrupo no final do ano ou no início de 2013
Gaspar diz que "Portugal não é a Grécia" e desvaloriza extensão condições

Capa do Diário Económico Diário Económico

Estamos a construir um País que não queremos
Gaspar, o pendura
Dívidas incobráveis disparam para 488 milhões de euros
Bruxelas adia melhorias ao resgate português
Canadiana Nautilus pede ao Governo luz verde para explorar minas nos Açores
Em Setembro faltavam aos bancos 474 milhões de imparidades
2013: A vertigem

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Efromovich já está em Portugal para concluir proposta da TAP
O Mundo segundo Xi
Asmussen: "Objectivo de regresso aos mercados pode ser conseguido"
A banca viveu acima das possibilidades
Acções da Brisa entre a permanência e o preço para sair de bolsa
Operação Cruzeiro mete empresários espanhóis na prisão
Crise na construção penaliza mais a banca que grandes clientes

Capa do Oje Oje

IPVD quer descobrir jovens talentosos e empreendedores
Redes sociais: o novo desafio dos call centers
Singapore Airlines admite vender na Virgin
Telefónica quer IPO na América Latina
Woodside paga até 1,7 mil milhões por 30% de campo de gás em Israel
Darren Swan, Managing Director - WSI Iberia: "O inglês é hoje uma língua essencial para a vida profissional e desenvolvimento pessoal”
Hospitais cuf Infante Santo e Descobertas abrem vagas para internato médico

Capa do Destak Destak

Mais de 2.500 guerrilheiros das FARC estão presos na Colômbia -- estudo
Israel não tinha motivos para se opor ao pedido palestiniano de Estado observador da ONU -- Ehud Olmert
Norte-americana Qualcomm vai investir até 93 ME na japonesa Sharp
Vietname vai aumentar vigilância em águas disputadas do Mar da China Oriental
Três mortos e 11 desaparecidos em inundação em mina de carvão na China
ONU pede a Israel para abrir instalações nucleares a inspeções
EUA desmente fim do mundo a 21 de dezembro em página eletrónica do Governo

Capa do A Bola A Bola

«A maioria dos clubes gostava de ter Kaká» - Beckham
Rafael Veloso é reforço para a baliza
«Scolari é conhecido no mundo inteiro como um grande treinador» - Hulk
Fernando Gomes marca presença nas comemorações dos 100 anos da Federação croata de futebol
Olimpia tenta empréstimo de Derlis Gonzales
Duvier Riascos e uma celebração... canina (com vídeo)
«Benfica está a ser preparado para ganhar muitas vezes» - Luís Filipe Vieira

Capa do Record Record

Vítor: «Jamor é o nosso sonho»
Avaí despede Argel após maus resultados
À procura da estreia fora
FC Porto acerta calendário com Xico Andebol
Liderança e... Europa
EUA desmente fim do Mundo a 21 de dezembro
Só Carlos Carvalhal supera José Mota

Capa do O Jogo O Jogo

"Sou benfiquista para toda a vida"
Myke Tyson queria festa mas encontrou Brad Pitt
"Vítor Pereira está mais confiante"
"Benfica é líder na transparência"
"Não sou Tito, arranco-te a cabeça"
Rafael Veloso assina com cláusula de 250 mil
Newcastle ao colo de Demba Ba

MAIS DOIS NA "TECNOFORMA"....MAS QUE PAR!




Pedro Passos Coelho garante não sentir "embaraço" por ter sido o fundador duma ONG financiada pela Tecnoforma, empresa onde o primeiro-ministro foi administrador. A ONG chamava-se Centro Português para a Cooperação e teve também como fundadores Marques Mendes e Ângelo Correia, de acordo com o "Público".

 E mais este... (Ângelo Correia)

UM CALVÁRIO DE VIGARISMO DE DOIS "GAJOS"


Clique abaixo para o vídeo

Passos tranquilo com a ONG financiada pela Tecnoforma


Pedro Passos Coelho garante não sentir "embaraço" por ter sido o fundador duma ONG financiada pela Tecnoforma, empresa onde o primeiro-ministro foi administrador.

MAIS UMA DO PAULINHO PORTAS, ALIÁS O "SACANINHA"



Clique em baixo para o vídeo

"Escola de Portas é a da traição e da deslealdade"

O líder do PSD/Porto não poupa críticas ao CDS de Paulo Portas, culpando os sociais-democratas pelo fim da coligação para as autárquicas de 2013, em que o PSD vai apoiar a candidatura de Luís Filipe Menezes. 

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DO COLEGA PÁGINA GLOBAL



Para ler a peça clique em baixo

Timor-Leste: BILIÕES PARA OS FIGURÕES, DESEMPREGO E PROSTITUIÇÃO PARA JOVENS

 


Timor-Leste prevê obter do petróleo 30 biliões de dólares
 
03 de Dezembro de 2012, 23:17

BOM NATAL


 A TODOS UM BOM NATAL

É um sentimento profundo e sentido.



Muita coisa me ocorre dizer, a propósito deste HUMOR DA TRETA.
Estou de tal modo revoltado que nem sei por onde começar!
Talvez o melhor seja não dizer nada! Mas... há pelo menos uma pergunta que se impõe fazer:
Só  estes?

   Certamente que NÃO!!! 
   Não seria útil juntar-lhes todos os culpados dos últimos 30 anos??!!

CORAÇÃO EM MALACA - POVOS CRUZADOS





Korsang di Melaka-ONGD, à conversa com os alunos e professores do Instituto Politécnico de Leiria, palestra realizada no passado dia 6 de Novembro, a convite da Professora Coordenadora Dra Maria Antónia Belchior Ferreira Barreto.
    
O evento foi dedicado a Malaca tendo como propósito os intercâmbios de alunos do referido Instituto Politécnico de Leiria, entre Portugal / China e China / Portugal.

A curiosidade de saber mais sobre os portugueses de Malaca e do Bairro Português de Malaca, que desejam visitar “ os 20 alunos bolseiros “ já selecionados com destino à China em 2013 pelo período de dois anos.

A ação decorreu na presença de um auditório com cerca de 50 participantes, os quais deram conta dos testemunhos vivos da comunidade descendente de Albuquerque, que desde o sec. XVI não desistem de divulgar e promover a sua cultura e tradições de cariz portuguesa.
     
A palestra foi documentada com videograma realizado pelo membro dos órgãos da Associação, Álvaro Correia, num desafio à participação dos alunos.

A presidente da Direção Luisa Timóteo, fez uma resenha dos objetivos que deram motivo à criação da Associação em 12 de Junho de 2008, bem como o trabalho desenvolvido através do projeto “Povos Cruzados” quer em Malaca como em Portugal.

Lembrando o passado – o presente - o futuro, “ colocar Malaca no centro do mundo português “ afirmou a presidente da Associação, que Portugal não deve esquecer uma comunidade que continua a manter de geração em geração os nomes portugueses, a língua pápia Kristang (cristão) a crença, a cultura e tradições, ainda que longe, e como católicos continuam a comemorar o Natal, a Páscoa, a festa de São João e São Pedro, padroeiro dos pescadores de Malaca.

No final as participações dos alunos foram calorosas, tendo a Professora Susana Margarida da Costa Nunes, do departamento de Linguística Portuguesa, dirigido a sua intervenção valorizando a presença dos alunos e reconhecimento do valioso trabalho da Associação em prol de um legado para o qual todos devemos contribuir.

A representação da Korsang incluía também Jozé Sabugo, Daniela Brito e Idalina Lourenço. Deixamos a nossa gratidão pela oportunidade de mostrar Malaca património Mundial reconhecido pela UNESCO.
      
Crentes que este abraço nos uniu para outras ações a desenvolver.

Noticia      A Q U I

Para quem não gostar de MARAJÁ !!!!


Ler até ao fim ….. merece a pena …… !!!!
Os portugueses não foram apenas à Índia (1498), onde se estabeleceram durante muitos séculos, absorveram também na sua cultura, os hábitos dos seus marajás.
A monarquia constitucional (1834-1910), colapsou, devido à quantidade de parasitas viviam à custa do Estado e dos seus apêndices, sem nada produzirem.
A primeira república em Portugal (1910-1926), anunciou que iria acabar com o parasitismo dos marajás, mas rapidamente ficou refém de políticos demagogos, incompetentes e corruptos que viviam da parasitagem no Estado.
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A Ditadura (1926-1974), a segunda República, pretendeu também acabar com o desperdício e a parasitagem, mas cedo se percebeu que o que fez foi proteger uma elite que vivia na mais completa parasitagem protegida pelo Estado.
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A terceira república, que começou em 1974, prometia um virar de página neste domínio. Pura ilusão. Os "marajás", como dizem os brasileiros, que pululam pelos partidos políticos não tardaram a dominar o aparelho de Estado, apropriando-se de tudo o que podem, conduzindo o país para um contínuo empobrecimento.
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O perfil e os hábitos dos marajá, embora revelem alguma variação de marajá para marajá, estão perfeitamente tipificados:
O Marajá considera as instituições ou empresas públicas como sua propriedade.
O único a quem tem que prestar contas é a ele próprio.
O secretismo sobre as finanças do país, da câmara, junta de Freguesia, empresa pública ou municipal, frequentemente em nome do "interesse nacional", é um princípio sagrado.
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O Marajá estabelece o seu próprio vencimento, de acordo com a sua suposta dignidade do cargo e presumidos méritos pessoais. Se legalmente não o poder fazer, e não poder mudar a lei, o marajá dedica-se a acumular cargos e mordomias (viaturas oficiais, almoços, viagens, despesas de representação, cartões de crédito, residências oficiais, subsídios de deslocação, integração, reintegração, horas extraordinárias, etc, etc) até perfazer tudo aquilo a que tem direito.
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- O Marajá necessita de uma corte para o servir, e é por isso se faz rodear de assessores, consultores, funcionários para isto e aquilo. Muitos marajás, instalados por exemplo nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, transformam grupos populacionais, como os idosos e as crianças, em membros das suas cortes pessoais.
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- O Marajá vive da pompa e circunstância, por isso não olha a custos em festas, recepções, prendas, pequenos e grandes luxos, não apenas porque eles são próprios do cargo, mas porque é próprio das suas funções públicas esbanjar recursos em eventos, comemorações e obras para dar animo ao povo.
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Proteção dos Marajás
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Os marajás da Assembleia da República ao longo dos anos foram produzindo uma sofisticada legislação que protege os marajás, impedindo que possam ser responsabilizados pelo descalabro que provocam na contas públicas. Primeiro impediram que se possa conhecer com rigor quantas entidades se alimentam do orçamento do Estado (administrações centrais, regionais e locais, empresas, institutos e fundações públicas), consumindo 51% do PIB.
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Depois limitaram a fiscalização pública destas entidades, nomeadamente através do Tribunal de Contas. Num universo estimado de 13.740 entidades que estão sob a jurisdição do Tribunal de Contas, apenas 1.724 apresentaram contas, mas só foram fiscalizadas 418 (Dados DN,8/01/2011). O descontrolo é total. Por último, produziram uma legislação confere aos políticos portugueses a total impunidade no saque dos recursos do país, e que só em condições excecionais sejam presos.
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Marajás de Portugal
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Não faltam marajás em Portugal, o problema é sempre o da sua seleção, tantos são os candidatos para os diferentes categorias. Correndo os risco de sermos acusados de ter cometido graves omissões, daremos alguns exemplos ilustrativos para as várias categorias, privilegiando os insuspeitos marajás.
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Marajás carismáticos
Mário Soares
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Apesar da enorme diversidade de estilos, estatutos e meios que dispõem, ou dispuseram, todos possuem uma característica comum: desfrutam ou desfrutaram de uma enorme popularidade junto do seu eleitorado, por mais desmandos que tenham feito. As suas redes clientelares, solidamente criadas, dão-lhes permanentes provas de reconhecimento e apoio. As regras da ética política e da decência, não se lhes aplica. Alguns atingiram o estatuto de total impunidade, colocando-se acima da própria Justiça. Nada os incomoda.
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Alberto João Jardim
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Líder regional do PSD, critica todos os governos da República por falta de transparência, roubalheira e desvario na gestão da coisa pública. A verdade é que este governador regional da Madeira é o pior exemplo do país nestes domínios.
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Isaltino Morais. 
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Antigo militante do PSD, apesar dos vários casos em tribunal e de ter sido condenado por desvios de fundos públicos, continua a ser premiado nas eleições autárquicas com o voto dos munícipes.
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Avelino Ferreira Torres 
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Antigo militante do CDS-PP, como presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses ultrapassou tudo o que seria imaginável de um autarca, sendo sucessivamente condenado pelos tribunais. A população local, imbecilizada, continuou a votar nele.
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Marajás camarários
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As 308 câmaras de Portugal são um verdadeiro viveiro de marajás. É extremamente difícil A parasitagem está de tal modo instalada e enraizada, que deixou de ser questionada.
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Câmara Municipal de Lisboa.
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A cidade de Lisboa, entre 1981 e 2008 perdeu 41% da sua população. No entanto neste mesmo período o número de funcionários, dirigentes, assessores, serviços, empresas municipais nunca parou de aumentar. Os custos com viaturas oficiais, deslocações, horas extraordinárias, subsídios, acumulações de vencimentos, prémios, promoções, atribuição de casas camarárias aos próprios funcionários e dirigentes, etc., etc., foi subindo exponencialmente.
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Em Janeiro de 2010, as dívidas acumuladas da CML eram de 1,952 mil milhões de euros. Se a estas dividas somarmos as das 53 freguesias e das dezenas de empresas municipais de Lisboa, é fácil perceber que estamos perante um enorme esbanjamento de dinheiro dos contribuintes capaz de fazer felizes muitos pequenos e grandes marajás. Apesar da câmara e das empresas municipais estarem falidas, os seus dirigentes municipais nunca deixaram de atribuírem a si próprios prémios pela excelência da sua prestação à frente das mesmas (1).
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Este quadro torna-se ainda mais revelador do descalabro que a cidade mergulhou , quando se constata que o atual presidente da CML -António Costa - ao mesmo tempo que recebia uma reforma do Estado, auferia também o vencimento completo de presidente.O líder da oposição, o vereador Pedro Santana Lopesrecebe 2 (duas) reformas do Estado. A CML à semelhança do país é dirigida por políticos que acumulam mordomias e reformas do Estado.
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Câmara Municipal do Alandroal.
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Nesta autarquia alentejana, cuja maioria dos seus 6197 habitantes é reformada ou pensionista do Estado, existe um funcionário para 28 habitantes. Apesar da população ter vindo sempre a diminuir, os presidentes da câmara não param de aumentar o número de funcionários, despesas com horas extraordinárias, gratificações, viagens, etc, etc. As dívidas não pararam também de subir, desde 2001 ao ritmo de 3 milhões por ano, ultrapassando todos o limites legais (2). Os marajás do Alandroal, à sua escala, não olharam a meios para criar uma corte de dependentes.
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Câmara Municipal de Espinho.
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Os presidentes das câmaras municipais em Portugal, em vez de resolverem os problemas básicos para os quais as autarquias foram criadas, como verdadeiros marajás, esbanjam o dinheiro dos contribuintes em tudo aquilo que sendo importante, é todavia secundário.
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Os exemplos não faltam, mas um dos que fizeram escola foi o da Câmara de Espinho. O Marajá local, em 2000, resolveu dar férias a cerca de 150 idosos do seu concelho no Brasil. Para preparar a visita de tão numeroso grupo, o marajá e outros funcionários camarários, andaram numa roda viva entre Portugal e o Brasil, até que por fim tirou dois meses à conta da autarquia paraacompanhar a sua corte no Brasil. O espetáculo conforme consta na imprensa local foi esplendoroso no outro lado do Atlântico.
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A partir daqui, outros marajás de câmaras decidiram enviar os seus "velhinhos", devidamente acompanhados pelo presidente, mais os respetivos vereadores e funcionários camarários, sempre devidamente remunerados, para os cantos mais distantes e exóticos do mundo.
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Os marajás das Câmaras (308), distinguem-se neste capítulo dos marajás das juntas de Freguesia (4.260)cujos passeios com as suas cortes privativas de "idosos" e outros dependentes, em geral, não ultrapassam o território espanhol.
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Marajás de empresas públicas
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Os marajás da empresas públicas são conhecidos por se lamentarem de ganhar pouco e desfrutarem de mordomias irrisórias. A única forma que encontraram para compensarem a sua escandalosa situação, é mostrarem o seu desprezo pelo dinheiro que dispõem. Eles estão acima das ninharias que preocupam o comum dos mortais.
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CP - Caminhos de Ferro.
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O seu presidente ganha a módica quantia de 69.000 euros (2010). Este empresa pública registava, orgulhosamente, o mais elevado de número de chefias em relação ao total de funcionários. A corte de serviçais é impressionante, assim como os números dos prejuízos acumulados. Em 1996, o total de dívidas era de 2,2 mil milhões de euros. Decidiu-se então criar uma nova empresa, a REFER, para repartir as dívidas. Em 2099, o total das dívidas só da CP era de 3,3 mil milhões de euros.
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Refer .
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Apesar de recente, os valores desta jovem empresa pública impressionam fazem inveja a qualquer marajá. Embora o seu presidente só ganhe a modesta quantia de 66.000 euros (2010), os números das dívidas acumuladas em poucos anos são próprios um grande marajá. Em 2009, a REFER já tinha uma dívida superior a 5,5 mil milhões de euros.
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RTP.
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O seu presidente, recebe a irrisória quantia de 250.000 euros, mas em nada fica a dever a outros marajás em termos de prodigalidade. Em 2009, a dívida acumulada da RTP era superior a 800 milhões de euros. Prevê-se que nos próximos tempos, devido aos cortes nas receitas publicitárias, espera-se que ultrapasse a confortável posição de mil milhões.
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Águas de Portugal.
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Em 2010, o seu presidente (ordenado de 126.000 euros), tornou-se conhecido da opinião pública, por furar a miserável contenção de gastos, promovendo a compra numa assentada de 400 novas viaturas para a corte das Águas de Portugal. Os marajás desta empresa pública, têm mostrado que não aceitam limitações à sua tradicional prodigalidade: Em 2005, deviam ao bancos apenas 1,2 mil milhões de euros, passando em 2009, para a expressiva quantia de 2,5 mil milhões.
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Metro de Lisboa
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O número de estações aumenta a conta gotas, mas o seu presidente (66.000 euros de ordenado), não se pode queixar. A dívida pública desta empresa não tem parado de aumenta, atingido esperando-se que em 2010, atinja os 4 mil milhões de euros, contra os 3,7 mil milhões do ano anterior. Tem sido uma fartote próprio de grandes marajás.
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Metro do Porto
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A empresa é recentíssima, contudo o seu presidente (96.000 euros de ordenado), pode apresentar já números que fazem inveja a qualquer marajá: uma dívida de 2,3 mil milhões (2010).
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Metro do Mondego
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A empresa foi constituída, em 1996 e até 2011, o único trabalho que realizou foi desmantelar a linha ferroviária que existia. Os prejuízos não param de aumentarem, assim como os seus 7 administradores, para gerirem 5 funcionários !.  
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Em 2010, mais de 60% do orçamento desta empresa pública foi para pagar aos administradores (ordenados, mordomias, automóveis topo de gama, etc., etc. ). Uma das razões desta aberrante organização, está no facto das câmaras municipais locais ter exigido ao governo o direito de nomearem os seus marajás. Todos pretendiam participar no roubo do erário público.
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Estradas de Portugal
Face aos números anteriores, o presidente desta empresa pública, está uma situação desconfortável.
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Em 2005 a dívida era de apenas 50,5 milhões de euros, uma ninharia. Graças à ação de vários marajás passou para em 2008 para uns animadores 910 milhões de euros, tendo atingido os 1,507 mil milhões de euros em 2009.
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Espera-se que em 2010 este valor da dívida seja superior a 2 mil milhões de euros. Atendendo ao reduzido valor inicial da dívida, em 2007, o atual Presidente (Almerindo Marques) quando iniciou as suas funções, sem contar com as mordomias do cargo, só conseguiu um vencimento de 18.000 euros mensais. Desde 2008 o seu vencimento tem vindo a aumentar, acompanhando a subida das dívidas da empresa.
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TAP
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Os rendimentos do seu presidente (285.000 euros de vencimento), não tem parado de aumentar, assim como a dívida acumulada da empresa: 2, 5 mil milhões de euros (2009). O marijismo no seu melhor.
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Parpública
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Holding que gere as participações do Estado, desde há décadas que é um típico caso de polícia e imoralidade. Autoriza, por exemplo, prémios a gestores cujas empresas dão prejuízo.
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A LISTA É INFINDÁVEL.
POR INCRÍVEL QUE POSSA PARECER,
O ESTADO CENTRAL NÃO SABE QUANTAS EMPRESAS PÚBLICAS POSSUI.
O TRIBUNAL DE CONTAS, EM 2010,
CALCULAVA QUE FOSSEM MAIS DE 700 EMPRESAS,
A ESMAGADORA MAIORIA DAS QUAIS SÃO VERDADEIROS BURACOS SEM FUNDO.
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Marajás das Empresas Municipais
As empresas municipais são presentemente o paraíso dos marajás de Portugal.
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Produto das máfias que dominam as Câmaras municipais (308), alimentam todo o tipo de marajás locais, incluindo os partidos políticos.
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Ninguém sabe ao certo quantas existem em Portugal, quais as suas funções, quem são os seus gestores, quantos funcionários possuem, nem sequer qual o montante das suas dívidas. O poderoso lóbi das câmaras garante a total opacidade neste domínio.
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Apesar disto, o Presidente do Tribunal de Contas, em Novembro de 2010, calculava que existissem mais de 2 mil empresas municipais. Mostrando-se particularmente preocupado com os montantes das suas dívidas. As futuras gerações vão levar décadas a pagar a roubalheira que já foi feita.
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Trata-se de um mundo opaco, onde só a Polícia Judiciária consegue obter alguma informação. De tempos a tempos, alguns dos seus marajás são aborrecidos por terem posto dinheiro das empresas municipais numa conta na Suíçadado algum a um familiar ou até a amigalhaços do Partido. Tudo coisas menores, que gente sem nível se preocupa..
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Marajás das Regiões Autónomas
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As duas regiões autónomas de Portugal - a Madeira e os Açores - são presentemente um verdadeiro viveiro de marajás. A maioria deles, sobretudo na Madeira, formaram-se nos movimentos separatistas nascidos logo após o 25 de Abril de 1974. Habituaram-se a reclamar, a gastar e a extorquir tudo o que podem ao "Governo da República", sumariamente identificado com os "colonialistas" ou "comunistas" do continente.
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Estes movimentos não tardaram a assumirem características mafiosas, em regiões cujas populações continuam a apresentar as mais elevadas taxas de insucesso escolar de Portugal.
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As "Assembleias Regionais", ao longo dos anos, foram aprovando um vasto conjunto de medidas compensatórias para os marajás que estão desterrados nas ilhas. Os "custos da insularidade ou ultra-periferia" tem servido de argumento para sacarem importantes recursos financeiros à "República" que depois são esbanjados pelas diversas cortes de mafiosos. O hábito de sacarem já degenerou numa impune roubalheira:
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Os marajás da Madeira, por exemplo, possuem empresas privadas que trabalham diretamente para o governo de que fazem parte. A promiscuidade entre o público e o privado é total. Os governantes e deputados atribuíram-se a próprios regalias que mais ninguém possui em Portugal.
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- Os marajás dos Açores, em Dezembro de 2010, resolveram compensar as suas clientelas locais pelas perdas nos vencimentos decretadas pelo Governo da República para fazer face aos elevados níveis de endividamento do país.
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Os marajás dos Açores entendem que estão acima de qualquer crise económica, podem continuar a gastar, esbanjar e a endividarem-se sem qualquer controlo. As duas regiões autónomas criaram também uma infinidade de empresas, cujas dívidas estão em total descontrolo. Ninguém sabe o que se passa neste domínio.
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Nos Açores, em 2007, o Tribunal de Contas, denunciava que os gestores das 26 empresas públicas do Governo Regional, receberem salários milionários.
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Na Madeira, em 2005, a maioria das 35 empresas públicas do governo regional estavam falidas, mas os seus gestores entregavam-se a uma roubalheira generalizada. Dados atualizados não existem, para que não se saiba a dimensão desta desbunda própria de grandes marajás. O prestígio devido à chamada "casa da democracia" está
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Marajás da Assembleia da República pelas ruas da amargura.
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Os seus deputados de direita ou de esquerda provocam nojo aos cidadãos, nas palavras de um deputado do PSD (Pacheco Pereira, 2010). As mordomias e regalias dos políticos portugueses, como a acumulação de reformas vitalícias, são o exemplo mais completo do roubo institucionalizado.
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As anedotas que se contam na rua ou circulam na internet sobre os deputados portugueses ilustram a imagem que o parlamento possui junto da população.
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Em fins de 2010, num inquérito feito à população portuguesa, cerca de 80% indicava a Assembleia da República e os juízes como os principais responsáveis do descalabro do país (4).
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Como foi possível chegar-se a este ponto de descrédito?
A resposta está nas leis que os deputados criarem para alimentarem os marajás de Portugal, incluindo eles próprios.
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Marajás dos partidos de esquerda
Partido Comunista Português.
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A democracia em Portugal possui singularidades que a distinguem de qualquer outra democracia no mundo. Desde 1976 que o orçamento de Estado mantém um partido político na Assembleia da República que se limita a criticar todos os governos, recusando qualquer entendimento parlamentar ou coligação governamental. É o puro "deita abaixo" !
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Recusou desde então qualquer alteração à constituição aprovada nesse ano, e votou contra todos os programas e orçamentos de Estado. A sua única função é destruir toda e qualquer política governamental, denegrir a imagem de todos os membros dos restantes partidos com assento na Assembleia da República e fora dela, e sobretudo impedir qualquer alteração no país.
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O discurso do PCP nestes anos resume-se ao seguinte: É preciso distribuir tudo o que Portugal possui ou pode obter através de empréstimos. Os únicos que devem ficar de fora da "boda aos pobres" são os banqueiros e os grandes capitalistas, para que no final possam "pagar a crise".
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Financiados pelo Estado, os "mãos largas" e impolutos marajás do PCP, enquanto esperam por uma pensão do Estado, e se divertem no "bota abaixo" em manifestações de rua ou na Assembleia da República, tornaram-se objetivamente no mais consistente apoio do marajismo português, impedindo qualquer mudança política.
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Partido Socialista.
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A galeria de marajás deste partido é verdadeiramente notável, havendo todavia épocas de maior produção do que outras.
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António Guterres à frente do Governo (1995-2001) foi, por exemplo, um mãos largas na promoção do Marajismo. António Maria Carrilho ilustra perfeitamente esta situação. Este excelso filósofo, resolveu numa assentada duplicar os organismos com autonomia administrativa no Ministério da Cultura, fazendo disparar de tal formas os custos, que em 2001 teve que pedir a demissão porque já não tinha dinheiro para mandar cantar um cego. Como recompensa foi escolhido para candidato do PS à CML, tendo perdido as eleições, foi promovido a embaixador de Portugal na UNESCO. Foi recentemente corrido do lugar (2010), porque resolveu esquecer-se que estava naquele posto para defender os interesses de Portugal, e não o que lhe passava pela sua brilhante cabeça.
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Bloco de Esquerda
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De partido de causas passou a partido de fretes ao serviço da Direita. A esperança de muitos dos seus dirigentes é que algum marajá do PSD ou CDS-PP lhes arranjem uns tachos. Para mostrar a sua vocação ainda incipiente de marajismo, em plena crise económica, aliando-se ao PCP e à Direita votou a favor do aumento do ordenado dos presidentes das juntas de Freguesia. O Governo (minoritário) opôs-se a esta medida, que acabou por ser aprovada.
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Marajás dos Partidos de Direita
PSD.
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Estamos perante um partido cuja ideologia é um misto de "pragmatismo", "demagogia" e "oportunismo político", cujo principal interesse para os seus militantes reside na possibilidade de virem a obter de cargos no Estado ou nas empresas públicas ou com capital público. Quando estes não existem, o partido cria-os. O PSD foi, por exemplo, o partido que maior número de empresas municipais criou.
Não admira que no PSD se encontrem os maiores marajás que Portugal produziu nas últimas décadas de regime democrático, e que levaram o país à bancarrota em 2011.
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CDS-PP
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No discurso político é só virtudes, mas os exemplos de rapina e esbanjamento do erário público são dados pelos seus líderes, os quais aparecem envolvidos em escabrosos negócios de Universidades privadas, compras de submarinos, herdades no Alentejo, etc.
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Funcionários Especiais Candidatos a Marajás
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O Estado Português está repleto de grupo de funcionários que, com o apoio de políticos corruptos e incompetentes, conseguiramestatutos especiais. Alegando estarem ao serviço de instituições especiais, como a Assembleia da República, conseguiram regalias e mordomias que constituem um verdadeiro roubo aos contribuintes. Cada um destes funcionários, independentemente das suas funções, sente-se no direito a ter os mesmos privilégios que qualquer outro marajá que vive do que o Estado saca aos contribuintes.
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Marajás dos Bancos Públicos
Banco de Portugal
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O santuário dos marajás de Portugal. Em 2007 ficou-se a saber que os seus administradores não apenas fixavam os seus próprios ordenados, mas também todo o tipo de mordomias, nomeadamente avultadas reformas obtidas num curto espaço de tempo. Chegavam ao requinte de fazerem empréstimos a si próprios com o dinheiro do banco público, mas a taxas mais baixas do que as do mercado. O seu presidente Vitor Constâncio, antigo líder do PS, em 2009, ganhava 5 (cinco) vezes mais do que o Presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Ben Bernanke. Em todo o mundo só os governadores do banco central de Hong Kong e do banco central de Itália eram mais bem pagos.
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Caixa Geral de Depósitos.
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A Caixa, o principal banco de Portugal, tem sido objeto de um saque permanente por parte dos partidos políticos. Desde 1974 até 2010 deu guarida a 23 ministros ou secretários de EstadoA esmagadora maioria nunca esteve ligada ao sector bancário, o que não os impede de saltarem logo para o topo da hierarquia desta instituição