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terça-feira, 7 de maio de 2013

BANGUECOQUE - TAILÂNDIA - O RIO CHAO PRYA



O Rio Chao Prya no principo da noite
O Rio Chao Prya visto a montante do sétimo andar. Esta via, aquática, está cheia de 502 anos de história em cima das relações de Portugal com o Reino do Sião (Tailândia hoje). Por este rio acima navegaram homens portugueses a partir de 1511 para chegarem à segunda capital da Tailândia, Ayuthaya, a 90 quilómetros de Banguecoque, que viria a cair às mãos do exército do vizinho reino do Pegú (Birmânia) em 1767.
Ao fim da tarde um barco, turístico navega a jusante do Rio Chao Prya carregado de turistas, estrangeiros, que durante o dia navegaram a Ayuthaya, uma viagem, fabulosa, de beleza que lhes ficará, para sempre, na memória.
As margens esquerda e direita que as haja conhecidas de mangal e casas de madeiras construídas de estacas, hoje apresentam-se com hoteis de cinco estrelas.
Cai a noite, subo ao jardim do condominium instalado no décimo primeiro andar e deparo com esta beleza nocturna que registei. O Rio Chao Prya tem mais vida pela noite a dentro
Para navegar no Rio Chao Prya, convidar um grupo de amigos e oferecer-lhe uma ceia navegando no rio.
Banguecoque, nestes últimos 20 anos o progresso não pára e com mais de 25 milhões de turistas anualmente a visitar a Tailândia.

 O casaria do china town, junto à margem do Rio Chao Prya. Distingue-se e ergue-se nas alturas a cúpula de templo budista.
O outro Banguecoque na margem direita do rio. A grande cidade está dividida em duas partes que nelas, pelos meus cáculos, a casa de uns 12 milhões de almas budistas.
Vista do rio na manhã de ontem ainda com pouco tráfego marítimo.

 Cenário do rio visto do jardim de um conduminium instalado no décimo primeiro andar.

Uma casa centenária, construída em estacas de madeira de teca que continua, teimosamente a resistir às grandes cheias que avança as margens e inundam a baixa ribeirina.

 Rebocador que puxa batelões, carregados de arroz, chegados de Ayuthaya para os despejar nos porões de barcos.

Um velho Fiat 600 abandonado junto à margem esquerda do Chao Prya junto ao china town.
José Martins