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domingo, 12 de maio de 2013

Corte médio de 10% vai afectar actuais reformados





LÁ PARA  ACABAR  COM  AS  GORDURAS  DO  ESTADO (230 DEPUTADOS  E DUZI-LOS PARA 35, ACABAR  DE VEZ COM OS APOIOS ÀS FUNDAÇÕES MÁRIO SOARES & COMPANHIA, COM O SENHOR ANTÓNIO MEXIA (da EDP) A RECEBER 3 MILHÕES  DE EURO/ANO, MAIS OS INSTITUTOS,OBSERVATÓRIOS  E ENTIDADES REGULADORAS (QUE NÃO REGULAM A PONTA DUM CORNO!) QUE SERVEM APENAS PARA ASSEGURAR TACHOS AOS "BOYS" E ÀS "JUVES", ETC, ETC)  NÃO OS TÊM NO SÍTIO. É SEMPRE MAIS FÁCIL CORTAR EM QUEM TEM AS CONTAS CERTAS (COMO AS FORÇAS ARMADAS !!) E NOS PENSIONISTAS QUE DESCONTARAM UMA VIDA INTEIRA, NA PERSPECTIVA DE TEREM ASSEGURADO O MERECIDO DESCANSO NA VELHICE, PARA AFINAL TEREM DE TAPAR OS BURACOS FEITOS POR POLÍTICOS CORRUPTOS.
 UM ABRAÇO
 Vizela Cardoso

 Corte médio de 10% vai afectar actuais reformados.  
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Uma bomba prestes a rebentar !!! REFORMA - Corte médio de 10% vai afectar actuais reformados do Estado, António Costa e Denise Fernandes 09/05/13 00:07 

Convergência entre Caixa Geral de Aposentações e Segurança Social vai afectar os actuais reformados da Função Pública. As pensões dos actuais reformados da CGA vão ser reduzidas no próximo ano e o corte será, em média, de 10%. 
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O Governo prepara-se para avançar com a convergência das fórmulas de cálculo do sector público com as da Segurança Social, com efeitos retroactivos, o que significa cortar no valor das actuais reformas da Função Pública, sabe o Diário Económico. 
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Além disso, se a taxa de sustentabilidade anunciada pelo primeiro-ministro (e contestada por Paulo Portas) avançar, estes pensionistas sofrerão um duplo corte em 2014.
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A nova regra de cálculo dos actuais pensionistas da CGA ainda não está fechada, mas o Governo já decidiu que a convergência com o regime geral da Segurança Social  vai abranger não só os futuros, mas também os actuais pensionistas. 
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O jornal "Público" já avançava essa possibilidade, tendo por base a poupança estimada pelo Governo com a convergência dos dois regimes, de 740 milhões de euros, já no próximo ano.

Publicado no ECONÓMICO, de hoje Pensões Reformas actuais do Estado levam corte de 10% O Governo não descarta a hipótese de que os actuais reformados da Função Pública possam ser afectados pela convergência entre Caixa Geral de Aposentações e Segurança Social. Os jornais económicos desta quinta-feira antecipam já reduções médias de 10% para as pensões actuais. O Executivo admite que esta convergência possa ter efeitos retroactivos.
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07:26 - 09 de Maio de 2013  Por Notícias Ao Minuto A convergência entre a Caixa Geral de Aposentações e a Segurança Social vai afectar os actuais reformados da Função Pública, escreve hoje o Diário Económico, que adianta que as pensões dos actuais reformados da CGA serão reduzidas, em média, em 10% no próximo ano.

De acordo com o jornal, o Governo prepara-se para avançar com a convergência das fórmulas de cálculo do sector público com as da Segurança Social, com efeitos retroactivos, o que quer dizer que haverá um corte no valor das actuais reformas da Função Pública.
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Também o Jornal de Negócios escreve que as intenções do Governo passam por aplicar um corte médio de 10% na parcela da reforma que foi calculada só com base no último salário. O jornal adianta que, para quem se reformou até 2005, isto implica cortar em toda a pensão, enquanto que para quem se reformou desde aquele ano, se prevê uma redução na parte da pensão até 2005.
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Ontem, o secretário de Estado Hélder Rosalino, que tutela a Administração Pública admitiu, na SIC Notícias, que o processo pode ter efeitos retroactivos, frisando que quer discutir a matéria com os sindicatos. “O objectivo do Governo é acelerar a convergência entre as regras da CGA e da Segurança e essa convergência tem que ser alargada, mas ainda tem que ser estudada com os sindicatos”, afirmou.