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domingo, 12 de maio de 2013

EU E A KÁTIA GUERREIRO EM BANGUECOQUE



Hoje, Domingo, dia 12 de Maio de 2013, vi o programa "Memórias" do comunicador, da RTP, Júlio Izidro a entrevistar a cantadeira Kátia Guerreiro e numa passagem a Kátia disse: "carrego a mochila às costas a divulgar Portugal, vezes, quase de borla". A cantadeira falou de evento realizado no "Thailand Cultural Center", da cidade de Banguecoque (Tailândia), em 13 de Outubro de 2011, em que ninguém, da comunicação social portuguesa, estava presente e ao outro dia a imprensa de Banguecoque, exibia, em parangona, a sua imagem e noticiava o êxito de sua actuação. 
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Eu estive lá de máquina fotográfica, em punho, escondido a um canto, porque naquele espaço cultural, não é permitido obter imagens em determinados eventos, igual ao de Kátia Guerreiro. .
Estava doente e dois dias depois fui internado, num hospital, de urgência, mas estive lá, como tenho estado noutros e de "BORLA", desde há 30 anos, anónimo, na Tailândia a divulgar Portugal. 
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Pois neste seu evento, minha querida Kátia Guerreiro (que tanto a admirei naquele se evento) e de outros que publiquei em cima das Celebrações dos 500 anos da chegada dos Portugueses à Tailândia, nem um obrigado haja recebdio, do então embaixador, Jorge Torres Pereira. Mas nós não divulgamos Portugal para agradar a homens, mas a 10 milhões, iguais a nós, de portugueses.
José Martins
 
A seguir a minha reportagem fotográfica

Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

A CANTADEIRA KÁTIA GUERREIRO ACTUOU E ENCANTOU A ASSISTÊNCIA AO SEU ESPECTÁCULO NA TAILÂNDIA

Katia Guerreiro cantou na Tailândia

Katia Guerreiro representou Portugal, ontem quinta-feira, dia 13 de Outubro no Festival Internacional de Dança e Música de Banguecoque, onde apresentou vários temas do seu repertório, como “Pranto do amor ausente”.
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A intérprete, do fado, participou no festival, realizado no Centro Cultural da Tailândia, a convite do Instituto de Camões e no âmbito das celebrações do 5.º Centenário da chegada dos portugueses ao Sião (antiga denominação do actual Reino da Tailândia).
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A fadista, que também interpretou temas do repertório de Amália Rodrigues, como “Amor de mel, amor de fel”, foi acompanhada por Pedro Castro (guitarra portuguesa), João Mário Veiga (viola) e João Penedos (contrabaixo).

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Depois da actuação em Banguecoque, Katia Guerreiro regressa a Portugal onde inicia no dia 18 uma digressão nacional com a Orquestra da Baixa Normandia.
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Com a orquestra, dirigida por Domenique Debart, e acompanhada pelos mesmos músicos com que se apresentou em Banguecoque, Katia Guerreiro canta no dia 18 no Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo, seguindo para Tróia (Grândola) onde no dia 19 canta no Casino local, e no dia 20 no Cinema S. Jorge, em Lisboa.
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Nestes concertos Katia Guerreiro interpretará temas do seu repertório para os quais o maestro Rui Massena fez arranjos orquestrais.
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Refira-se que a fadista já tinha realizado com a orquestra, no ano passado, um conjunto de concertos em França e tinha inaugurado o Auditório Boa Nova, em São João do Estoril (Cascais).
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Katia Guerreiro recebeu o ano passado, quando completou dez anos de carreira artística, o Prémio Amália para a Melhor Intérprete.
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À Lusa a fadista afirmou: "Se hoje sou mais completa devo-o ao fado, no mundo todo fiz amizades e conheci pessoas extraordinárias”.
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Kátia Guerreiro e seus acompanhantes sob os aplausos do público depois da actuação
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O álbum de estreia, “Fado Maior” (Ocarina), foi editado no verão de 2001 tendo alcançado disco de prata.
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No ano passado editou pela JBJ & Viceversa um CD de duetos que conta com as participações, entre outros, de Simone de Oliveira, Rui Veloso, Martinho da Vila e Ney Matogrosso.
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O auditório grande do Centro Cultural da Tailândia teve algumas clareiras, mas em parte se deve às inundações, decorrentes, em certas áreas ribeirinhas de Banguecoque que privou a saída de casa de residentes  de Banguecoque
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Para a fadista é “o casamento entre a poesia e fado que faz nascer o canto”, apontando Amália Rodrigues “como uma das suas referências mais fortes”.

(IB) . P.S. Com excertos de um texto da Agência Lusa