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terça-feira, 21 de maio de 2013

UM GRANDE PORTUGUÊS. E ESTA?



Não acredito !!!!!!
A biografia do Major Valentim dos Santos de Loureiro (Nasce emCalde, a 24 de Dezembro de 1938), empresário, político e dirigente desportivoportuguês.

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Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar.
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Juntou-se ao exército sobre o regime Salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matava os nossos soldados na Guiné.
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Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batata"). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava géneros e bens alimentares para vender para fora.
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Foi expulso, com desonra, do exército. Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.

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Desviou, alegadamente, 40.000 contos do BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
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Como cônsul "honorário" da Guiné-Bissau usou esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol, que comprou e vendeu numa tipologia de negócio pouco digna.

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Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de2006. Actualmente (2008), é presidente da Assembleia Geral da mesma instituição.

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Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001.
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Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
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Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.

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Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como  Apito Dourado.

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Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por Cavaco Silva, por motivos referentes aos seus"serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto inaceitável da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.

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Pelos Portugueses é considerado uma Vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe política é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos. Isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem futuro.
"Há um século, no mínimo, era a forca..."PARA O CONDECORADO E PARA O CONDECORADOR"