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domingo, 15 de setembro de 2013

.....Ainda ontem a ouvir o “baixinho”.....





António Abóbora,

Não vejo jeito do desrespeito, pouca vergonha e imoralidade que este “Governo???” revela e com o qual actua, poderem ser ultrapassados por vias tradicionais.

Ainda na passada sexta-feira vi na SIC-Expresso da Meia-Noite o Secr. de Estado que tem responsabilidades na Administração Pública, dizer que as circunstãncias e as os factos são hoje diferentes dos existentes há 30 ou 40 anos quando ambos nos vinculámos a um contrato com o Estado, contracto esse até jurado. Assim, não há que por parte deste “Estado Novo” que cumprir o que connosco se vinculou cumprir.

Quando se fez a Revolução em 25 de Abril, alterou-se a Constituição e de aí para a frente passou-se a escolher pelo voto democrático quem governa o Nação Portuguesa. Com a nova Constituição alteraram-se as outras Leis e fixaram-se novos termos dos contratos.

Como os governantes deste tempo fizeram da Nação uma entidade velhaca, acham natural que se roube por exemplo o dinheiro que entregamos à entidade CGAposentações para as nossas reformas, ainda que o tivéssemos feito nos termos da Lei e dos regulamentos, também legalmente aprovados... Acham também possível, que as decisões que tomam produzam efeitos retroactivos.

Curiosamente e entre outros, já não acham possível incumprir os contratos com as PPPs, nem com as entidades bancárias que actuaram de forma criminosa e de que há agora que pagarmos nós todos, as suas fraudes.

Abóbora, está tudo dito sobre este momento e sobre o meu sentir.
Somos já muitos a pensar em como mudar a situação e, em cada dia que passa e com o que antes refiro, haverá mais gente a querer agir.
Deixo-lhe um abraço.
Manuel da Cunha Rêgo


Bons Dias

Ainda ontem a ouvir o “baixinho” que agora virou Comentador (sim, estou a falar do Marques Mendes), a mandar autênticas “postas de pescada” sobre as Pensões…não posso deixar de vos reenviar esta carta do António Caetano, pois me parece que continua tudo a andar a dormir, e os Militares………idem!

Já agora, penso que vale a pena ler, e reflectir, porque, se estes Políticos que nos Governam, e alternam também nas injustiças e incompetências, continuando todos a “beber” da mesma Fonte, continuam por mais tempo, qualquer dia estamos todos na rua a pedir esmola……….
Vou parar, porque já tenho o estômago às voltas.

Uma Dica…
Porque não mandar um MSN à Nação……(ou melhor, porque não combater a Corrupção e esta Ditadura, à boca das urnas, sob a forma de um novo movimento, por exemplo designado “Movimento de Salvação Nacional” (daí eu ter dito MSN) ?

LOL

Votos de um bom Domingo, e desculpem-me mais este desabafo. Mas estou a sentir na pele estas injuistiçasm, ppois tenho casa a pagar ao Banco, rtenhio mulher desempregada, e um Filho na Universidade. Por isso….vejam lá o que significa ter um corte, porque no fundo, em termos reais é isso mesmo que se passa nesta altura (atenção, não estou a falar de 2014), de 48%!!!!!!!!!!

Forte Abraço
AA
Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcello Caetano, que os jornais se recusam a publicar, sobre as pensões dos reformados e pensionistas.
image002.jpg@01CEACEF

Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram.
Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estrita aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.
Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.
Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos.
E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo.
E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe.
Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto.
Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida.
As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida ativa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões  que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio.
E é este o raciocínio de pessoas honestas. Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço ativo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito.
Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada aos descontos feitos, ou mesmo, quem sabe, sem descontos. Sem esquecer, claro está, os beneficiários da falcatrua.
Mas, é impensável num Estado de Direito que, a pretexto dessas situações de extrema irregularidade, vão ser atingidos, a eito, todos aqueles que, do que tiraram do seu bolso durante a vida ativa, recebem do Estado a pensão que esse mesmo Estado declarou ser-lhes devida.
Como é inadmissível que políticos a receberem ordenado de função, acrescido de benesses de vária ordem proporcionadas por essa mesma função, considerem que pensões obtidas regularmente, com valores mensais da ordem de 1.350 Euros proporcionam vida de luxo que tem de ser tributada, extraordinariamente.
António Alves Caetano

Caros Camaradas

Já por diversas vezes, em sede dos mais variados "ambientes", perguntei se alguém teria visto, ou sabido do "paradeiro" do..."Espírito" do MFA......

A única reação que vejo (pois não consigo ouvir nada...e acho que ainda não estou surdo) é olharem para mim, como se eu viesse de Marte.....

Muito triste, quando vejo o "saque" que estão a executar, sem apelo nem agrave, com a maior e descomunal "pouca vergonha" a quem levou uma vida inteira de sacrifício, família incluída, a servir a Nação, e agora vêm estes Políticos, sem o mais pingo de educação, respeito ou consideração elementar pelos Cidadãos de forma geral, e de quem trabalha, ou tem uma merecida reforma em plenitude (não estou a falar de reformas por 4 ou 8anos de ocupação de cargos...e com mais de 5 dígitos em acumulação), em particular, continuar o saque até à exaustão....

E ainda dizem que estão no pleno direito, que lhes foi atribuído em eleições livres, num Estado de Direito! Agora pergunto eu, e muito agradeço se algum dos Camaradas me puder esclarecer:
  1. Como é possível estarmos num País Democrárico, se o Governo não cumpre as Leis do Estado Soberano? Se não cumpre a Constituição? Se se permite, alegando-se "Governos de Salvação Nacional", pedir o Sacrifício de todos os Portugueses, e fazer excepções , nomeadamente ao corte de Pensões e aos subsídios de Natal e Férias? Parecer-me-à, que estamos, na realidade, a viver é numa Ditadura.....
  2. Se os Militares juraram defender a Constituição, até ao sacrifício da própria vida, não se imporia da parte de todos uma acção de maior firmeza, em prol das Liberdades Constitucionais dos cidadãos, uma vez que a própria Constituição não está a ser, minimamente, defendida?

Aqui há cerca de 1 mês tive um "desabafo" para a AOFA, cujo Presidente, logo de seguida, me pediu autorização para o publicar no FACEBOOK sob o título de "um Grito de Alma", o que obviamente autorizei. Pois não vi grandes comentários ou sequer observações.....

Não sei se têm conhecimento do que se passa com a nossa Assistência Hospitalar no denominado Hospital das Forças Armadas. Eu sempre tenho tido assistência, mais a minha Família, no Hospital Militar da Estrela. Nestes últimos Anos, tenho assistido à sua degradação progressiva, e hoje (nesta HFA), com conhecimento de causa, posso afirmar que é uma autência vergonha, porque:
  1. Não se consegue marcar uma consulta por Telefone.
  2. Tendo sido informado que só marcam consultas para o mês seguinte, no início do mês anterior, o que fiquei a saber quando lá me desloquei em Julho do presente ano, pois a 1 de Agosto, lá estava (eu moro nos arredores de Sintra, sem transportes públicos, pelo que não será propriamente económico, nos dias de hoje, deslocar-me lá de carro); com a maior displicência, o indivíduo que estava no Balcão, simplesmente me respondeu" Ainda não está aberta a marcação de Consultas"! Então aí, interroguei-o: "Mas se os senhores me disseram o mês passado, que se poderia marcar consulta a partir do dia 1, para o mês seguinte, e tendo eu vindo de propósito hoje, dia 1, conforme me disse, então quando é que se pode marcar?!"  Aí responde-me simplesmente: "Não sei, vá telefonando........". E nem disse nem mais uma palavra, quando lhe disse "Mas telefonar como, se os senhores nunca atendem o telefone?"
  3. Neste último Ano, deixaram de aceitar pagamentos da minha mulher. Iam dizendo, "paga depois".....Pois nesta semana, quando lá voltei com a minha esposa, para saber da possibilidade de outra consulta, dirigi-me aos Serviços Financeiros para ver se já podia pagar, e......Espantem-se, meus Amigos, pois foi isso mesmo: " Cobraram-me quase o dobro, do que se paga em qualquer Unidade hospitalar do Serviço Nacional de Saúde......

Porque será que além Mar, em terras dos nossos "irmãos" Brasileiros (onde a "coisa" também não está fácil, como sabem), ainda há pouco tempo um Jornalista, fazendo uma comparação entre os Governos ditos democráticos, onde também tem proliferado a Corrupção e o Despesismo, e o da "alegada" Ditadura Militar, onde nada disso se viu, tendo mesmo referido que se sentia muito mais em Liberdade, naquela altura....

Bem, não me alongo mais, e peço desculpa por mais este desabafo, mas é realmente muito difícil de me conter quando vejo o anunciar de mais cortes nas Pensões (esta Carta da CGA enviada pelo Eduardo, é uma autêntica surpresa para mim), quando se continua a ver nomeações de assessores e (ditos) especialistas com vinte e poucos anos, vencimentos de 5000€, e 14 meses, com designações pomposas para o 13.º e 14.º,  etc. etc., etc....


Um Forte Abraço

António M.N.Mendes Abóbora
          (Cor. Ref)
 



Assunto: Carta (prenda) da CGA recebida hoje 11 Set 2013

REENVIANDO....
Para quem ainda não recebeu esta "prenda" da CGA cá vai ela em anexo com breves anotações para melhor se ver o alcance do "saque" às nossa Pensões... ESTES F.D.P. ANDAM A BRINCAR COM O FOGO... Talvez se "lixem" (*) !!!... (*)- Enquanto o "desabafo" e a "indignação" não forem crime e não pagarem imposto... Não abdico de os assumir publicamente!!!........... Abrs


 

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