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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O BLÁ, BLÁ DO CONSELHEIRO BARROSO - ESTE DEVE ESTAR FEITO AO BIFE PARA RUMO A BELÉM!!!...


Barroso vê credibilidade portuguesa seriamente afetada pela crise política


Barroso vê credibilidade portuguesa seriamente afetada pela crise política
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Vincent Kessler, Reuters

O presidente da Comissão Europeia considera que a crise política em Portugal no início do verão teve “um custo bastante sério em termos de credibilidade”, frisando que “é importante não abrandar esforços para a recuperar”. Durão Barroso sublinha que o país tem de garantir a confiança dos mercados.

“É aí que estamos a tentar ajudar, como é que se pode garantir a execução do programa, como é que Portugal pode manter a credibilidade apesar da crise política, que, com certeza, teve um custo, essa crise política teve um custo bastante sério em termos de credibilidade da aplicação do programa de estabilidade”, afirmou o presidente da Comissão Europeia num encontro com jornalistas portugueses em Estrasburgo, à margem dos trabalhos do Parlamento Europeu.
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Durão Barroso considera que o país conseguiu “já em grande medida recuperar credibilidade”, mas que “é importante não abrandar esforços para ganhar a credibilidade que é necessária parta terminar o programa de ajustamento com sucesso”.
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“O que querem saber os investidores em geral é se Portugal vai ou não cumprir os objetivos com que se comprometeu, esse é o ponto essencial, não é tanto aquilo que possa ser decidido agora por esta ou aquela instância”, acrescentou.
Necessário garantir confiança dos mercadosDurão Barroso não quis comentar uma eventual revisão da meta do défice português para 4,5 por cento, mas afirma que Portugal tem de garantir a confiança dos mercados.  “Não me posso pronunciar sobre a proposta governamental de nova flexibilização da meta do défice para 2014” (de 4,5 por cento em vez de 4 por cento).

Segundo José Manuel Durão Barroso, “o que Portugal tem que fazer é ganhar a confiança dos investidores, para voltar a uma situação de normalidade financeira”.
O presidente da Comissão Europeia recordou “que estão em preparação a oitava e nona avaliações da troika”.
“Vamos ver as últimas avaliações. A questão é saber-se se Portugal vai ou não cumprir os objetivos a que se comprometeu”, frisou o líder do executivo comunitário.


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