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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O CARAMELO ECONÓMICO!!!...


"Este tipo/artista tem esbanjado, em viagens fortunas... Vem agora falar "sem gastos supérfluos" para responder à crise. Mando, mais uma vez, este "gajo" à bardamerda. Pobre de nós sermos governado por "gajo" que nunca fez porra nenhuma na vida... Um bardamerda de um jornalista, enganou velhos/as pelos mercados provinciais para entrar na política. Um "maricão" sem vergonha nenhuma e tem vivido à custa de golpes".

Portas apela a campanha sem gastos supérfluos para responder à crise

No primeiro dos pouco comícios em que participa nesta campanha eleitoral, líder do CDS sublinhou que as eleições não são para primeiro-ministro, mas para presidentes de câmara.
Miguel Manso
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, apelou este domingo para que se faça uma campanha eleitoral “humilde” e sem gastos supérfluos de dinheiro.
Portas deu arranque à campanha autárquica em Viseu, num encontro que reuniu os candidatos do partido ao distrito, uma das poucas iniciativas eleitorais em que o também vice-primeiro-ministro vai participar. No discurso inaugural, pediu para que os candidatos estejam presentes onde “estão os fregueses das freguesias” e que, em vez de gastar dinheiro em cartazes, “façam o dobro do esforço a calcorrear aldeias”.

“A campanha eleitoral não pode passar ao lado da crise”, sustentou, para logo de seguida deixar a promessa de que fará “de tudo” para que Portugal não volte a viver numa “situação humilhante” como a que actualmente está a atravessar. “Uma nação com nove séculos de história, teve de entregar parte da sua soberania por acumular divida a mais e défice a mais”, sustentou.

Paulo Portas lembrou ainda que o que está em causa no dia 29 de Setembro não é a eleição de um primeiro-ministro ou líder da oposição, mas sim do presidente de câmara que é quem está perto da população.

Já Helder Amaral, candidato do CDS-PP à Câmara de Viseu, deixou o aviso de que está pronto para qualquer combate e que não irá “abandonar” o cargo que o povo lhe der. “Se for presidente de Câmara, lá estarei. Se me derem o lugar de vereador, também lá estarei”, disse.

O candidato apelou ao “combate em conjunto” para que Viseu “possa ter novamente o CDS na Câmara” e assim fazer “justiça” ao passado do partido que já liderou o município. O candidato apelou ao voto útil dos eleitores, frisando que esse voto “mais verdadeiro” é no CDS-PP.

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