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terça-feira, 5 de novembro de 2013

KAOS:Nuno Cratino


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Nas declarações proferidas, ontem Nuno Crato sublinhou, que o corte nas despesas do Estado não é suficiente para «pôr as contas [do país] em ordem» e que ainda vão ser necessários mais alguns «sacrifícios», mas isso irá permitir «transformar Portugal num país competitivo». 
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«Teríamos de trabalhar mais de um ano sem comer, sem utilizar transportes, sem gastar absolutamente nada só para pagar a dívida», garantiu o ministro, sublinhando que não há forma de pôr a economia a crescer «sem se sair primeiro deste beco».
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Que ele diga estas alarvidades já não estranhamos mas o que é triste nisto tudo é que se tenha sequer lembrado de fazer contas para saber considerar essa possibilidade. 
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E, felizmente, esse cenário é impossível na sua totalidade, não por razões morais que se lhe conheçam, mas porque iria precisar de quem trabalha para gerar a riqueza que paga a roubalheira. 
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Muito provavelmente até pensou que tinha encontrado a solução, corta-se na comida e transportes a todos e num ápice resolvemos o problema, e terá sido um dos seus motoristas ou lacaios que lhe deve ter chamado a atenção que quem não come morre e se morre não pode trabalhar. 
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Colocar sequer a questão, lembrar-se sequer da ideia é já por si a demonstração da imbecilidade e falta de princípios deste personagem saído de um qualquer inferno e para onde espero que volte rapidamente. Vá de retro Demo Crato.

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