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sábado, 2 de novembro de 2013

"O BARDAMERDA E OS PONTOS DE VISTA, ECONÓMICOS, ENTRE PORTUGAL E MOÇAMBIQUE"


Governo desaconselha viagens a Moçambique

Patrícia Machado/Cristina Gomes
O governo não aconselha a deslocação de cidadãos portugueses a Moçambique. A Secretaria de Estado das Comunidades alerta para uma forte possibilidade de raptos nos percursos em Maputo. Caso exista uma absoluta necessidade de uma deslocação ao país, o governo sugere que seja tentada a integração em colunas com escolta. As Associações de Direitos Humanos pedem ajuda internacional.

2013-08-27

Portugal de olho no desenvolvimento de Moçambique

O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, disse, ontem, em Maputo, que Portugal quer fazer parte da “história de sucesso” do desenvolvimento moçambicano.
MNE_portas_portugal 

Paulo Portas falava na inauguração da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que conta com um número recorde de empresas portuguesas. 
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“Nós, em parcerias com os moçambicanos, no quadro da legalidade moçambicana, queremos ser parte desse processo de desenvolvimento”, disse Portas, assinalando que a sua presença na inauguração da FACIM está a tornar-se um “hábito”.
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“Moçambique como mercado é muito importante para as empresas portuguesas que estão aqui a colocar as suas marcas e os seus produtos, respeitando as leis moçambicanas e, muitas vezes, em parcerias com empresários moçambicanos”, disse Paulo Portas.
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O governante português assinalou a existência de cerca de duas mil empresas portuguesas envolvidas no mercado moçambicano e recordou que as exportações portuguesas para Moçambique cresceram mais de 30 por cento no último ano e que as vendas de Moçambique a Portugal também aumentaram.
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“É uma relação em que os dois ganham”, considerou. Portas socorreu-se do exemplo da “importância política, económica, cultural e empresarial” que o governo do seu país atribui à relação com Moçambique, com a sua presença na inauguração da feira, e com a do ministro da Economia, Pires de Lima, no dia de Portugal na FACIM, na próxima sexta-feira.
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“É toda uma equipa que pretende apoiar, agora que é mais preciso do que nunca, as empresas portuguesas que conseguiram fazer um aumento espectacular das exportações, mesmo nos anos mais difíceis, e que são um contributo decisivo para a modernização da nossa economia”, disse.

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