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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FILHÓS DE NATAL


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Os “sinais positivos” dados pela economia portuguesa em 2013 ainda não são suficientes para “podermos dizer que vencemos esta crise”, afirma o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
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Na tradicional mensagem de Natal, difundida através da RTP, Passos Coelho alerta para algumas incertezas e obstáculos que o país vai ter de enfrentar em 2014. Sublinha que “dada a complexidade dos problemas que herdámos”, não há soluções fáceis, o que significa que ainda há “muito para fazer neste ano de 2014”, que será um ano “cheio de desafios”.
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A menos de cinco meses do fim do programa de assistência, o chefe do Governo afirma que esta é uma etapa decisiva da nossa recuperação e que “precisaremos de todos os instrumentos que mobilizámos para concluir sem perturbações o programa”.
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Pedro Passos Coelho considera que o fecho do plano da “troika” está ao nosso alcance, “desde que não hesitemos, desde que percebamos todos o que está em causa”.
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A mensagem de Natal, divulgada esta noite ao país, descreve ainda 2013 como “um ano muito exigente” e muito difícil, “sobretudo para os desempregados e para os membros mais vulneráveis da nossa sociedade”, que não devem ser esquecidos.
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Este foi também, acrescenta Passos Coelho, o ano em que a economia nacional “começou a dar a volta”, com destaque para os indicadores das exportações, dos excedentes comerciais e financeiros, para a diminuição do desemprego “mês após mês” e para os  primeiros sinais de crescimento económico.
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Apesar dos avisos para as dificuldades que permanecem, o primeiro-ministro diz querer “fechar esta página da nossa história” e afirma que é preciso dirigir todas as energias para “combater a pobreza, reduzir mais rapidamente o desemprego, aumentar o investimento e reduzir as desigualdades sociais”.
A mensagem faz ainda referência ao sentido do Natal, “festa da esperança”, com Passos Coelho a desejar que seja aproveitado para recuperar “forças e o sentido de propósito comum que nos define como povo”. 
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Um povo orgulhoso, diz, “e que sabe que, do alto de quase 900 anos de história, os seus melhores anos ainda estão para vir”.
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Fonte: TSF

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