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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Maçonaria ‘namorou’ Passos e Seguro Pedro Passos Coelho e António José Seguro "receberam, pelo menos, três convites da maçonaria", da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP/GLRP)". A revelação é feita no livro ‘Segredos da Maçonaria Portuguesa’, do jornalista António José Vilela, que relata episódios e detalhes sobre as relações dos maçons com a política e os serviços secretos. Há nomes, lugares, datas e documentos confidenciais. . Por:Sónia Trigueirão . No livro é revelado que, em 2010 e 2011, o primeiro-ministro e o líder do PS participaram numa "sessão branca" – reuniões abertas a profanos. "Sob grande secretismo, o líder do PSD esteve num jantar organizado pela loja Fernando Teixeira. O encontro de Passos Coelho com a Irmandade, dedicado à análise da situação portuguesa e o futuro, decorreu na noite de 4 de fevereiro de 2011, no Bairro Alto Hotel", revela o jornalista. . Já Seguro terá estado em dois encontros. "O último deles, que também incluiu jantar, aconteceu no hotel Sol Play, a 17 de março de 2011", lê-se no trabalho de António José Vilela. O jornalista, que garante que nunca foi maçon, sublinha que o seu objetivo é mostrar como funciona a Maçonaria, como atua e como se organiza: "A Maçonaria gosta de estar junto do poder", conclui o autor, que diz ter "documentação confidencial". . RELVAS ERA O MAÇON DO GOL Nº 2400 - Miguel Relvas era o maçon da Universalis nº 2400. "Ainda muito antes de chegar, em 2011, a ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e de começarem a circular documentos anónimos que o acusavam de estar a liderar uma ofensiva maçónica para tomar o PSD, Miguel Relvas mantinha-se discretamente sob a liderança maçónica do venerável da loja, o médico cardiologista Carlos Correia França", lê-se no livro de António José Vilela. . É ainda revelado que, a certa altura, quando começam a surgir noticias sobre as ligações entre espiões e maçons, "vários ilustres irmãos do GOL e da GLLP/GLRP criaram um diretório maçónico informal para concertar estratégias sobre a atuação no mundo profano. Os encontros sucederam-se no restaurante Vela Latina e juntaram maçons das Lojas Mozart e Universalis. Miguel Relvas terá estado em vários destes encontros". . Para entrar no GOL, é preciso ser homem e ter um mínimo de 18 anos. Mas o candidato tem de preencher uma serie de inquéritos. Uma das perguntas dos inquéritos é saber os nomes dos inimigos, se os houver.


Pedro Passos Coelho e António José Seguro "receberam, pelo menos, três convites da maçonaria", da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP/GLRP)". A revelação é feita no livro ‘Segredos da Maçonaria Portuguesa’, do jornalista António José Vilela, que relata episódios e detalhes sobre as relações dos maçons com a política e os serviços secretos. Há nomes, lugares, datas e documentos confidenciais.
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Por:Sónia Trigueirão
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No livro é revelado que, em 2010 e 2011, o primeiro-ministro e o líder do PS participaram numa "sessão branca" – reuniões abertas a profanos. "Sob grande secretismo, o líder do PSD esteve num jantar organizado pela loja Fernando Teixeira. O encontro de Passos Coelho com a Irmandade, dedicado à análise da situação portuguesa e o futuro, decorreu na noite de 4 de fevereiro de 2011, no Bairro Alto Hotel", revela o jornalista.
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Já Seguro terá estado em dois encontros. "O último deles, que também incluiu jantar, aconteceu no hotel Sol Play, a 17 de março de 2011", lê-se no trabalho de António José Vilela. O jornalista, que garante que nunca foi maçon, sublinha que o seu objetivo é mostrar como funciona a Maçonaria, como atua e como se organiza: "A Maçonaria gosta de estar junto do poder", conclui o autor, que diz ter "documentação confidencial".
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RELVAS ERA O MAÇON DO GOL Nº 2400
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Miguel Relvas era o maçon da Universalis nº 2400. "Ainda muito antes de chegar, em 2011, a ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e de começarem a circular documentos anónimos que o acusavam de estar a liderar uma ofensiva maçónica para tomar o PSD, Miguel Relvas mantinha-se discretamente sob a liderança maçónica do venerável da loja, o médico cardiologista Carlos Correia França", lê-se no livro de António José Vilela.
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É ainda revelado que, a certa altura, quando começam a surgir noticias sobre as ligações entre espiões e maçons, "vários ilustres irmãos do GOL e da GLLP/GLRP criaram um diretório maçónico informal para concertar estratégias sobre a atuação no mundo profano. Os encontros sucederam-se no restaurante Vela Latina e juntaram maçons das Lojas Mozart e Universalis. Miguel Relvas terá estado em vários destes encontros".
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Para entrar no GOL, é preciso ser homem e ter um mínimo de 18 anos. Mas o candidato tem de preencher uma serie de inquéritos. Uma das perguntas dos inquéritos é saber os nomes dos inimigos, se os houver.

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