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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

OS ALDRABÕES!


Desde que o Paulinho das Feiras pegou na pasta dos Estrangeiros não parou de viajar e babusar em cima da Diplomacia Económica. Fomos tomando nota de suas "babuseiras" e quem não estiver dentro do assunto engole as galgas do Paulinho, incompetente, que não vê um "boi" à frente dos olhos em cima do comércio internacional. Estamos tramados com o Paulinho e o resto da malta que assumiu as rédeas do Poder.


Economia portuguesa sofre recuo de 3,2 por cento no conjunto de 2012

Carlos Santos Neves, RTP
O Produto Interno Bruto português regrediu 3,2 por cento em 2012, indica a estimativa publicada esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística. Este dado contraria os cálculos do Governo de Pedro Passos Coelho, do Banco de Portugal e da própria troika, que apontavam para um recuo de três por cento. Ultrapassa também a previsão de uma queda de 3,1 por cento avançada pela OCDE.

TIMOR SAQUEADO PELO PODER

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Para o resto da peça clique em baixo

TIMOR-LESTE CONTINUA A SAQUE PELOS DOS PODERES E O POVO COM FOME E A MORRER


António Veríssimo

Isabel Ferreira, esposa do Presidente da República de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, foi ontem visitar o principal hospital de Timor-Leste, em Díli, de seu nome Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV). A conclusão a que a primeira-dama chegou é que Timor-Leste está a saque pelos dos poderes e o povo timorense a morrer por falta de condições nos cuidados de saúde naquele hospital. Falta tudo, ou quase tudo.

BANGUECOQUE: DIA S.VALENTIM HÁ 9 ANOS

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Vivi, intensamente, os dias de S. Valentim em Banguecoque. Gostei de os reportar. Há 5 anos que o deixei de o fazer... Morreu um pouco dentro de mim! Mas voltarei e hoje lembrei-me de transcrever e publicar nos meus blogues os dias S.Valentim de 2003 e 2004.

O Dia de S. Valentim em Banguecoque (2004)

O dia de S. Valentim é uma data efeméride e considerada o “ Dia do Amor”.
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A história do dia já vem de longa data e nasce, precisamente, dentro do Império Romano. Com o correr dos séculos foi sendo adaptado  a várias formas de veneração e, sem ter perdido, como é óbvio, o tema do amor. Passando em resume a história e segundo a lenda na antiga Roma o dia de S.Valentim era feriado e em honra de Juno esposa de Júpiter e a Deusa dos casamentos.
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Outra crenças diz-nos que o Imperador Cláudio II, o Cruel, esteve envolvido em várias guerras, indesejáveis pelos romanos e, encontrou dificuldades em conseguir homens para alistar nos seus exércitos dado que estes não querem aderir para não deixarem as suas namoradas e esposas.
O imperador cruel é alérgico ao amor e está mais virado para as batalhas e proibe os casamentos em Roma. Surge, então, um padre de nome de Valentim, que secretamente, à luz de archote, pela calada da noite, celebrava casamentos. O bom  padre Valentim, pelas uniões matrimoniais, sem assento, foi espancado, no dia 14 de Fevereiro de 269, até à morte e degolada a sua cabeça, pelo carrasco do cruel imperador Cláudio II.
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Mais, tarde, é dado como mártir e canonizado como santo, pelo Papa Gelasius, em 496. Entretanto a partir do dia do assassinato do padre Valentim o povo romano eleva-o padroeiro e protector dos casamentos.
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O dia do amor, de Itália, passou para outros países da Europa e ganha várias formas supersticiosas e aplicadas, principalmente, pelas jovens em idade de casar ou para, também, para as infelizes, que começam a pensar que está a passar-se o tempo e no caminho de se candidatarem, no futuro, ao lugar de “tias”.
A tradição do dia de S.Valentim já está implantada, em 1700, em Inglaterra, entre as mulheres em idade de casar ou as “solteironas” (que me perdoem estas se consideram a sentença da minha frase pejorativa), espetavam, com alfinetes, cinco folhas, verdes, no travesseiro, uma no centro e quatro, uma em cada canto, para que nos sonhos encontrassem a visão do homem de suas vidas.
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Em Itália assim com em Inglaterra, a mulher desejosa de se casar, antes do sol nascer, no dia de S. Valentim, por detrás das vidraça da janela espreitam os homens que caminham na rua. Elas acreditavam que o primeiro homem que fosse avistado, ou um outro com semelhante feições se casaria, com ela, dentro de um ano.
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William Shakespeare, o poeta dramático inglês fez a menção do dia de S. Valentim, na obra Hamlet (1603). A mulher que incarna a Ofélia numa passagem da opera canta:            

Linda  manhã!

Esta do Dia S. Valentim,

O dia chegou sorridente,

Eu sou a donzela detrás da tua janela...

Pois desejo ser o teu Valentim!

 
A tradição do dia de S. Valentim chegou, evidentemente, tarde à  Tailândia. Voltou popular há pouco mais de uma dúzia de anos.
O dia do amor chegou e instalou-se  de pedra e cal!
No dia 14 de Fevereiro, por todo o país e mais nas grandes cidades toda a população, de todas as idade invade os mercados de flores ou as grandes superfícies para a compra de uma ramo de flores, naturais ou artificiais e nos mais diversos aspectos decorativos para depois oferecerem às namoradas/os, maridos/esposas ou a pessoas cujo dentro de sua sensibilidade penetrou a amizade ou o amor.
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Para as valentinas mais afortunadas e com valentins, abastados de metal sonante essas preferem, em vez de um ramo de flores, um anel ou um colar de diamantes no dia S. Valentim.
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Certas valentinas e com apetência, descomunal, para com essa pedraria afirmam: << Se eles (aqui referem-se aos namorados) lhes oferecem um carro não as impressiona tanto como se as presenteassem com uma peça de joalharia onde estivessem cravados diamantes!
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 E.... para satisfazer o egoismo, de umas poucas, de ser só elas que devem usar  diamantes e dizem, essas valentinas, que os homens que gostam de usar essa pedraria que não são “machos” perfeitos!
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O meu dia de S. Valentim principiou, como habitualmente, às seis da manhã. Tinha vários planos e obrigações a cumprir durante o dia. Primeiramente teria que comprar um ramo de rosa vermelhas para uma valentina e entregar-lho no seu domicílio.
Iriam assim começar as minhas funcões de “delicadinho de rua” com flores, nas mãos, para uma valentina que não era minha.Bem, tenho um amigo, técnico de informática de uma empresa multinacional que foi transferido de Banguecoque para S.Francisco, Estados Unidos, quando já andava de amores, há uns três anos, com uma valentina tailandesa.
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Há já uns três anos que sou a pessoa encarregada de lhe levar, a sua casa, o ramo de flores a seu pedido. Às oito da manhã estava a tocar a campainha da porta da Nate e, surpresa! O Udom e seu namorado estava a falar-lhe, pelo telefone, de S. Francisco.
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Flores entregues e tirei uma fotografia à moça que ao chegar a casa enviei ao meu amigo pelo e-mail. Mas, juntei às flores (desinteressadamente), uma garraja de vinho do Porto “Burmester” para alegrar a dor, distante, do seu amor no outro lado do mundo.
As ruas de Banguecoque começavam a ficar entupidas de carros às nove. O dia de S. Valentim, este ano calhou ao sábado. Mas que sorte! Assim todos poderiam, descansadamente, comprar as prendas, cujo estas recaiem nas flores e assim, tranquilamente e mais amorosamente as entregarem aos seus queridos/as.
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O ano passado fui fazer uma peça para inserir no AQUIMARIA no mercado mais importante de flores de Banguecoque. Este ano para não repetir o conteúdo do artigo de 2003, programei o dia S. Valentim para reportar os 1.200 casamentos que se iriam realizar no “Centro de Joalharia do Mundo”, no centro comercial da “Cidade dos Anjos”, não muito distante do local das minhas funções na Embaixada de Portugal.
Os casamentos do dia S. Valentim, na Tailândia, desde há poucos anos têm aumentado considerávelmente. De uns cinquenta já ultrapassaram os mil e muitos (só em Banguecoque) e não tarda que atinja os vários milhares.
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Casamentos que começaram a ser organizados pela esquadra de polícia de “Banguerake” e, durante a manhã do dia de S. Valentim é mobilizado um “esquadrão” de funcionários para registarem os assentos de casamento o mais breve possivel dado e, óbvio, de que os valentinos não podem perder demasiado tempo com “papelada” mas sim utilizar todo o mais, possível, tempinho para se amarem e se “bicarem” como pombinhos enamoradas.
Os valentinos, nubentes, começaram a chegar, ao edifício de trinta andares,  junto às nove e meia da manhã e, à entrada eram lhe oferecido uma rosa vermelha. Havia valentinos de todas as idades e, alguns até com cara de avô que íam dar nó com jovens com menos de metade das suas idade! Vá lá a gente entender estas coisas do amor...
Se isso acontecesse, num país que não revelo o nome, lá estariam as “bocas” do mundo a ssussurrar: << olha,olha o “chibo velho”; o “meia-tigela” rapioqueiro como vai armado aos “câgados”! Não houve críticas ou sussurradas mas sim muita simpatia, dos que viam chegar os pares, para quem o tempo voltou para trás e, uma vida longa ou curta, é excelente o velhinho voltar a mocinho.
Dentro do espaço dos casamentos, “valentianos” a azáfama era um constante. 
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Nubentos que esperavam pela vez do registo e, havia a educação sexual com a distribuição de preservativos  e, além da distribuição, havia uma rifa, cujo prémio era um boneco, estofado a representar um preservativo. Não houve preconceitos de alguma valentina ou valentino se abster do presentinho ou tentar a sua sorte (gratuita) para obter um “bonequinho” que até era giro.
 
Depois de obter as fotos do evento que necessitava para decorar esta peça, dirigi-me para outro lado da cidade e fui para o “Centro Ponto”, local onde se reune a juventude banguecoquiana e, por ali havia largos milhares deles a festejar o dia do amor.
O dia de S. Valentim é um dia de grande festa!
Gostaria de me deslocar a outros pontos e ver o que por ali havia... Impossivel!
Banguecoque é uma cidade enorme com mais de 12 milhões de pessoas. Toda esta cidade é um mundo de poesia que inspira, nas mais diversas formas, os que têm o gosto de escrever e possui o dom de uma sensibilidade profunda.
As fotos inseridas falam por nós.
Cá estaremos para o dia de S. Valentino de 2005!
Jose Martins/2004

O MEU DIA DE SÃO VALENTIM - EM 2003

 
Em Banguecoque há 10 anos escrevia e publicava
Levantei-me à hora habitual de todas as madrugadas, por volta das quatro. Não estejam por aí a julgar-me que sou um “tipo” afectado pelas insónias, pelos “calotes”, letras protestadas e fugitivo dos credores. Gosto de me pôr a pé cedo, deitar depois das 9 e de manhãzinha levantar-me fresquinho, como a “penca” na horta orvalhada.
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Ainda era de noite, seis da manhã, quando saí de minha casa. Entrei na via principal onde a circulação automóvel era fora do normal: carrinhas cheias de flores amarelas, a cor de flores preferida pela minha musa, orquídias, jasmins, lótus e muita verdura ornamental, tomavam o caminho dos vários mercados espalhados pela cidade de Banguecoque. 
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Pois, a loucura das gentes tailandesas pela flores e pelo dia de São Valentim, leva a que neste dia se comercializem imensas.
O dia de S.Valentim  não é considerado, apenas, o “Dia dos Namorados”, mas também, para muitos, o dia da amizade entre as pessoas que se adoram, e que não têm  uma vida em comum. 
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Mas é sem dúvida alguma o dia em que os namorados juram o amor eterno e, muitos, depois de  casar, passam a vida a rabujar. Sempre fui cumpridor das minhas obrigações profissionais, e antes de seguir com a máquina fotográfica pronta a disparar, para o mercado de flores, coloquei o meu serviço em ordem para o meu, querido chefe e, ainda, tive tempo para dar uma vista de olhos aos matutinos: “The Nation” e o “Bangkok Post”, para saber se o  George Bush (filho) doente e a sofrer da paranóia de fazer mais guerra e menos amor se teria, ao menos, no dia de São Valentim  a coragem de mudar de ideias para no futuro não sofrer a dolorosa experiência da perda de uns 100 mil “américas”, como aconteceu na guerra do Vietname,  no deserto das arábias  por onde andei uns dez anos.    
   
Logo, na primeira página, mesmo a calhar, uma notícia para o dia de São Valentin: “Never too old for love” (Nunca é tarde para amar). Dois velhotes “latinos” (latino também sou, com imenso orgulho), ela com 74 e ele com 86, foram condenados, por um Tribunal italiano, pelo facto de estarem a fazer amor, dentro do automóvel, estacionado num parque.
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Mas o mais incrível foi o facto que um grupo de jovens, estudantes, femininas “pingentes lavandiscas” de um raio, terem ficado “agoniadas”, por os dois “bisavózinhos” estarem a relembrar coisas deliciosas e procriadoras do passado;por os dois estarem a testar e instrumentalizar se ainda, aquilo, funcionava. Indecentes curiosas, foram as púdicas e intrometidas meninas e não  menos invejosas dois “velhotes” (com Viagra ou não) estarem a fazer amor dentro do carro (até não era nas “salas verdes” e com cheirinho a ervas do campo)os foram denunciar às autoridades. 
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Logo elas que, estou certo disso, não tardam a efectuar o mesmo, debaixo de alguma uma árvore, perdidas em uma qualquer  via pública e dentro dos seus incontroláveis entusiasmos eróticos partirem, para despesa extra do seu love, o banco automóvel
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Voltei a página e dou com a fotografia de um casal europeu, dentro de uma banheira, daquelas redondas, grandes e do estilo “cleopatrizano” cheia de um liquido leitoso e na superfície boiavam pétalas de flores de várias cores, nas mãos de cada um havia uma taça de champanhe e, na borda da banheira a garrafa do espumoso dentro de um balde! Imaginei o par: “ A Cleópatra VII com um dos seus amantes, César ou António”, que eles pela sua formosura e doçura se envolveram em batalhas cleopatranas, para alimentar as suas ambições do poderio egiptoriano.
 
Mas, não sei, se os imaginários César e o António (o da banheira), se será um dos muitos “tipos” de colar branco, que andam a “lixar” meio mundo, movimentam-se habilmente nas “offshores”, a depositarem e branquearem o “papel”, dos pobres da droga, da “bola” e que depois, por infortúnio, mais dia menos dias vão parar com os ossos nos “aljubes” da polícia de investigação e ficam por lá a “enxugarem-se”, depois do banho de sais, eróticos e de champanhe....
Depois, continuando a folhear o jornal, dei com dezenas de mensagens, escritas, dentro de corações, novos e outros, penso que a 125 batidas por minuto e a precisar de renovar artérias. Escrita estava uma mensagem dentro de um coração que chamou atencão: “ My Jasmin Flower I Love You Forever” (Minha Flor de Jasmin para sempre te amo).
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Mas antes de partir, fui visitar as minhas vizinhas (para lhes desejar um dia de São Valentim feliz e para que o marido se lembrasse delas, pelo menos nesse mesmo dia  à noite), as que trabalham há anos nos estabelecimentos da “Poesia da Minha Rua” (Captain Bush Lane), mulheres que conheci solteiras e, até lhes ofereci um “presentito” quando casaram.
O ano passado e devido há minha amizade e curiosidade com essas minhas queridas vizinhas, logo pela manhã, fui-lhes perguntar se o marido, esse faltoso nos amores do leito, lhes teria oferecido algo, na noite de São Valentim. A resposta que mais me chocou foi a da minha vizinha de uns 15 anos, Porno: NÃO, DORMIU!
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Entrei no meu Honda, de cinco anos, preto, com “aileron” aerodinânico montado na rectaguarda (só para dar nas vistas pois não sou um “patarata” assim tão idoso e o ar do carro de provas de ralies fica-me bem... ajuda-me a que o tempo volte à minha juventude), e dirigi-me para o mercado das rosas do “Sampengue” (nome dado à área
onde vive a comunidade chinesa desde 1767, quando foi fundada a cidade de Banguecoque), que fica na outra margem do meu rio Chao Praiá, em frente do Bairro Português de Santa Cruz. Mercado, com mais dois séculos de existência, onde eram adquiridas as flores para ornamentar os altares da igreja.
             
Distancia-se do meu lugar de trabalho uma meia dúzia de quilómetros e, toda aquele espaço, é para mim muito querido, mesmo sentimentalmente, e quando ali me desloco  sinto na pele o  “ar” dos meus compatriotas portugueses que por ali viveram, mourejaram e ficaram, eternamente, esquecidos, porque até os campos de repouso e das suas memórias foram profanados.
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Guiei pelas ruas do Sampengue, olhei as casas velhinhas, de arquitectura colonial portuguesas. Vivem e estão ali a representar a memória da fundação da cidade de Banguecoque. Comunidade chinesa que respeita os seus velhos, os seus mortos e as sua raizes. O trafego automóvel quedava-se intenso. Havia poluição dado que o chuvisco da manhã tinha tornado o ar pesado.   
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O mercado das flores estava ali perto. Avistei-o, mas agora preciso de conseguir lugar para estacionar o Honda. Rodava em moderada velocidade quando perto e debaixo da primeira ponte construída, no final do século XVIII, em cima do meu rio, Chao Praiá, uma carrinha guiada por um vendedor de hortaliças, apressado, deu o beijo do dia de São Valentim no meu carro  
.           Ficou, assim, o meu dia São Valentim, logo pela manhã, estragado. Tudo ficou resolvido e, voltei, mais tarde para tirar fotos.
José Martins – Fevereiro 2003

E TU ANÍBAL?


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A IDEIA ESTÁ AÍ EM IMAGEM...!!!

Igual não digo que seja feita, mas serve para um novo empreendedor, jovem, as produzir e colocar no mercado
 
Vi, hoje, pela primeira vez, a circular numa rua de Banguecoque-Tailândia, evita parte da molhadela e corta o ar dado que a configuração do corpo é aerodinâmico

KAOS:Desalojados da fortuna



assuncao cristas passos coelho vitor gaspara e um dia a casa cai
Quando fiz este boneco era minha intenção escrever um texto sobre a nova lei das rendas e falando do último caso conhecido, daquela senhora de 79 anos que foi despejada, mesmo tendo as rendas em dia, só por não ter respondido a um inquérito e alertar para mais uma desgraça que se aproxima. No fundo, algo desnecessário, pois não é numa altura de crise e de austeridade profunda, em que o desemprego bate recordes, as pensões e salários são cortados que se criam ainda maiores dificuldades às pessoas alterando leis que lhes criem ainda maiores problemas e em nada contribuem para a resolução da dita crise. O Estado que devia ser o garante da ajuda em tempos de dificuldade, que devia procurar ser a mão que nos apoia nas dificuldades é ele próprio a calamidade que nos atinge e o carrasco da nossa desgraça. Ia falar sobre tudo isto mas já não consigo manter os olhos abertos e daqui a pouco, às 6.3o horas tenho de me levantar. Boa noite, quem desejar que escreva o que aqui falta e não foi dito.

BEATRIZ TALEGÓN A MULHER DE MOMENTO!




Cimeira da Internacional Socialista em Cascais.
A jovem Beatriz Talegón secretária-geral da Juventude Socialista criticou seus colegas de chegarem à reunião,em carros de luxo. Mas não só isto muito mais... 
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Não perca o video em baixo




As capas dos jornais e as principais notícias de Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Furtos em museu fechado
Novo conselho fiscal no Olhanense
Vila Isabel campeã
Apreendido ouro e armas
Ferido grave em colisão
Mãe e filho queimados em incêndio
Defesa acusa governos

Capa do Público Público

A “mulher mais feia do mundo” esperou 150 anos por um funeral digno
Governo diz que não foi detectado consumo de carne de cavalo em vez de vaca
Rede de cibercriminosos desmantelada em Espanha
Sorteio do Totoloto
BE apresenta projecto de lei para revogar legislação sobre arrendamento urbano
Autarquias: a eternização no poder!
Centros de saúde vão disponibilizar 'kits' de diagnóstico rápido do VIH/sida

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Bicas, perdão, dicas para fugir à multa
Portugal já está a fazer testes de ADN à carne de vaca
"Não foi detetada" carne de cavalo em vez de vaca
SexLab da Universidade do Porto precisa de voluntários
População no epicentro do sismo sentiu abalo mas não se registaram danos
Mulher que matou o marido absolvida por tribunal
Dois sismos sentidos em Portugal durante a tarde

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Portugal está a 77 mil do milhão de desempregados
Ronaldo não festejou golo ao Manchester "por respeito"
Hospital de Braga continua a enviar doentes para o Porto
Associação Académica do Minho desce preço de refeições e transportes a alunos
O Dia dos Namorados pelo Mundo
Vigília solidária em defesas dos formadores
Chávez submetido a tratamentos "extremamente complexos e difíceis"

Capa do i i

Governo brasileiro diz que se deve respeitar decisão de Bento XVI e não comentar
Marco António Costa diz que Agenda da Criança está a ser ultimada
Governo: não foi detectado" consumo de carne de cavalo em vez de vaca em Portugal
Lady Gaga cancela concertos porque não consegue andar
Adele faz tatuagem dedicada ao filho
Thompson Reuters despede 2.500 trabalhadores na divisão de finanças e risco
Quadro oferecido por Paula Rego a amigo arrematado em leilão por quase 650 mil euros

Capa do Diário Económico Diário Económico

A austeridade está a dar resultados. E o resto?
A cegueira do desemprego
Desemprego, crescimento e esperança
Empresários antecipam ainda mais despedimentos
Fisco pede ajuda aos contribuintes para avaliar casas
BCP e Concorrência europeia divergem quanto à Polónia
TAP acumula prejuízo de 9,6 milhões de euros

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Missão inacabada da América Latina
[500.] O Manto Diáfano: ponto de situação
Bank of England falha inflação mas vê sinais optimistas... em 1993
A justiça económica e a burocracia
A última aterragem suave chinesa?
Empresários aplaudem acordo de comércio livre e não temem subida da concorrência americana
Estados Unidos e Europa dão tiro de partida para criação da maior zona de comércio livre

Capa do Oje Oje

Heineken mais do que duplica resultado anual
Reckitt Benckiser espera subida das vendas de até 6% em 2013
América Móvil ganha mais 10,6% em 2012
ING suprime 2400 empregos adicionais
Depreciação de ativos penaliza Total
Luigi Cianci: "As marcas locais são uma mais-valia – o Barral é o nosso produto n.º 1 em vendas"
Empreendimentos de luxo procuram investidores russos

Capa do Destak Destak

Jovem tibetano que se imolou quarta-feira pelo fogo morreu no hospital
Aluimento de terras em mina das Filipinas provocou, pelo menos, quatro mortos
Coreia do Sul mostrou poder militar com mísseis de longo alcance
Banco do Japão melhora diagnóstico à economia nipónica
MNE australiano reconheceu saber de prisão do "réu X" em Israel
Parlamento sul-coreano aprovou resolução condenatória ao teste nuclear da Coreia do Norte
Tibetano imolou-se pelo fogo tornando-se no 101º ativista a usar aquele método de protesto

Capa do A Bola A Bola

Volta ao Algarve arranca hoje com 16 ciclistas do top 100 do WorldTour
Extremo dos Orlando Magic acusa doping e é suspenso por vinte jogos
Mourinho «sem pressão» depois de empates em casa na Taça e Champions
«Foi a primeira vitória diante da Itália, mas não foi mais que isso» - Jorge Braz
Boulahrouz e Rojo recuperados
«Não sou supersticioso» - Luís Neto
Gueorgiou e Niggli vencem em Idanha-a-Nova

Capa do Record Record

Salvador quis ver a cor do dinheiro
Paulo Fonseca: «José Peseiro teve um ato muito nobre»
Dérbi pede revolução no coração do castelo
Abdi apontado à baliza sadina
Henrique Abreu: «Já espalhei o 'bichinho' deste jogo pela família»
Um empate selado a vinho
ATP Roterdão (Holanda): resultados

Capa do O Jogo O Jogo

Sergio Ramos diz ter sido agarrado por Welbeck
Chave do Totoloto
"Lances como o de Coentrão costumam dar golo"
Histórico: Portugal vence Itália!
Treinador do Dortmund e "um resultado fantástico"
"Cometemos erros e isso não tem desculpa"
"Ronaldo recebe a bola e começamos a rezar"