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sábado, 9 de março de 2013

KAOS:Um Boneco em Belém




cavaco silva roteiros 7

JUNTA-SE ESTE A OUTROS DOIDOS QUE TÊM GOVERNADO NAÇÕES

"E governa o país doido que o merece"

A Paranóia de Hugo Chávez

 
O recente falecimento do Presidente Hugo Chávez fez-me recordar uma história que uma ex-emigrante portuguesa que viveu na Venezuela me contou em 2007.
A senhora em questão viveu na Venezuela por largos anos e lá ainda tem a sua filha a viver. Esta sua filha é uma das pouquíssimas luso-venezuelanas que trabalharam na comitiva presidencial de Hugo Chávez e que por isso mesmo conhece bem por dentro como funcionava a paranóia esquizofrénica da mesma.
Não foi por ser uma apoiante do "Socialismo Bolivariano", mas sim por precisar de um bom emprego numa Venezuela já de si com poucos bons empregos, que a referida luso-venezuelana se viu a trabalhar na comitiva de Hugo Chávez.
As condições de trabalho para aqueles que estavam mais próximos do ex-presidente eram muito melhores e estes auferiam de salários e privilégios que não estavam ao alcance da esmagadora maioria dos Venezuelanos.
Esta luso-venezuelana assistiu a situações muitíssimo insólitas e perfeitamente típicas de um político extravagante como o era Hugo Chávez. A seguinte história foi contada pela mãe da senhora em questão:
Uma noite, por volta das 3 da manhã, enquanto o Presidente Chávez e a sua comitiva pernoitavam num hotel, o corpo de segurança de Hugo Chávez começa a bater às portas dos quartos todos, a acordar toda a comitiva e a dar ordens para abandonar o hotel imediatamente.
O Presidente Chávez estava a ter um ataque de pânico!
Acordou na sua cama com a ideia de que o Presidente Bush o ía assassinar naquela mesma noite com um míssil dirigido contra o hotel. Sem hesitação, insistiu em acordar imediatamente toda a sua comitiva para mudar de hotel a meio da noite.
E assim foi. Uma comitiva composta por dezenas de pessoas, foi forçada a trocar de hotel a meio da noite, apenas porque o senhor Presidente Hugo Chávez acordou com a ideia de que Bush o ía assassinar naquela mesma noite com um míssil.
É perfeitamente credível que o Presidente Bush quisesse assassinar Hugo Chávez. Mas é inconcebível que o fosse assassinar com um míssil dirigido contra um hotel cheio de civis. A extravagância da ideia de Hugo Chávez é demonstrativa de uma paranóia típica apenas de ditadores como Saddam Hussein ou Joseph Estaline.
E é esta mesma paranóia que marcou e ficará para a história como uma das "imagens de marca" do governo de Hugo Chávez. Uma paranóia inflamatória contra inimigos internos e externos, uns reais e outros imaginários. Uma paranóia que dividiu e continua a dividir a sociedade venezuelana de forma trágica.
JJHN
Março de 2013

INVASÃO - VEM AÍ MAIS "CIGANADA!"



A partir de Janeiro de 2014, vamos ter uma invasão de 29 milhões de romenos e búlgaros...



«From January 2014, all 29 million citizens of Romania and Bulgaria will gain full rights to live, work and claim benefits here under EU ‘freedom of movement’ rules.»

via Romanian migrants have been blamed for a rise in crime in the German town of Duisburg | Mail Online.

Para quem se queixa da imigração africana, fique a saber que a imigração romena e búlgara é muito pior. Os africanos são culturalmente mais flexíveis e acabam por se integrar na sociedade, mais tarde que cedo, ao passo que os romenos, na maioria ciganos, nunca se integram em nenhuma sociedade.

romenos web

Portugal não será (talvez) muito afectado porque o Estado português está em crise financeira. Mas países como a Alemanha, França ou a Inglaterra vão esvaziar a Roménia e a Bulgária da escumalha social. Depois de 2014, a criminalidade na Roménia e na Bulgária vai baixar, ao mesmo tempo que aumentará em outros países da União Europeia.

Segundo o artigo, na Alemanha, os imigrantes romenos mudam-se para edifícios de apartamentos das cidades alemãs, cagam e mijam nos corredores dos prédios, roubam as lâmpadas dos corredores, e acabam por expulsar os residentes alemães que já não conseguem aguentar a imundície e o crime organizado.


Uma alemã de 65 anos, Marlene Bothge, conta como tinha que andar munida de uma pistola eléctrica de atordoamento de 200 volts, antes de se mudar do apartamento em que vivia há 18 anos. Segundo Marlene Bothge, os homens romenos jogam as cartas no quintal do prédio, e se lhes dá vontade de “arrear a jiga”, baixam as calças e “aqui vai disto”, ali mesmo em público e no quintal do prédio.

E Viva a União Europeia de Durão Barroso !

Orlando Braga

KAOS:Onde pára o dinheiro?



angela merkel paulo portas passos coelho antonio jose seguro ate que o euro nos separe