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terça-feira, 19 de março de 2013

Dia internacional do Homem !!!


É por estas razões que no dia 20 de Abril se irá comemorar o:
1º DIA INTERNACIONAL DO HOMEM.
 
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NUNCA LI TANTA VERDADE JUNTA EM TÃO POUCAS LINHAS.......
 
Porque os homens também merecem...
 
Ser homem é:

- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;

- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão;

- O suplício de fazer a barba todos os dias;

- O desespero das cuecas apertadas;

- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;

- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia;

- Ir à praia com a sua mulher e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado;

- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem;

- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se divertem;

- Ter sempre de resolver os problemas do carro;

- Ter de reparar na roupa nova dela;

- Ter de reparar que ela mudou de perfume;

- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege;

- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm;

- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;

- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;

- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo;

- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;

- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;

- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo ;

- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;

- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.

 
Depois Elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!  


Mande este mail a todos os seus amigos, eles merecem... e a todas as suas amigas... aquelas que v/ ache que têm poder de encaixe...

ALTOOOOOOOOOO

Desculpem estar a estragar o mail, mas falta uma coisa muito importante que acontecia e ainda acontece a quem usa calças com fecho em vez de botões!
 
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores...... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez......

Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!!!

ATM NO CHIPRE


 

É o momento de agir



Por José Loureiro dos Santos HOJE / Público
18/03/2013



Era visível há muito tempo a incompetência do ministro do Orçamento (com a designação oficial de ministro das Finanças), o que, aliado às políticas absolutamente desastrosas da União Europeia decorrentes dos interesses e das imposições de Berlim, cujo calendário e decisões se baseiam no estrito interesse nacional alemão, conduziu o país à situação desesperada em que se encontra.
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Têm sido inúmeras, quase unânimes, as opiniões dos mais credíveis economistas portugueses e estrangeiros, no sentido de classificarem como contraproducentes as sucessivas medidas tomadas pelo Governo, sem suficiente confronto e entendimento com os interesses nacionais, já que, aparentemente, o ministro com o papel principal na definição e conduta da estratégia de resolução da crise financeira que atravessamos entende serem nossos os interesses alemães que Merkel defende, o parlamento germânico impõe e o respetivo tribunal constitucional monitoriza. 
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E não só, pois vai mesmo além daquilo que os estrangeiros nossos credores nos exigem, numa atitude de inexplicável subserviência com as instituições sob cuja tutela nos encontramos (FMI, BCE e UE). Atitude também (e tão bem) ilustrada pelo "colaboracionismo" rasteiro com os alemães, demonstrado por altos funcionários europeus, alguns deles (lamentavelmente) portugueses.
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A desmotivação que as sucessivas falhas de Vítor Gaspar têm gerado nos portugueses, pelo emprego que destroem e a desesperança e a miséria que criam, já há muito aconselham a sua demissão e substituição por um português que conheça a nossa realidade e esteja interessado em renovar o ânimo do país e fazer todos os esforços para o retirar do poço para que foi lançado pelo contabilista ainda em funções.
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Só com esta decisão o primeiro-ministro poderá ter condições para pedir aos portugueses que readquiram a esperança e voltem a confiar nos governantes, desde que aproveite a oportunidade para também se ver livre do seu ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, transformado numa pedra amarrada ao seu chefe, que levará para o fundo se dela se não livrar, e corrói a credibilidade do Governo e das mulheres e homens sérios e competentes que o integram.
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Se o primeiro-ministro não entender que deve e precisa de avançar urgentemente com esta solução, porventura acompanhada de outros ajustamentos que se divisem como necessários, poderemos deduzir que assume como suas as linhas executivas das orientações estratégicas do vetor financeiro que vêm sendo determinadas pelo ministro do Orçamento e não está disponível para reajustar o rumo até agora empreendido, nomeando outro responsável pelas Finanças que seja capaz de infletir a marcha para o abismo para que o seu atual encarregado nos atirou.
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Neste caso, perante o facto de não ser possível a inversão do caminho até agora percorrido pelos atuais governantes e a perspetiva de uma ainda maior deterioração da situação do nosso país, é a altura de o Presidente da República - comandante supremo das Forças Armadas e percecionado pelos portugueses como último garante do bem-estar e da segurança de todos nós - assumir as suas responsabilidades e "dar um murro na mesa", demitindo o atual Governo e dando início a um processo rápido que conduza à formação de um novo elenco governativo.
Não há tempo a perder. 
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Se os órgãos institucionais próprios não tomarem as decisões que lhes competem em tempo útil, Portugal poderá ver-se a braços com momentos de grande perturbação social suscetíveis de produzir sérias situações de tensão política muito difíceis de conter. Além de ficar cada vez mais problemática a retoma da economia portuguesa, a possibilidade de saldarmos aquilo que devemos e a consequente restauração da nossa soberania.
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Não nos encontramos apenas perante a necessidade de mais uma mudança de quem tem a tarefa de governar o país, a acrescentar às muitas que já se verificaram, pelas razões que se justificavam e tendo em vista os efeitos então pretendidos. O problema com que nos confrontamos não reside somente na conveniência de substituir alguém que nos governa por quem seja mais eficiente na direção e orientação do exercício das políticas públicas.
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Agora, estão em causa: por um lado, o bem-estar, a autoestima, a esperança e o sentido de destino dos portugueses, que querem continuar a ser portugueses, prolongando com altivez uma História de quase nove séculos, de que se orgulham; por outro lado, a garantia de que Portugal tem capacidade de se regenerar e de voltar a agir de acordo com os seus interesses e não em função de interesses estranhos. Ou seja, estamos perante um problema que tem a ver com um Portugal livre e senhor do seu futuro, isto é, com a nossa independência nacional.
General

O "CHULECO" DE MERDA NÃO PÁRA!


Vai e não voltes, Cândida Almeida




Cândida Almeida, graças ao seu bom comportamento exemplar na Luta Contra a Corrupção, segundo parece, já tem lugar no Supremo Tribunal de Justiça……
Como sempre, funciona o “pontapé para cima” !!!!
Sabe demais !!!!!!!……. O problema é que tanta vergonha tem quem a dá o pontapé para cima, como quem se ajeita para o levar !!!!
É impressionante a falta de princípios deontológicos, cívicos e patrióticos desta gente !!!!
Meu querido Portugal , como te desgraçaram em pouco mais de trinta anos ??!! - VC

Tiago Mesquita
 Terça feira, 19 de fevereiro de 2013

O longo reinado da senhora procuradora Cândida Almeida terminou.   
A Procuradora-Geral da República (PGR), Joana Marques Vidal, "despachou" finalmente a senhora que nos últimos doze anos esteve à frente do DCIAP. Quanto a mim, vai tarde.
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Mas não foi fácil. Mesmo convidada a mostrar a sua indisponibilidade para continuar, Cândida Almeida reagiu mal, fincou o pé e teve de ser empurrada. Foram muitos anos à frente de um departamento que gere os grandes processos, que envolvem o poder político e financeiro.   
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Inquéritos como o Freeport, Furacão, Submarinos, Monte Branco e contratos da energia e das Parcerias Público-Privadas estiveram, estão ainda, a seu cargo
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Adora a berlinda, esta senhora. Nasceu para os grandes palcos, mas com fracas actuações. Não é preciso fazer um desenho, basta observarmos alguns dos resultados destes inquéritos, a condução dos mesmo e, mais grave, os desfechos, para percebermos a inutilidade de Cândida Almeida
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Estamos a falar de alguém que teve a distinta lata de dizer que "o nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto."
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E, realmente, tendo em conta o resultado dos processos que conduz, somos todos obrigados a concluir que a senhora tinha razão. O Portugal de Cândida Almeida não é um país corrupto. O nosso, infelizmente, é. No fundo, a senhora procuradora era paga para combater uma coisa que na cabeça dela nem sequer existia. Como já aqui disse, aos olhos da senhora procuradora a corrupção vinda de Espanha chega ali a Badajoz e dá meia volta, com medo.
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A pergunta é óbvia: por que razão foi esta senhora permanentemente reconduzida no cargo pelos antecessores de Joana Marques Vidal ? Mais, para que precisa a justiça portuguesa de uma pessoa como Cândida Almeida? É fácil: para nada. Mas este "nada" deve dar imenso jeito a quem é corrupto, pois foi e continua a ser invisível.  
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Joana Marques Vidal fez o que qualquer português de coragem, no cargo de PGR, teria feito há muito. Infelizmente, muita gente que por ali passou não passava de um pau-mandado. Cândida Almeida não deixa saudades, deixa, sim, a mágoa de muitos anos, e euros, perdidos pela justiça portuguesa na luta contra a grande corrupção
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E sim, senhora procuradora, a corrupção existe mesmo. Parece impossível, não é?   
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Ler mais: http://expresso.sapo.pt/vai-e-nao-voltes-candida-almeida=f788074#ixzz2O3FcaX6K

O RELVAS MORREU ... ??


O Relvas morreu e foi para o Céu... ( só esta já valeu a piada !!!)
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Chegando lá, após breve entrevista, e já que se tratava de um ex-ministro, São Pedro recomendou que ele ficasse quinze dias na ala dos filósofos, para aprimorar a sua cultura - coisa que não tinha feito cá na terra ...
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No dia seguinte, preocupado com a decisão que tinha tomado, São Pedro foi até à ala dos filósofos e, pela fresta da janela surpreendeu Confúcio conversando com Relvas.
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O velho sábio estava com péssima aparência, mais amarelo que nunca e, profundamente irritado, dedo em riste, gritava com o burro do Relvas:
- Olha Relvas, é a última vez que repito:
- Platão não é aumentativo de prato;
- Epístola não é a mulher do apóstolo;
- Eucaristia não é o aumento do custo de vida na Zona Euro;
- Cristão, não é um Cristo muita grande;
- Encíclica não é bicicleta de uma roda só;
- Quem tem pacto com o diabo não é diabético;
- Quem trabalha na Nasa não é nazi;
- Annus Domini, nada tem a ver com o cu do Papa;
- E o meu nome é Confúcio... Pafúncio é a p......que te pariu!

Orquestra de Jazz arménia



NEM É PRECISO GOSTAR DE JAZZ PARA APRECIAR.
Clique em baixo
http://www.youtube.com/watch_popup?v=quhlxIqw_EA

O JORNAL "O CRÁPULA"

Hoje é pequenino mas engraçadinho....


OS SENHORES (CÁ DO SÍTIO) DA GUERRA

Terça-feira, 19 de Março de 2013

Quem Apoiou a Guerra no Iraque?

Dizem que um dos nossos problemas é não ter memória histórica. Passados 10 anos e centenas de milhares de mortos, convém então revisitar a invasão do Iraque e os actores cá do burgo que deram o seu pequeno contributo para este crime tão grande e tão idiota.

Foi no início de 2003 que uma parte considerável da intelligentsia pátria começou a inclinar-se favoravelmente à guerra (primeiro devagarinho, pois a coragem era pouca e os argumentos difíceis de encontrar). Gastei então semanas da minha vida a ler textos e declarações desta rapaziada (até li o tão elogiado Encruzilhada do Vasco Rato, juro!). Queria honestamente entender os seus motivos, perceber os seus argumentos, entrar nas suas cabeças.

A primeira pista que permitiu farejar a cegueira ideológica dos pró-guerra foi o monolitismo daquela indesejável confraria: quem estava a favor da guerra era, sem excepção, de direita, ao passo que existiam pessoas de todos os quadrantes contra a mesma, até de direita (alguns explicitamente, como Freitas do Amaral, outros de forma mais acanhada, como Nuno Rogeiro, outros que eram mais para o centro, como Sarsfield Cabral, outros ainda que eram completos anónimos, como este vosso).

Já os apoiantes do crime, todos de direita, podiam ser agrupados segundo a sua motivação:
 Durão Barroso
O Ober Kommando (codename Durão Barroso): Cúpula da hierárquia do exército pró-guerra, ditavam as directrizes aos obedientes subordinados. Os laranjinhas e azulinhos encartados e com poucos neurónios ouviam e papagueavam. Há quem diga que o cherne defendeu a guerra por meros motivos táctico-partidários e que apenas tentou posicionar favoravelmente Portugal no xadrez mundial. Um pouco como o Salazar e o volfrâmio alemão. Tendo em conta a consistência do homem, até pode ser verdade.
 Pacheco Pereira
As SS (codename Pacheco Pereira): Os que primeiro pegaram no estandarte intelectual da causa bélica. Tinham como objectivo lançar a polémica e ir contra a corrente de unanimidade que se estava a gerar contra a guerra. Foi o responsável por conferir racionalidade a quem estava ansioso por defender Bush e não sabia como fazê-lo. Já no final das hostilidades, como o disparate ficou à vista de todos, tentou timidamente navegar na direcção dos ventos contrários, sem sucesso. Provou-se que a posse de muitos livros não é sinónimo de capacidade para ver o óbvio. Inacreditavelmente, mantêm alguma reputação intacta e é vê-los por aí a perorar nas Sic Notícias deste mundo.
 António Ribeiro Ferreira
A Gestapo (Codename António Ribeiro Ferreira): Os seguidores do apelidado Ariel Sharon português nunca foram muitos. Mas as suas colunas de opinião no Diário de Notícias eram de tal forma sanguinárias que mais pareciam um filme de vampiros da série-B. A sua motivação parecia basear-se na divisa militar: “o único árabe bom é o árabe morto”. Há rumores que estiveram (ou queriam estar) por detrás dos eventos na prisão de Abu Grahib, mas com mais sangue.
 António José Saraiva
A Reserva Nacional (codename Editoriais do Expresso): Deste grupo sabia-se apenas uma coisa: eram a favor da guerra. No entanto, apesar dos litros de tinta que escreviam sobre o assunto, nunca ninguém percebeu porquê. Os editoriais sobre a guerra eram tão, mas tão, idiotas que (apesar de não estarem assinados) devem ter sido escritos pelo Grande Orientador de Massas José António Saraiva, lui même, em colaboração com o seu fiel e inefável Sancho (sem) Pança, JAL. Andam desaparecidos pelo Sol, paz à sua alma.
 José Manuel Fernandes
Os Goebbles do Pró-guerra (codename Grupo Zé Manuel Fernandes): Os verdadeiros ideólogos nacionais do pró-guerra. São os Wolfowitzs e os Perles wanna bes. Elaboraram textos explicativos, argumentados e cheios de insight. Citavam a Foreign Policy e o The Economist como quem conversa sobre o futebol. Este grupo pseudo-intelectual (e nunca o pseudo foi tão bem empregue) fez as delícias da plebe pró-guerra. Tinham como objectivo despertar uma onda ruidosa de apoio pró-guerra. Até hoje não perceberam o que estava errado na sua tese e sabe-se que, durante anos, tiveram um ataque de choro antes de se deitarem. Abraçam agora a austeridade como há 10 anos abraçaram a invasão: com fervor e palas nos olhos.
 Luís Delgado
John Rambo (codename Luís Delgado): Este homem não esteve inserido em qualquer plutão de combate. Os seus argumentos fizeram dele um lobo solitário em todo um exército pró-guerra... curiosamente, lobo solitário era o petit-non do seu neurónio. Constituiu um verdadeiro embaraço para a falange pró-guerra. A sua coluna “Linhas Direitas” do tempo da invasão poderia ser considerada a maior homenagem ao humor non-sense desde os Monty Python.
 Vasco Rato
Heideggers do Pró-guerra (codename Grupo Vasco Rato): Conferiram o peso académico à turba do pró-guerra. Copiaram o livro de Robert Kagan e introduziram alguns ataques a Mário Soares e ao Freitas do Amaral para não serem processados por plágio pelo académico americano. Representam um misto de convicção na infalibilidade do conservadorismo americano e também de oportunismo, uma vez que sonhavam em poder ditar a política externa portuguesa, como faziam os seus ícones do outro lado do Atlântico. Eram os neo-cons(tipados) cá do burgo. Dizem que agora dão o músculo filosófico a este Governo (o que, tendo em conta o estado da coisa, até pode ser verdade).
João Pereira Coutinho
Jihad Pró-guerra (codename Grupo Pereira Coutinho): Jovens, impressionáveis e com uma escrita cheia de raiva, constituíram a equipa de bombistas suicidas desta guerra ideológica. Foram doutrinados para provocar o maior número de baixas nas fileiras inimigas. Mas a fúria dos seus ataques foi contraproducente. Fizeram explodir bombas argumentativas de pólvora seca que tiveram como únicas vítimas eles próprios. Nunca recuperaram e não deixaram saudades.
 Pedro Mexia
 Pedro Lomba
Juventude Nacional-Bushiana (codename Pedro Mexia/ Pedro Lomba): Este duo-dinâmico cresceu com a guerra. Considerados na época como jovens cultos e potencialmente inteligentes, deitaram tudo a perder ao confundir o inimigo com o Bloco de Esquerda. Já perto do final da guerra, o destino separou-os: A facção Lomba radicalizou-se e tentou juntar-se ao grupo suicida Coutinho – acabou explodindo a pouca credibilidade que lhe restava no provavelmente pior texto alguma vez publicado num jornal diário dos tempos de guerra (não encontro o link). Hoje está um homenzinho e tem provavelmente vergonha das suas façanhas da juventude. Já a facção Mexia, qual Von Paulus do sofá, entregou-se ao inimigo numa tentativa de redenção e pediu desculpa. Ficou-lhe bem. Mas não apaga o passado.


Joaquim Pedro Lampreia
19 de Março de 2013

KAOS:Um verdadeiro comediante



vitor gaspar AR stand up comedy
 Afinal o Vitor Gaspar não é um mau Ministro das Finanças porque o homem não é um Ministro das Finanças mas sim um actor de Stand-up Comedy. Foi um erro de casting deste governo e ninguém notou. Nem mesmo quando ele falava com aquela voz arrastada e dizia barbaridades todos se deixaram enganar. Se hoje na Assembleia da Republica ninguém morreu com um ataque de riso com aquilo que ele disse é porque aquilo é tudo gente muito sisuda e séria.
15h15 "Tivemos sete avaliações positivas", disse o ministro das Finanças. 15h21 Vítor Gaspar fala sobre a consolidação orçamental. "Julgo que vale a pena destacar que 4,9% do PIB é o défice como apurado de acordo com a metodologia acordada com a troika"
15h31 - Vítor Gaspar diz que Portugal pode beneficiar do apoio dos parceiros europeus.
15h34 - Só será possível obter empregos em Portugal com bons salários se houver recapitalização da economia
15h44 - O envelope de financiamento para Chipre reflecte o consenso económico entre o Eurogrupo e o governo do país.
15h46 - "Na ausência desta medida, os cipriotas estariam a enfrentar consequências ainda piores."
15h49 - "O pacote de medidas é naturalmente da iniciativa e da responsabilidade de cada país", disse Gaspar.
15h50 - Vítor Gaspar diz que não houve radicalismo na execução do programa.
15h52 - A recuperação de crescimento será o motor da recuperação económica.
15H54 - "O grupo tem sabido usar o papel de bom aluno para bater o pé à troika", disse o deputado do PSD
16h07 - O ministro das Finanças sublinha que o desemprego não é uma preocupação macroeconómica, mas humana e social, constituindo o problema mais dramático. Segundo o governante, a melhor forma para combater o desemprego é procurar primeiro as bases para recuperação económica com vist ao crescimento sustentado e criador de emprego.
16h19 - "Portugal está empenhado no aprofundamento da união bancária a nível europeu e na harmonização da garantia dos depósitos a nível da União Europeia, que conjuntamente com outros elementos da união bancária são vitais para a confiança no sistema bancário europeu", declara o governante.
16h25 - O regresso aos mercados, explica Vítor Gaspar, serve para poder distribuir a consolidação orçamental num período mais alargado, sendo que o programa não terá mais tempo.
16h40 - O ministro das Finanças afirma que, de acordo com os cálculos, a dívida pública portuguesa é sustentável, estando abaixo dos níveis que se verificam na Itália, por exemplo, e muito perto dos níveis da Irlanda.
16h55 - "A tomada de uma medida deste tipo [a taxa sobre depósitos] está completamente fora de causa", reitera o ministro das Finanças.
16h57 - Vítor Gaspar explica que os números que foram apresentados hoje aos deputados e os números que decorrem do sétimo exame regular ao programa de ajustamento são consensualizados entre o Ministério das Finanças, o BCE, CE e FMI. Relativamente à questão do Orçamento Rectificativo, o ministro das Finanças explica que o mesmo só se justifica quando é necessário rever ou aumentar limites orçamentais, frisando que neste momento o tesouro português tem uma posição muito confortável, pelo que não há qualquer calendário para um Orçamento Rectificativo.
17h34 - Vítor Gaspar garante que a decisão em relação aos depósitos no Chipre não foi apoiada inicialmente pelo Eurogrupo, nem consequentemente apoiada pelo primeiro-ministro e pelo próprio ministro das Finanças. A iniciativa partiu do governo cipriota, sendo posteriormente apoiada pelo Eurogrupo."Considerações de estabilidade sistémica e de confiança aconselhavam que não fosse tocado qualquer depósito abaixo do limiar garantido", afirmou.
17h38 - "A procura interna já está alinhada com a oferta interna e consequentemente a urgência do financiamento não se coloca da mesma maneira, sendo que a procura interna deverá primeiro contrair a um nível mais lento e depois recuperar gradualmente ao longo do tempo", afirma o ministro das Finanças, sublinhando ainda que o sector exportador está a recuperar e as taxas de juro estão também a ajustar.
Vítor Gaspar diz também que há perspectivas de recuperação do investimento privado nacional e do investimento direito estrangeiro.

As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 19 de Março de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Atiradores matam uma pessoa em baile de rua
Obama pede a Irão para reduzir tensões
Capriles: “Maduro é pura palha”
Passageiro de paquete transportado de helicóptero
Apanha quatro anos por burlar idosa
Pessoas isoladas abandonam aldeia a pé
Portas “emocionado” com eleição de Francisco I

Capa do Público Público

Obama pede ao Irão que "reduza tensões" causadas pelo nuclear
Papa Francisco adopta seu brasão de arcebispo de Buenos Aires
Suspeito de furto de chifres de rinoceronte foi detido pela PJ
Chipre: Arménio Carlos diz que situação é preocupante e perigosíssima
Aplicação de mensagens WhatsApp com pagamentos anuais também em iPhone
PÚBLICO bate mais um recorde na liderança online
Enfermeiros ganham mais no sector público que no privado, ao contrário dos médicos

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Dirigentes da Função Pública ganham menos 30% que os do setor privado
Bar Refaeli enfurece conservadores religiosos
Lindsay Lohan pode ficar presa durante 90 dias
Justin Bieber expulso de hotel por desacatos
Tributação bancária é medida sem sentido, defende Seguro
"Europa está a trilhar caminhos muito perigosos", alerta Cavaco Silva
Líder checheno insulta árbitro pelos altifalantes do estádio

Capa do i i

"Soares era fixe” para quem votou nele, diz Freitas do Amaral
Papa. Paulo Portas “emocionado” com eleição de Francisco
90 anos e ainda bom para as curvas? Dorian Paskowitz é a prova, Slater está no bom caminho
Sindicato do Pessoal de Voo aceita desconvocar greve mas quer garantias do governo
Chipre. Freitas do Amaral culpa Merkel pelo "desfazer da unidade europeia"
Alunos portugueses criam mochila virtual e conquistam primeiro prémio em competição europeia
Obama exorta Irão a encontrar uma solução na questão nuclear

Capa do Diário Económico Diário Económico

"Espero que a medida seja contida" e não se alastre”
"Infelizmente já se abriu a caixa de Pandora"
"Soares era fixe" para quem votou nele
Wall Street não escapou à crise no Chipre
Eurogrupo quer proteger depósitos até 100 mil euros
S&P sobe ‘outlook’ da REN
Lucros da Cimpor caíram 74,6% em 2012

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Chipre: Freitas do Amaral culpa Merkel pelo "desfazer da unidade europeia"
Freitas do Amaral defende novo primeiro-ministro da mesma maioria PSD/CDS
S&P melhora "outlook" da REN para estável
Chipre afasta Dow Jones de máximo histórico
Dirigentes da função pública ganham menos 30% que os do sector privado
Dez perguntas & respostas sobre o resgate a Chipre
Lucros da "nova" Cimpor recuam 75% em 2012 para 49,5 milhões de euros

Capa do Oje Oje

"O acordo com o governo cipriota não é generalizável a nenhum país da UE", diz presidente da APB
Novabase marca regresso das TI ao PSI20
Cláudia Azevedo sucede ao pai na presidência da Sonae Capital
Europa está a "trilhar caminhos perigosos", diz Cavaco
PSI 20 encerra no vermelho
Taxa “não é transponível para outros países”, garante Carlos Costa
Bancos fechados no Chipre até quinta-feira

Capa do Destak Destak

Coreia do Sul vai permitir inspeções aos seus reatores nucleares
Maduro recorre à televisão ao estilo de Chávez
Japonesa ANA vai pedir compensação à Boeing pelas avarias no 787
Presidente chinês diz que China e EUA têm "enormes interesses comuns"
Pelo menos 32 mortos em acidente de autocarro na Índia
Mau tempo no Estado do Rio de Janeiro já causou 16 mortos
Registados novos confrontos entre as forças malaias e milícia filipina em Bornéu

Capa do A Bola A Bola

Maratona de Telavive anulada devido a onda de calor
Mourinho sente-se revoltado com situação de Portugal
1º de Agosto e Libolo definem vaga na final da Taça
Bilhetes para o jogo com o Newcastle à venda esta terça-feira
Angolano Hélder Martins árbitro do Tanzânia-Marrocos
«Não esperava ser chamado à seleção» - Pogba
«Vaidade não é só coisa de mulher» - Daniel Alves

Capa do Record Record

Carlos Severino: «Direção demissionária não pode criar encargos»
Dupla Messi e Villa ressuscita a tempo
Eleições leoninas podem ser impugnadas
Inspetor tributário explicou circuito financeiro do clube
João Sousa defronta Lleyton Hewitt em Miami
Falcão: «Vivo o presente»
Gastão Elias cai na 1.ª ronda de qualificação em Miami

Capa do O Jogo O Jogo

Eleições sem impugnação
Freddy Adu: agora o futebol brasileiro
Oitavos podem ditar clássico
Fernando Sá: "Não tive dúvidas que iamos ganhar"
Valdés pode estar perto do Arsenal
João Sousa passa "qualifying"
Beto treina esta terça mas Moutinho não