Translator

sexta-feira, 10 de maio de 2013

FUTEBOL: "DOS MORCÕES E DOS MAFIOSOS"


As capas dos jornais e as principais notícias de Sábado, 11 de Maio de 2013.




Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Combustíveis: Subida de preços
Carlos Abreu Amorim: Gaspar “terminou”
Dias Ferreira: Com Marco Almeida
Albufeira: Choque com bicicleta
EN125: Despiste contra muro
Faro: RUA faz relatos do Farense
Valentim não vai perder o mandato

Capa do Público Público

DIAP/Porto acusa 67 por fraude em apoios do Instituto de Emprego
Moreira da Silva desmente mal-estar nas bases do PSD
BE promete levar cortes nas pensões ao Tribunal Constitucional
Apito Dourado: Valentim Loureiro perdeu mandato autárquico anterior e não o actual
Seguro acusa Governo de preparar cortes em todas as pensões
Mulheres rezaram com xaile, pela primeira vez, junto ao Muro das Lamentações
Criada em Paris associação em homenagem a Álvaro Cunhal

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Valentim Loureiro perdeu mandato anterior e não o atual
O "sucesso" e o Dia da Europa
Animais humanos e os outros
O jogo legítimo e o inaceitável
A questão não reside só na escolha da notícia mas no modo de a tratar
O sindicalista com falta de fé nos seus
Próximo Euromilhões com "jackpot" de 50 milhões

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Mais de três mil pessoas alvo de despedimento coletivo até março
Seguro acusa Governo de destruir 400 mil postos de trabalho
Dar comida e bebida por amor
Mortes nas estradas municipais aumentam 22%
A poluição dentro de nossas casas
Próximo concurso do Euromilhões com "jackpot" de 50 milhões
Saiba qual a combinação vencedora do Euromilhões

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Política monetária anima Wall Street.
Corte de juros pelo BCE não influencia taxas Euribor
CDS insiste em "evitar" taxa sobre pensões
Como conseguir vender mais rápido a sua casa
"Tempo político de Vítor Gaspar terminou"
Lucro do Unicredit fica acima do esperado
Produção automóvel em Portugal cai 21,4% até Abril

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Jardim: Portugal "não precisa de meninos que nunca fizeram outra coisa da vida senão política"
Bolsas dos EUA sobem após resultados de cotadas e declarações de Bernanke
Nelson de Souza: "Empresas eram quase cobradoras de impostos"
Preço dos combustíveis deve subir 2 cêntimos na próxima semana
BE diz que apresentou propostas, mas que Governo insiste na austeridade
CEO que trabalham para Buffett fizeram aquisições de valor igual ao da Heinz
Isaltino Morais pede suspensão mandato da Câmara de Oeiras

Capa do A Bola A Bola

Rúben Fernandes reforça a defesa
Provocações na chegada do Benfica ao Porto (vídeo)
Wawrinka nas meias-finais em Madrid
Um dos falhanços mais incríveis da época (com vídeo)
Flávio regressa com o Recreativo Libolo
Jogadores do E. Vermelha recuam na intenção de fazer greve
Pellegrini a caminho do Manchester City

Capa do Record Record

Wolfswinkel vai ser homenageado
Até Carlos Martins seguiu viagem
Defour entusiasmado com a partida do ano
Esperança em Ghilas
Marco Silva: «Vai ser um duelo igual para as duas equipas»
Contas do título passam por clássico em Odivelas
Manuel Machado: «Vamos fazer um jogo sério»

Capa do O Jogo O Jogo

Camisola do Lyon brilha no escuro
Olympiacos e Real Madrid na final da Euroliga
Autocarro dos juniores apedrejado em Lisboa
Portugueses com nota histórica
Galatasaray quer contratar Terry
Treinador do River oferece chupa-chupas aos jogadores do Boca
Jens Keller deve ficar como treinador

Pior do que há dois anos — primeiro acto



A existência de margem de manobra, ou seja, de escolhas, diminuiu exponencialmente

A recusa do ‘consenso’ não foi o resultado de o Governo ser desajeitado, ou demasiado convencido, ou um ‘erro de comunicação’. Foi uma opção de fundo

.
Estamos hoje pior do que há dois anos quando se pediu o resgate internacional: Portugal, a democracia, a economia, as finanças, a sociedade. Claro que tudo isto é muito relativo, visto que se trata apenas de graus de mal — estávamos muito mal há dois anos, estamos pior agora. A última coisa que isto deve consolar ou isentar é os autores do mal de há dois anos, mas também, em nome desse mal, não se deve esconder o que piorou. 
.
O que piorou é que um elemento essencial em democracia, a existência de margem de manobra, ou seja, de escolhas, diminuiu exponencialmente nestes dois anos, sem que nenhum problema de fundo tenha sido resolvido e sem que haja qualquer melhoria que não seja tão frágil como o fino gelo em que andamos.

.
Pior, nenhuma melhoria adquirida, mesmo que se aceitem as melhorias enunciadas no discurso governamental (défice estrutural, balança comercial, regresso tímido e apoiado ao mercado), é sustentável, nem por persuasão democrática (o que me interessa) nem à força (o que passa pela cabeça dos que defendem a ilegalidade em nome da “economia”, seja no abandono do primado da lei e do direito em nome do “programa” seja na ultrapassagem da Constituição). É por isso que se está pior.

.
Explico-me. Há dois anos, o ministro das Finanças de Sócrates, para impor o resgate externo, mandou o recado para os jornais de que não havia dinheiro para salários e pensões. Esta semana, o primeiro-ministro, Passos Coelho, veio dizer o mesmo: ou prosseguimos as políticas que ele propõe, ou não há dinheiro para salários e pensões. Descontando o elemento chantagista do argumento, que é igual há dois anos e hoje, o que podemos concluir é que nada foi adquirido e que estamos na mesma, vivemos a um mês de não ter dinheiro para salários e pensões.

.
Se se aceita a veracidade do argumento, a pergunta a fazer é que significado teve o sacrifício dos portugueses nestes dois anos, em que cada pacote de austeridade foi sempre apresentado como último, para ser logo a seguir anunciado um novo, quando o Governo não conseguia os resultados que pretendia com o anterior. Em finais de 2011, Passos Coelho, quando questionado sobre se bastava o corte de meio subsídio de Natal, respondeu que sim. 
.
Logo a seguir, quando do anúncio do fim dos subsídios de Natal e de férias, quando questionado sobre se era suficiente, respondeu que sim. Em 2012, quando subiram os impostos, questionado sobre se chegava, Passos Coelho respondeu que sim. Em 2012, quando anunciada a subida da TSU, questionado sobre se essa medida seria eficaz, Passos Coelho respondeu que sim. 
.
Em 2012, quando se anunciou o “enorme aumento de impostos”, que seria apenas para 2013, Passos Coelho garantiu que sim. Em 2012 e 2013, quando começou a falar da “refundação do Estado” e dos quatro mil milhões, questionado sobre se isso resolvia o problema de adequar o financiamento do Estado aos recursos que os “portugueses estariam dispostos a pagar”, Passos Coelho respondeu que sim, esta reforma era “estrutural” e por isso fechava o “problema”.

.
A cada pacote de austeridade foi sempre pedido mais do que no pacote anterior e todas as medidas estão a ser cumulativas, e as que eram provisórias para 2011, 2012, ou 2013 continuam em aplicação para 2014, 2015, 2016, 2017, e algumas o ministro das Finanças aponta para 2020-2030. De medidas destinadas a resolver a situação de emergência de 2011-4, passaram a medidas para uma geração ou duas. Qualquer pessoa que tenha uma mínima ideia do que é uma democracia percebe que isto é errado, ilusório, mágico, milagroso, ou melhor ainda, um completo disparate.

.
Há dois anos, o país tinha sido posto na bancarrota pelos delírios de José Sócrates e pelo esbanjamento escandaloso dos seus “programas de bandeira” e tivera de, in extremis, pedir ajuda internacional e negociar o memorando. Não me interessam os pormenores da “narrativa” socrática, porque com mais ou menos culpa da situação internacional e do PSD, no essencial foi dele a responsabilidade. Porém, nessa situação de “emergência”, havia em democracia uma margem considerável de manobra e os mecanismos democráticos podiam funcionar acrescentando factores positivos à crise que se vivia, ou seja, “saídas”.

.
Um desses mecanismos foi as eleições, permitindo que o sentimento da primeira grande manifestação “indignada”, contra Sócrates, pudesse ter expressão nas urnas. O eleitorado varreu Sócrates e o PS do poder com o mesmo mecanismo de rejeição com que ele tinha varrido Santana Lopes, ambos em resultado da interrupção de governos em funções. 
.
Acresce que dessas eleições resultou uma maioria parlamentar do PSDCDS, que, em abstracto, era uma solução muito melhor do que a minoria do PS para gerir um período de crise e dificuldades. O aspecto negativo foi uma campanha eleitoral baseada no logro, embora o conhecimento público do memorando da troika trouxesse aos eleitores algum sentimento de realismo sobre os tempos que aí vinham.


.
A todos estes resultados — “actualização” excepcional dos sentimentos populares pelas eleições, maioria parlamentar, mudança de pessoal político — podia acrescentar-se por parte da maioria dos portugueses um sentimento muito raro em democracia: de que seria legítimo pedir sacrifícios, que estavam dispostos a fazer, desde que moderados, a prazo e, acima de tudo, feitos com justiça e equidade. 
.
Por seu lado, no sistema político, o PS fragilizado e recém-signatário do memorando, estava comprometido com a governação, e as centrais sindicais abertas a negociações, mesmo que, como a CGTP, não o dissessem. Havia por isso, uma margem considerável de manobra política e social, em democracia. Ela iria inevitavelmente conhecer alguma erosão com a austeridade, mas existia em 2011 a seguir às eleições.

.
É à luz destes factos que o Governo de Passos Coelho cometeu todos os pecados capitais que hoje paga em termos de impasses e bloqueios políticos, com um isolamento parecido com o de Sócrates terminal, e com uma perda de legitimidade e credibilidade. 
.
Esses erros começaram na desvalorização da gravidade da crise recebida, e na hipervalorização do memorando como instrumento de engenharia social, económica e política. O Governo menorizava a amplitude da crise, porque a considerava catártica e uma “oportunidade”, e estava felicíssimo com o pretexto que o memorando lhe dava para “revolucionar Portugal”.

.
O “memorando era o programa do PSD”, como disse Passos Coelho, impante da sua importância e papel como sendo aquele que iria mudar a face do país, da economia, o grande modernizador, que iria combater os “vícios do passado” e os maus hábitos dos portugueses, cheios de direitos e “pieguice”. O conteúdo das suas declarações iniciais, utópicas e proféticas, encontrou em Gaspar o típico executor burocrático que era suposto trazer a eficácia da tecnocracia para a prossecução da “revolução”. Gaspar acabou por ser o Mestre e não o Executor, mas isso também era previsível.

.
As opções radicais, milenares e proféticas, implicaram um excesso de zelo e uma pressa de rolo compressor, tentando esmagar a “velha” economia e os “velhos” hábitos o mais rápido e violentamente possível, para depois, sobre as ruínas, se erguer o Portugal disciplinado, competitivo e alemão. 
.
Por isso, nenhum acordo com o PS, nenhum sério envolvimento dos parceiros sociais, nenhum esforço de “consenso” tinham sentido. Era um programa para os fiéis sem dúvidas, obstinados e cegos a tudo o que não fosse o “ir para além da troika”, “custe o que custar”. E os fracos como o PS, os sindicatos e mesmo as confederações patronais, tinham de ser postos à margem porque não eram confiáveis. 
.
Ficavam apenas, dentro do círculo do poder, o sector financeiro, e a elite dos “sempre os mesmos”, que circulavam de governo para governo, da banca, das consultoras financeiras e dos grandes escritórios de advogados. Mas isso era natural, porque o “programa” da troika e de Passos Coelho era o deles.

.
A recusa do “consenso” não foi o resultado de o Governo ser desajeitado, ou demasiado convencido, ou um “erro de comunicação”. Foi uma opção de fundo inteiramente consistente com um radicalismo que exigia fidelidade e zelo dos fiéis e dos convertidos, mas não tinha lugar para mais ninguém. E assim se começou a destruir o espaço de manobra que existia em 2011.

E esse é o segundo acto desta história. Fica para a semana.
Historiador. Escreve ao sábado

O PAULINHO GATO EM TELHADO DE ZINCO QUENTE...!!!



Ferreira Leite prevê demissão de Portas se avançar corte nas pensões


Ferreira Leite prevê demissão de Portas se avançar corte nas pensões
legenda da imagemManuela Ferreira Leite tem sido uma das principais críticas do Governo de Pedro Passos Coelho
RTP

A antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, voltou a atacar o Governo de Pedro Passos Coelho alertando para o facto de Paulo Portas ter de se demitir, e em consequência abrir uma grave crise política, caso o Governo avance com a proposta de corte médio de 10% nas pensões dos funcionários públicos.

POVO LUSO DE MEMÓRIA CURTA

" E ainda há a "pachorra" do Povo (que continua embrutecido) a ouvir este f.d.p. (filho da pátria) todos os domingos na televisão que sustentamos"

A herança de Sócrates que as pessoas tendem facilmente a esquecer
Há tendência para esquecer ... e parece-me que não convém!!!
.
A HERANÇA DE JOSÉ SÓCRATES: se somar tudo dá 140.997 milhões de euros.
.
Vamos pensar que soma apenas 1.409?, é chato quem é que ficou a arder ?
.
Vamos pensar que soma apenas 140.997?, é muito grave e os tribunais vão no seu encalce!
.
Vamos pensar que são mesmo 140.997.000.000?, é a pior calamidade de empre e nenhum organismo actuou, nenhum político atacou e o autor, ontinua a sua vida de ilustre estudante de filosofia em Paris, vem cá de vez em quando, evita expor-se, e dentro de 2 anos fará vida quase normal com os 350 milhões de euros da família, em offshores (até agora purado) Pagamos ? Ou não pagamos ?
.
Claro que pagamos, para evitar maior sofrimento ao Povo Português.
.
MAS EXIGIMOS QUE SEJAM CONFISCADOS E NACIONALIZADOS TODOS OS BENS RESULTANTES DE TODAS AS OPERAÇÕES IRREGULARES E QUE SEJAM ANULADOS TODOS OS COMPROMISSOS QUE DAS MESMAS RESULTARAM E QUE SEJA CRIADO O ? MINISTÉRIO DA RECUPERAÇÃO DE ILÍCITOS?, SOB A TUTELA DE UMA TROICA TECNOCRATA NACIONAL
.
Divulgue este email, acorde e actue antes que a fome bata á porta dos seus filhos, que não lhe perdoarão!
.
- Dívida Pública aumentou 90.000 milhões de euros entre 2005 e 2010.
.
- Nacionalizou o BPN, com o contribuinte a pagar, aumentando o seu buraco em 4.300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4.000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final ara perto de 8.000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
.
- Derrapagem de 695 milhões nas PPPs só em 2011.
.
- Aumentou custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
.
- A CGD emprestou 300 milhões a um amigo do partido para comprar ações de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero.
.
- Injectou 450 milhões no BPP para pagar salários dos administradores.
.
- Desbaratou 587 milhões do OE de 2011 em atrasos e erros de projeto nas SCUTs Norte.
.
- Desapareceram 200 milhões de euros entre a proposta e o contrato da Autoestrada do Douro Interior.
.
- Anulou e deixou prescrever 5.800 milhões em impostos.
.
- Perdeu 7.200 milhões de fundos europeus pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
.
- Enterrou 360 milhões em empresas que prometeu extinguir.
.
- Contratou 60.000 milhões em PPPs até 2040.
.
- Usou Reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.
.
- Deu de mão beijada 14.000 milhões aos concessionários das SCUTs na última renegociação.
.
- Deixou agravar o passivo da Estradas de Portugal em 400 milhões em 2009.
.
- Deu 270 milhões às Fundações em apenas dois anos.
.
- Pagou à EDP, em rendas excessivas, 3.900 milhões tirados à força da vossa fatura da eletricidade.
.
- Deixou os sindicatos afundar as EPs em 30.000 milhões de passivo para os camaradas sindicalizados com salários chorudos e mordomias, pagos pelo contribuinte.
.
- Aprovou um TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto em indemnizações.
.
- Mais todos os milhões enterrados no Aeroporto fantasma de Beja, totalmente inoperacional, inaugurado à pressa antes das eleições para fechar logo de seguida.
.
...Mas a memória colectiva é a de um país "envelhecido", de gente nova, que não retém os factos do passado mais recente ...! ... e é pena! ... porque assim, todos os que construíram a realidade acima transcrita, para sempre ficarão impunes a usufruir dos proventos que por ventura lhes couberam...

NOTAS VERBAIS - " HÁ MEDO NO PALÁCIO".



O MNE e os 11,71% dos votos

O Palácio das Necessidades obviamente que esteve sempre politizado, mas raramente partidarizado de forma impresiva. 
Ministros oriundos de partidos, uns mais outros menos, esforçaram-se por compatibilizar funções de soberania com interesses de grupo político organizado. 
.
Embora não esteja escrito, um MNE assumia-se quase como órgão unipessoal, acima de querelas e mesmo nos ministros mais polémicos notava-se algum esforço constante em salvar as aparências. Era o costume da casa, costume que se transmitia, na primeira linha, aos chefes de missão nomeados e exonerados pelo Presidente da República. 
.
Os ministros, uns após outros, foram apanhando essa boleia institucional, mais de isenção do que de distanciamento. À exceção de algumas inadvertências, prontamente escrutinadas pela hierarquia da carreira ou queimadas pela pressão de corredores e gabinetes, os ministros entraram sabedores ou foram aprendendo que mexer em melindrosas questões implicando a imagem externa do Estado, a unidade da sua ação e a dignidade da representação, exigiam sobrevoo das vicissitudes governamentais e o isolamento possível das contradições domésticas que o naipe de ministérios inevitavelmente acaba por sugerir. 
.
Assim foi em governos de maioria, em governos de minoria suportada por milímetros parlamentares e em governos de coligação.
.
Com Paulo Portas, ministro de Estado como os três antecessores e dos Negócios Negócios Estrangeiros com o peso simbólico e funcional que o cargo acarreta, iniciou-se um ciclo inédito. 
.
O Palácio das Necessidades ficou refém punido pelas marcações partidárias da coligação. É um Ministério do CDS, e punido na hierarquia do governo não por ser do CDS ou por Paulo Portas ser o ministro mas por ter sido reduzido a mera cabeça de S. João Batista numa bandeja à disposição de Herodes. 
.
Com funções de soberania, com túnel direto para Belém na representação do Estado e principal ator da execução da política externa, da cooperação para o desenvolvimento, da ligação às comunidades portuguesas no mundo, e da coordenação das ações externas dos outros ministérios. é número três, três que quase sempre parece cinco. 
.
Não é uma questão de punhos de renda que está e causa, o que está em causa é a desgraduação política do Ministro de Estado que, independentemente dos 11,71% em valor eleitoral fungível é a condição sine qua non da coligação, e desgraduação dos Negócios Estrangeiros para arvorar a secção governamental de guarda-livros.
.
Paulo Portas, como chefe de um ramo da coligação, das duas uma: se fala das questões domésticas, partidariza inevitavelmente o MNE; se está calado sobre Negócios Estrangeiros, eterniza e aprofunda a desgraduação. Nenhum dos antecessores de Paulo Portas passou por esta incomodidade.
5 comentários 

5 Comentários

1 – 5 de 5
AnónimoAnónimo disse...
É isso.
Sexta-feira, 10 Maio, 2013
AnónimoAnónimo disse...
O MNE/Ministério está sem autonomia nas suas competências e anda por aí como quem passa entre dois pingos de chuva.
Sexta-feira, 10 Maio, 2013
AnónimoAnónimo disse...
De acordo com este último comentário. Até porque a fase dos "grandes embaixadores" passou. Estamos na fse ds "embaixadores de expediente".
A.M.
Sexta-feira, 10 Maio, 2013
AnónimoAnónimo disse...
Curioso que, na linha de montagem deste Governo, a "grande conquista" tenha sido a Diplomacia Económica e que a mesma seja uma razão de degradação do tecido e da fibra diplomática portuguesa.
DE
Sexta-feira, 10 Maio, 2013
AnónimoAnónimo disse...
O Ministério mais partidarizado de sempre. Há medo no palácio. Portas e Morais Leitao são vingativos. Impõem medo e agora teem tb receio do espião Almeida Leite!
Sexta-feira, 10 Maio, 2013

O ESCARAVELHO ALEMÃO




Volkswagen - 1935 a 2012


Evolucao_do_Fusca.pps
Evolucao_do_Fusca. Clique AQUI
 

Evolução de 200 Países, em 200 anos, em 4 minutos - QUALIDADE





O FUTEBOL É UMA FRAUDE


Por João Pedro Martins
publicado em 10 Maio 2013 - 07:00
.
A Zona Franca da Madeira tem uma sala de 50 metros quadrados que abriga as empresas-fantasma de vários jogadores que actuam no campeonato espanhol, incluindo Xabi Alonso (Real Madrid), Javier Mascherano e Adriano Correia (Barcelona). O objectivo é apenas um – fugir aos impostos de forma legal.
.
Neste pequeno ninho de corrupção fiscal generalizou-se a prática de negócios jurídicos artificiais, em que deliberadamente se violam as cláusulas antiabuso previstas no n.o 2 do artigo 38.o da Lei Geral Tributária. Rafa Benitez, treinador do Chelsea, é um pirata e terrorista fiscal que passou pelo bordel tributário da Madeira mais de um milhão de euros sem pagar um cêntimo de impostos.
 
A indústria offshore alimenta-se do futebol. Os fundos de investimento em jogadores constituem um buraco negro fiscal que permite que dirigentes desportivos e agentes FIFA ocultem a identidade e recebam rendimentos livres de impostos nas Ilhas Virgens Britânicas ou em Caimão.
.
No futebol a justiça não funciona. Mesmo depois de o Ministério Público ter acusado o director regional dos Assuntos Fiscais no âmbito de um processo que alegadamente envolve crimes de fraude fiscal praticados por dirigentes do Nacional da Madeira, os contribuintes são os únicos condenados a pagar impostos. 
.
Os contratos paralelos banalizaram-se e já ninguém questiona a legalidade ou a moralidade que permite uma poupança fiscal, mesmo que a receita dos impostos não pagos deixe de financiar escolas, hospitais, estradas e os próprios contribuintes. Pode-se corromper árbitros. Manipular resultados. 
.
Descer de divisão e voltar a subir pela via administrativa. Revogar acórdãos alegando a prescrição. Isentar taxas e atribuir subsídios. O futebol é um mundo à parte, onde a clubite de políticos e empresários se empoleira em regras próprias e práticas obscuras e exclusivas do universo da bola, que cegam os adeptos e adulteram a transparência e a verdade.
.
Todos devem e ninguém paga. Construíram-se estádios que se transformaram em elefantes brancos de betão, enquanto continuamos a ter hospitais públicos que espelham a política social de um país pobre e moralmente miserável.
.
No desporto rei ninguém vai preso. Há muita gente a ganhar e a lavar dinheiro na indústria do futebol. Na realidade, o jogo continua a ser a solitária onde se libertam os que estão agrilhoados pelas políticas de austeridade. É uma droga colectiva que nos torna dependentes da clandestinidade da consciência.
.
O que conta é a festa no dia do jogo. Poucos se importam com a idoneidade dos dirigentes, as obrigações fiscais dos clubes e os negócios milionários que se fazem às claras e na sombra, sem que as entidades fiscalizadoras se levantem do banco e entrem em campo.
.
Enquanto a bola continuar a entrar na baliza ou a bater na trave, todos gritam que se lixe a troika, o governo, a oposição, o desemprego e o futuro.
.
A bola continua a ser redonda, mas a nossa vida é cada vez mais quadrada. O futebol é uma fraude. E enquanto não criminalizarmos os infractores, vamos continuar a ser admoestados pelo cartão amarelo da austeridade até que um dia nos expulsem dos nossos empregos, das nossas casas, da nossa família e do nosso país.

Nessa altura, vamos voltar a jogar na rua com uma bola de trapos.

KAOS:Realidade, o azeite da política, vem sempre ao de cima



vitor gaspar afundar final
De acordo com os dados publicados nesta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego passou de 16,9% no final de 2012 para 17,7% no primeiro trimestre deste ano, um novo máximo histórico em Portugal.  Só com origem no sector da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca aumentou 53,1% nos primeiros três meses do ano, face ao trimestre anterior.
Pelo segundo mês consecutivo, a saída de bens nacionais para o estrangeiro está em queda. Em Março, e quando comparado com o mesmo mês do ano passado, as exportações nacionais caíram 2,8%, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística. Já em Fevereiro as exportações caíram 2,6% em relação ao mesmo período de 2012.
E podíamos continuar por ai fora que de número em número nada parece melhorar, da recessão ao valor da divida externa. O que é mau sobe, o que é bom desce. Este é o resultado das politicas deste governo e da Troika, mas nada muda a não ser os sacrifícios que nos impõem que todos os dias aumentam.
O Gaspar é doido e obcecado, o Coelho é parvo e teimoso e o Cavaco anormal e cobarde. Uma combinação de gentinha reles e canalha que só podia dar mau resultado como se vê. Eles afundam o país e tal como no Titanic, a primeira classe embarca nos salva vidas e os outros vão ao fundo.

AS "VIGARICES" DO PAULINHO DAS FEIRAS


A obra do Paulinho das Feiras a viajar por esse mundo adiante e a burlar, demagógicamente, os portugueses com a Diplomacia Económica....

Números do INE mostram exportações em queda


Nuno Carvalho
As exportações voltaram a cair em março, comparando com o mesmo mês do ano passado.

"PAULINHO DAS FEIRAS E A POLÍTICA DA SOPA TURVA....."


A FRASE



O CDS é um partido, não uma associação benemérita. Disputar eleições, sejam ou não antecipadas, faz parte das suas preocupações mundanas. E a política da sopa turva, onde todos se afogam por amor ao ‘consenso’, não é programa eleitoral que se recomende. Em Inglaterra, a declaração de Portas seria uma banalidade. Em Portugal, é tudo resumido à velha rábula do marido enganado. Quando crescemos um bocadinho?
João Pereira Coutinho, Correio da Manhã

KAOS: Economia para tótos



alvaro santos pereira professor alvaro o mago

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 10 de Maio de 2013.




Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Queluz: Povo cerca assaltantes
Barreiro: Falsa bomba em casa
V. Gama: Camião corta ponte
Famalicão: Assalto a banco
Valente de Oliveira: Mandatário de Moreira
Paulo Azevedo: Lucros da Sonae
Edinho: Interessa aos leões

Capa do Público Público

O sex appeal da Galega não (a)traiu os touros em fuga, já cansados
Prisão efectiva para octogenário que chegou a queimar e a acorrentar a mulher
Hackers roubam 45 milhões de dólares em 27 países
Morreu actor espanhol Alfredo Landa
Ferreira Leite acusa Passos de “perseguição”, “fixação” e “crueldade” com os pensionistas
Lucro da Sonae mais do que quadruplica para 9 milhões no primeiro trimestre
Culto à Santa Morte mexicana é uma “blasfémia”, diz o Vaticano

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Das fúrias forças
De Mao a Piao acabou na milionária
Crato garante "combater" horário zero dos professores
Touros resistem ao "charme" dos 500 quilos de Galega
Ministério Público deu crimes como provados
Português "bombista" foi absolvido
Assaltantes levaram 400 euros em raspadinhas

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Mulher atingida por um arpão na cabeça sobrevive
Foi fazer tratamentos e ganhou 180 mil euros
Ninguém quer assumir obras na Ponte Luís I
Só há criação de emprego nos salários até 310 euros
Ariel Castro pode enfrentar pena de morte pelo raptos das três jovens
Touros continuam à solta em Viana e nem uma vaca como 'chamariz' ajudou
Ator espanhol Alfredo Landa morre aos 80 anos

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

O que os empresários ainda não perceberam
O desemprego está a matar Portugal
Convergência nas pensões deve ser mais progressiva
Maior destruição de empregos de sempre no arranque do ano
Quase 30% da reforma do Estado arrisca-se a ir parar ao Constitucional
“Actividade bancária plena acrescenta valor aos CTT”
Maior fundo soberano do mundo comprou dívida portuguesa

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Finanças para não financeiros
Défice tarifário põe mais 400 milhões de euros na conta da EDP
Legislação para o crédito aumenta em 30% queixas à banca em 2013
Nova lei das rendas "não deverá aplicar-se a todos os contratos antigos"
Portugal: é possível estar otimista?
Ferreira Leite: Governo trata pensionistas de forma "cruel" e "desumana"
Passos Coelho recebe Verdes, Bloco e CDS para debater crescimento

Capa do Oje Oje

BAE estima crescimento modesto do negócio
Sony regressa aos lucros após cinco anos de perdas
Bombardier prevê 1.º voo do CSeries em junho
Vueling perde 19,8% entre janeiro e março
Sonae fecha 1º trimestre com lucro de 9 milhões
Histórias de há 40 anos inspiram "Código Impala" do economista e gestor Manuel Mota
Ulrich: "Temos condições de dizer que Chipre não vai acontecer aqui"

Capa do Destak Destak

Presidente sul-coreana demitiu porta-voz por alegado envolvimento em agressão sexual
Festas do Senhor de Matosinhos arrancam hoje e decorrem até 06 de junho
Mortos no colapso de edifício industrial no Bangladesh
MNE chinês condenou ataque filipino a pesqueiro de Taiwan
Adeptos podem ver jogo em Díli no Sport Díli e Benfica
Moeda japonesa em mínimo de quatro anos ilpulsiona bolsa de Tóquio
FBI descobre carta em casa de Ariel castro em que este alega ter sido violado em criança

Capa do A Bola A Bola

FPF e Governo visitam Jamor
Marcelo eleito jogador do ano
Babá muito caro para o leão
Águias podem apresentar apenas um avançado no Dragão
Diego Reyes causa apreensão
Jesualdo e estrutura mais afastados
Enzo Pérez aponta ao clássico

Capa do Record Record

Descanso fundamental
Enzo Pérez ainda em recuperação
Targino: «Espero voltar a marcar num estádio talismã»
Triunfo em Belém valeu 500 euros
NHL: Senators e Blackhawks avançam
David James brilha no frio islandês
NHL: Playoff (calendário e resultados)

Capa do O Jogo O Jogo

Veleiro vira e causa a morte a uma pessoa
Leicester vence Watford
Genk vence Taça da Bélgica
Depois de Collins, foi a vez de Grayson
Fotógrafo acusa Alonso de agressão
"Meia" do Douro continua a crescer
Lewandowski confirma reunião com Florentino Pérez