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terça-feira, 11 de junho de 2013

A CAPA


As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 12 de Junho de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Assalta CTT com ameaça de explosão
Função Pública: Retrocesso social
Alcoentre: Colisão fere casal
Ílhavo: Um ferido em acidente
Euromilhões: Segundo prémio
Elvas: Insultou Chefe de Estado
Operado ao joelho

Capa do Público Público

Combates em Taksim prosseguem há 20 horas
Governo dá instruções aos serviços para que mantenham corte no subsídio de férias
Homem detido em Elvas por injúrias ao Presidente da República
CDS-PP quer autárquicas a 22 de Setembro, BE a 13 de Outubro
Sorteio do Euromilhões
ERC tem acordo “secreto” com CNE para debates eleitorais
O dia em que a Arménia chocou a Dinamarca

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

O 10 de Junho
Cavaco, de PR a PT (Personal Trainer)
15,5 milhões fazem trabalho doméstico
Próximo concurso com "jackpot " de 129 milhões
Crato vai recorrer e recusa-se a adiar exames
"Tudo o que fiz foi para bem da empresa"
Deputada com álcool julgada em "processo sumaríssimo"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Não pagamento de subsídio de férias é "retaliação", diz CGTP
Quadros técnicos dizem que não pagamento dos subsídios "viola lei em vigor"
OIT denuncia 10,5 milhões de crianças próximas da escravatura
Doações compram vagas nos lares das misericórdias
Bieber proibido de entrar em discoteca em Hollywood
Câmara do Porto aprovou descida do IMI em 10% para 2013
Governo ordenou a serviços públicos para não pagarem subsídio de férias este mês

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

O BCE é o melhor que nos pode suceder
A crise acabou (outra vez)
Álvaro Santos Pereira, a bolsa e as empresas
Rectificativo tem mil milhões de euros para pagar ‘swaps’
Regresso de Portugal aos mercados nas mãos da Alemanha
Santos Pereira convida empresários a ir para a Bolsa
Nuno Crato não cede e mantém data do exame nacional de Português

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

PS: Governo prepara-se para não pagar subsídios de férias à função pública
CGTP: Não pagamento de subsídio em Junho é medida de retaliação
STE: Ordem do Governo para "não pagar subsídios este mês viola lei em vigor"
Jerónimo de Sousa acusa Presidente de "cumplicidade activa" com Governo
EDP Renováveis e Altri saem da "Core List" do BPI
BPI sobe preços-alvo de 13 cotadas da bolsa de Lisboa
A "velha" indústria anda à procura de costureiras, técnicos e engenheiros

Capa do Oje Oje

Boeing revê em alta vendas para os próximos 20 anos
Rémy Cointreau concentra-se nas marcas premium
Petronas prevê investimento de 15 mil milhões
OPEP mantém previsões quase inalteradas
Penhalta abre flagship na Avenida da Liberdade
Hong Kong é a preferida para novas entradas de retalho
Retorno anual dos fundos imobiliários portugueses no vermelho pelo 2.º trimestre

Capa do Destak Destak

Áustria começou retirada dos seus capacetes azuis dos Montes Golã
Lei da Investigação Clínica hoje debatida no Parlamento
Autoridades indianas terminam buscas em prédio que ruiu em Bombaim
Preparação do julgamento de Abdel al-Rahim al-Nashiri retomada em Guantánamo
Presidente das Filipinas pede exige mais segurança para capacetes azuis nos Montes Golã
Bolsas do sudeste asiático em queda lideradas por Banguecoque
Gripe A H1N1 já matou este ano 168 pessoas só no estado de São Paulo

Capa do A Bola A Bola

Carlos Pereira recandidata-se
Dyego Sousa reforça o ataque
André Simões referenciado
Técnico pode ser Bebiano Gomes
Espanha vence República da Irlanda (2-0)
Jaime Pacheco na mira do Cluj
«Golos? O mais importante é a Colômbia chegar ao Mundial» - Falcao

Capa do Record Record

Paulo Assunção também assumiu atitude litigiosa
Kardec deseja ficar no Brasil
Equipa técnica de Mou está ainda por definir
Júlio Mendes: «Tentar reduzir o orçamento»
Nomes de peso em equação
João Sousa ganha em Kosice
Gerso: «Acredito que vou continuar a evoluir»

Capa do O Jogo O Jogo

Flávio Ferreira no Málaga
Sergio Garcia estende a mão a Tiger Woods
Argentina empata no Equador
Inter recusa 20 milhões por Guarín
Colômbia com um pé no Brasil
Operação a Toni correu bem
Olympiacos e Galatasaray disputam o Fabuloso

CHEGOU-NOS DO NOSSO CORRESPONDENTE NOS ESTADOS UNIDOS




O Funccionalismo", livrinho editado em 1869
Partilha de pesso-A-miga, para quem desejar ler....
A b r a c,o
Sempre p'ra frente!
Adalino Cabral, U.S.A.
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"O Funccionalismo", livrinho editado em 1869: uma relíquia histórica Momento de História: Decorria o ano de 1869, quando foi editado um pequeno livro, com 5 Capítulos e 24 páginas, escrito por A. de Oliveira Pires, intitulado "O Funccionalismo", que foi dedicado pelo autor ao "Funccionalismo Portuguez".
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Reinava, então, D.Luís e os Governos sucediam-se a um ritmo acelerado, com reformas assentes "no aumento da receita através do aumento dos impostos" e na "reforma radical da administração pública", sendo presididos, por diversas vezes, por Sá da Bandeira, e tendo como ministro da Fazenda José Dias Ferreira (este nome lembra-vos alguém?). 
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O descontentamento de muitos foi então aproveitado pelo Marechal Saldanha para fazer o "golpe militar da Ajuda", em 19 de Maio de 1870.
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Lendo este livrinho, pode reter-se a grande similitude com a situação actual do País e com as medidas que estão a ser adoptadas pelo Governo. E só (!) passaram 144 anos...
Escrevia o autor, na "Introdução":
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"A falsa idéa de que o funccionalismo concorreu para a situaçao deploravel da fazenda publica, por ter absorvido por muitos annos grande parte das rendas do estado, levantou no paiz um antagonismo de classes, que em circumstâncias menos pacificas do que as que vamos atravessando poderia trazer consigo bem graves consequencias. 
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Uma parte da imprensa, como se pretendera lisongear paixões, tem appoiado
as manifestações contrarias ao funccionalismo"... Vale a pena abrir o Anexo e ler este pequeno livro.

Função publica em 1869 - uma relíquia da historia
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A Frase

Qual é o juiz, face a este exemplo presidencial de pantominice estatística, capaz de condenar Miguel Sousa Tavares por ter chamado palhaço a Cavaco Silva? E aquele tipo de falácia não afeta profundamente a dignidade da função presidencial? Não deveria a PGR processar o cidadão Cavaco Silva por ofender a Presidência da República? Pedro Tadeu, Diário de Notícias



FEDORES





Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!

O Capitão chama o Imediato:

- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!

Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:

- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu.


Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:

- Sir, todos já trocaram de roupa.


O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

NOTICIAS RAPIDINHAS


OS CARENCIADOS


 
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O Palacete do Sampaio - Casa do Regalo


INFELIZMENTE ESTE NÃO É O ÚNICO. ANDAM AÍ MUITOS MAMÕES, A VIVER À NOSSA CUSTA, QUE DEVIA MAMAR NA TETA DO PAI DELES
  O Palacete do Sampaio - Casa do Regalo

Vejam a modéstia deste propalado Socialista...
Para ler no dia dos fiéis defuntos, assim mo disse o Luís do ti Tobias…
Mais vida para além do déficit, ou “É a República, estúpido!”
Blogue CORTA FITAS, publicado por Rui Crull Tabosa
 
Regalos republicanos
A bela imagem que acompanha este texto não foi escolhida por acaso.
Trata-se da " Casa do Regalo", um palacete situado "no topo da Tapada das Necessidades, entre frondosa mata", mandado construir pelo rei D. Carlos I para estúdio de pintura da rainha D. Amélia.
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Na República serve, não para instalação de entidades oficiais, mas, pasme-se, para gabinete de recreio do reizete Sampaio (que bebe do fino, como se usava dizer), um dos moralistas do regime que gosta de encher a boca com a propalada "ética republicana", a tal que, supunha-se, tinha a ver com igualdade entre os cidadãos e a abolição de " regalias" (lex dixit) e privilégios a quem os já não representa.
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Dito de outro modo, no dia seguinte ao termo de funções de chefe do Estado, Sampaio deveria (querer) voltar a ser um cidadão comum, como os demais, enfim, um entre iguais. 
.
Mas não, claro que o Jorginho gosta de um ambiente apalaçado (mesmo que a Lei 26/84, alterada pela Lei 28/2008, se refira a "gabinete", não a palacete ...), aprecia o séquito de "um assessor e um secretário da sua confiança" e, é claro, não prescinde do "automóvel do Estado, para o seu serviço pessoal, com condutor e combustível".
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Pouca despesa, como se imagina, qualquer coisita como, só em pessoal, entre cem mil e duzentos mil euros anuais, ou talvez um pouco mais...
Este espírito desprendido e este viver modesto não surpreendem em tão emérito socialista, ou não tivera ele dito há uns anos, quando recebeu 90 mil euros do Prémio Carlos V, que "O prémio, desta vez, vai ser para mim. Não vai haver associações de caridade. Os tempos vão maus".
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Seja como for, neste tempo de profunda crise, em que se corta nos subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores, em que antigos governantes vão deixar de poder acumular subvenções com rendimentos privados, urgia dar também o exemplo de acabar com injustificadas regalias de antigos titulares de cargos políticos, a começar pelos ex-Presidentes da República, desde logo revogando as alíneas a) e b) do artigo 6.º da Lei 26/84.
O que, de resto, sempre seria uma exigência do próprio princípio republicano, se, é claro, houvesse vergonha neste País.




--
Maria de Lurdes Almeida

KAOS: Destruição Social

cavaco silva fragmentação social

Cavaco Silva afirmou que com a imagem de um país que, “apesar da austeridade”, de um “grande desemprego” e do número de “famílias em risco de pobreza”, ainda preserva “a coesão nacional”. O Presidente afirmaria mesmo que “não há desestruturação social” em Portugal além de “não existir fragmentação social”.
Em casa dele provavelmente não há pois tem servido bem a família, que o diga  o genro que ficou com o pavilhão Atlântico a preços de saldo. 
 
O mal desta gente é, como tem medo do seu próprio povo como provam as medidas excepcionais de segurança de que se rodeiam para que ninguém se possa aproximar, verem o mundo através de números e estatísticas, muitas delas "marteladas" para servirem as suas ideias e interesses. 
 
Não sabem nem imaginam o que pensam as pessoas e aquilo porque passam. Não sabem o que é viver no desemprego pois têm sempre o futuro garantido por amigos e favores, não sabem o que é viver com o salário mínimo porque sempre foram principescamente pagos e muito menos sabem o que é ver os filhos com fome ou serem despejados das suas casas. 
 
Para esta gente tudo está bem e pode-se sempre pedir mais um sacrifício porque a eles não os atinge. Para esta gente haver quem ganhe milhões todos os anos enquanto outros andam aos caixotes não é fragmentação social. 
 
Para esta gente só haverá destruição social quando começarem as pilhagem ou o povo enraivecido lhes invadir as casas e os atirar ao Tejo. Já faltou mais

Miguel Sousa Tavares, afinal, está safo!


Por PEDRO TADEU- Hoje65 comentários
Nem queria acreditar! O professor Cavaco Silva, num discurso oficial , enquanto Chefe do Estado, no Dia de Portugal e no pior ano que vivemos de crise, achou ser boa altura tentar reabilitar o seu passado como primeiro-ministro (José Sócrates tem, afinal, um mestre!) e resume assim 25 anos de política agrícola (dos quais os primeiros 10 comandou): "apesar de o número de agricultores ser então muito superior ao atual - cerca de 600 mil, contra cerca de 300 mil nos dias de hoje - a produtividade da terra cresceu 22% e a produtividade do trabalho agrícola aumentou 180%."

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Cavaco Silva discursou aquele raciocínio sem se rir. Explicou querer desfazer assim "ideias feitas e preconceitos"... Como?!
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Entre 1989 e 2009, o número de explorações agrícolas caiu 50% e a superfície agrícola utilizada diminuiu 9%. O valor acrescentado bruto criado pelo sector primário caiu de 10% para 2% - o peso do sector primário na riqueza criada no País dividiu-se assim por cinco.
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A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens alimentares recuou de 43% em 1990 para 32% em 2010. Em 2007, mais de 50% do consumo alimentar em Portugal era importado, contra 35% em 1986.
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Portugal era praticamente autossuficiente em 1986 em produtos como as hortaliças, as frutas, as carnes e o leite. Agora, importa grande parte do que come.
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Portugal caiu de sétimo para 12.º lugar entre os países da União Europeia na representatividade económica do sector da agricultura, silvicultura e pescas.
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Podia continuar com páginas e páginas de números, todos no mesmo sentido e sempre citando o elogiado estudo coordenado pelo professor Augusto Mateus para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, "25 Anos de Portugal Europeu", que o DN publicou há dias.
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Augusto Mateus não podia ser mais assassino para as intenções e para o texto do discurso presidencial de ontem: comparada com a Europa, lê-se no estudo, "a agricultura regista o maior gap face à média comunitária e foi o único sector cuja produtividade divergiu".
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Um desastre completo para os muitos mil milhões investidos pelos fundos europeus e pelo Estado português na agricultura. Para o Presidente da República, porém, esta é uma ideia feita, um preconceito. Nós é que não entendemos!
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Qual é o juiz, face a este exemplo presidencial de pantominice estatística, capaz de condenar Miguel Sousa Tavares por ter chamado palhaço a Cavaco Silva? E aquele tipo de falácia não afeta profundamente a dignidade da função presidencial? 
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Não deveria a PGR processar o cidadão Cavaco Silva por ofender a Presidência da República?

Carta da APRE ao Expresso e CENSURADA pelo jornal



 ESTA SEMANA NÃO COMPRE O EXPRESSO!

Quando essa "gentinha" começar a sentir a quebra nas vendas, talvez aprenda a ser mais sensato nas suas opiniões... Cada um defende-se com as armas que tem e podem crer que esta é muito poderosa!
Carta enviada ao Expresso , que o Expresso não publicou
                                              
Aposentados, pensionistas e reformados - A nossa história não acaba assim!

Texto de uma carta enviada pela APRE! ao Expresso e que não foi publicada (recebido por mail, através da direcção da Associação).

Os aposentados, pensionistas e reformados têm uma história, da qual se devem orgulhar. (.......)

Com efeito, os actuais pensionistas portugueses nasceram antes, durante ou pouco depois da 2ª Guerra Mundial, numa sociedade essencialmente agrícola, com um elevadíssimo índice de analfabetismo. Mais tarde enfrentaram uma guerra colonial, em 4 frentes:  Angola, Moçambique, Guiné e Timor. Quis o destino que a nossa vida fosse consumida a implantar a democracia, a realizar a descolonização, a construir a sociedade industrial e depois a sociedade de serviços; a transformar o analfabetismo em conhecimento e ciência, substituindo os quartéis militares por universidades e politécnicos, dispersos pelo país. O prémio de todo o nosso esforço parecia estar na adesão à então CEE, actual União Europeia, com uma tal energia e entusiasmo que integrámos o pelotão da frente da moeda única, o euro.

Quando hoje se diz que a actual geração jovem do país é a melhor preparada de sempre, está-se a dizer que nunca antes os pais preparam a sociedade e investiram tanto nos filhos, para lhes dar um futuro que os próprios pais não tiveram.

Quando os jovens se queixam de pagar impostos e a segurança social para pagarem as pensões dos actuais pensionistas, esquecem-se que os pais podiam não ter investido neles e egoisticamente terem poupando para a sua reforma.

Quando hoje uns senhores de ideologia liberal dizem que o Estado não produz riqueza para pagar as reformas, estão a dizer que não querem pagar impostos para gente que não produz, constituindo uma espécie de resíduo social, esquecendo-se dos benefícios que usufruem, em consequência das transformações sociais que levamos a efeito.

Quando hoje se diz que para atingir as metas orçamentais impostas pela TROIKA, sob caução do Governo, tem de se cortar na despesa social, esquecem-se que a despesa social e os vínculos legalmente constituídos já existiam quando tomaram a decisão de atingir tais metas. Governantes sérios e honestos não podem decidir e assumir compromissos com terceiros que não possam cumprir. Os governantes não são proprietários do poder, desses tratámos nós, os governos governam em nome do povo. (.......)

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É lamentável a máquina que está montada na comunicação social contra os reformados, pobres ou da classe média. Jornalistas, analistas e comentadores apelando a cortes sobre cortes, achincalhando a Constituição (que também já existia antes de assumirem compromissos irrealistas), implorando à sua violação, esquecem-se que estão a «cavar a sua própria sepultura». Um Estado, integrado na União Europeia, é obrigado a agir de boa fé, como uma pessoa de bem. Um Estado que agora viola princípios e desrespeita direitos, passa a violar sempre e a desrespeitar sempre que isso lhe convém.
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Nós não admitiremos que governantes inexperientes, idealistas e manipuladores políticos desrespeitem os nossos direitos, conquistados ao longo duma vida de trabalho e de transformação social. Seremos coerentes com a nossa história, seria triste, muito triste, se ela acabasse assim.
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Maria do Rosário Gama, Presidente da Direcção da Apre!
Carlos Frade, Presidente do Conselho Fiscal da Apre!
NÃO DESEJO MAL A NINGUÉM... MAS OS NOSSOS GOVERNANTES, NA PRÓXIMA VIDA, DEVERIAM REENCARNAR EM PAPEL HIGIÉNICO.

Funções Sociais Estado-Mentiras-USCB



Documento concebido e apresentado na Universidade da Beira Interior, em Abril de 2013.
Acho que merece uma boa vista de olhos...

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KAOS:Portugal a saldos


dilma rousseff goes shopping in Portugal
Desta vez foi o Brasil, mas já outros países vieram aos saldos em Portugal. Da China a Angola passando pela Alemanha todos vêm abocanhar o que de bom tínhamos por cá.
A estratégia é sempre a mesma e já foi utilizada um pouco por todo o mundo. Compram-se governantes para que façam dívida pública em projectos faraónicos que, de projectos rentáveis se transformam em elefantes brancos.
Expo, estádios, estradas, centros culturais, museus, barragens, grandes eventos, tudo serve. Quando a dívida já tem o tamanho desejado, corta-se o crédito e aumentam-se os juros tornando impossível  ao país o poder pagar o que deve.
Agora, mandam-se os carrascos do FMI, no nosso caso no formato TROIKA porque a Europa também desejou participar no repasto, e exige-se que tudo o que tenha algum valor seja vendido ao desbarato enquanto a pobreza se torna paisagem.
É então que os abutres poisam na Portela e uns levam a EDP, outros a TAP, ou as Águas, estaleiros, comunicações, tudo o que seja lucrativo.
O Estado é destruído e enquanto houver um euro para saquear não se vão embora. Quando o fizerem só deixarão pobreza, miséria e um país devastado. Ainda pensam que esta dívida pode e deve ser paga?