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domingo, 16 de junho de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Segunda-feira, 17 de Junho de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Edmundo: Expulso do programa
Açores: Aterragem forçada
Atropelado corre risco de vida
Tempo: Temperaturas baixam
Montalegre: Disparam caçadeira
Vila Franca de Xira: Colisão corta ponte
Montemor: Morre contra poste


Capa do Público Público

Cenários para a greve dos professores
Londres espiou políticos estrangeiros na cimeira do G20
Governo perde “benefício da dúvida” dos estudantes do superior que avançam com contestação
Marcelo: “Governo foi desastroso na negociação com os professores”
Primeiro-ministro checo demite-se após escândalo de corrupção e espionagem
Itália contou com os seus dois génios, Pirlo e Balotelli
Portugal fora do Europeu de andebol


Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Milhares de amostras destruídas por falta de dinheiro
Uma praga que merece mais atenção
"A magia sempre ajudou na escola"
Conquistas para a Beatriz e para mais dez milhões
Governo estava disposto a recalendarizar exames
Casos de fraude alimentar fragilizam imagem da ASAE
Regou ex-namorada com gasolina e ateou-lhe fogo


Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Teatro Nacional S. João com obras à vista
Londres espiou parceiros do G20 durante cimeiras
Espanha estreia-se na Taça das Confederações com triunfo sobre o Uruguai
É preciso adesão de 90% por escola para não haver exame
Pirlo e Balotelli dão vitória à Itália frente ao México
João Semedo acusa ministro da Educação de seguir "caminho do chico esperto"
Dick Cheney diz que programas de vigilância poderiam ter evitado 11 de setembro


Capa do i i


Capa do Diário Económico Diário Económico

Sacos de pancada
O estranho fenómeno Paulo Macedo
A Educação refém de um duelo político
Estado já entregou 546 milhões aos bancos para cancelar ‘swaps’
“Rendas das parcerias rodoviárias tinham vários indícios de exagero”
Banco de Portugal está a criar base de dados financeiros de PME
Passos trava hoje a primeira grande batalha com professores


Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Acções europeias "são o único caminho", diz o Citi
BES faz proposta para comprar banco suíço BSI
Investidores escrutinam discurso de Ben Bernanke sobre estímulos
A propósito do 10 de Junho
"CEO devem reflectir sobre o que é uma taxa de imposto ética "
Londres espiou parceiros do G20 durante cimeiras
Casa sem segredos


Capa do Oje Oje

QREN investiu 3 mil milhões que criaram 10 mil postos de trabalho diretos
Barroso elogia negociações comerciais UE vs EUA
Miguel Teixeira Duarte detém 10,01% da construtora TD
Nicolás Maduro visita lisboa esta semana
Ano 2011 será o da maior declaração de sempre de "vintage" no Vinho do Porto
Petrobras e BTG Pactual vão explorar petróleo e gás em África
Carlos Tavares aconselha empresas a recorrerem ao mercado de capitais


Capa do Destak Destak

Polícia grego morto a tiro em operação de controlo de documentos
Extradição de Snowden seria uma "traição" -- jornal oficial chinês
Milhares de alunos só hoje sabem se fazem ou não exames
Seul pede "sinceridade" na proposta de diálogo da Coreia do Norte com os EUA
Detido terceiro bloguista dissidente em menos de um mês no Vietname
Construtora Mota-Engil ganha obras de 500 milhões de euros em África
Vice-presidente cubano vai visitar a China, Vietname e Laos - imprensa


Capa do A Bola A Bola

Candeias na mira do West Bromwich
Wilson Eduardo espera convencer Leonardo Jardim
Bracali é o mais desejado para reforçar a baliza
Fábio Coentrão faz tudo para voltar à Luz
Dragões Interessados em prodígio nigeriano
«Seria muito lindo ir para o Benfica» - Lisandro López
Espanha vence Uruguai (2-1)


Capa do Record Record

Contornar a crise
Peter Olayinka a ser negociado
Wilson quer afirmar-se
«Jesualdo foi um pai e nunca irei esquecê-lo»
Dani não vai continuar
«Uma espécie de palhaço do balneário»
Cavani terá acordo com Chelsea


Capa do O Jogo O Jogo

Coentrão apontado ao Benfica
Maxi Pereira prova o poder da Espanha
Lima? Paulo Bento torce o nariz
"Ricardo Carvalho? Não levei carro para estágio"
"Moutinho tem capacidade de recuperação"
Silva, Fonseca ou Vitória? Bento escolhe
Riquelme faz maldade a Mariano González

Crónica de José Pacheco Pereira . Público

“Eles” (os funcionários públicos) são uma parte de “nós” (José Pacheco Pereira)

8 de June de 2013

Se há um princípio cívico de moralidade, o que está a acontecer aos funcionários públicos deveria fazer soar todos os sinais de alarme
O que se passa na actual ofensiva do Governo contra a função pública está muito para além da condição de se ser “funcionário público”. O discurso do Governo – mais uma vez um discurso de divisão entre os portugueses, a que chamei e chamo “guerra civil” – pretende legitimar as suas acções como tendo a ver com aquilo que apresenta como “privilégios” dessa condição profissional. Os corolários são sempre os mesmos; está-se a atacar privilegiados, cujos privilégios são pagos pelos dinheiros dos contribuintes, em nome da “equidade”. Se temos impostos altos é porque esta gente “do Estado” tem o emprego garantido, ganha mais do que os trabalhadores do sector privado, tem maiores reformas. Tudo em parte verdade, tudo em absoluto mentira.
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Este discurso colhe, porque as sementes da cizânia pegam sempre em momentos de empobrecimento, em que a mais fácil das cegueiras é olhar para o lado e ver que o vizinho tem mais uns tostões do que eu e ficar fixado nessa socialização da inveja entre os de baixo, muito próximos em condição e dificuldades, em vez de olhar para outro lado, para o lado de onde vem a minha miséria e a do meu vizinho. Para o lado de cima.
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O que se passa com a função pública é relevante para todos nós, como método, como sinal, e, infelizmente, como imoralidade social, rompendo um contrato social que é suposto ser o tecido da nossa sociedade em democracia, em que existem diferenças e diferenciações aceitáveis e outras inaceitáveis. É porque o Governo quer esconder as inaceitáveis que assume agora uma espécie de igualitarismo para os imbecis, proclamando-se de uma rasoira igualitária que serve para violar contratos e garantias, direitos e condições, em nome de um “dinheiro” que não há nestes casos e que parece haver sempre nos outros. Alguém disse esta semana, e bem, que nunca ouviu o Governo responder que “não havia dinheiro” para as PPP, nem para os contratos swap, nem para a banca, só para os trabalhadores e para os reformados.
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É por isso que o que o Governo está a fazer aos funcionários públicos tem um significado social muito mais vasto do que as peculiaridades do seu estatuto social e profissional. E o invólucro de uma pseudo-”reforma do Estado” é apenas a expressão orwelliana para mais um corte cego nos serviços públicos, sem nexo, sem consistência, nem sustentação, sem sequer corresponder a qualquer poupança estrutural, porque os custos das coisas mal feitas são muito maiores do que a poupança orçamental obtida a curto prazo.
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Um dos aspectos mais inaceitáveis deste processo é o grau de dolo e fraude em que ele é feito. Repito-me, mas este é um dos aspectos mais repulsivos da actual governação. Todos os governantes juraram várias vezes, há dois anos, e há dois meses, que nunca haveria despedimentos na função pública, nunca haveria “mobilidade especial” para os professores, e que apenas quem quiser sair teria abertas as portas a “rescisões amigáveis”. O que ofende mais a consciência comum é que as mesmas pessoas que usaram o “nunca”, várias vezes e em contextos que não permitiam a ambiguidade, estão hoje na vanguarda de piruetas verbais mais obscenas para se desdizerem, parecendo aliás muito pouco preocupados com o valor da sua palavra.
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Quando se justificaram, no passado próximo, muitas medidas de cortes salariais na função pública com o argumento de que podiam ser mais gravosas para os funcionários públicos, visto que eles tinham “a garantia do emprego”, o que se estava a fazer era mentir a todos, como método de actuação. O mesmo dolo foi a “mobilidade especial” e agora a “requalificação” que não são mais do que classificações enganosas em burocratês para os despedimentos. O despedimento de funcionários públicos estava inscrito no código genético desta governação desde o primeiro dia. Escrevi-o na altura com absoluta certeza de que iria ser assim. E foi.
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Tudo isto nos diz respeito, funcionários ou trabalhadores do sector privado, porque ninguém tenha dúvidas de que se o Governo pudesse fazer a todos os trabalhadores portugueses o mesmo que está a fazer aos funcionários públicos, fá-lo-ia sem hesitar. Se, por despacho ou lei ordinária, em muitos casos sem sequer ir à Assembleia da República, fosse possível aumentar o horário de trabalho, permitir despedimentos discricionários por decisão unilateral do patrão ou do capataz, individuais e colectivos, sem qualquer enquadramento legal que proteja a parte mais fraca, nem simulacros de leis laborais seriam precisas.
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E tudo isto nos diz respeito, porque é o medo o lubrificante do discurso de guerra civil do Governo. Sim, o medo das pessoas normais, que sabem que ninguém as defende, que não confiam na força dos sindicatos, que sabem que o silêncio cúmplice de Seguro não destoa dos actos de Passos Coelho, que sabem que se escorregarem ainda mais no plano inclinado da pobreza, cujo grande salto é o despedimento, terão uma vida infernal, difícil e envergonhada. E por isso hesitam, temem, retraem-se, têm a ilusão de que podem passar despercebidos ao olhar do chefe que vai escolher quem vai para a “mobilidade especial”, ou para a “requalificação”, ou seja, quem vai ser despedido.
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A razão pela qual o povo português parece ser mais “paciente” resulta muito simplesmente de que muitos têm medo de perder ainda mais do que o que já estão a perder. E como o discurso da divisão deixa cada um sozinho na sua fábrica, na sua escola, na sua repartição, o medo ainda é eficaz. Mas o medo é destrutivo da sociedade e da democracia, e dá saída apenas para o desespero, o momento em que as pessoas percebem que já não há mais a perder. E nessa altura o seu desespero não se verá em manifestações da CGTP ou dos “indignados”.
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Uma das razões por que prefiro mesmo o desconhecido e o arriscado à situação presente, como sejam eleições antecipadas sem grandes expectativas, é que prefiro um tumulto que abra o espaço político a uma situação nova, à continuidade de uma governação que é uma forma muito pior de tumulto, é a destruição de um país em que a condição de se ser português não significa nada, porque já não existem laços comunitários em que nos reconheçamos.
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Soares apelou às esquerdas, mas com idêntico impulso crítico podia-se apelar às direitas, no mesmo sentido de acção contra este Governo. Quem tiver um mínimo senso patriótico e nacional, mesmo aceitando-se o lugar-comum de que é à direita que esse sentimento de patriotismo é mais agudo, não pode deixar de se preocupar e muito com a obra de destruição de Portugal e do tecido que uniu até hoje os portugueses.
O enorme falhanço da esquerda e da direita está em querer traduzir numa linguagem estereotipada e sectária uma realidade de devastação que em muito ultrapassa o discurso político tradicional. Os partidos políticos que assentam em termos programáticos numa ideia de cidadania (como o PS) ou de “pessoa humana” (como o PSD e o CDS) estariam à partida vocacionados para, pelo menos, compreender o que se está a passar e travar esta forma miserável de luta de uns contra os outros que não ousa dizer o nome, mas que é muito parecida com a “luta de classes”. Mas cada um ao seu modo, nas suas lideranças, traiu os seus programas e, por isso, está a estragar Portugal e a democracia.
Não é irrelevante o que se está a passar, para quem seja “justo”, para quem não seja indiferente ao tónus moral e cívico de uma sociedade, com todos os piores instintos a ser despertados e alimentados, para garantir um terreno favorável a um projecto de engenharia política que hoje está em decadência, mas que envenena a terra em que está a apodrecer. Se há um princípio cívico de moralidade – e é um cínico e um relutante defensor de argumentos morais em política que escreve isto – o que está a acontecer aos funcionários públicos deveria fazer soar todos os sinais de alarme.
Face a esta situação, precisávamos de gente como Thomas Paine que nos ensinasse que a “moderação no Bem” não é uma coisa boa. E que se a “moderação no temperamento é sempre uma virtude, a moderação nos princípios é sempre um vício”. Há momentos em que é precisa esta intransigência.
José Pacheco Pereira – “Público” 08 junho 2013



passos coelho o tal malandro
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou que as greves significam que a democracia funciona, defendendo que os mecanismos democráticos "não devem criar excessivos níveis de incerteza ou prejudicar reputações".
E se fosses à merda com a tua concepção de democracia. Democracia é verdade e respeito pela vontade dos cidadãos. Quem é mentiroso e prepotente não é democrata e merece ser corrido a pontapé. E este Coelho já vai tarde.

KAOS:Que grande democrata

KAOS:Que grande democrata

KAOS:Que grande democrata

KAOS:Que grande democrata

KAOS:Que grande democrata

KAOS:Que grande democrata

As capas dos jornais e as principais notícias de Domingo, 16 de Junho de 2013.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Português violador condenado a onze anos no Reino Unido
Quatro esfaqueados em ataque a mesquita britânica
Amarram idosos em assalto
Jovem morre a mergulhar em ribeira
Brasil: Chacina em restaurante
Alcochete: Aterra de emergência
Chamusca: Fogo destrói mata

Capa do Público Público

Sorteio do Totoloto (48º/2013)
Turquia: manifestação no domingo, greve na segunda
Cientista que quis ser médica ganha bolsa de 1,4 milhões
“Estão a dever-me as horas extraordinárias dos últimos 20 anos”
Contra a desconfiança, o segundo Brasil de Scolari está a começar bem
Morreu o piloto argentino José Froilán González
Fogo florestal na Chamusca dominado

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Por que raio?
Leia os restantes textos desta Grande Investigação
Alimentação e saúde pública
'Ayatollah' Gaspar: ponha os olhos nisto!
Peixe proibido vendido como bacalhau
Governo acusa sindicatos de travar nova data de exames
Fenprof fala em mais de 80 mil professores na manif

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Comunidade internacional mostra disponibilidade para trabalhar com Rowhani
Fenprof diz que ministério "nunca sugeriu uma data alternativa" para os exames
Casal de 'Avenida Brasil' despe-se para a Vogue
Donald Trump critica "Uma Família Muito Moderna"
Paulo Bento vai ao Trio D'Ataque
Concorrentes vão saltar em duplas na semi-final de Splash!
Mara quer transformar gema de ovo em antibiótico

Capa do i i

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Milhares de professores dizem 'basta' em Lisboa e prometem continuar luta
Seguro apela ao fim da austeridade e aponta emprego como prioridade
Seguro: Existe no Governo uma "crise" que é "permanente"
Cavaco Silva: Fim do euro "seria um erro dramático" para toda a Europa
Midinvest detém participação superior a 10% da Teixeira Duarte
Desemprego desacelera em Maio com 61.893 novos inscritos
Mais de 14 mil ofertas do centro de emprego ficaram por preencher em Maio

Capa do A Bola A Bola

Play-off sorteado a 21 de outubro
Miguel junta estrelas no seu casamento (com fotos)
Contas da SAD aprovadas
Jorge Jesus com poderes reforçados
Ilori terá acordo com o Liverpool
Paulo Fonseca custou apenas 450 mil euros
Lyon: Lisandro tem proposta das arábias

Capa do Record Record

Kléber entra no dossiê Dória
José Foilán González morre aos 90 anos
Vélez interessado em Rodrigo Mora
Eliseu Trindade: «Se Elias tiver de voltar é o que fará»
Mano Menezes aliado para a venda de Elias
Sneijder nega Chelsea
Atlético Madrid faz contas a Otamendi

Capa do O Jogo O Jogo

Chave do Concurso 48/2013 do Totoloto
O golo que eliminou Ola John
Um, dois, três...a conta que o Brasil fez
Scolari rende-se: "Neymar é um craque"
Predrag Jokanovic de saída
Cabo Verde ainda sonha com o Mundial
Lavrentiev foi o melhor português em Barcelona