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sexta-feira, 28 de junho de 2013

ENCERRRADO - VOLTARÁ BREVEMENTE



POR UMAS HORAS ESTE BLOGUE ESTÁ ENCERRADO .

Copa do Mundo no Brasil !


 Assista antes que seja removido !!!  Lá como cá... !!!  ALGUÉM HÁ DE PAGAR, tal como aconteceu com os 10 estádios construítos com a "benção" e a grande visão estratégica do Sr Guterres !! 
Copa do Mundo no Brasil !
Assista antes que seja removido !!!


Vou mandar colocar um batente destes!!!

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Espanta Visitas, TAMBÉM SERVE PARA COBRADORES.
 
 
ACHA QUE ELA VAI BATER NA PORTA???



SIM OU NÃO???...
VEJA MAIS ABAIXO...

DESCULPA, MAS ACHEI MUITO BOA !!!




Método ideal para espantar
as visitas indesejáveis
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A verdade está vindo à tona, essa msg visa o bem do Brasil, re.


Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net Exclusivo –         

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Além da pressão psicológica que pode fazer mal a um tratamento pós-câncer, o palestrante transnacional Luiz Inácio Lula da Silva já começa a sentir os prejuízos das recentes denúncias de corrupção em torno de seu santo nome. Seis grandes empresas cancelaram palestras que fariam com o líder máximo do Instituto Lula.
Três eventos foram adiados no Brasil. Dois cancelados em Portugal e outro não mais acontecerá em Moçambique. O Rosegate exala cada vez mais cheiro de esgoto para o lado do mito Lula da Silva.
 A petralhada mensaleira se borra de vez com a certeira ameaça de que Marcos Valério, Carlinhos Cachoeira e Paulo Vieira vão apontar quem era o verdadeiro chefe que comandava os inúmeros esquemas de corrupção.
 A temporada de delação premiada tende a evoluir para uma deletação dos principais integrantes do Governo do Crime Organizado.
O apavoramento é geral na grande fossa em torno do Palácio do Planalto.
O medo de sempre é o crime politicamente insepulto de Celso Daniel – prefeito petista de Santo André sequestrado, torturado e assassinado em janeiro de 2002.
Agora, o promotor de Justiça paulista Roberto Wider Filho intimará Marcos Valério Fernandes de Souza a confirmar a informação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi extorquido em R$ 6 milhões pelo empreiteiro de lixo Ronan Maria Pinto.
O MP quer saber se o milionário "pedágio" para parar de ameaçar Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho sobre o hediondo crime contra Daniel foi usado por Ronan na compra do jornal "Diário do Grande ABC", em 2003.  
O novo pavor vem do baiano Paulo Vieira. O diretor exonerado da Agência Nacional de Águas mandou avisar que não sairá da Operação Porto Seguro como o chefe da quadrilha.
Vieira ameaça denunciar "gente graúda" – bem acima dele. O fato concreto e explosivo é que Vieira era parceiro de Rosemary Nóvoa Noronha – apadrinhada de Lula da Silva na chefia de gabinete da Presidência da República em São Paulo.
Vieira negocia uma delação premiada que pode tornar ainda mais deficitária a conta moral da petralhada – uma espécie de rato de esgoto que, se não for extinta, deve ser banida da vida pública diretamente para a fossa.
Pavor maior ainda é se Carlinhos Cachoeira realmente desaguar tudo que sabe. Outro que negocia uma delação premiada, o goiano Carlos Augusto Ramos Cachoeira representa uma ameaça ainda mais perigosa para a cúpula petralha.
Com seus vídeos, gravações e documentos comprometedores, armazenados em nuvem e com familiares de confiança, Cachoeira tem tudo para criar problemas para a Presidência da República (na gestão passada e na atual) e para muitos governadores e prefeitos. Basta que Cachoeira revele o mar de lama em torno da empreiteira Delta (líder do PACo e das mais super faturadas obras do País).
A revelação dos bastidores de negociatas dos mais variados escândalos (Celso Daniel, Mensalão, Rosegate e Delta-Cachoeira) pode derrubar muitos"condomínios" da República Sindicalista do Crime Organizado.
A alta cúpula do Poder Judiciário, incluindo Ministério Público, Polícia Federal e organismos de inteligência do Brasil e do exterior, nunca na história destePais teve tanto apoio para promover delações premiadas que redundem em deletações de políticos corruptos.  
A governança do Crime Organizado, marcada pela parceria criminosa entre os podres poderes estatais e bandidos de toda espécie, inviabiliza o desenvolvimento de negócios transnacionais no Brasil. O atual combate ao crime não ocorre por puritanismo moralista, na romântica luta do bem contra o mal.
Delações deletarão bandidos do poder porque, simplesmente, a Oligarquia Financeira Transnacional – que sempre investiu em nossos corruptos para explorar o Brasil –agora não aguenta mais pagar tanta taxa criminosa de pedágio para um bando de ladrões fora de controle.  
O momento é de salve-se quem puder. Por isso, Presidenta Dilma Rousseff propagandeia na mídia internacional o seu discurso anti-corrupção.
As recentes palavras de Dilma ao jornal francês Le Monde sinalizam que, se o tempo fechar institucionalmente por aqui, ela deseja ser poupada e viabilizada como a "faxineira" que apertará o botão da descarga: "Não tolero corrupção. 
Se há suspeitas fundadas, a pessoa deve partir". Semânticamente, numa análise neurolinguística precipitada, o inconsciente coletivista de Dilma poderia estar se referindo ao seu antecessor.
Afinal, Lula da Silva exercia uma evidente presidência paralela usando dois elementos de extrema confiança: Rose no gabinete presidencial paulista e Gilberto Carvalho na secretaria geral de Dilma. Como Lula ainda não partiu, agora pode sair partido.
O problema da Dilma é ser obrigada a lhe prestar constante fidelidade, com declarações públicas de apoio e exaltação de uma honestidade que fica cada vez mais difícil de comprovar na prática.
O perigo de bagunça institucional se agrava com o conflito entre o desgastado Poder Legislativo e o Poder Judiciário – cuja cúpula surfa na ilusória onda de "salvadores da Pátria".
Com o Poder Executivo afundado no mar de esgoto, o Judiciário tenta se credenciar como o "Poder Moderador" (historicamente exercido pelos militares, depois que derrubaram o Império e proclamaram a República que nunca serviu aos interesses brasileiros).
Tal plano, financiado ocultamente pelos grandes investidores transnacionais, vai ter um final feliz para o Brasil e para os brasileiros?.
Eis a grande pergunta que fica sem resposta até que a Profecia Maia sobre o Brasil se concretize, algum dia, quem sabe... Lembre-se sempre:
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil. Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.


Protecão de dados pessoais: Facebookmania contra a vida privada?



26 junho 2013
Libération Paris

Arcadio
O recente escândalo de espionagem na Web pelos serviços secretos dos Estados Unidos veio sublinhar a necessidade urgente de reforma das regras da União Europeia em matéria de dados pessoais, há anos em discussão. Uma questão sobre a qual as associações de consumidores e os grupos de pressão dos gigantes da Internet se defrontam.

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Raramente se viu desencadear uma torrente de paixões tão forte como a que acompanha o projeto de reforma da política europeia sobre dados pessoais. Por um lado, as ONG e associações de internautas colam fotos de homens em pelota em postais carimbados “Cidadãos expostos”, para defender a proteção da privacidade no ciberespaço, apelando a que os nossos deputados sejam bombardeados com eles, para os mantermos afastados dos grupos de pressão.

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Do outro lado, as mais poderosas empresas da Web lastimam-se, pedindo mais “flexibilidade” para trabalhar os dados privados de milhões de utilizadores. Pelo meio, arquivistas e genealogistas agitam a sua bandeirinha, temendo que o princípio do direito ao esquecimento comprometa a memória coletiva.

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Trata-se de um desafio de grandes repercussões: a reforma em estudo irá substituir a diretiva europeia que rege os dados pessoais, votada – como indica o seu código, “95/46/CE” – em 1995. A paisagem digital mudou muito desde então, tornando-se particularmente obsoleta a disposição do “consentimento inequívoco” dos indivíduos, a condicionar a recolha dos seus dados. “Inequívoco” quer dizer o quê”?

Fantasias inimagináveis das empresas


O grupo de trabalho G-29, que reúne representantes de todas as CNIL – comissões nacionais de Informática e Liberdades – europeias, trabalhou sobre a questão em 2011. Concluiu que essa palavra vaga “é muitas vezes mal interpretada ou simplesmente ignorada”, permitindo quase todas as fantasias imagináveis por parte das empresas: pode ser “uma assinatura por escrito, mas também uma declaração oral, ou um comportamento que permita concluir razoavelmente que implica consentimento”.

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O G29 dá o exemplo de um serviço telefónico que fornece o estado do tempo da cidade de onde telefonam os seus utilizadores: se estes conhecem o princípio de funcionamento do serviço e se mesmo assim ligam voluntariamente, pode-se concluir que concordam que a empresa recolha informações sobre a sua localização. 
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É a mesma lógica da Amazon, que sugere aos utilizadores a compra de “produtos similares” aos que já consultaram no site: perante estas sugestões, os utilizadores deveriam perceber que o seu histórico de navegação é gravado; logo, se se mantêm na Amazon.com, é porque não têm nenhuma objeção a isso. O “consentimento” dos internautas está a transformar-se aos poucos numa “ausência de recusa”.

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A reforma integral da diretiva foi concebida para dar aos cidadãos o controlo efetivo dos seus dados. Primeiro, consagrando finalmente o princípio do “direito ao esquecimento”, tão reivindicado nos últimos anos. Em segundo lugar e mais importante, instaurando o retorno da palavra “explícito” ao lado do termo “consentimento”. 
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Uma pequena palavra que tem uma enorme quantidade de inimigos. Já considerada e depois eliminada em 1995, voltou à mesa para caracterizar a forma como uma “pessoa envolvida concorda, por meio de uma declaração ou de um ato positivo unívoco, que dados de caráter pessoal que lhe dizem respeito sejam objeto de processamento”.

Uma inundação de “pop-ups”


Na prática, pode ser uma pequena bula, como a que já utilizam os navegadores Firefox e Chrome, quando se visita um site em que há necessidade de se fazer geolocalização. Pode-se, então, optar por permitir que o site recolha essa informação apenas na visita em curso, em todas as futuras visitas... ou nunca e para todo o sempre. Imagine-se uma mensagem “pop-up” no YouTube a pedir autorização para pesquisar o nosso histórico de navegação, antes de nos propor vídeos de gatinhos fofos.

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Imaginemos o Facebook a avisar-nos de que o número de telemóvel que acabamos de lhe proporcionar para “reforçar a segurança da [nossa] conta” pode ser enviado para os programadores do Farmville. Sonhamos com “banners” bloqueados até darmos autorização para sermos classificados em classes de idade, sexo, residência e marcas favoritas de fatos de banho.

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Que horror!, essa “inundação” de “pop-ups” acabaria por confundir os utilizadores, exclamam Facebook, Amazon, Microsoft, Google e eBay, que temem que o consentimento explícito sistemático “excessivamente rígido e formal” dificulte a sua capacidade de “inovar” (não podem inovar com o consentimento dos clientes?). 
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Este bando alegre pediu tão insistentemente aos deputados para renunciarem ao consentimento explícito, que o texto votado pela comissão para as “liberdades civis” do Parlamento Europeu, em 29 de maio, incorporou múltiplas alterações, por vezes copiadas na íntegra de propostas dos grupos de pressão...

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A pressão das empresas, tão intensa que 18 ONG norte-americanas acabaram por exigir solenemente que os Estados Unidos deixassem de intervir na legislação europeia, tem óbvias motivações económicas. “Os gigantes da Internet temem que mais controlo dos utilizadores reduza a quantidade de dados que processam”, explica a associação francesa Quadrature du Net. E os seus argumentos são atendidos. 
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Considerando que o projeto é demasiado penalizador para as PME (e muito vago e sensível, por outro lado), os deputados europeus acabam de retocar o texto, adiando um debate mais aprofundado para 2014. Até lá, os gigantes da Web terão tempo para coligir um belo pacote de dados pessoais.

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Traduzido por Ana Cardoso Pires

Carta ao Sr Prof Cavaco Silva,Ilustre Presidente da República

Meu Caro Sr Prof Cavaco Silva,
Ilustre Presidente da República
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Antes de mais, peço desculpa por, DE NOVO, me dirigir a si através deste meio, o facebook, mas, aparentemente, pelas suas (E DOS SEUS MAIS PRÓXIMOS) reacções à minha anterior missiva, este é o único meio a que Vossa Excelência responde (independentemente da qualidade, da honestidade ou da boa fé da sua resposta, por palavras ou, principalmente, por actos).
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Acabei de ler as SUAS DECLARAÇÕES de ontem, dia 10 de Junho (dia de Portugal, de Camões, das Comunidades Portuguesas … do que lhe quiserem chamar). Peço desculpa por não o ter visto ou ouvido em directo mas, como Vossa Excelência deve entender, depois dos seus últimos actos para comigo (e para com muitos dos que discordam de si), NÃO TENHO MUITA VONTADE DE O VER OU OUVIR.

De acordo com o que li, o Senhor disse que: NÃO HÁ RISCOS associados a FRAGMENTAÇÃO SOCIAL.
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Meu caro Senhor Professor, lamento informá-lo mas ESTÁ ENGANADO, quiçá mal informado, mal assessorado ou, simplesmente, mal acompanhado.
 CONVIDO-O A LEVANTAR-SE DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e fazer uma visita ao País real.
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Como estamos em época de contenção de custos, proponho-lhe, desde já, uma viagem simples (menos de 20 euros por cada pessoa que quiser levar na comitiva presidencial, recorrendo aos bons serviços da CARRIS e aos excelentes serviços do Metropolitano de Lisboa).
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Repito: CONVIDO-O A LEVANTAR-SE DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e fazer uma visita ao País real.
 Uma visita simples:

- Saia do palácio ao princípio da manhã e apanhe um autocarro de Belém para o Areeiro; meta-se no Metro e saia na Estação dos Anjos, ao meio da manhã, para ver a FILA DE ESFOMEADOS (SÃO PESSOAS) que ali se junta (e ali se aguenta um par de horas) para receber uma REFEIÇÃO GRATUITA;
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- Meta-se de novo no Metro, escolha qualquer direcção e saia num dos grandes centros comerciais de Lisboa e vá almoçar; OBSERVE as pessoas que navegam nas zonas de alimentação à espera que os outros se levantem para, de forma rápida, se sentarem para COMER OS RESTOS DEIXADOS NOS PRATOS (e repare, REPARE BEM, SÃO PESSOAS que ainda se conseguem apresentar de forma suficientemente “bem” para escaparem à vigilância dos seguranças);
- Apanhe o Metro, um Autocarro, ou uma combinação dos dois e vá até junto do Tejo; passeie a tarde a pé do Terreiro do Paço até ao Cais do Sodré e observe; OBSERVE as pessoas (são velhos, essa raça desprezada, mas ainda SÃO PESSOAS) que disputam com os Pombos e as Gaivotas as dádivas de comida, para espanto (e fotografia) dos turistas que nos visitam;
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- Apanhe o Metro e vá jantar a outro dos grandes centros comerciais da Cidade e observe; OBSERVE que se repete a cena do almoço (e olhe bem, SÃO PESSOAS);
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- Não demore muito a jantar; apanhe a linha vermelha e saia nas Olaias por volta das 21:30 e veja o aglomerado de pessoas (SÃO PESSOAS, Senhor Presidente) que esperam ansiosamente a colocação, no exterior, dos caixotes do lixo do supermercado para, cuidadosamente, tentar encontrar “coisas” que se possam comer;
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- Já que está por ali, entre de novo na linha vermelha e vá até à Gare do Oriente, um dos símbolos indiscutíveis do Portugal Moderno; sente-se no muro junto à PSP e observe; OBSERVE as pessoas (SÃO PESSOAS, Senhor Professor, muitas pessoas) que naqueles muros frios encontram a única cama que lhes resta para passar a noite.
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Repito: CONVIDO-O A LEVANTAR-SE DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e fazer uma visita ao País real. Esta visita simples que lhe propus. Bem sei que o Senhor acha que eu sou pouco inteligente e que pertenço ao grupo de pessoas que, erradamente (as palavras são suas), escrevem contra o oásis em que vivemos. Mas, por uma vez, aceite um conselho meu: LEVANTE-SE DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e vá sentir a verdade.
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Se, por dificuldades orçamentais, esta visita não planeada, não tiver autorização de verbas do Sr Dr Vitor Gaspar, ofereço-me aqui, PUBLICAMENTE, para a custear.
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Eu sei, reconheço-lhe isso, que o Senhor é superiormente inteligente. Muito mais que eu. De qualquer outra forma TERIA SIDO IMPOSSÍVEL, para si, com os seus, e da Sra D Maria, MODESTOS RENDIMENTOS (as palavras são, uma vez mais, suas) ter-se tornado rico e juntado o pecúlio MILIONÁRIO que detém.
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Mas, se é assim inteligente, é impossível não ser observador. LEVANTE-SE DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e OBSERVE!
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E, meu caro, SE DEPOIS DESTA VISITA, que graciosamente lhe desenhei, continuar a achar que NÃO HÁ RISCOS associados a FRAGMENTAÇÃO SOCIAL, então o caso é muito mais sério do que aparenta! Não sei se por degeneração mental, como alguns afirmam, se por chantagem sobre o caso BPN, como outros ventilam ou, ainda, se por PURA MALDADE (eventualmente refinada com a idade). Só sei que É GRAVE!
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Despeço-me respeitosamente, aproveitando para lhe deixar um último conselho (meu e de todos os que ainda temos uma réstia de humanidade): aproveite o facto de se ter LEVANTADO DA SUA CADEIRA PRESIDENCIAL e … VÁ-SE EMBORA!
 Respeitosamente,
Carlos Paz