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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

“TIREM AS MÃOS DO NOSSO ROCHEDO”


Uma das razões pelas quais a União Europeia não pode ter o upgrade político que os engenheiros utópicos do europeísmo desejam é porque, como velho continente, - muita guerra geopolítica, nacional, e civil durante muitos séculos, muitas raças, culturas, tradições “história” hard, - só com muita prudência se pode avançar sem retirar debaixo do tapete um dos múltiplos conflitos nacionais que lá estão escondidos. 
 
Um desses, o “rochedo” inglês em território espanhol, está de novo a aquecer os ânimos entre o Reino Unido e a Espanha, motivando uma florida retórica bélica do Presidente da Câmara de Londres. Espanha que, por sua vez, têm umas possessões em Marrocos, de que também não quer ouvir falar que não são “espanholas”. 
 
Se começarmos por Portugal, estamos em perfeita felicidade, porque Olivença se bem que não inteiramente “resolvida”, não excita ninguém a não ser o seu Grupo de Amigos. Mas, caminhando para dentro da Europa, temos as “nacionalidades” espanholas, em particular o País Basco e Catalunha, depois a Córsega, o Reino Unido às voltas com a independência da Escócia e com a ferida do Ulster, a Itália com o pequeno problema do Trentino- Alto-Ádige e o grande problema da Lega Nord. Quanto mais para o centro leste da Europa, pior. 
 
Temos a pilha explosiva das Balcãs, de que nem vale a pena falar, a fronteira greco-turca no Mar Egeu, o Epiro entre a Grécia e a Albânia e a Macedónia (perdão FYROM, “antiga república jugoslava da Macedónia”, nome oficial), a Moldávia dividida, as múltiplas leis que após a II Guerra limitaram os direitos de propriedade alemães na República Checa, na Dinamarca, na Polónia, toda a complicada fronteira da Federação Russa, não sustentada em acordos internacionais mas apenas acordos temporários, de Spitzberg no Ártico, passando pelo enclave de Kaliningrado, à Ossétia na Geórgia. 

Com excepção habitual dos Balcãs e do Cáucaso, a maioria dos conflitos estão naquilo que se chama “baixa intensidade”, mas estão lá. Nenhum desapareceu, alguns estão em crescendo, como se vê com o “rochedo”, ou com a rejeição da Alemanha na Grécia, que vai buscar as memórias da guerra e da ocupação. 
 
A União Europeia e a OSCE têm tido um papel positivo em evitar muita conflitualidade, mas esta situação devia ser sempre um sinal de prudência para as aventuras da criação utópica de uns “Estados Unidos da Europa”, que meia dúzia de burocratas e governantes, mais bruxelenses do que nacionais, pensam que se pode fazer escrevendo bonitas palavras num papel.

(url)

CHICO-ESPERTICES, ANGOLANOS NOVOS-RICOS – Mia Couto





Ricos são como a cerveja tirada à pressão: num instante, mas a maior parte é só espuma - Mia Couto
 
Lisboa - Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele. A verdade é esta: são demasiado pobres os nossos “ricos”. Aquilo que têm, não detêm. Pior, aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados.
 
"Novos Ricos angolanos": São nacionais só na aparência porque estão prontos a serem moleques de estrangeiros.
 
Necessitariam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por os lançar a eles próprios na cadeia. Necessitariam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem.
 
O maior sonho dos nossos novos-ricos é, afinal, muito pequenito: um carro de luxo, umas efémeras cintilâncias. Mas a luxuosa viatura não pode sonhar muito, sacudida pelos buracos das avenidas.
 
O Mercedes e o BMW não podem fazer inteiro uso dos seus brilhos, ocupados que estão em se esquivar entre chapas muito convexos e estradas muito côncavas. A existência de estradas boas dependeria de outro tipo de riqueza. Uma riqueza que servisse a cidade. E a riqueza dos nossos novos-ricos nasceu de um movimento contrário: do empobrecimento da cidade e da sociedade.
 
As casas de luxo dos nossos falsos ricos são menos para serem habitadas do que para serem vistas. Fizeram-se para os olhos de quem passa. Mas ao exibirem-se, assim, cheias de folhos e chibantices, acabam atraindo alheias cobiças. O fausto das residências chama grades, vedações electrificadas e guardas privados. Mas por mais guardas que tenham à porta, os nossos pobres-ricos não afastam o receio das invejas e dos feitiços que essas invejas convocam.
 
Coitados dos novos ricos. São como a  cerveja tirada à pressão. São feitos num instante mas a maior parte é só espuma. O que resta de verdadeiro é mais o copo que o conteúdo. Podiam criar gado ou vegetais. Mas não. Em vez disso, os nossos endinheirados feitos sob pressão criam amantes.
 
Mas as amantes (e/ou os amantes) têm um grave inconveniente: necessitam ser sustentadas com dispendiosos mimos. O maior inconveniente é ainda a ausência de garantia do produto. A amante de um pode ser, amanhã, amante de outro. O coração do criador de amantes não tem sossego: quem traiu sabe que pode ser traído.
 
Os nossos endinheirados às pressas, não se sentem bem na sua própria pele. Sonham em ser americanos, sul-africanos. Aspiram ser outros, distantes da sua origem, da sua condição. E lá estão eles imitando os outros, assimilando os tiques dos verdadeiros ricos de lugares verdadeiramente ricos.
 
Mas os nossos candidatos a homens de negócios não são capazes de resolver o mais simples dos dilemas: podem comprar aparências, mas não podem comprar o respeito e o afecto dos outros. Esses outros que os vêem passear-se nos mal explicados luxos. Esses outros que reconhecem neles uma tradução de uma mentira. A nossa elite endinheirada não é uma elite: é uma falsificação, uma imitação apressada.
 
A luta de libertação nacional guiou-se por um princípio moral: não se pretendia substituir uma elite exploradora por outra, mesmo sendo de uma outra raça. Não se queria uma simples mudança de turno nos opressores. Estamos hoje no limiar de uma decisão: quem faremos jogar no combate pelo desenvolvimento? Serão estes que nos vão representar nesse relvado chamado “a luta pelo progresso”? Os nossos novos ricos(que nem sabem explicar a proveniência dos seus dinheiros) já se tomam a si mesmos como suplentes, ansiosos pelo seu turno na pilhagem do país.
 
São nacionais mas só na aparência. Porque estão prontos a serem moleques de outros, estrangeiros. Desde que lhes agitem com suficientes atractivos irão vendendo o pouco que nos resta. Alguns dos nossos endinheirados não se afastam muito dos miúdos que pedem para guardar carros.
 
Os novos candidatos a poderosos pedem para ficar a guardar o país. A comunidade doadora pode ir ás compras ou almoçar à vontade que eles ficam a tomar conta da nação. Os nossos ricos dão uma imagem infantil de quem somos. Parecem crianças que entraram numa loja de rebuçados. Derretem-se perante o fascínio de uns bens de ostentação.
 
Servem-se do erário público como se fosse a sua panela pessoal. Envergonha-nos a sua arrogância, a sua falta de cultura, o seu desprezo pelo povo, a sua atitude elitista para com a pobreza. Como eu sonhava que Moçambique tivesse ricos de riqueza verdadeira e de proveniência limpa! Ricos que gostassem do seu povo e defendessem o seu país. Ricos que criassem riqueza. Que criassem emprego e desenvolvessem a economia. Que respeitassem as/os índios norte-americanos que sobreviveram ao massacre da colonização operaram uma espécie de suicídio póstumo: entregaram-se à bebida até dissolverem a dignidade dos seus antepassados. No nosso caso, o dinheiro pode ser essa fatal bebida.
 
Uma parte da nossa elite está pronta para realizar esse suicídio histórico.
 
Que se matem sozinhos. Não nos arrastem a nós e ao país inteiro nesse afundamento.
 
Mia Couto - 20 junho 2013

Passos Coelho não valia, nem vale, nem sequer um caracol


O Passos Coelho que eu conheci!


Segunda-feira, 19 de Agosto de 2013


Conheci pessoalmente Passos Coelho, se não me falha a memória, em 1985, quando tinha 19 anos, num encontro de Verão da JSD, em Coruche, ainda não se chamavam então as "Universidades de Verão" da JSD.

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A minha verdadeira Universidade de Coimbra haveria de chegar depois, onde me licenciei após 5 anos do curso de Direito, sem ter recebido equivalências ou favores.

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Fui aí apresentado a Passos Coelho por Miguel Relvas. Recordo-me bem, Passos Coelho estava sentado num sofá, estendeu-me a mão para apertar a minha, nunca se levantou, trocamos breves palavras enquanto ele continuava em algazarra com os seus amigos com ele sentados, aos quais não fui apresentado.

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Despedi-me dele com um aperto de mão, sem que Passos Coelho se levantasse para eu daí me ausentar. Ao virar as costas para dali sair, ouvi uma sonora gargalhada dele acompanhada pela galhofa de quem lhe fazia companhia.

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Não gostei mesmo nada daquele encontro, nem sequer da sua sobranceria e modo nada elegante com que me cumprimentou, sem se levantar, e achei mesmo insultuoso rir-se nas minhas costas enquanto me ausentava e, portanto, desde esse dia e com o sucedido que fiquei com a ideia de que Passos Coelho não valia, nem vale, nem sequer um caracol.

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E ainda fiquei mais certo, após o ouvir intervir na palestra desse encontro, que estava perante um indivíduo de ideias superficiais, sem qualquer substância e sem dignos conhecimentos, mas, seguramente nos métodos e na forma de se colocar na política e como a entendia fazer-se, que estávamos perante um marxista, um arrivista e calculista, um sujeito extremamente ambicioso e que queria, como havia de conseguir, chegar à presidência do PSD e, naturalmente, o que ainda mais ambicionava e perseguia, chegar a Primeiro-Ministro de Portugal.

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Já de Miguel Relvas, quem melhor conheci no meu tempo de estudante em Tomar, tenho dele a ideia que era "amigo do seu amigo", mas desde que lhe fossem totalmente leais e se submetessem sem questionar ao seu domínio.

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Há mais de 25 anos que não contacto com nenhum deles e, mais tarde, também havia de pedir a minha desfiliação do PSD logo que em 1999 Durão Barroso chegou ao lugar de seu Presidente.

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Nesta altura, para mim, o ideal liberal, democrático e popular do PPD/PSD havia definitivamente morrido nesse partido e nada mais me ligava ao partido esquerdista, clientelar e cheio de oportunistas em que se tornou.

É como o outro dizia: "é a vida..."



publicado por Sérgio Passos às 17:02
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KAOS:Justiça à velocidade da luz

paula teixeira da cruz justica caracol

KAOS:Bife…em sangue …. Produce of Portugal



KAOS:madonna

paulo portas madona
Sei que é mais um boneco sem texto porque nem sei o que escrever, mas já expliquei que só me apetece fazer parvoíces.  Se houver quem lhe queira encontrar um sentido pois que esteja à vontade faça esse favor .

EU,CIDADÃO,ACUSO!




22 de Agosto de 2013 às 15:28
Os sucessivos incêndios que têm assolado o país,praticamente em todos os distritos,deixando atrás de si um rasto de destruição,miséria, mesmo,em algumas situações,de verdadeira tragédia e muito em especial originando perda de vidas humanas, na maioria das situações dos verdadeiros heróis que são os "soldados da paz",de modo algum me pode deixar indiferente ou apenas simplesmente triste.

Na verdade, e perante uma realidade que,pelo menos em parte,poderia ser evitada,sinto-me na obrigação moral,sem o que traíria a minha consciência,o que nunca me perdoaria, a repetir as críticas que há anos venho fazendo e que nada mais são do que a defesa de princípios que defendi,pelo menos parte deles,quando, há já dezenas de anos,comandava uma Unidade Militar em Ponta Delgada.

Princípios e sugestões que,então,não tiveram a menor receptividade,mas que, embora de forma meramente pontual,vi começar a serem concretizados, há alguns anos.

E refiro-me,neste âmbito, à utilização das Forças Armadas em missões em que a sua utilidade é indiscutível, como a abertura de caminhos nas matas e florestas,facilitando o acesso a viaturas auto, no patrulhamento daquelas,numa medida de prevenção, princípio que,por norma,é esquecido,em diversas áreas da actividade nacional,e mesmo no próprio combate a incêndios, mediante instrução prévia, dada por especialistas na matéria.

E por que não, mesmo a abertura de acessos a localidades mais isoladas, em que a utilização de meios auto por vezes é inviável. E resta ainda a utilização da Força Aérea, aproveitando os meios de que dispõe, no combate a incêndios, mesmo que recorrendo a algumas adaptações.

Mas parece-me que,para além de eventuais interesses financeiros, que poderiam ficar,em certas situações,prejudicados,há como que um pavor,por parte de alguns responsáveis,em verem forças armadas na rua,ou nos céus...

E,estando provado que grande parte dos incêndios têm origem criminosa,qual a razão pela qual as penas não se tornam muito mais pesadas e gravosas,extensivas aos que,das consequências dos fogos,retiram altos proveitos...
 
E sabendo-se do descalabro tantas vezes verificado,na aplicação dos dinheiros públicos,por que não se tomam,em relação aos bombeiros,medidas que tão reclamadas e justas são, principalmente no fornecimento de equipamentos e acções de formação e na protecção às famílias das vítimas dos que morrem para que outros possam viver?

E por que não são reforçadas as forças da Polícia especializadas na detecção das verdadeiras causas dos incêndios e dos seus autores,nas situações em que a dúvida justifica a sua intervenção?

Tudo o exposto implica,como é lógico, dispêndio de verbas, mas que de modo algum considero serem despesas,mas simplesmente investimentos.E os prejuízos, a vários níveis que as sucessivas catástrofes acarretam,não serão muito superiores aos valores do que qualifico de investimento?

Mas existem,e todos o sabemos, responsáveis,por acção ou omissão,do verdadeiro inferno,físico, económico e financeiro com que muitas populações se debatem, situação ainda mais revoltante quando se avaliam os verdadeiros "roubos" de que o erário público é frequentemente vítima, quer por casos como o do BPN-e trata-se de um mero exemplo-quer na sequência de obras e da administração de empresas públicas ou público privadas...

Façam-se contas aos custos,para o erário público, e meramente a título de exemplo,do que se passou e passa com as PPPs

E porque nunca deixei de denunciar o que entendo ser de interesse público denunciar,dado que só assim se pode assumir a condição de intelectual e politicamente honesto, aqui fica,como cidadão e no uso do que considero ser uma obrigação que uma verdadeira CIDADANIA impõe, a minha acusação aos responsáveis,por tudo o que no texto consta!

Finanças destroem documentos 'chave' sobre swaps no Estado

A confirmar-se é mais um dos repetidos  indícios de que os Portugueses estão à mercê de uma verdadeira associação criminosa instalada no poder.

IGF Finanças destroem documentos 'chave' sobre swaps no Estado
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A Inspecção-Geral das Finanças (IGF) destruiu papéis de trabalho dos inspectores sobre contratos swap de seis empresas públicas, essenciais para avaliar o controlo dos produtos tóxicos. Os únicos documentos que restaram, relata a edição desta quinta-feira do jornal Público, reportam apenas à CP e à Carris.
Finanças destroem documentos 'chave' sobre swaps no Estado
DR
Economia
PUB

Uma auditoria interna levada a cabo na Inspecção-Geral das Finanças (IGF), por sinal, solicitada pela ministra Maria Luís Albuquerque, revelou que parte da documentação produzida em 2008 sobre os swap em empresas públicas foi, entretanto, destruída, avança o jornal Público.
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Em causa estão oito dossiês cujo papel seria essencial para aferir o controlo que foi feito por aquele organismo no que à celebração de contratos tóxicos por parte de empresas do Estado diz respeito.
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Segundo o jornal Público, no pedido feito a 31 de Maio, pela então secretária de Estado do Tesouro, para que a auditoria fosse realizada, manifestava-se a necessidade “de consultar papéis de trabalho” dos inspectores sobre os produtos financeiros de alto risco. Mas dos documentos relativos às oito empresas, seis desapareceram, alegadamente em virtude de normas internas, restando apenas aqueles que se referem à CP e à Carris.
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“Os processos de controlo no âmbito do Sector Empresarial do Estado mantêm-se na fase activa durante três anos”, explica a subinspectora-geral das Finanças, num e-mail a que o Público teve acesso, sendo que são depois fornecidas instruções sobre quais podem ser destruídos.
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Ora, essa tarefa está a cargo do director operacional, Heitor Agrochão, que confirmou ao Público “que foram dadas instruções para que [os papéis] fossem destruídos”, adiantando ainda que “desconhece os motivos pelos quais os dossiês da Carris e da CP foram poupados. 

OS PRODUTOS PORTUGUESES

Indústria,de caralhos que o Governo de Passos Coelhos/Portas não desejam privatizar e vender aos estrangeiros.

Perguntar não ofende, né????
CAVACO E CIA ACABARAM COM AS INDÚSTRIAS NACIONAIS, AS PESCAS NACIONAIS, A AGRICULTURA NACIONAL!!!

ENTÃO COMPRAMOS,  COMEMOS E BEBEMOS O QUÊ???????????

PASSAMOS A FAZER COMPRAS NAS CALDAS????
 

Dívida pública supera 130% do PIB no primeiro semestre de 2013






A dívida das administrações públicas, na ótica de Maastricht, superou os 130% do Produto Interno Bruto no primeiro semestre deste ano, para os 214573 milhões de euros, segundo o Banco de Portugal.
Dívida pública supera 130% do PIB no primeiro semestre de 2013
foto Adelino Meireles / Global Imagens  Sede do Banco de Portugal, no Porto


De acordo com dados preliminares do Boletim Estatístico do Banco de Portugal divulgados hoje, o total da dívida das administrações públicas atingiu os 214.573 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2013, o equivalente a 131,4% do PIB, na ótica de Maastricht, que é utilizada pela 'troika' (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu).
A trajetória da dívida pública continua a subir, uma vez que, em dezembro de 2012 era de 123,8%, passando para os 127,1% em março deste ano e tendo agora subido para os 131,4%, segundo dados do boletim estatístico de agosto.
Segundo as metas definidas na sétima avaliação da 'troika' a Portugal, a dívida pública portuguesa não deverá ultrapassar os 122,9% do PIB no final de 2013

Bloco recorre ao Tribunal Constitucional para travar candidatura de Menezes




Fernando Veludo, Lusa

O Bloco de Esquerda interpôs esta quinta-feira para o Tribunal Constitucional um recurso da decisão que deu Luís Filipe Menezes como elegível para a Câmara Municipal do Porto. No texto do recurso, o partido pede que o candidato pela coligação Porto Forte seja “considerado inelegível”, alegando violação do artigo 118 da Constituição da República e da controversa lei de limitação de mandatos.

IGF destruiu documentos essenciais para analisar contratos swap



IGF destruiu documentos essenciais para analisar contratos swap 
Lusa

A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) destruiu documentos sobre os contratos swap, que seriam essenciais para avaliar o controlo à subscrição destes produtos feito pelas empresas públicas, revela o jornal Público de hoje. Segundo a auditoria solicitada pela ministra das Finanças, dos oito dossiers necessários para analisar a situação apenas dois não foram eliminados.

A notícia do Público é baseada na auditoria pedida por Maria Luís Albuquerque a 31 de Maio à própria IGF, a que o jornal teve acesso. Segundo a auditoria, estão apenas disponíveis todos os documentos sobre os swaps da CP e da Carris, para além de documentação sobre o relatório final. Os restantes terão sido destruídos, de acordo com a portaria 525/2002, que estabelece as regras para a destruição de documentos nos organismos públicos.

Segundo essa portaria, passado três anos são identificados "nas caixas os papéis de trabalho e a data a partir da qual os mesmos podem ser destruídos". Uma tarefa que cabia ao director operacional. Inquirido pela IGF sobre a destruição destes documentos, o responsável confirmou a sua destruição, referindo que "desconhece a razão pela qual" os documentos relativos aos processos da CP, da Carris e do relatório final ainda existem, conta o jornal Público.

Também hoje o Correio da Manhã revela que o Governo está a entupir o inquérito sobre swaps que decorre na comissão parlamentar de inquérito ao enviar milhares de documentos para serem analisados pelos deputados, como foi requerido pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda. "Vai haver trabalho durante meses só para analisar detalhadamente todos os documentos um a um", disse ao jornal uma fonte ligada ao inquérito.

Há um prazo de 90 dias para chegar a conclusões, mas a quantidade de documentos agora enviada pelo Governo para o Parlamento levará certamente os deputados a pedir um prolongamento do tempo de vida da comissão de inquérito, diz o Correio da Manhã, que relembra que este não é caso único: os documentos enviados para a comissão de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP) encheram duas salas.

Os trabalhos da comissão de inquérito aos contratos swap devem ser retomadas já em setembro. Deverão ser ouvidos, entre outros, Silva Rodrigues, presidente da Carris e do Metro, exonerado na sequência da polémica, e Carlos Tavares, presidente da Comissão de Mrcados de Valores Mobiliários.

"ARRUFOS SE ADVINHAM"!



Conhecem a nova Lei do sigilo dos privilégios dos políticos?



...E todos eles (sem excepção) dizem que lutam por uma  maior transparência...eheheheh

No entanto, como podem verificar, até a linguagem usada faz passar quase despercebido quem fica isento de serem mantidos públicos os subsídios que recebe do estado...

Para estas 'coisitas' têm eles habilidade...e estão de acordo (CDS, PSD e PS)

Para estabelecer um programa estratégico de evolução para o país é que não...

A. Franco Preto
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Eles, os parasitas roubam-nos atribuindo-se privilégios e remunerações capciosas, e agora aprovam uma lei que proíbe que tomemos conhecimento do roubo!
Não estará na altura de começar a 'caçá-los'? 

Lei do sigilo dos privilégios dos políticos.
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Sob proposta do Governo foi aprovada no passado dia 24 de Julho de 2013 pela Assembleia da República, com os votos favoráveis do PSD, do CDS e do PS a Proposta de Lei 150/XII, por meio do Decreto nº 166/XII, enviado já para promulgação pelo Presidente da República e depois para posterior publicação no Diário da República, a nova lei que regula a a obrigatoriedade de publicitação dos benefícios concedidos pela Administração Pública a todos os particulares.
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Esta lei procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 167/2008, de 26 de agosto, e revoga as Leis n.ºs 26/94, de 19 de agosto e 104/97, de 13 de setembro.
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Esta nova lei, agora aprovada pela AR, no seu art.º 2, n.º 4, alínea b) exceciona propositadamente da publicitação "OS subsídios, subvenções, bonificações, ajudas, incentivos ou donativos cuja decisão de atribuição se restrinja à mera verificação objetiva dos pressupostos legais".
ou sejacoloca de fora do conhecimento público, portanto ficam protegidas pelo sigilo, as subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos.
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Lembramos que na lista dos beneficiados destas subvenções encontram-se os titulares de cargos políticos desde o 25 de Abril de 1974, sendo todos OS Presidentes da República, os membros do Governo, os deputados à Assembleia da República, os ministros da República para as regiões autónomas, os membros do Conselho de Estado e os Juízes do Tribunal Constitucional.
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É o caso para dizer que, infelizmente, uma vez mais, em Portugal os políticos são tratados como cidadãos acima da lei, dando-se a is próprios privilégios e prerrogativas anormais e superiores aos demais portugueses, que depois mantêm secretas, portanto, total e absurdamente à margem da lei.
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Isto é um vergonhoso atropelo ao estado de direito, uma flagrante e escandalosa violação, entre outros, dos princípios constitucionais da igualdade, da transparência e publicidade dos actos administrativos, tudo muito próprio de uma reles ditadura ou de um estado de delinquentes!

KAOS:A bolha vai rebentar


maria luis albuquerque rapariga com brinco e bola gumme
Ando completamente sem ideias para os bonecos. Olho para este governo e fico enjoado, tudo o que fazem é mau, é maldoso e é criminoso. Não prestam, são nojentos, sujos, uma corja do pior. Não há boneco que os represente que lhes faça a justiça que merecem.  Acabo por isso a fazer bonecos sem sentido só pelo prazer de os fazer como aconteceu com este. Que poderia dizer que um dia isto lhe vai rebentar nas trombas. Feliz dia esse será.
É por isso que muitos dos bonecos poderão não parecer fazer sentido, porque na realidade não o fazem a não ser o prazer que me dão ao fazê-lo. As minhas desculpas mas neste momento não consigo fazer nem mais nem melhor.

VLADIMIR PUTIN AOS RUSSOS VIVOS:



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Qualquer minoria, de qualquer lugar, se quiser viver na Rússia, para trabalhar, comer na Rússia, deve falar russo e deve respeitar as leis russas.
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Se eles preferem Lei Sharia, então nós aconselhá-los a ir a esses lugares onde isso é a lei estadual.
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A Rússia não precisa de minorias. As minorias devem à Rússia, e não vamos conceder-lhes privilégios especiais, nem tentar mudar nossas leis para atender os seus desejos, não importa o quão alto eles gritam "discriminação".
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É melhor aprender com os suicídios dos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda e França, se quisermos sobreviver como uma nação.
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Os costumes e tradições russas não são compatíveis com a falta de cultura ou das formas primitivas da maioria das minorias.
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Quando este órgão legislativo, honroso acha de criar novas leis, ele deve ter em mente o interesse nacional em primeiro lugar, observar que as minorias não são russas.

Os políticos na Duma deu a Putin uma ovação de pé por cinco minutos.
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"In Russia live Russians. Any minority, from anywhere, if it wants to live in Russia, to work and eat in Russia, should speak Russian, and should respect the Russian laws. If they prefer Sharia Law, then we advise them to go to those places where that's the state law. Russia does not need minorities. Minorities need Russia, and we will not grant them special privileges, nor try to change our laws to fit their desires, no matter how loud they yell 'discrimination'. We better learn from the suicides of America, England, Holland and France, if we are to survive as a nation. The Russian customs and traditions are not compatible with the lack of culture or the primitive ways of most minorities. When this honourable legislative body thinks of creating new laws, it should have in mind the national interest first, observing that the minorities are not Russians.
The politicians in the Duma gave Putin a standing