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terça-feira, 27 de agosto de 2013

ELA, A MANELA GUEDES, ESTÁ AÍ COM OS ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO

Manuela Moura Guedes apresenta Quem Quer Ser Milionário na RTP

 


Jornalista regressa ao entretenimento no canal público.
Manuela Moura Guedes vai trocar a carreira de jornalista pela de apresentadora de concursos. Segundo o PÚBLICO apurou Guedes vai ser a nova apresentadora do concurso Quem Quer Ser Milionário da RTP1, que deverá ter inicio já em Setembro.

Moura Guedes regressa assim à televisão pública onde começou a apresentar programas de entretenimento, passando depois para a direcção de informação
.
Em 1995 transferiu-se para a TVI adoptando um estilo polémico na informação que ganhou amores e ódios.

Em 2009 acabou por pedir a sua demissão da TVI, depois de ver o seu espaço de informação cancelado pelos responsáveis espanhóis da administração da TVI.

No passado dia 23 na sua página do Facebook Manuela Moura Guedes afirmou-se “proscrita” a propósito da polémica entrevista de Judite Sousa a um milionário brasileiro a viver em Portugal.

“Ela [Judite de Sousa] está no activo, é directora numa estação de televisão, tem uma carreira de sucesso , eu, estou proscrita há 4 anos , desempregada.”

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013.




Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Morre irmão de Domingos Paciência
Ministérios entregam Orçamento
Feridos em colisão
Água em minerais na Lua
Segundo prémio euromilionário
Tratamento igual para todos
Rui Machete abandona EDP

Capa do Público Público

Manuela Moura Guedes apresenta Quem Quer Ser Milionário na RTP
O romance de Samantha Shannon, "a nova J. K. Rowling", vai ser publicado em Portugal pela Leya
Arsenal confirma apuramento, PAOK perde oportunidade histórica na Champions
Euromilhões de sexta-feira com jackpot de 25 milhões
Ministério da Justiça prepara concurso “urgente” para novos gestores de insolvências
Reforço do stock de medicamento para doentes de Parkinson em Setembro
Sorteio do Euromilhões (69º/2013)

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Fogos em Amarante e Vila Flor preocupam bombeiros
António Borges
O País visto de uma varanda
Próximo sorteio com "jackpot" de 25 ME
Um morto e dois feridos graves em acidente na A4
Passos garante que meios de combate são adequados
Mais de 57 mil funcionários fizeram simulação de rescisão

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Rússia discorda de informações norte-americanas sobre armas químicas na Síria
Roger Federer na segunda ronda do US Open, tal como dois portugueses
Encontrado sétimo morto em escombros de prédio que desabou em São Paulo
Dominado incêndio em fábrica de panelas em Baguim do Monte
Bombeiros de bicicleta fazem patrulha junto às praias
Rapaz de 14 anos enforcado quando brincava em estufa
Sara Santos escolhida para filme americano

Capa do i i

Ronaldo e Messi nos finalistas ao prémio da UEFA, mas é Ribéry o candidato mais forte
CIA ajudou Saddam Hussein a gazear tropas iranianas
Carvalho da Silva estranha relevo dado novamente à sua saída do PCP
Fenprof promete lutar contra cortes nas instituições e quer reunir com governo
Grávidas e mulheres a amamentar aconselhadas a tomar iodo
Vila Real registou 356 incêndios em 12 dias
Presidente da FPF defende centralização dos direitos televisivos no futebol

Capa do Diário Económico Diário Económico

Novas acções da Zon Optimus vão ser cotadas a partir de Setembro
Governo avança já este ano com programa de rescisões para professores
Os reitores no País das corporações
A Europa depois das eleições alemãs
O Constitucional, os sete juízes e a transparência
"Alguns magistrados do Constitucional deixam-se influenciar por motivações políticas"
Bolsas afundam com receio de um ataque militar na Síria

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Educação e cultura? Corta!
A dupla não tributação, a competitividade e o que queremos ser e parecer
Certificados de aforro pagam taxa mais alta num ano em Setembro
Caminhos para a electricidade sustentável
Iberdrola reduz participação na EDP pela primeira vez em três anos
Por que há poucos governantes de qualidade?
Clima de tensão na Síria faz disparar preços do petróleo. Ouro é refúgio

Capa do Oje Oje

Sonae compra posição da France Telecom na dona da Optimus
Estoril-Sol fecha semestre com lucro de 0,9 milhões
Carlos Moedas garante regresso da Troika em setembro
Sonaecom e Isabel dos Santos reforçam capital da ZOPT
Facebook paga 14,9 milhões por utilização indevida de dados
Lisboa fecha a cair1,9% em dia negro na Europa
Beta-i quer tornar Lisboa uma plataforma de start ups globais

Capa do Destak Destak

Três cidadãos chineses condenados à morte por tráfico de droga em Hainão
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Sequestradores na China libertam refém com dificuldades económicas e ainda pagam
Rio da fronteira entre China e Rússia com caudal mais elevado desde 1896
Bolsa de Tóquio perdia mais de 2 % a meio da sessão
Pelo menos cinco mortos em queda de edifício residencial na Índia
Sismo de magnitude 6,1 sacudiu região norte da Nova Zelândia

Capa do A Bola A Bola

Mário Figueiredo contra monopólio das publicidades
João Pedro emprestado pelo SC Braga
Sassuolo interessado em Custódio
Mangala e Alex Sandro em dúvida para domingo
Bruno de Carvalho assume processo de Bruma
Cardozo tem propostas da Rússia e Catar
Federer entra a vencer no US Open

Capa do Record Record

Pranjic e Boulahrouz estão suspensos
Oblak juntou-se aos colegas
Ghilas à espera
Garay mais perto de ficar na Luz
Jardel e Steven serão alternativas à dupla titular
Figueiredo ambicioso no Challenge Tour
Telma está confiante para ganhar medalha

Capa do O Jogo O Jogo

Bristol elimina Crystal Palace da Taça da Liga inglesa
Roger Federer na segunda ronda
El Hamdaoui já está em Málaga
Guardiola: "Apesar do empate jogámos bem"
Caso Bruma resolve-se quinta-feira
Kondogbia pagou para sair do Sevilha
Borja Bastón oficial no Corunha

Actualidade?



Cruzei-me há pouco com um colega na rua e parámos a comentar os recentes acontecimentos.
Dizia-me ele que já não acreditava em qualquer solução democrática.
Perante essa desilusão , perguntei-lhe porquê e a resposta deixou-me a meditar:
 -Porque a primeira consulta democrática de que há memória foi a de Pôncio Pilatos ao povo:
- "Quem quereis que vos solte, Cristo ou Barrabás?"
E o povo escolheu o ladrão...

Será que Obama sabe que ele está lutando do lado da al-Qaeda?


Fonte: Independent - Londres

"Todos por um e um por todos" deve ser o grito de guerra que o Ocidente vai para a guerra contra o regime sírio de Assad
Ação
 

Se Barack Obama decide atacar o regime sírio, ele garantiu - pela primeira vez na história - que os Estados Unidos estarão no mesmo lado que a Al-Qaeda.

Bastante uma aliança! Não foi a Três Mosqueteiros que gritavam "Todos por um e um por todos" a cada vez que procurou o combate? Isso realmente deve ser o novo grito de guerra se - ou quando - os estadistas do mundo ocidental ir à guerra contra Bashar al-Assad.

Os homens que destruíram tantos milhares em 9/11 será, então, lutando ao lado da própria nação cujo inocentes que tão cruelmente assassinado quase exatamente 12 anos atrás. Uma grande conquista para Obama, Cameron, Hollande eo resto dos senhores da guerra em miniatura.


Isto, naturalmente, não será apregoada pelo Pentágono ou a Casa Branca - nem, suponho, pela Al-Qaeda - embora ambos estão tentando destruir Bashar. Portanto, são parte da frente Nusra, uma das afiliadas da al-Qaeda. Mas levanta algumas possibilidades interessantes.

Talvez os americanos devem pedir al-Qaeda para obter ajuda inteligência - afinal, este é o grupo com "botas no chão", algo que os americanos não têm interesse em fazer. E talvez al-Qaeda poderia oferecer alguns serviços de informação de destino para o país, que normalmente afirma que os partidários da al-Qaeda, em vez de os sírios, são os homens mais procurados do mundo.


Haverá algumas ironias, é claro. Enquanto os norte-americanos zangão al-Qaeda à morte no Iêmen e Paquistão - junto, claro, com o rebanho habitual de civis - que estará dando-lhes, com a ajuda dos Srs. Cameron, Hollande e os outros Pequeno General-políticos, assistência material na Síria por bater os inimigos da al-Qaeda. Na verdade, você pode apostar que o dólar baixo que o alvo dos americanos não vai atacar na Síria será al-Qaeda ou frente a Nusra.

E o nosso próprio primeiro-ministro vai aplaudir o que os americanos fazem, aliando-se, assim, com a Al-Qaeda, cujos atentados de Londres pode ter deslizado sua mente. Talvez - já que não há memória institucional deixado entre os governos modernos - Cameron se esqueceu de como semelhante são os sentimentos serem proferidas por Obama e ele mesmo para aqueles pronunciada por Bush e Blair de uma década atrás, as mesmas garantias branda, dita com tanta auto-confiança, mas sem evidência suficiente para fazê-lo ficar.

No Iraque, nós fomos para a guerra com base em mentiras originalmente proferidas por falsificadores e andarilhos. Agora é guerra pelo YouTube. Isso não quer dizer que as imagens terríveis dos civis sírios gaseados e morrer são falsas. Isso significa que qualquer evidência do contrário vai ter de ser suprimida.  
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Por exemplo, ninguém vai estar interessado em relatos persistentes em Beirute que três membros do Hezbollah - lutando ao lado das tropas do governo em Damasco - foram aparentemente atingido por o mesmo gás no mesmo dia, supostamente em túneis. Eles agora estão a ser dito em tratamento em um hospital de Beirute. Então, se as forças do governo da Síria usaram gás, como é que os homens do Hezbollah poderia ter sido atingida também? Blowback?

E enquanto nós estamos falando sobre memória institucional, com as mãos para cima que os nossos estadistas alegres sabe o que aconteceu da última vez os norte-americanos assumiram o exército do governo sírio? Aposto que não consegue se lembrar.  
Bem, isso aconteceu no Líbano quando a Força Aérea dos EUA decidiu bombardear mísseis sírios no Vale do Bekaa, no dia 4 de Dezembro de 1983. Lembro-me muito bem disso porque eu estava aqui no Líbano. Um americano bombardeiro A-6 lutador foi atingido por um míssil Strela sírio - Russian feita, naturalmente - e pousou no Bekaa; seu piloto, Mark Lange, foi morto, o seu co-piloto, Robert Goodman, preso e carregada off para a prisão em Damasco.
Jesse Jackson teve que viajar para a Síria para levá-lo de volta depois de quase um mês em meio a muitos clichês sobre "acabar com o ciclo de violência". Outro avião americano - desta vez um A-7 - também foi atingida pelo fogo sírio, mas o piloto conseguiu ejetar sobre o Mediterrâneo, onde foi tirada da água por um barco de pesca libanês. O avião também foi destruído.

Claro, somos informados de que ele será um curta greve na Síria, dentro e fora, um par de dias. Isso é o que Obama gosta de pensar. Mas acho que o Irã. Pense Hezbollah. Suspeito - se Obama não ir em frente - que este irá correr e correr.

CRUELDADE: "PRETOS A BATER EM PRETO"


Vídeo apresenta efectivos prisionais da Comarca de Viana a espancar (com mangueiras) recluso


Luanda – Circula há mais de duas semanas nas redes sociais (sobretudo no Facebook) um vídeo amador, com a duração de 7 minutos e 11 segundos, que apresenta dois efectivos dos serviços prisionais – do Ministério do Interior – afecto a Comarca de Viana, em Luanda, a espancar brutalmente um dos reclusos, tal como ilustra o vídeo em anexo.

Fonte: Club-k.net
 

A FRASE



“A RTP, os seus dirigentes e funcionários comportam-se como um autentico bando de malfeitores dispostos a executarem qualquer trabalho, desde que lhes paguem, ou que lhes preservem o emprego. Nota-se que lá dentro anda instalado o medo, todos sentem que têm de ser a voz do dono. O direito à indignação, à auto-crítica com o serviço prestado, não passa de uma miragem. Os [e as] trabalhadore(a)s, são meros paus mandados que nem os carros topo de gama [de alguns] que conduzem, podem disfarçar. Aquilo é carne para canhão, sem amor nem convicções próprias. Não serei eu quem os apoiará se um destes dias forem para o olho da rua, como alguns já foram, porque dos fracos a história não reza, e eu não me compadeço com rastejantes, de fatos Armani e carteiras Louis Vouitton. Serão sempre gentinha”.

MAIS UMA NAÇÂO ASSASSINADA PELOS AMÉRICAS


"Para onde  se viram, fazer guerras,  os arautos dos Direitos Humanos é para deixarem a morte e a miséria.... Não ganham guerras nenhumas além da vitória da Coca-Cola e da lojas de comida rápida. Mais uma uma vez, o motivo, são as armas químicas (como a chuva amarela que eles, os américas, lançaram nos céus do Vietname), como, assim, foi o motivo da guerra do Iraque que deixou para trás dezenas de milhares de mortes inocentes". José Martins




RTP

Tudo indica que a decisão de atacar a Síria já foi unilateralmente tomada pela Casa Branca e que os militares norte-americanos estão a postos para iniciar na quinta feira o bombardeamento aéreo do país. A ordem será dada depois de os inspectores da ONU terem deixado a Síria, mas sem esperar qualquer autorização do Conselho de Segurança.

KAOS:Tão fácil como limpar o cu a meninos


AINDA O "BADAGAIO" DO BORGES

Para o resto do artigo clique em baixo

Neoliberalismo: SAIBA QUEM ESTÁ NA LINHA DE SUCESSÃO DE ANTÓNIO BORGES

 

A morte do economista António Borges muita tinta tem feito correr. Contestado por muitos, respeitado por outros tantos, certo é que o pensamento liberal no País perdeu o rosto que o personalizava. Nesta senda, o Diário Económico auscultou vários politólogos por forma a apurar quais os nomes que poderão herdar o legado de Borges e dar-lhe prossecução.

ESTA METE BOLA!


Autárquicas (2): Vai votar em condenados?



Como se sabe, o conhecido ex-jogador de futebol João Vieira Pinto é candidato à freguesia da Campanhã (Porto) pelo PSD. João Pinto considerou irrecusável o desafio lançado por Luís Filipe Menezes e o Má Despesa até compreenderia (ambos) não fosse o facto do ex-futebolista ter sido condenado a um ano e meio de prisão (pena suspensa) por fraude fiscal qualificada. Ao menos, e a título de agradecimento ao país que tanto lhe permite, espera-se que João Pinto cumpra a sentença judicial antes das eleições e pague ao Estado os 600 mil euros, acrescidos de juros de mora, devidos a título de indemnização a todos nós.  E vamos ver como correm as contas da campanha nesta freguesia...
1 comentário:

Bluff de Obama


Tradução automática pela Google sem revisão

Geopolítico Weekly
 
Terca-feira 27 de agosto, 2013 -
Stratfor

Por George Friedman

Imagens de vários corpos surgiu da Síria na semana passada. Foi afirmado que o gás venenoso matou as vítimas, que de acordo com alguns chegaram a centenas. Outros afirmaram que as fotos foram falsificadas, enquanto outros disseram que os rebeldes estavam em falta. A visão dominante, no entanto, afirma que o regime de al Assad realizou o ataque.

Os Estados Unidos têm até agora evitado envolvimento na guerra civil na Síria. Isso não quer dizer que Washington tem qualquer amor para o regime de al Assad. Estreitos laços de Damasco para o Irã e Rússia, dar razão aos Estados Unidos para ser hostil para com a Síria, e Washington participou da campanha para forçar as tropas sírias do Líbano. Ainda assim, os Estados Unidos aprenderam a se preocupar não apenas com regimes hostis, mas também com o que poderia seguir tais regimes. Afeganistão, Iraque e Líbia têm levado para casa o princípio de que depor um regime significa viver com um sucessor imperfeito. Nesses casos, a alteração do regime acabou rapidamente enredar os Estados Unidos em guerras civis, cujos resultados não foram vale o preço. No caso da Síria, os insurgentes são muçulmanos sunitas cujas facções mais organizados têm laços com a Al Qaeda.

Ainda assim, como muitas vezes acontece, muitos nos Estados Unidos e na Europa estão revoltados com os horrores da guerra civil, alguns dos quais pediram aos Estados Unidos para fazer alguma coisa. Os Estados Unidos tem sido relutante em prestar atenção a essas chamadas. Como mencionado, Washington não tem um interesse direto no resultado, uma vez que todos os resultados possíveis são ruins de sua perspectiva. Além disso, as pessoas que são mais enfático ao dizer que algo seja feito para impedir os assassinatos serão os primeiros a condenar os Estados Unidos quando começar a matar pessoas para parar os assassinatos. As pessoas iriam morrer em qualquer intervenção, uma vez que simplesmente não existem formas limpas para acabar com uma guerra civil.


Linhas Vermelhas de Obama

Portanto, o presidente dos EUA, Barack Obama adotou uma estratégia extremamente cauteloso. Ele disse que os Estados Unidos não se envolve diretamente na Síria, a menos que o regime de al Assad usou armas químicas, afirmando com um alto grau de confiança de que ele não teria que intervir. Afinal de contas, o presidente sírio, Bashar al Assad já sobreviveu a dois anos de guerra civil, e ele está longe de ser derrotado. A única coisa que poderia derrotá-lo é a intervenção estrangeira, especialmente pelos Estados Unidos. Foi, portanto, presumi que ele não faria uma coisa Obama disse que iria desencadear a ação dos EUA.

Al Assad é um homem cruel: Ele não hesitaria em usar armas químicas, se fosse preciso. Ele também é um homem muito racional: Ele usaria armas químicas só se fosse a sua única opção. No momento, é difícil ver o que situação desesperadora teria causado ele usar armas químicas e arriscar o pior. Seus adversários são igualmente cruel, e podemos imaginá-los usando armas químicas para forçar os Estados Unidos a intervir e destituir al Assad. Mas sua capacidade de acessar armas químicas não é clara, e se descobriu, a manobra poderia custar-lhes todo o apoio ocidental. É possível que os oficiais de baixa patente militar em armas químicas utilizadas de al Assad, sem o seu conhecimento e talvez contra a sua vontade. É possível que o número de mortes foi muito menor do que a indicada. E é possível que algumas das fotos foram falsificadas.

Todas estas coisas são possíveis, mas nós simplesmente não sabemos o que é verdade. O mais importante é que os principais governos, incluindo o conhecimento britânicos e franceses, estão alegando que al Assad realizou o ataque. Secretário de Estado John Kerry dos EUA fez um discurso de 26 de agosto a construção claramente o caso de uma resposta militar, e referindo-se ao ataque regime como "inegável" ea avaliação EUA até agora como "baseada em fatos". Al Assad, entretanto, concordou em permitir que inspetores da ONU para examinar o local de provas. No final, aqueles que se opõem al Assad afirmam seus defensores escondeu sua culpa, e os insurgentes vão dizer a mesma coisa, se eles são culpados ou se os inspetores determinar não há evidências conclusivas de ataques.

A verdade aqui foi politizada, e quem afirma ter encontrado a verdade, o que ele realmente é, vai ser acusado de mentir. No entanto, a história emergente dominante é que al Assad realizou o ataque, matando centenas de homens, mulheres e crianças, e cruzando a linha vermelha Obama conjunto com a impunidade. O presidente dos EUA é apoiada em um canto.

Os Estados Unidos decidiu levar a questão às Nações Unidas. Obama vai fazer um esforço para mostrar que ele está agindo com o apoio da ONU. Mas ele sabe que não terá suporte ONU. Os russos, aliados da al Assad e opositores de intervenções militares baseados ONU, vai vetar qualquer proposta de intervenção. Os chineses - que não estão perto de al Assad, mas também se opõem às intervenções da ONU sancionados - provavelmente vai se juntar a eles. Independentemente de saber se as acusações contra al Assad são verdadeiras, os russos vão disputar-los e vetar qualquer ação. Indo para as Nações Unidas, portanto, só compra tempo. Curiosamente, os Estados Unidos declararam neste domingo que já é tarde demais para a Síria para autorizar inspecções. Rejeitando essa possibilidade torna o United States olhar duro, e realmente cria uma situação em que tem de ser difícil.
Consequências na Síria e além

Isto já não é simplesmente sobre a Síria. Os Estados Unidos afirmou uma condição que obriga a uma intervenção. Se ele não agir quando há uma violação clara da situação, Obama aumenta a chance de uma guerra com outros países, como a Coréia do Norte eo Irã. Uma das ferramentas que os Estados Unidos podem usar para moldar o comportamento de países como estes, sem ir para a guerra é que indica as condições que farão com que a intervenção, permitindo que o outro lado para evitar cruzar a linha. Se esses países passaram a acreditar que os Estados Unidos estão realmente blefar, então a possibilidade de erro de cálculo sobe. Washington poderia emitir uma linha vermelha, cuja violação não poderia tolerar, como um míssil com armas nucleares da Coréia do Norte, mas do outro lado poderia decidir isso era apenas mais um Síria e cruzar a linha. Washington teria que atacar, um ataque que pode não ter sido necessário, se não teve seu Síria bluff chamado.

Há também as questões russos e iranianos. Ambos têm investido muito no apoio al Assad. Eles podem tanto retaliar fosse alguém para atacar o regime sírio. Já existem rumores em Beirute que o Irã disse Hezbollah para começar a tomar reféns americanos se os Estados Unidos atacarem a Síria. A Rússia, entretanto, tem demonstrado no caso Snowden que Obama claramente considera como uma intenção hostil. Se ele ataca, ele, portanto, deve se preparar para contadores russos. Se ele não bater, ele deve assumir os russos e iranianos vão ler isso como fraqueza.

Síria não era um problema que afetava o interesse nacional dos EUA até Obama declarou uma linha vermelha. Ele escalou em importância a esse ponto, não porque a Síria é fundamental para os Estados Unidos, mas porque a credibilidade de seus limites estabelecidos são de importância vital. O problema de Obama é que a maioria dos americanos se opõem a uma intervenção militar, o Congresso não está totalmente por trás de uma intervenção e que agora enraizamento dos Estados Unidos em não estão arcando com o grosso da carga militar - nem eles suportar a crítica de que seguirá o vítimas civis inevitáveis, acidentes e crimes que fazem parte da guerra, independentemente da pureza da intenção.

A questão torna-se, portanto, que os Estados Unidos e a nova coalizão dos dispostos vai fazer se a linha vermelha foi ultrapassada. A fantasia é que uma série de ataques aéreos, destruindo apenas a armas químicas, será tão perfeitamente executada que ninguém será morto, exceto aqueles que merecem morrer. Mas é difícil distinguir a alma de um homem a partir de 10.000 pés. Haverá mortes, e os Estados Unidos vão ser responsabilizado por eles.

A dimensão militar é difícil de definir, porque a missão não é clara. Logicamente, o objetivo deve ser a destruição das armas químicas e seus sistemas de implantação. Isto é razoável, mas o problema é determinar os locais onde todos os produtos químicos são armazenados. Eu diria que a maioria está no subsolo, o que coloca um problema de inteligência enorme. Se assumirmos que a inteligência perfeita está disponível e que os decisores confiar essa inteligência, acertando alvos enterrados é bastante difícil. Fala-se de um ataque com mísseis de cruzeiro limpo. Mas não está claro se estes carregam explosivos o suficiente para penetrar alvos minimamente endurecidos. Aeronaves levar munições mais substanciais, e é possível para bombardeiros estratégicos para ficar fora e atacar os alvos.

Mesmo assim, a avaliação de danos de batalha são difíceis. Como você sabe que você destruiu os produtos químicos - que eles estavam realmente lá e que destruiu as instalações que os contenham? Além disso, há muitas instalações e muitos vão estar perto de alvos civis e muitas munições vão desviar. Os ataques poderia ser mais mortal do que os produtos químicos fez. E, finalmente, atacar significa al Assad perde todo o incentivo para reter sobre o uso de armas químicas. Se ele está pagando o preço de usá-los, ele pode muito bem usá-los. As luvas vai sair em ambos os lados como al Assad tenta usar suas armas químicas antes de serem destruídos.

A guerra contra as armas químicas tem uma insanidade built-in para ele. O problema não é as armas químicas, o que provavelmente não pode ser erradicada do ar. O problema na definição desta guerra seria a existência de um regime que usa armas químicas. É difícil imaginar como um ataque contra armas químicas pode evitar um ataque contra o regime - e os regimes não são destruídos no ar. Isso requer tropas. Além disso, os regimes que são destruídas devem ser substituídos, e não se pode supor que o regime que sucede al Assad vai ser grato a quem o deposto. É preciso apenas lembrar os xiitas no Iraque, que comemorou a queda de Saddam e, em seguida, armado para combater os americanos.

Armar os rebeldes seria manter uma campanha aérea da mesa, e assim parece ser menor risco. O problema é que Obama já disse que armar os rebeldes, para anunciar esta como a sua resposta seria ainda permitem al Assad para evitar as consequências de cruzar a linha vermelha. Armar os rebeldes também aumenta as chances de capacitar os jihadistas na Síria.

Quando Obama proclamou sua linha vermelha sobre a Síria e armas químicas, assumiu a questão não viria. Ele fez um gesto para aqueles em seu governo que acreditam que os Estados Unidos têm a obrigação moral de pôr fim à brutalidade. Ele também fez um gesto para aqueles que não querem ir para a guerra novamente. Era um daqueles movimentos inteligentes que podem explodir no rosto de um presidente quando ele sair sua suposição estava errada. Se al Assad fez lançar os ataques, se os rebeldes fizeram, ou se alguém falsificou a eles não importa. A menos que Obama pode obter esmagadora prova indiscutível de que al Assad não fez - e isso não vai acontecer - Obama terá que agir de acordo com o princípio da linha vermelha ou ser mostrado para ser aquele que bluffs. A incrível complexidade de intervir em uma guerra civil sem ficar atolado torna o processo ainda mais desconcertante.

Obama agora enfrenta pela segunda vez em sua presidência, quando a guerra era uma opção. O primeiro foi a Líbia. O tirano está morto, eo que se seguiu não é bonito. E a Líbia foi fácil em comparação com a Síria. Agora, o presidente deve intervir para manter sua credibilidade. Mas não há apoio político nos Estados Unidos para a intervenção. Ele deve tomar uma ação militar, mas não aquele que faria com que o Estados Unidos a aparecer brutal. Ele deve depor al Assad, mas não substituí-lo com os seus adversários. Ele nunca pensou al Assad seria tão imprudente. Apesar de se al Assad realmente era, o consenso é que ele era. Essa é a mão que o presidente tem de jogar, por isso é difícil ver como ele evita a ação militar e mantém credibilidade. Também é difícil ver como ele entra em ação militar sem uma revolta política contra ele, se der errado, o que faz normalmente.

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"Mudar não mudarei um “pintelho” que seja!




Uma pessoa, que até escreve umas “merdas” interessantes no seu blogue (não vou designar o nome) enviou-me dois e-mails um reprovativo: Assim, não! Relativo a um Borges http://aquitailandia.blogspot.com/2013/08/requiem-para-o-borges.html  que deu o “badagaio”, haja tido funeral de pompa onde estavam umas dezenas de “palermas” a lastimarem-se da perda do Borges e ainda mais outros a dizerem aos microfones da RTP que o finado eram um homem de convicções etc.etc.
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Entre aqueles que vi a elogiar o Borges estava o Marcelo Rebelo de Sousa e o Miguel Beleza que tanto um como o outro foram criados em berços de ouro e alimentados com sopas de leite do governo de António Oliveira Salazar.
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Marimbei-me para o Borges e para aqueles que lhe prestaram a homenagem fúnebre.
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Outro e-mail descrevia: Bebeu, José Gomes Martins? Este era directo à minha crítica a Paulo Portas, http://aquitailandia.blogspot.com/2013/08/este-levantar-cabelo.html  que descaradamente, mais uma vez está a esbanjar dinheiro ao erário público viajando a Moçambique.
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Todos os portugueses sabem que o Paulo Portas não presta, para nada e ainda há poucas semanas fez a maior “borrada”, política, registada em Portugal que ainda não está apurado quais os danos que a mesma provocou.
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Não bebo e não fumo e que haja, por aí, o primeiro “filho da puta” que me tenha visto embriagado e arrastar-me pelas pedras da calçada, podre de bêbado, na Tailândia onde já vivo há 35 anos.

Já levo de vida 78 anos e 8 meses e certo será que nem de parto ou de medo vou morrer!
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Mudar não mudarei um “pintelho” que seja!
José Martins