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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

V. Minho: Queimado em fogo
Coimbra: Incêndio assusta
Castelo Branco: Despiste fere
Portimão: Mudanças no hospital
Almancil: Fogo em marmeleiros
António Colaço: Desiste de eleições
Morre mestre K. Kobayashi

Capa do Público Público

Jardim diz ser de "constitucionalidade duvidosa" convergência de pensões
Manuela Ferreira Leite considera cortes nas pensões “profundamente imoral”
Voyager 1 é o primeiro objecto feito por humanos a sair do sistema solar
Crato diz que “não se pode ensinar bem o que não se sabe bem”
Inspecção do Trabalho suspende 72 obras e instaura autos de 142 contra-ordenação
Bastonário apela aos médicos para denunciarem situações que perturbem actividade médica
Jerónimo Sousa exorta trabalhadores e reformados a não ficarem à espera do Constitucional

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Esperteza saloia
Três militares da GNR feridos em Valença
Putin ainda acaba Nobel da Paz
Há ainda mil horários completos por preencher nas escolas
1213 professores dos quadros com 'horário-zero'
Contratados acusam ministério de desinvestimento na escola pública
"Estou aqui pela Maddie e pelo mal que causou o livro"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Artigo de Putin suscita indignação entre classe política dos EUA
Assad entrega armas químicas após EUA garantirem que não atacam
Twitter quer entrar na Bolsa dos EUA
Candidato a deputado na Alemanha expõe vida sexual na Net
31 mil professores ficaram sem colocação
Idoso apanhado pelas chamas
Jovem da maiaestreia o seu primeiro filme

Capa do i i

Oxfam: Portugal já é o país com mais desigualdades do euro
Detido pastor norte-americano antes de destruir 2998 exemplares do Corão
Henriques Gaspar. Justiça sofre a crise e as consequências das perturbações da economia
Bombeiros profissionais negoceiam com Governo organização idêntica à PSP e à GNR
PS reafirma hipótese de voto contra o Orçamento para 2014
Autárquicas: Jardim apoia posição da ERC sobre cobertura televisiva
UGT está ao lado do Governo na defesa da renegociação do défice para 2014

Capa do Diário Económico Diário Económico

Vamos almoçar?
Acabou a conversa, agora é a sério para Paulo Portas
A falência do Lehman, a crise e o futuro
Saúde vai ter corte de 200 milhões no orçamento do próximo ano
Governo admite reduzir IVA na restauração se compensar
PT, Zon e Sport TV consideram que Concorrência falhou prazos
Privatização da ANA concluída na próxima terça-feira

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Jardim diz ser de "constitucionalidade duvidosa" convergência de pensões
Seguro afirma que o dia foi "trágico" para os portugueses
A esquina do rio
O Pecado para todos
Sempre vale a pena ler um bocado
O segundo resgate é inevitável? Provavelmente!!!
Onde pode rebentar a próxima crise financeira?

Capa do Oje Oje

Juan Manuel Urgoiti designado presidente da Pescanova
Société Générale estuda vender private banking na Ásia
Hilton avança para IPO de 940,6 milhões
Plano de falência da AMR aprovado
Lockheed Martin analisa aquisições na Grã-Bretanha e Austrália
Cimpor vai investir 990 milhões nos próximos 4 anos
Convergência das pensões tem impacto orçamental de quase 1,1 mil milhões

Capa do Destak Destak

Forças do regime executaram quase 250 pessoas em maio -- Human Rights Watch
Rock in Rio começa hoje com Orelha Negra no palco alternativo
Sismólogos iniciaram missão no Japão para estudar origem dos terramotos
Pelo menos um morto e 35 desaparecidos em incêndio em hospital psiquiátrico na Rússia
Equador vai assumir liderança da União Postal das Américas, Espanha e Portugal
Sul-coreano regressa a casa 40 anos depois de sequestro pela Coreia do Norte
Pelo menos um morto em ataque contra consulado dos EUA no Afeganistão

Capa do A Bola A Bola

Oito ‘blindados’ contra FC Porto e Benfica
Scolari e o amor a Portugal no lançamento do livro ‘A Bola ao ritmo de fado e samba’
Bilhete a 5 euros frente ao Estoril para atrair sócios
«Lima ou Montero? Hoje, Montero é o melhor» - Marcelo Boeck
Russos apontam sérvio Tosic à Luz
Duque diz que investidores vetaram Jardim antes da chegada de Vercauteren
«Não me importava nada de chegar à marca do André Villas Boas» - Paulo Fonseca

Capa do Record Record

«Supremacia começa nas feridas do Benfica»
Gomes ainda na equipa B
Carlos Sá: «Desafio agora é reunir apoios»
Fernando Peres: «Orgulhoso pelo que consegui»
Pedro Cordeiro: «Não podemos facilitar para subir ao Grupo 1»
Carlos Lisboa: «Objetivo é ganhar em todas as frentes»
Bombeiros homenageados com o Paços

Capa do O Jogo O Jogo

New Zealand mais líder na Taça América
Armstrong já devolveu medalha olímpica
Segunda derrota da Espanha
Marítimo quer o seu nome no estádio
Polícia checa e eslovaca desmantela rede de viciação de resultados
Portimonense venceu em Aveiro
Villas-Boas: "Foi estranha a divulgação do caso de Walker"

KAOS:Se nos tiram a educação, vamos ser mal educados



nuno crato aldrabao
Hoje começaram as aulas para milhares de crianças. O ministério diz que está tudo bem e tudo preparado. Eu não sei, mas ouvi dizer que há turmas com 36 alunos, muito acima do máximo permitido mesmo depois do aumento imposto por este canalha e que como ainda não existem professores contratados há muitas turmas que não vão ter aulas.
No meio de tudo isto o aldrabão foi com o mentiroso do seu chefinho inaugurar duas escolas que já tinham sido inauguradas e estavam a funcionar há mais de uma ano. É que é mês de eleições e como estes bandalhos não fizeram mais nada pelas escolas que cortar em professores, auxiliares e condições de trabalho vão inaugurar as escolas que outros mandaram construir antes deles. Mas, desta gente não se pode esperar mais.
Se isto te revolta, se te sentes insultado como ser humano ao ver este governo destruir a saúde e a escola pública, a cortar nas reformas dos que já vivem com dificuldades estremas, a atirar milhões para o desemprego, para a pobreza e para a miséria enquanto eles, os seus amigos e os mercados engordam que nem porcos participa na concentração de dia 15 de Setembro, já no próximo domingo, na Praça de Espanha pelas 16H30. Vamos dizer não e vamos mudar isto. Vai e leva outro amigo também. Vozes ao alto .

KAOS:O incompetente, o batoteiro e o aparvalhado

paulo portas passos coelho antonio jose seguro batoteiros

UM JOTINHA SEM RUMO





Anedota inteligente e actual
Um homem caminhava por uma estrada, quando se apercebe de um balão a voar baixo.
O balonista acena-lhe desesperadamente. Consegue fazer o balão baixar ao máximo possível e grita:
- Pode-me ajudar? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às 2 horas da tarde, mas, já são quatro horas e nem sei onde estou.
Pode-me dizer onde me encontro?
O homem da estrada responde:
- Sim! Você está a flutuar a uns cinco metros acima da estrada, e está a 38º 46' de latitude Norte e a 09º 08' de longitude oeste.
O balonista escuta e pergunta, com sorriso irónico:
- Você é engenheiro?
- Sim, senhor! Como descobriu?
- Simples! O que você me disse está tecnicamente correto, porém, a sua informação não me é útil e continuo perdido!
Será que consegue dar uma resposta mais satisfatória?
O engenheiro raciocina por segundos e depois pergunta ao balonista:
- E você é da JS!
- Sim, sou filiado no PS!
 
Como é que descobriu?
- Fácil! 
Se for capaz siga o meu raciocínio: você subiu sem se preparar e sem ter a mínima noção de orientação!
Não soube o que fazer, onde estava, e tampouco para aonde ir!
Fez uma promessa sem a menor ideia de como conseguiria cumpri-la!
Espera que outra pessoa resolva o seu problema, continua perdido e acha que a culpa do seu problema passou a ser minha!
É PS nato!!!

PORTUGAL: " A REALIDADE DO ESTADO DA NAÇÃO."



Pedro Afonso, médico psiquiatra no Hospital Júlio de Matos

(Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público)


Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente,ficamos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes.
. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária.
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Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
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Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais.
. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
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Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade.
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Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
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Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
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Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
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Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
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Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
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E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

OS NOSSOS MAIS REFINADOS PULHAS



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PORTUGUESES: "OS POBRETAS ALEGRETOS DA EUROPA"


Por Ana Suspiro
Publicado em 10 Set 2013 - 05:00
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Filial Financeira da EDP é uma caixa de correio
Filial financeira da eléctrica na Holanda descrita em relatório de agência independente como uma mera “caixa de correio”
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A EDP, a maior empresa portuguesa em lucros mas também em dívida, tem honra de destaque no relatório da agência independente holandesa Somo “Evitar Impostos em Tempos de Austeridade” (“Avoiding Tax in Times of Austerity”), ontem divulgado.
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O relatório do Center of Research on Multinacional Corporation (Somo) centra-se nas operações realizadas através da EDP Finance, sociedade instrumental do grupo, pela qual passam quase todos os financiamentos às empresas participadas da eléctrica portuguesa.
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A investigação abrange o acordo fechado com as autoridades fiscais holandesas em 2007 e pelo qual a EDP Finance conseguiu reduzir a taxa média de IRC para 5,36% entre 2008 e 2012, quando a taxa de IRC em vigor no país era de 25%.
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Este acordo, entretanto revisto, permitiu à empresa da EDP pagar apenas 5 milhões de euros em impostos relativos a lucros de 140 milhões de euros obtidos em operações de financiamento às empresas do grupo entre 2008 e 2012.
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Apesar de o fisco holandês ter revisto o acordo no final de 2012, só depois de ele ter sido divulgado na Holanda, e de a EDP estar a pagar retroactivamente 30,2 milhões de euros de imposto, os investigadores da Somo estranham a falta de perguntas do fisco português sobre as operações da eléctrica na Holanda.
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“Só podemos especular acerca das razões pelas quais o fisco português não levantou a questão da erosão da base de tributação junto às autoridades holandesas.” Segundo os autores do estudo, o que não é taxado numa jurisdição deveria ser taxado noutra (presumivelmente Portugal), porque “um acordo com o fisco holandês não deveria resultar num vazio fiscal internacional”.
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O documento admite que as autoridades nacionais não conheciam o acordo da EDP com o governo holandês, que só veio a público em Julho de 2012 num documento da União Europeia.
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Ou então, “Portugal não viu razão ou possibilidade de taxar lucros que estavam localizados na Holanda, mas que não pagavam lá impostos”. O Ministério das Finanças não fez comentários até ao fecho da edição.
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EDP Finance é caixa de correio O Adanced Pricing Agreement (APA) assinado em 2007 definia um valor mínimo de ganhos colectáveis da EDP Finance. O acordo permitiu a isenção de grande parte dos impostos sobre os ganhos financeiros (juros) com os empréstimos feitos às participadas da EDP até 2012.
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A EDP Finance é descrita no relatório como uma mera “caixa de correio”, sem presença material na Holanda. A empresa tem uma direcção, mas não tem trabalhadores. A EDP, que foi questionada pela Somo, justifica que a empresa holandesa concentra todas as operações de financiamento do grupo às subsidiárias permitindo efeitos de escala e ganhos não fiscais.
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Na prática, conclui a Somo, todas as actividades e operações da EDP Finance são decididas em Lisboa. Então porque não fazê-las em Portugal? “Parece que a empresa só está registada na Holanda para obter benefícios fiscais”, conclui o documento. Questionada pelo i, a eléctrica não reagiu até ao fecho da edição.
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Juros diferentes dão bónus fiscal Mas se o acordo favorável com o fisco holandês foi cancelado, há outras operações que passam pela EDP Finance a levantar dúvidas à agência não governamental holandesa.
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Só em 2011, a EDP Finance emprestou 13,8 mil milhões de euros às participadas e lucrou 548,6 milhões de euros nas operações.
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Mas os juros cobrados às participadas não são iguais. A empresa não divulga as taxas, mas a Somo calcula que as participadas espanholas pagam juros superiores a 5%, enquanto a casa-mãe em Portugal pagou menos de 1% em 2012. Apesar de não ser possível concluir que a empresa manipula as taxas de juro, “podemos constatar que, de momento, as taxas de juro cobradas dentro do grupo são fiscalmente favoráveis à empresa”.
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A operação portuguesa paga menos juros porque o IRC é mais baixo do que em Espanha, o que permite gerar mais lucro não tributado. Não tendo sido possível determinar se a EDP se limitou a aproveitar essa vantagem ou se houve uma fixação de preços (juros) inadequados, “só podemos concluir que a colocação do lucro na companhia entre Portugal e Espanha foi vantajosa”.
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Conteúdo Relacionado: 
Uma caixa de correio na Holanda

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Relvas alvo de protestos em dia de homenagem no Brasil 

Daniel Belo 

Apesar de estar fora do governo há cinco meses e de estar no Rio de Janeiro, Miguel Relvas foi alvo de uma manifestação de protesto ontem à noite.


A Frase


Não há dinheiro, dizem, embora haja sempre dinheiro para tudo - desde a importante "retoma" da economia à baixa de impostos ou, tão-só, para os gabinetes e outras utilidades duvidosas. A moral do Estado morreu. E com ela a ilegitimidade da fuga ao Fisco ou à Segurança Social. Cortar pensões em 2011 ou 2012 era uma emergência. Isto é a perpetuação do roubo. E como receber uma carta das Finanças todos os meses a exigir 10% do rendimento - ou então a prisão. É um assalto para sempre.
Daniel Deusdado, Jornal de Notícias