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sábado, 28 de setembro de 2013

A CHAFURDICE DO RUI



O Rui chafurda nos dinheiros públicos há imensos anos! Ao acaso, abri a merda do livro do Aníbal Cavaco Silva Silva, de Boliqueime e na página 63 leio o seguinte: Percebi que o Rui Machete, que passara a ocupar o lugar de vice-primeiro.ministro com a saída de Mota Pinto do Governo.....

E mais abaixo e na mesma página: ....e alguna notáveis do PSD acusavam Mota Pinto e Rui Machete de quererem apoiar Mário Soares....
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Isto foi em 1985... há 28 anos! Gajos há que fazem da política uma forma de “chular” o cidadão. O Rui não larga o ´osso´ e na maior ministro dos negócios Estrangeiros aos 73 anos!

"O ALDRABÃO"



Está tudo a correr bem

by Kaos
Está tudo a correr bem

RUI O SUPER HOMEM PORTUGUÊS!



Há pelo menos um português que trabalha!
Já lá vão uns bons anos, ainda não sabia o que era e para que servia a FLAD. Aprendeu rápido!!!
Afinal, Portugal não é um país só de mandriões e de sornas. Há pelo menos um português que trabalha sem descanso.
Um autêntico Super-Homem de certeza desde o parto.

No comments :

PARA VENCER A CRISE - O CARRO MAGALHÃES!


Para minorar os efeitos da crise.  Depois do carro eléctrico do Sócrates, eis o Magalhães Car.
O Governo acaba de lançar mais uma ideia inovadora.

O carro Magalhães.
Um carro acessível ao bolso de qualquer Português.


O RUI QUER IR AO PARLAMENTO... O RUI É UM FIXAROLA!



Rui Machete disponível para ir ao Parlamento dar explicações sobre as ligações ao BPN


"Mandar o Rui à bardamerda ainda é tratá-lo com alguma decência... O Oliveira e Costa (o seu patrão no BPN) também foi ao Parlamento e.. passou-se alguma coisa? O Rui é igualzinho, sem tirar nem pôr, um tal Franquelim Alves (já foi com a panca à costas) que foi enfiado no Governo pelo Passos Coelho, o "jotinha", que continua admitir toda a escumalha que lhe fizeram atribuições de quando, sem vergar a espinha, foi vivendo à custa do Rui e de outros que se laureavam nos meandros do poder.

Rui Machete com pensão de 132 mil euros

26 setembro 201321 comentários

Ministro dos Negócios Estrangeiros declarou 265 mil euros de rendimentos de trabalho em 2012. Recebeu, em média, 11040 euros por mês. Acumulou cargos em 31 instituições.
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Ao abrigo do Estatuto de Aposentação da Administração Pública, Rui Manchete poderá optar por receber pensão em vez do salário mensal de ministro dos Negócios Estrangeiros, no montante de 4210 euros. Se optar pela pensão, uma média de 11040 euros mensais, ficará a ganhar mais de duas vezes o ordenado dos ministros, de acordo com as contas do "Correio da Manhã".
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Rui Machete acumulava 31 cargos nas mais variadas entidades até ser indicado como ministro dos Negócios Estrangeiros. Cessou funções na véspera de tomar posse, a 24 de julho. 
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Era presidente das assembleias gerais do BPI, BCP, grupo de seguros Ageas, SAER - Sociedade de Avaliação de Empresas e risco, EDP renováveis e era presidente dos conselhos fiscais do BCP investimento, Taguspark e membro do conselho consultivo da Comissão Nacional de Luta contra a Sida e do conselho geral da Fundação Mário Soares.
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O BLÁ, BLÁ, ENFADONHO, DO SENHOR SILVA DE BOLIQUEIME

Presidente da República defende "reflexão ponderada" da legislação eleitoral


Lusa

O Presidente da República apelou hoje à realização urgente de uma "reflexão ponderada da legislação eleitoral" de modo a "vencer a inércia do legislador" e evitar que o esclarecimento dos eleitores volte a ficar prejudicado. 
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À MARGEM: No quartel de Abrantes tudo como dantes.... Os que partiram foram à vida com aquilo que pilharam; os que vierem vão acabar com o resto que ficou. Os vícios, do poder e do gamanço, em Portugal, são uma endemia que jamais terá cura.  Vergo-me, respeitosamente, pelos honestos que felizmente ainda os há! 

PARA MOÇAMBIQUE E EM FORÇA...

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Ainda há poucas semanas o "maricas" do Paulo Portas e o cervejeiro Pires de Lima, cagaram, pela boca, postas de pescada que em Moçambique havia duas mil empresas portuguesas.... Estes dois "câgados" na forma que falaram davam a entender  o incentivar mais portugueses se instalassem em Moçambique e carne para ladrões e raptores.

Moçambique: URGE CRIAR MECANISMOS DE PROTEÇÃO DAS VÍTIMAS DE RAPTOS




Jornal Notícias (mz), opinião
Na sequência dos raptos que vêm ocorrendo um pouco por todo o país, ouvimos, amiúde, familiares dos cidadãos sequestrados – de origem indiana – afirmarem que a Polícia nada está a fazer para parar com os sequestros. No rol das suas lamentações chegaram a figurar ameaças de greve (encerramento do comércio) como forma de manifestarem o seu descontentamento em relação a não actuação das autoridades policiais no sentido de pararem com o crime.
Neutralizados alguns gangues compostos de suspeitos de serem orquestradores/executores dos sequestros, os tribunais iniciaram os necessários e indispensáveis julgamentos para levar os até agora indiciados a cumprirem penas de prisão – caso sejam condenados. Chamadas as vítimas para perante o tribunal e os indiciados apresentarem as suas versões dos factos, eis que se furtam a tal sob várias justificações.
Esta situação levou o juiz que preside ao julgamento do segundo caso de sequestros – o primeiro foi o do rapto do proprietário da INCOPAL –a lamentar a falta de colaboração das vítimas.
Citado pelo Jornal “Notícias” – edição de 18 de Setembro –o Meritíssimo Juiz Malhope dizia: “Todas (as vítimas) dizem que estão fora do país, o que não é verdade. Não acredito que estejam fora de Moçambique, mas sim não querem colaborar no esclarecimento do caso. Por isso, lanço um rigoroso apelo para que todas as vítimas colaborem com o tribunal com vista a esclarecer os raptos. O mesmo apelo faço aos familiares e a outras pessoas que negociaram com os raptores, pois é difícil julgar um processo sem a colaboração das partes”.
Perante este desabafo do juiz da causa, perfilam dois aspectos a merecerem alguma análise:
Primeiro – O grito da comunidade muçulmana, lançado aquando do recrudescimento dos raptos era ou não real? Se era e é real, não seria de todo normal que uma vez detidos algumas pessoas indiciadas de organização e ou participação no crime, as vítimas e/ou seus familiares e outras pessoas testemunhas colaborem com as autoridades para o esclarecimento do (s) caso (s)? Sendo as vítimas dos sequestros os maiores interessados em ver responsabilizados os raptores, não seria normal que eles prestassem a maior colaboração possível?
Segundo – O crime de sequestro com exigência de pagamento de avultadas somas em dinheiro para a restituição das vítimas à liberdade é um fenómeno relativamente novo entre nós. Mas é praticado por indivíduos “batidos” no crime em geral. Pois tanto um como outro tipo de crime têm como denominador comum o acesso fácil, rápido e garantido ao dinheiro. Portanto, sendo os seus praticantes criminosos “de mão cheia”, não hesitam em exigir silêncio às suas vítimas sem o que poderão ser mortas…
Portanto, primeiro, estamos perante uma situação em que as vítimas, seus familiares, testemunhas e outras pessoas eventualmente envolvidas (negociadores e portadores dos valores de resgate), temendo pela sua vida e a dos seus, optam por “não conhecer” os indivíduos apresentados como prováveis raptores. Ao procederem desta forma as vítimas julgam-se a salvo de represálias. Só que, no meu entender, põem-se também a jeito para novo sequestro. Qual vaca leiteira sempre disponível…
Um segundo “portanto”. Estamos perante uma situação que exige das autoridades – policiais e judiciais –a tomada de medidas eficazes de protecção das vítimas. Medidas que devem passar por adopção de novas formas de actuação, nomeadamente no que tange aos procedimentos para a identificação dos malandros. Posso nomear aqui alguns dos procedimentos usados noutros quadrantes. Tais procedimentos passam por criar salas (nas esquadras e/ou nos tribunais), onde os indiciados ficam de um lado e as vítimas ficam do outro – separados de espelhos-vidros. A partir destes espelhos-vidros, com uma única face virada para a vítima, esta identifica o indiciado sem que aquele veja quem o identifica.
Perante a cada vez mais sofisticação do crime entre nós, é tempo de as nossas autoridades se prepararem para também com alguma sofisticação enfrentarem as artimanhas engendradas por indivíduos sem escrúpulos que não mais fazem do que procurarem (e conseguirem) espoliarem pessoas que vivem do seu esforço quotidiano. Sendo certo que as condições atrás sugeridas não existem neste momento no país, não deixa de ser certo que urge que elas sejam criadas como forma de ir-se melhorando a ferramenta a usar para o combate ao crime. Não se pode é continuar a fazer de conta que tudo está bem para depois lamentar “a falta de colaboração das vítimas”…
Marcelino Silva
Leia mais em Notícias (mz)

ELEIÇÕES_ "A GRANDE CAGADA!"



ARTIGO NO PÚBLICO


28.9.13

A NATUREZA DA "CRISE PORTAS" É SER ENDÉMICA

A palavra desagregação não chega. Decomposição também serve, mas não é suficiente, porque pelo menos o esqueleto tem estrutura. Quando chamei a este Governo o "navio-fantasma", ainda pensei que a evidência da desagregação não fosse tão rápida, depois do fôlego das proclamações de que "no fim de tudo o Governo ficou melhor" e de que o país, empurrado pelos "sinais" de recuperação, ia para bom porto. Se pudesse ter uma tabuleta gigante nela escreveria: "Com esta gente nunca. Nunca, jamais, em tempo algum".

A rábula actual do défice na "negociação" com a troika, com Portas e Maria Luís a deambularem pelos "centros políticos" da CE, do BCE e do FMI, para fazerem a "negociação política", depois a irem à Assembleia dizerem aquilo que desdizem no dia seguinte, com Portas a dizer uma coisa e Passos outra, com recados do PSD em período eleitoral enchendo o peito de ar contra a "hipocrisia" do FMI, com truques, mensagens, recados e intrigas, com a troika a fazer de esfíngica com aqueles com que se tem de encontrar, sindicatos, deputados, mas que considera irrelevantes para qualquer decisão, apenas reuniões protocolares aborrecidas que são perda de tempo, com a cacofonia do PS, mostra como singra o "navio-fantasma" com as suas velas cor de sangue. 

O que temos hoje à nossa frente? Ideias, planos, projectos, ideologias? Nem isso. Apenas pessoas, e pessoas que não valem muito. Estão desprestigiadas, mesmo quando tinham apenas um vago prestígio. Estão confundidas, embora a clareza nunca tenha sido uma coisa por aí além. Fazem o que sabem fazer, fazem pela vida. Tentam sobreviver e manter o poder no meio dos sarilhos que criaram e estão agarradas ao seu eu, nalguns casos um gigantesco Eu, noutros um pequeno eu que não se enxerga, mas existe, está lá, ocupa espaço. 

Nós baixamos de tal modo os critérios de exigência, que aceitamos ser governados por gente muito acima do seu princípio de Peter, mesmo para serem bons chefes de secretaria. Que experiência tinham, que qualificações tinham, que adquirido traziam consigo, que caracteres excepcionais, que cinismo lúcido e criador ou bondade genuína, que inteligência especial, que intuição carismática, traziam consigo para ocuparem, numa das maiores crises da nossa história, a condução de Portugal? Nem sequer eram homens normais, cuja razoabilidade e senso comum nos protegiam da asneira. Eram a gente da estufa partidária, com um curso de como singrar no aparelho, uma ambição desmedida, sabedores de que o essencial era estarem no lugar certo na altura certa. E estavam. E estavam, porque nós os deixamos estar. Em democracia, é assim, quem chega ao poder, está lá com o nosso voto. Seja Sócrates, seja Passos Coelho, seja Portas.

Não há outra maneira de entender o que se está a passar nestes dias, a não ser percebê-lo nas suas pessoas, porque são as pessoas que lhe dão forma e expressão, e, a poucos meses de se ter "ultrapassado" a crise Portas, esta continua a revelar-se, como se podia prever, endémica.

Há uma razão para que reine uma enorme confusão vinda de cima e perplexidade vinda de baixo. A teia que une o de cima com o de baixo é feita de mentiras. Mentiras em toda a sua plenitude, com todas as cambiantes, omissão de verdade, sugestão de falsidade e falsidade. A maioria dos portugueses não sabe nada do que se passa e os poucos conhecedores preparam em segredo a sua Arca de Noé. O que se passa nos encontros com a troika? Não se sabe. O que se passou em Bruxelas e Washington? Não se sabe. O que os homens de Lagarde ou de Draghi ou de Barroso dizem? Não se sabe. Recados não são informação. Nunca nos tempos mais recentes tão pouca informação fidedigna existe.

E as lendas não encaixam. Até agora, o "prestígio" conseguido por Portugal travava os juros e fazia-os descer. Quantas vezes a retomada do "prestígio" de Portugal foi louvada, nalguns casos como o único resultado da governação Passos-Gaspar. "Credibilidade" era a buzzword. Era por aí que regressaríamos aos mercados em Setembro de 2013, este mês. Era a barreira que nos separava da Grécia e nos colocava ao lado da Irlanda. E, subitamente, hoje ninguém do lado do poder já fala de "credibilidade", a não ser quando serve para se aceitar mais uma medida de austeridade. Ou um novo "imposto", como o Presidente chamou aos cortes dos reformados, o que deve ter posto o Governo com os cabelos em pé. 

Porquê? Primeiro, porque a "credibilidade" não era assim tão sólida como se dizia; depois porque o penhor da "credibilidade", Vítor Gaspar, se foi embora, e, por fim, porque a crise Portas mostrou a fragilidade de tudo. Os propagandistas do Governo acusam o Tribunal Constitucional, mas basta olhar com atenção para os juros, para perceber o enorme estrago que foi a crise Portas, tornando tudo muito frágil. E para perceber outra realidade incómoda para o Governo, que a evolução dos juros da dívida dependem essencialmente da conjuntura europeia e internacional e aquilo que considerávamos o grande mérito do nosso Governo, era pouco mais do que evitar, pela obediência e bom comportamento, não agravar altos e baixos que vinham de fora. Que foi o que a crise Portas fez.

O que se passava é que, como muita gente prudente disse e o Governo, ofuscado por si próprio, não queria ouvir, nunca estivemos, nem estamos, em condições de "voltar aos mercados", porque a política seguida é errada e é insustentável em democracia, façam-se os pactos, acordos, entendimentos, "consensos" que se quiserem. E porque comparticipamos pelo euro numa crise europeia económica, social, política, em que somos, com a Grécia, o elo mais fraco. Por isso a troika pode ir-se embora daqui a uns meses, que um segundo resgate, às claras ou disfarçado de "plano cautelar", vai continuar a manter-nos sob controlo estrangeiro tendo como único objectivo manter a política actual. 

Como acontece sempre, a imoralidade de cima penetra como um veneno em todo o tecido social. Estamos hoje menos "povo", mas uma soma de medos, egoísmos, defesas, invejas e raivas. Acresce que a relação do poder actual na governação é doentia, para não dizer outra coisa. A grande responsabilidade de Cavaco Silva foi ter mantido um Governo que não existe, não tem primeiro-ministro, mas dois, cada um para um Governo, um é o do CDS e outro é, mais ou menos, do PSD, que não se governa a si próprio quanto mais o país. E a única coisa que é capaz de fazer são medidas avulsas, mal pensadas e mal preparadas e muitas vezes iníquas, que dão cabo da vida das pessoas, não para um ano ou dois ou três, mas para o resto das suas vidas. Depois arranjam um nome pomposo para lhe dar.

Passos Coelho é o factor permanente e estático da governação. Está lá e permite tudo. Está muito agarrado ao poder. Mas o factor dinâmico da crise é Portas, por isso muita da confusão actual se lhe deve, quer ao que fez, quer ao que está a fazer a ver se remedeia o que fez. Aceitou ser primeiro-ministro na prática, com tudo o que implica a assunção de um máximo poder, para o qual não tem legitimidade eleitoral, mas sabe que essa oferta foi dada com desespero de causa e é mantida com dolo. 

O que faz Paulo Portas hoje é tentar desesperadamente reconstruir-se dos efeitos do "irrevogável" e dos milhões que nos custou na crise que deve ter o seu nome. O que Passos Coelho e o PSD fazem é impedi-lo de obter ganho de causa. No meio de tudo isto há eleições e as eleições contam e muito. Todos usam e manipulam os jornais, que se deixam alegremente encher com recados e pseudo-informações. É uma festa.
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A salgalhada dos 4% e dos 4,5% (em que Seguro participa com os seus 5%, provavelmente porque sabe ou suspeita que o Governo já conseguiu os 4,5%), a valsa de declarações eleitorais contra a troika, os ralhetes a pedir silêncio, desobedecidos de imediato, são o retrato dessa decomposição com que comecei este artigo. 
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Não são mais do que os sinais de como a crise Portas continua em pleno, Portas a querer mostrar serviço, Passos Coelho a dificultar-lhe a vida, e nenhum a ter qualquer consideração nem com as pessoas, nem com o país. Eles vivem noutro mundo e nenhum pode vir dizer que é Portugal que lhes interessa, mas a única coisa que lhes importa que não se "lixe" são eles próprios.

A Frase



"Um mau cenário é o desmantelamento progressivo do SNS, que vai dando lugar a um território servido por multinacionais da saúde, com centros de decisão em Nova Iorque, São Paulo, Luanda. Vamos consumir serviços de saúde como consumimos outros. Que eu não tenha influência na Zara ou no McDonald`s não me incomoda, mas aceitar isso na saúde... E alguns setores da população vão ficar sem acesso"
Constantino Sakellarides em entrevista ao "Diário de Notícias"

O INVENTOR DA MOTA E DEUS


O INVENTOR DA HARLEY-DAVIDSON MORREU E FOI PARA O CÉU...
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O INVENTOR DA MOTO HARLEY-DAVIDSON, ARTHUR DAVIDSON, MORREU E FOI PARA O CÉU.

Ao chegar lá, São Pedro disse-lhe:
Meu filho, foste um bom homem e as tuas motos mudaram o mundo, podes fazer um pedido:
Arthur pensou um pouco e disse:
- Quero encontrar-me com Deus!
São Pedro levou Artur até a sala do trono e apresentou-o a Deus.
Deus reconheceu Arthur e disse-lhe:
- Então inventaste a Harley-Davidson?
Arthur respondeu: - É verdade, fui eu ..

Deus comentou: Não foi uma boa invenção...
É um veículo instável, barulhento e poluidor. Manutenção complicada, alto consumo...
Arthur ficou aborrecido com o comentário e retrucou:
- Desculpe, não foi o senhor que inventou a mulher?

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- Sim, fui eu! - Responde Deus.

- Bem, aqui entre nós, de profissional para profissional, você também não foi nada feliz na sua invenção!

- Há muita inconsistência na suspensão dianteira;
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- É muito barulhenta e tagarela em altas velocidades;
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- Na maioria dos casos, a suspensão traseira é muito macia e vibra demais;
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- A área de lazer está localizada perto demais da área de reciclagem;



- Os custos de manutenção são exorbitantes. 

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Deus refletiu e respondeu:

- Sim, é verdade que o meu invento tem defeitos, mas de acordo com os dados que levantei, há muito mais homens montados na minha invenção do que na tua
cid:7.447254446@web161507.mail.bf1.yahoo.com
 

POLÍTICO QUE CHORA... MILAGRE DAS LÁGRIMAS!


É melhor guardarem as lágrimas para quando a "coisa" aquecer a sério daqui a mais uns anitos.

Ainda vamos no preâmbulo do "filme" de terror...

Agora que a "panelinha" está a ficar sem a "papa-doce" é que eles se lembram de chorar. Não se lembraram de chorar durante os últimos 39 anos em que andaram a rebentar com o país. Aí ninguém se lembrou de chorar.

A mim não me dá vontade nenhuma de chorar, dá-me é vontade de ver os cadafalsos a funcionar de novo e uns quantos pelotões de fuzilamento a purgar o que já devia de ter sido purgado há muito tempo...
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P.S. O texto acima não é deste blogue.


GORONGOSA UM PARAISO EM MOÇAMBIQUE




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