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sábado, 2 de novembro de 2013

DISCUTEM O "CALOTE" E ESQUECEM A DECADÊNCIA DEMOGRÁFICA"

 

Estamos à espera de quê?

Os indicadores do Instituto Nacional de Estatística publicados esta semana sobre a demografia, embora não sejam uma novidade, mostram-nos um retrato desolador do país. 
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Desta vez tiveram algum eco mediático, mas não deve ser por muito tempo. É verdade que a taxa de natalidade vem há décadas num rota acentuada de declínio, o fenómeno não é recente, mas não podemos deixar de reflectir sobre o agravamento dos últimos anos. 
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No passado nada fizemos para inverter ou minorar a tendência. E no presente, mais parece um não assunto. Agora, com o país mergulhado numa crise económica e social de grandes proporções a situação demográfica está a agravar-se, com consequências que já é possível projectar no médio e longo prazos.
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Se queremos que o país tenha futuro temos que alterar a forma como olhamos para o modelo económico e social. A mudança demográfica do envelhecimento da população implica necessariamente mudanças em praticamente todas as frentes que compõem a vida colectiva, designadamente o emprego e o trabalho, a família e a comunidade, o idadismo, a poupança, a educação, a saúde, o  território, etc.
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Deveríamos ser capazes de encontrar respostas assentes numa visão sobre a sociedade que podemos e queremos desenvolver, de onde ressalta o plano do desenvolvimento social e humano. Senão o fizermos, seremos ultrapassados - já estamos a ser - pelos acontecimentos, a realidade impõe-se de forma implacável, criando mais dificuldades, reduzindo a margem de manobra.
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A qualidade e a sustentabilidade das respostas dependerão da capacidade de gerar maior consciência dos problemas e dar um sentido estratégico às melhores ideias que resultam da inteligência colectiva. É por isso que faz todo o sentido, do meu ponto de vista, que o assunto da demografia seja colocado como uma prioridade  do país. 
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Mas não tem sido assim. Que mais é necessário acontecer para mudar esta atitude?

"O BARDAMERDA E OS PONTOS DE VISTA, ECONÓMICOS, ENTRE PORTUGAL E MOÇAMBIQUE"


Governo desaconselha viagens a Moçambique

Patrícia Machado/Cristina Gomes
O governo não aconselha a deslocação de cidadãos portugueses a Moçambique. A Secretaria de Estado das Comunidades alerta para uma forte possibilidade de raptos nos percursos em Maputo. Caso exista uma absoluta necessidade de uma deslocação ao país, o governo sugere que seja tentada a integração em colunas com escolta. As Associações de Direitos Humanos pedem ajuda internacional.

2013-08-27

Portugal de olho no desenvolvimento de Moçambique

O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, disse, ontem, em Maputo, que Portugal quer fazer parte da “história de sucesso” do desenvolvimento moçambicano.
MNE_portas_portugal 

Paulo Portas falava na inauguração da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que conta com um número recorde de empresas portuguesas. 
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“Nós, em parcerias com os moçambicanos, no quadro da legalidade moçambicana, queremos ser parte desse processo de desenvolvimento”, disse Portas, assinalando que a sua presença na inauguração da FACIM está a tornar-se um “hábito”.
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“Moçambique como mercado é muito importante para as empresas portuguesas que estão aqui a colocar as suas marcas e os seus produtos, respeitando as leis moçambicanas e, muitas vezes, em parcerias com empresários moçambicanos”, disse Paulo Portas.
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O governante português assinalou a existência de cerca de duas mil empresas portuguesas envolvidas no mercado moçambicano e recordou que as exportações portuguesas para Moçambique cresceram mais de 30 por cento no último ano e que as vendas de Moçambique a Portugal também aumentaram.
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“É uma relação em que os dois ganham”, considerou. Portas socorreu-se do exemplo da “importância política, económica, cultural e empresarial” que o governo do seu país atribui à relação com Moçambique, com a sua presença na inauguração da feira, e com a do ministro da Economia, Pires de Lima, no dia de Portugal na FACIM, na próxima sexta-feira.
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“É toda uma equipa que pretende apoiar, agora que é mais preciso do que nunca, as empresas portuguesas que conseguiram fazer um aumento espectacular das exportações, mesmo nos anos mais difíceis, e que são um contributo decisivo para a modernização da nossa economia”, disse.

TEORIA DE MARC FABER




  Curiosa teoria económica anunciada nos Estados Unidos. O tipo chama-se Marc Faber. É analista e empresário. Em Junho de 2008, quando a Administração Bush estudava o lançamento de um projecto de ajuda à economia americana, Marc Faber escrevia na sua crónica mensal um comentário com muito humor:
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  "O Governo Federal está a estudar conceder a cada um de nós a soma de 600,00$. Se gastamos esse dinheiro no Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastamos o dinheiro em gasolina, vai para os árabes.
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Se compramos um computador o dinheiro vai para a India.
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 Se compramos frutas, irá para o México, Honduras ou Guatemala.
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  Se compramos um bom carro, o dinheiro irá para a Alemanha ou Japão.
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Se compramos bagatelas, vai para Taiwan, e nem um centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. 
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O único meio de manter esse dinheiro nos USA é gastando-o com putas ou cerveja, considerando que são os únicos bens realmente produzidos aqui. Eu já estou a fazer a minha parte..."

  Resposta de um economista PORTUGUÊS igualmente de bom humor:
  "Estimado Marc: Realmente a situação dos americanos é cada vez pior. Lamento no entanto informá-lo que a cervejeira Budweiser foi recentemente comprada pela brasileira AmBev. Portanto ficam somente as putas. 
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Agora, se elas (as putas), decidirem mandar o seu dinheiro para os seus filhos, ele virá directamente para a Assembleia da República de Portugal, aqui em Lisboa, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo".

DIVULGAMOS TAL QUAL COMO RECEBIDO



Este deve funcionar como os Astecas ou Incas,certinhos, certinhos!!!!Se isto for verdade..
"haa ganda discurso";pena não surtir efeitos !!!!!!!!!!!!!!
Se não leres só ficas mais ignorante: Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México
Boa tarde, 
O título do e-mail não é meu, mas mantive-o pela sua pertinência.
Melhores cumprimentos, 
Discurso do embaixador Cuatemoc: a verdadeira e a falsa dívida externa
A verdadeira e a falsa dívida externa
 
http://3.bp.blogspot.com/_OZNH_ipisN4/S2Ix6eWFmpI/AAAAAAAABRQ/nvyfG-UtGAU/s320/guaicaipuro_cuatemoc.jpg
" Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.

Eis o discurso :
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

 Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.

Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.
No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..." 
http://garoli.fr/blog/wp-content/uploads/2009/07/n1.jpg
http://moines.mayas.free.fr/frailes.mayas/images/conversion%20indios%20Mexico%20r.jpg
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Europeia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional.

DIVULGAMOS COM UM ABRAÇO A BRASILINO GODINHO


BRASILINO GODINHO

Apartado 549

3801-1901 Aveiro



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Aveiro, 02 de Novembro de 2013

Prezadas senhoras,

Caros senhores,
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Tomo a liberdade de vos enviar a presente mensagem de natureza pessoal.
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O que faço, um pouco contrafeito. Porém, situações existem que pelo seu significado e presumível alcance social, transcendem o egoísmo e a comodidade fácil que, tantas vezes, se refugiam hipocritamente na falsa modéstia. Com tais contornos de incidência no bem comum, parece-me ser o meu caso. Assumo a presunção!
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Pois se outra for a interpretação que, excepcionalmente, seja dada a esta minha iniciativa: paciência, será admissível. É um risco inevitável; visto que o pensamento é, por natureza, de livre expressão e porque quem se expõe na praça pública sujeita-se a ser mal julgado.
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Por conseguinte, a título:
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- 01. de informação a V. Ex.ªs  e ao respeitável público;
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- 02. de interesse público de um caso individual que, eventualmente, servirá de modelo e de incentivo para jovens e adultos;
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- 03. de demonstração e exemplo de que em Portugal ainda há gente que preza a ética, o civismo, o respeito por si própria, que pratica o estudo e se cultiva ao longo da vida, sem vacilações ou subterfúgios e sem se conceder ou se atribuir facilidades e espúrias equivalências em sede do Ensino Superior;
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O signatário, Brasilino Godinho, transcreve - em anexo - o teor de uma entrevista concedida ao Diário de Aveiro e publicada na edição do p. p. dia 01 de Novembro de 2013, p. 07.
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Atentamente e com protestos do maior apreço por quantos seus leitores: fiéis uns (a esmagadora maioria); infiéis outros (raros).

"ARTISTAS FAMOSOS DE PORTUGAL"

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CONDECORADO UM GRANDE PORTUGUÊS, segundo Cavaco Silva!!!
  A biografia do Major
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Valentim dos Santos de Loureiro (Nasce em Calde, a 24 de Dezembro de 1938),  empresário, político e dirigente desportivo português.
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Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime Salazarista, tendo completado o curso da Academia Militar na especialidade de Manutenção Militar (normalmente designados por padeiros)! Já na Academia era conhecido pelas suas habilidades!
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Anos depois, já capitão, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a roubar no preço das batatas que comprava para o exército em Angola.
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Foi também condenado por roubar nas rações de combate para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batata").
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Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava géneros e bens alimentares para vender para fora. Foi expulso, com desonra, do exército.
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Depois do 25 de Abril, e sem qualquer pedaço de vergonha, muito típica nele,  pede a readmissão invocando que tinha sido expulso por motivos políticos,  pedindo igualmente a promoção a major, posto que ocupavam os seus colegas da Academia! Desdobra-se em contactos com os movimentos de libertação das colónias que parece conhecia bem (pudera!)e com o Conselho da Revolução!
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Por esse motivo, o oficial que apreciou o seu recurso e pedido de readmissão, com relutância aceita o pedido, mas impõe como condição para a promoção a major, a passagem imediata à reserva, em virtude da vergonha de todo o seu processo, que nunca teve nada de política, mas sim de expulsão vergonhosa. `
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É promovido e sai logo o que não era normal aos militares de carreira! Por esse motivo é que hoje não está reformado como general ou no mínimo coronel!
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O seu processo desapareceu misteriosamente! Ninguém, ou talvez não,  sabe para onde foi.
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Desviou, alegadamente, 40.000 contos do BCP com uma transacção com um cheque em dólares sobre  um banco que não existia.
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Como cônsul "honorário" da Guiné-Bissau usou esse título para, alegadamente,  falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol, que comprou e vendeu numa tipologia de negócio pouco digna.
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O semanário Expresso, passa-lhe uma rasteira, a ele e ao filho (filho de peixe) e consegue que ambos lhe concedam uma entrevista, que eles esperam lhes seja favorável aos seus interesses políticos e não só!
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A jornalista, já não me recordo bem se uma se um, pespega no jornal toda a vida do homem, numa página inteira do semanário, desde os tempos de liceu,  ouvindo vários dos antigos e actuais colegas!
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O major e o filho dizem que tudo o que foi publicado não passa de um chorrilho de mentiras (o usual em tais casos) e que vão processar de imediato o jornal e a jornalista!
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Não tenho conhecimento de nenhum processo de então ou que posteriormente tivesse entrado em qualquer tribunal.
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Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. Em 2008,é presidente da Assembleia Geral da mesma instituição.
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Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. 
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Após ser  desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos (e dizia Brito Camacho (?) os ricos ao poder, são ricos roubam menos...)
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Ficaram célebres as campanhas que organizou, pela oferta de electrodoméstico em troca de votos.
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Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A. (administração cheia de dívidas)
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Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão com pena suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
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Foi recentemente condecorado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique,  por Cavaco Silva, por motivos referentes aos seus  "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores".
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Um gesto inaceitável, tendo em conta o  historial negro do indivíduo.
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Pelos Portugueses é considerado uma Vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe política é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos. (diz-me com quem andas...)

"MEDIDAS DO MANGUELAS PASSOS COELHO PARA A SAÍDA DA CRISE"


Como sair da crise... A ironia para compreender o ridículo da austeridade.

As 40 Medidas pensadas por Passos Coelho para sairmos da crise…….

1. Por cada neto que nascer vão ter de morrer 2 avós.
2. Comércio tradicional vai pagar IVA de XXIII %.
3. Trabalho escravo regressa mas apenas com contratos a prazo.
4. O eléctrico 28 vai fazer a ligação Alfama - Sines - Salamanca em bitola alfacinha.
5. Governo vai aumentar a segunda-feira para 48 horas.
6. Subsídio de Natal vai ser um par de meias.
7. Horas extraordinárias vão ser pagas com desenhos do filho do ministro das Finanças.
8. Metro do Porto vai voltar a ser uma piada.
9. O IVA do vinho depende do que se aguenta.
10. Bancos vão poder servir mini-pratos ao balcão.
11. Diferença horária para os Açores vai aumentar 15%.
12. Quebra de produção com feriados santos vai ser compensada com trabalho forçado de padres .
13. Casais com mais de 3 filhos vão ter de abater 1.
14. Taxas moderadoras podem ser pagas com sexo.
15. Reformas antecipadas congeladas até Manoel Oliveira parar de filmar.
16. TSU de empresas de empresários supersticiosos cai 13%, se eles quiserem, eles é que sabem…
17. Juízes perdem subsídio de renda e vão passar a ir dormir a nossa casa.
18. Pensionistas do Estado com pensões inferiores a 485 euros vão poder trocar consultas por órgãos.
19. TSU de empresas com gestores com hipermetropia vai descer 0,0000000000000001 pontos.
20. IVA dos restaurantes pode ser levado para casa.
21. Portuguesas com um sexto sentido vão ter que desistir de um dos outros.
22. Vão haver portagens à saída das maternidades.
23. São proibidos ajuntamentos de mais de 3 pessoas junto das caixas multibanco.
24. IVA da Coca-Cola aumenta se agitarem as embalagens.
25. Desempregados vão formar empresa de logótipos humanos para eventos em estádios.
26. Vai haver portagens à entrada do tribunal de Oeiras.
27. Madeira vai ser alugada para experiências nucleares.
28. EPAL vai cobrar taxa nos sonhos húmidos.
29. Pelo princípio do utilizador-pagador, pessoas com três rins vão pagar mais taxa de esgoto.
30. RTP fica só a dar música sacra até à Páscoa.
31. Portugueses nascidos a 29 de Fevereiro vão deixar de ter documentos.
32. TSU das empresas de pesca vai descer assim (fazer gesto do tamanho que quiser com as mãos).
33. TAP vai fazer a ligação por terra Sines-Entroncamento.
34. Militares vão substituir bombeiros nos seus deveres conjugais.
35. Reformados que ultrapassam a esperança média de vida proibidos de andar na rua.
36. TSU das empresas de Duarte Lima vai descer sete palmos.
37. As SCUT vão poder ser percorridas a pé por metade do preço.
38. Castrados vão perder o abono de família.
39. Escolas passam a distribuir rações de combate ou em alternativa refeições da TAP.
40. A força vai passar a ser igual a metade da massa vezes a aceleração.
“in Jornal de Negócios (Crónica do João Quadros)”

Depois de ler o artigo em cima e perceber como se pode sair da crise, convido-o a navegar nestes links, abaixo, e conhecer como foi que nos afundamos na crise. 

Passos Coelho - Gasta menos e tem melhores resultados


Claro que agora já percebi que o senhor primeiro-ministro estava, com estas palavras, a gabar a excelência da sua “prestação” enquanto chefe do bando que nos governa, mas ao ler apenas o título da notícia pensei que estivesse a falar das performances da nova viatura oficial... o que me lembrou uma estória:

Regressado da Austrália, onde fora de visita a uma sua irmã, o Fernando não se calava com o tamanho da propriedade australiana dela e do seu cunhado, emigrantes criadores de ovelhas.

- Mas grande... como? – perguntou o Anacleto de “mini” na mão.

- Ó pá... grande, pronto! Olha... quando o meu cunhado me levou na “pick-up” para dar a volta completa à propriedade, levámos um dia inteiro...


- Ah... já tive uma “pick-up” assim! Só dava problemas! Desfiz-me dela assim que foi possível!!!

O DRAMA DE PORTUGAL TEM RAÍZES NESTE PALHAÇO


Carvalho da Silva diz que Cavaco em Belém é "um drama" para o país

Carvalho da Silva considera que a oposição à esquerda não se está a afirmar como força alternativa e diz mesmo que o PS é um espaço em manobras contínuas. Em entrevista à Antena 1, o ex-secretário-geral da CGTP confessa ainda que o "um dos maiores dramas" de Portugal é ter Cavaco Silva como Presidente neste momento.

Orçamento para 2014 – APROVADO



paulo portas maria luis albuquerque passos coelho rui machete assunção cristas milagre económico
Ontem foi aprovado na generalidade mais um de miséria. Discursos para aqui, discursos para acolá, do milagre económico ao não se aguentam mais sacrifícios, cada um disse de sua justiça para no fim acontecer o que já todos sabiam que ia acontecer; a sua aprovação.
Não quero ser pessimista, mas se isto já está muito mau ainda vai ficar pior e pior ainda é que não vejo acontecer nada que mude o rumo dos acontecimentos.
A oposição parlamentar faz discursos de oposição, os sindicatos protestos e greves parciais para  justificar a sua existência e o que resta prefere reclamar no facebook ou meter a cabeça na areia.
Os movimentos sociais, já frágeis na sua gestação, dissolveram-se no Que se Lixe a Troika que por seu lado se diluiu na sua capacidade de apresentar alternativas. Nada, zero, nicles.
Não há nada a não ser pedidos de derrube do governo e eleições antecipadas em que ninguém prevê que o próximo primeiro-ministro não seja tão incapaz como o actual.
Perante este cenário e em conversa com um companheiro de lutas pareceu-nos necessário começar a juntar as pessoas e debater alternativas que possam ser a base para sustentar um protesto credível e com soluções.
Poucos responderam até agora ao apelo mas nem que vá sozinho, no próximo Domingo, pelas 15 horas vou estar no anfiteatro do Jardim da Gulbenkian (onde são os concertos de Jazz), para pensar alternativas, estabelecer pontes, delinear estratégias e repensar o protesto e as acções a desenvolver.
Quem desejar aparecer apareça quem pensar que não vale a pena pois que fique a fazer o que desejar. Eu vou porque não posso ficar quieto perante a situação e porque sim.

A Frase


Os partidos são pequenas torres de marfim de qualidade inferior. Em primeiro lugar, estão muito fechados ao mundo, quer ao mundo nacional, quer o mundo exterior a Portugal. Em segundo lugar, não desejam expressar uma grande capacidade de renovação, porque isso cria um espírito de concorrência interno que, naturalmente, perturba alguns dos seus membros. Em Portugal os partidos políticos funcionam como funciona quase toda a sociedade: entre linhas estanques.
Ângelo Correia, i

"O BARDAMERDA DO PORTAS E O MANGUELA PASSOS COELHO DEVERIAM LER ISTO"

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"Não referimos o palhaço de Belém porque este sabendo que se aproxima o termo de sair com a  panca às costas por indecente e má figura está-se nas tintas para o que se passa"
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lisboa sem abrigo web 650
 
Isto faz-me lembrar uma expressão do Lenine, proferida por volta de 1921 quando a União Soviética estava a passar por uma crise de fome tão grave que as pessoas recorriam ao canibalismo e o Lenine em desespero terá dito a um dos seu confidentes que: "isto é o fim, o fim chegou."

O próprio Lenine julgava na altura que a União Soviética ía colapsar logo ali dentro de poucos meses ou anos. E só não colapsou porque os banqueiros de Wall Street à última da hora deram uma preciosa ajuda financeira e económica ao regime soviético para manter aquilo de pé, pois acreditavam que por um lado, com o tempo poderiam converter o regime soviético ao capitalismo e por outro, sabiam que mesmo que houvesse guerra entre a União Soviética e os americanos, eles é que íam engordar a vender armamento (na época ainda não existia o perigo das armas nucleares...). Mas isto ainda é uma história muito mal conhecida, pois nenhumas das partes envolvidas lhe convém que se saiba a verdade...

Hoje em Portugal podemos dizer o mesmo, ainda não temos de recorrer ao canibalismo (graças a Deus!), mas quem tiver uma visão de longo alcance percebe claramente que isto é o fim, o fim chegou para este país e este povo e a situação é tão grave, que já nem o Marquês de Pombal e o Salazar juntos nos conseguiriam tirar da miséria para onde estamos a marchar a passos largos.

Tragédia humanitária: Portugal estará pior do que a Grécia em 2014

A população portuguesa abaixo do nível de pobreza era de 18% em 2006, e na Grécia era de 20% em 2009. Hoje, o nível de pobreza é (alegadamente) de 25% em Portugal e tende a aproximar-se do nível de pobreza grego em 2014. Entretanto, os banqueiros portugueses estão hoje no topo dos banqueiros mais bem pagos em toda a Europa, e com a conivência política de Passos Coelho.

A Grécia já estabilizou a queda da sua economia, enquanto que a política do governo de Passos Coelho para 2014, expressa no Orçamento de Estado para esse ano, tende a piorar a situação portuguesa. A situação grega estabilizou quando os militares gregos ameaçaram a Troika e a União Europeia em relação às políticas de austeridade. Em Portugal, não existe o problema grego da ameaça militar, porque as Forças Armadas portuguesas foram desmanteladas e desmoralizadas por políticas sucessivas de vários governos maçónicos nos últimos vinte anos. Por isso, a Troika sente-se mais à vontade em Portugal para enviar o país para a Idade da Pedra.

A hipocrisia e o cinismo do governo de Passos Coelho é incomensurável, por exemplo, quando faz alarde, nos me®dia, da baixa da taxa de desemprego em 2013 em algumas décimas percentuais, quando sabemos que emigram cerca de 10.000 portugueses jovens por mês. Com uma exportação em massa da mão-de-obra qualificada, falar de baixa da taxa de desemprego só pode vir de uma quadrilha de malfeitores.

A política que se está a seguir hoje em Portugal roça o surreal, porque Portugal está a ser tratado pelas instâncias internacionais como se o seu povo não tivesse história e como se a sua cultura fosse equiparável à do Burkina Faso.

Em minha opinião, Portugal vai sofrer uma tragédia humanitária em 2014. A minha dúvida é a de que se seria possível a Passos Coelho mitigar essa tragédia, ou seja, não tenho a certeza se Passos Coelho é cúmplice da tragédia portuguesa, ou se está simplesmente a ser obrigado a seguir esta política devastadora da Troika. A História e o futuro o dirão: a verdade é como o azeite: acaba por vir acima da água.

Concordo com a opinião do ex-ministro Álvaro Santos Pereira, quando afirmou que a Europa arrisca-se a ter ditaduras se prosseguir austeridade cega; mas esse risco em Portugal está diminuído por umas Forças Armadas constituídas por bananas e invertebrados. O que se irá agravar em Portugal é a revolta do povo que pode assumir contornos sinistros.

A tragédia humanitária portuguesa irá incidir sobretudo sobre os velhos e sobre as crianças.

Os níveis de criminalidade atingirão, em 2014 e em Portugal, níveis inéditos em toda a História de um país de 900 anos. É possível que surjam organizações para-militares de terrorismo urbano na clandestinidade. A vida de Passos Coelho não estará segura nem garantida. Não me admiraria se, durante 2014, um qualquer membro do governo de Passos Coelho sofresse um atentado.
Orlando Braga

"OS ESQUEMAS À LUZ DOS MANGUELAS"


Porque não estão as obrigações do tesouro acessíveis aos Portugueses?

Porque razão Portugal pede dinheiro emprestado ao estrangeiro, pagando 6% de juros e não o propõe aos portugueses (seguramente haveria muita gente interessada em aplicar as suas poupanças a juros com esse valor!)

Uma vez mais o interesse da alta finança é a causa.

Os bancos não querem concorrência!

Querem manter o dinheiro dos aforradores ao seu cuidado e não fora dele, claro!

Uma vez mais, José Gomes Ferreira desmascara os interesses instalados de forma simples e objetiva.

IMPERDÌVEL!!!