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sábado, 16 de novembro de 2013

FALTAVA ESTE "BARDAMERDA" LANÇAR UM LIVRO...


“Os segredos do poder"

O lançamento da obra biográfica de António Guterres deu-se ao fim da tarde de hoje no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, e contou com a presença de diversas figuras da política, nomeadamente à direita: para além de Passos Coelho, que não prestou declarações aos jornalistas, esteve presente o secretário de Estado da Cultura, Francisco Barreto Xavier, António Capucho, Marco Almeida, Fernando Seara, Vera Jardim ou Eduardo Lourenço, entre outros.


A obra foi apresentada pelo padre Vítor Melícias e António Reis, antigo dirigente do PS e ex-Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), com o autor da obra, Adelino Cunha, a deixar um cumprimento especial ao "amigo" Pedro Passos Coelho, que se deslocou até à baixa lisboeta, onde se situa o São Carlos, para a apresentação da obra que António Guterres afirma não se rever.
. Curiosa escolha para a apresentação:

Victor Melícias e António Reis, ex-Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano. 


Mais vale prevenir que remediar, para mais quando A. Guterres diz que não sabe (politicamente entenda-se) o dia de amanhã…!  . Quem sabe se, em 2016 não irá necessitar dos votos de cristãos e maçons!

DO COLEGA "APODRECETUGA"



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Portugal já não é bem um Estado. Soberania não tem, governo tem pouco, e o próprio povo já começou a ir embora. 


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Não resisti a partilhar este artigo do genial Ricardo Araújo Pereira, que com o seu humor brilhante, consegue levar a politica a mais portugueses. Consegue salpica-la de humor e de intriga, de tal forma que a torna mais apetecível. Algo que, evidentemente, é urgente ser feito. É urgente que os portugueses se interessem pelo que os políticos são e fazem.
Ricardo Araújo Pereira, possui o dom de expor a politica realçando os ingredientes mais apreciados pelos portugueses. Mostra que a politica tem tanto de humor, intriga, crime, drama, inveja, falsidade, mentira, corrupção, etc como qualquer reles novela ou campeonato de futebol, e até mesmo, reality shows, que tantos portugueses apreciam. Portanto portugueses apreciem... 
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Corta!  
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Primeiro foi o corte nos salários, depois o corte nas prestações sociais, a seguir o corte nas reformas, mais tarde o corte nas pensões de sobrevivência.  Como não percebo nada de economia, pensei que o próximo corte seria nos pulsos. Afinal, é outra vez nos salários e nas pensões. Sinceramente, não sei se foi melhor assim. Não só revela falta de imaginação como parece adiar o inevitável. Além disso, a insistência nos cortes já parece denunciar uma patologia. 

Passos Coelho é o Estripador de São Bento. E, tal como o outro, não me parece que a polícia vá conseguir apanhá-lo. Ao mesmo tempo que o governo corta nos salários dos portugueses, Angola parece interessada em cortar com o governo. Deus não dorme. O ministro dos Negócios Estrangeiros bem pediu desculpa, mas o crime que o nosso país cometeu é indesculpável. A demissão de Rui Machete é obrigatória. É preciso ser muito incompetente para, num país cuja especialidade tem sido a subserviência aos estrangeiros, não conseguir atingir um nível de sabujice minimamente satisfatório.

A culpa, no entanto, não é só dele.
Parece que a pouca democracia que temos ainda é demais para o gosto do presidente angolano.  Mantém-se a separação de poderes, e os tribunais podem julgar impunemente os amigos de José Eduardo dos Santos. É incrível, mas o regime do Estado português não agrada a ninguém.
 

Como resolver todos estes problemas? Mantenho uma esperança muito grande no guião da reforma do Estado, que Paulo Portas irá apresentar, supõe-se, na mesma manhã de nevoeiro em que D. Sebastião regressará. Julgo que há qualquer coisa sobre isso nas trovas do Bandarra, embora ele preveja que D. Sebastião apareça primeiro. Como guionista, creio que o atraso na entrega do guião é inadmissível, sobretudo por se tratar de um documento muito fácil de escrever.
Em primeiro lugar, Portugal já não é bem um Estado. Soberania não tem, governo tem pouco, e o próprio povo já começou a ir embora. Não havendo já quase nada para reformar, é difícil compreender a demora. Em segundo lugar, o guião tem pouca acção, nenhum diálogo e a cena é sempre a mesma. É um guião de uma palavra só, aquela que se costuma escrever no final: corta! Não deve dar muito trabalho.
Ricardo Araújo Pereira


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