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domingo, 24 de novembro de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Seiva Trupe recria vida de Kurt Cobain
Alexandre Almeida revela um ‘novo’ Vietname
André Gago recria os últimos dias de Pessoa
Sporting vence e está a um ponto da liderança
Futebolista jordano desmaia e morre em jogo
Cidadãos querem repor feriado de 1 de Dezembro
Sporting falha ‘final four’ da UEFA Futsal Cup

Capa do Público Público

O Orçamento da UE 2014 e os Recursos Próprios
Portugal, Polónia e a Parceria de Leste em Lisboa
Outono incerto
Hannah Arendt: a não-banalidade do bem
Caríssimas Canções de Sérgio Godinho chega a disco e fecha um ciclo de amores cantados
Cartas à directora
Voz e Guitarra regressa com um segundo volume, 33 nomes e várias surpresas

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Eco para más palavras silêncio para as boas
Convocado buzinão no IC19 contra Orçamento
PSP detém 6 pessoas por conduzirem alcoolizadas
Luís Farinha toma posse na segunda-feira
Médicos exigem concurso para assistente graduado
Temperaturas baixas vão manter-se nos próximos dias
Greve do SEF nos aeroportos com adesão de 100%

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Primeiro barco do dia operado pela Transtejo não saiu de Cacilhas para Lisboa
Vinho de Jolie e Pitt entre os 100 melhores do mundo
Lei das rendas ameaça Repúblicas de Coimbra
Matérias tóxicas à solta na Universidade do Minho
Paulo Vintém quer apresentar um programa
Alcino Soutinho deixa obra relevante no norte do país
Israel adota medidas para expulsar imigrantes africanos

Capa do i i

ASPIG. Falta de cinco mil GNR nos quadros coloca militares em perigo nas operações
Israel diz que Irão conseguiu o que queria e que acordo nuclear de Genebra é mau
Obama diz que acordo nuclear com Irão “torna o mundo mais seguro”
Bruno de Carvalho quer "honra, orgulho e máximo respeito" pelo Sporting
OE2014. Militares em protesto simbólico dentro dos quartéis contra cortes orçamentais
Greve do SEF nos aeroportos com adesão de 100% em "todas as categorias profissionais"
CP anuncia desconvocação da greve prevista para a próxima semana

Capa do Diário Económico Diário Económico

Governo tem de nomear 100 cargos públicos até ao final do ano
“Temos de comunicar melhor o que fizemos junto dos investidores”
Troika quer discutir já em dezembro alternativa ao chumbo do corte de pensões
"Não vamos assinar um acordo que ameace portugueses com mais austeridade”
Repsol investe 100 milhões em 2014
Descubra as últimas jogadas dos mestres da bolsa
Maioria garante insenção de IVA para músicos e artistas

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Nós, o Negócios
Cavaco Silva não teve dúvidas sobre as novas regras da requalificação
O limite
A insustentável relutância do privatizador
São penhorados 125 mil euros de pensões por dia
RBI
Tudo o que precisa saber sobre a união bancária

Capa do Oje Oje

HSBC aumenta apetência por risco na banca de retalho
Estado arrecada mais 2,2 mil milhões em impostos até outubro
Défice das administrações públicas nos 6,4 mil milhões até outubro
FMI revê em alta previsão de crescimento para a Polónia
Procura chinesa por petróleo deve crescer 4% em 2014, declara Sinopec
República Centro-Africana ainda sem poder exportar diamantes
Statoil adia campo no Reino Unido

Capa do Destak Destak

PM japonês preocupado com resultados da declaração chinesa
Peritos da OIEA em missão de verificação da central japonesa de Fukushima
Xiomara Castro proclama vitória nas Honduras, mas oficialmente ainda está em segundo lugar
Fabricantes japoneses e norte-americanos juntam-se para desenvolverem memórias MRAM
Morte de surfista na Austrália reavivou petição para sacrifício de animais com mais de 3 metros
MNE japonês insta China a revogar "zona de identificação de defesa aérea"
Coreia do Sul espera que acordo com Irão pressione Coreia do Norte

Capa do A Bola A Bola

Atraso salarial ainda não preocupa
Nuno Carvalho anuncia «vice-presidente»
Jorge Casquilha é hipótese para treinador
Rambé pode regressar em janeiro
Ajax quer Ola John por seis meses
Mangala recupera o lugar
Adeptos estão descontentes

Capa do Record Record

Michelle cancela ida a torneios mexicanos
Ricardo Horta: «Tivemos grande atitude»
Rui Pedro Silva: «Não sei se vale a pena participar no Europeu»
Bélgica: Miolo do Anderlecht ganha criativo
Lista de Nuno Carvalho cresce
Derley: «Vitória traz confiança»
Quintero presta tributo a Vincenzo Zucchini

Capa do O Jogo O Jogo

Resultados da Taça de Portugal
Álvaro Parente foi segundo em Baku
Villarreal, a surpresa continua
Bulls esmagados em Los Angeles
"Aguero a seguir a Messi e Ronaldo"
Ole-Gunnar Solskjaer brilha como treinador
Jovem de 19 anos morre durante o jogo

"UM RAPAZ, DEMOCRATA OPORTUNISTA; QUE NUNCA VERGOU A MOLA"

O texto a seguir não é deste blogue. Transcrevemos, justamente, porque nos chegou pelo e-mail
Sobre o Humberto Delgado já me perguntaram várias o que sei sobre ele devido ao facto de um dos meus tios-avôs ter sido amigo pessoal do mesmo e ter andado metido nas "resistêncais". A verdade é que eu não sei nada sobre o Humberto Delgado e apenas sei que o meu tio já sabia provávelmente do plano para sequestrar o Paquete Santa Maria com antecedência. Mais nada.

Meteu-se-lhe o bicho do fanatismo democrático na cabeça e esta gente pela democracia é capaz de exterminar o mundo inteiro se tal for necessário. O fanatismo democrático é o pior tipo de fanatismo possível, são os piores...
Sobre o desertor Manuel Alegre
Natural de Águeda ou arredores, Manuel Alegre fez a sua vida académica em Coimbra. Descendente de uma classe “média-alta” fez a vida normal de estudante de Coimbra, um tanto boémia e, nesse sentido, um tanto tradicionalista. 
Cedo se virou para a política o que, no ambiente de Coimbra, também era tradicional. Militou na “organização local” do p.c.p. e estou à vontade para afirmá-lo porque fui eu próprio quem desmantelou essa organização. 
Dos seus elementos com alguma responsabilidade ficaram dois: Silva Marques, hoje deputado do P.S.D. que, embora fosse estagiário de advocacia em Aveiro, vivia já numa situação de semi-clandestinidade, e o Manuel Alegre. Mas ficaram por razões diferentes. 
O primeiro, Silva Marques, porque mergulhou na clandestinidade e viria depois a fixar-se na Itália, onde entrou em litígio com o “partido” do qual veio a ser expulso, após ter feito várias autocríticas que, de resto, conheci. 
Manuel Alegre também escapou mas porque estava a prestar serviço militar no R.I. 12 (Regimento de Infantaria nº12) situado precisamente em Coimbra e já mobilizado para Angola, como alferes miliciano. A PIDE foi sempre um pouco avessa à detenção de militares mas, neste caso, pesou mais o facto de estar mobilizado. 
É, pois, totalmente falsa a ideia de que desertou por ser perseguido pela PIDE que não o prendeu porque não quis fazê-lo. As razões íntimas que o levaram à deserção só ele poderia explicá-las se bem que se tornou evidente para quem alguma vez ouviu a “voz da liberdade” ao longo dos seus 12 anos de funcionamento.

E não venha dizer que não traiu. Fê-lo ao longo de 12 anos, não só pelas declarações que prestou como também pelas que obrigou a prestar. Trata-se de matéria conhecida mas que abordarei um pouco à frente.

Desertou e foi para Paris em 1962, estava a ser criada a FPLN (Frente patriótica de libertação nacional) que já se decidira iria funcionar em Argel, com o beneplácito do governo argelino e toda a sua protecção. Seria dirigida por Fernando Piteira Santos que fora funcionário do partido comunista português e expulso da organização uns dez (10) anos antes. Aliás, o governo argelino já autorizara também a instalação e funcionamento da rádio “voz da liberdade” da qual Manuel Alegre viria a ser o locutor até 25 de Abril de 1974. 
Assim, em meados de 1962, partiriam de Paris rumo a Argel Fernando Piteira Santos, sua companheira, Maria Stella Bicker Correia Ribeiro e Manuel Alegre. A FPLN cresceu rapidamente e tem que dizer-se que o seu principal indutor foi a rádio “voz da liberdade”. 
Tornou-se, assim, a breve trecho, num autêntico coio de traidores, grande parte deles desertores do Exército Português e também, ex-prisioneiros que, libertados pelo inimigo, eram para ali encaminhados e lá permaneciam em cativeiro pelo menos até se disporem a revelar perante os microfones tudo o que sabiam e não só: tinham igualmente que recitar “ipsis verbis” o discurso que lhes punham à frente. Só depois disso é que teriam hipótese de sair da Argélia. 
Esta atitude, que em qualquer país civilizado consubstanciaria a figura jurídica de “cárcere privado” era praticada pela FPLN com a cumplicidade do senhor Manuel Alegre: só que no Portugal democrático ninguém fala disso. Não seria trair?

E receber os chefes dos movimentos africanos que nos combatiam, ouvir e transmitir aí os seus dislates não seria trair?

E fornecer-lhes as informações que desertores e ex-prisioneiros de guerra eram forçados a prestar não seria trair?
 
Bom, se isto não era trair vamos a outro aspecto: - Enviar homens – elementos da FPLN – para Cuba a fim de serem instruídos na guerrilha urbana, também não era trair? 
E a FPLN (não só mas também) enviou para lá alguns que foram treinados numa base cujo nome não me recordo de momento mas sei que dista 17 quilómetros de Havana e foram treinados entre outros por Alvarez del Bayo, antigo coronel do Exército espanhol que se bateu contra Franco e foi um dos homens do DRIL ( Directório Revolucionário Ibérico de Libertação) que organizou o assalto ao Santa Maria. 
E também me lembro que esses homens (da FPLN) foram treinados no fabrico e uso de explosivos e, ainda, a fazer guerrilha urbana com armas que eles próprios tinham que fabricar. E que aprenderam, por exemplo, a fabricar morteiros partindo de um simples cano retirado de um algeroz. Isto era bem mais do que trair. 
E para que dúvidas não restem, cito dois nomes: Eduardo Cruzeiro que foi jornalista do “República”, está vivo e tem um “bom tacho” na RTP, e Rui Cabeçadas que é ou foi advogado. E digo “é ou foi “ porque calculo que teria a minha idade, talvez um pouco mais, e não sei se é vivo ou já morreu. Chega? Não, não chega que eu tenho mais.

Sei que a vida na FPLN não era um “mar de rosas” para todos. Bem pelo contrário: as guerras entre essa organização e o p.c.p. era violentíssima. Chegou-se ao ponto de o p.c.p. ocupar a rádio pela força e a FPLN responder com um contra-golpe que consistiu em levantar os depósitos bancários do p.c.p., factos que obrigaram o governo argelino a intervir para pôr as coisas no lugar. 
E como nem o Dr. Pedro dos santos Soares, membro da cúpula do p.c.p. e adrede enviado para Argel conseguiu pacificar as hostes, este partido decidiu jogar a última cartada: nem mais nem menos do que Humberto Delgado. 
Estava no Brasil, sofria de doença grave e foi a Praga para se tratar. Foi aí que o p.c.p. o abordou e convenceu a ir para Argel. Foi-lhe dito que tudo o que se pretendia era unir a oposição e derrubar o “regime fascista” português. Ninguém se não ele poderia liderar essa união, preparar e comandar o golpe. Convencido do seu prestígio, acreditou e foi para a Argélia.

Enganou-se, até porque nunca lhe passara pela cabeça que encontraria o que na realidade encontrou. Desconhecia que o p.c.p. jamais perdoaria a “traição” de Piteira Santos, que, embora marxista e reconhecido como tal, havia falado na PIDE. Mas havia outros problemas não menos graves: Humberto Delgado era um impulsivo e queria uma revolução imediata. 
O p.c.p., mais preparado politicamente, respondia que aprendera as lições da guerra civil de Espanha e da própria Guatemala. Era para eles evidente que “nenhuma revolução poderia triunfar sem que antes conseguisse o apoio das Forças Armadas”. Não embarcava em aventureirismos. Virou-se para a FPLN e a ela aderiu. 
Só que, logo que pôs o problema da revolução imediata, foi-lhe respondido que Lenine ensinava que “nenhuma revolução de massas poderia ser ganha sem que tivesse o apoio de uma parte do exército que houvesse servido o regime anterior”. 
Não percebera que uns e outros eram marxistas e sabiam que o comunismo não tinha a mínima hipótese de governar Portugal. O que interessava a todos era entregar a África Portuguesa à União Soviética. E isto significava para Delgado que “entre dois mundos ficara sem mundo”. 
Tentou, por sua vez, a última cartada: era amigo e um grande admirador de CHE GUEVARA que se transformara em mito de todos os revolucionários de todo o mundo. Pediu a sua ajuda e GUEVARA aceitou. Foi para Argel e por lá ficou uns tempos mas nada fez. Nem podia fazer: GUEVARA era agente do KGB soviético. 
E os interesses de Moscovo estavam muitíssimo à frente de Humberto Delgado, que ficou só. Sem dinheiro, sem saúde e sem apoios ameaçou entregar-se às Autoridades Portuguesas. Foi o seu fim. Não sei como nem em que circunstâncias. Tudo o que sei – e já o disse várias vezes – é que essa história continua mal contada. 
Quem sabe se o senhor Manuel Alegre não poderia levantar uma pontinha do véu?..."
Abílio Augusto Pires ex-inspector da PIDE/DGS

"MISÉRIA CHEGADA AOS BANCOS"




RTP com Lusa
Os resultados dos 24 bancos que operam no mercado português traduzem-se num prejuízo de 1,55 mil milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, segundo números disponíveis no portal do Banco de Portugal. Das 24 entidades financeiras analisadas, metade teve lucros e a outra metade prejuízos.

A Frase


Que bonito: parece que os pais fumadores vão ter cadastro governamental, informa o `Expresso` Como? Simples: se o `fumo passivo` causa doenças em volta, por que não sinalizar no boletim de saúde das crianças que elas têm pais criminosos em casa? O ideal, aliás, seria o Estado não ficar pelo fumo inquirindo também a dieta da família (sal, açúcar, gorduras); a presença (ou ausência) de `jogging` matinal; a intensidade sísmica que os progenitores geram nos momentos de intimidade e que pode infligir danos psíquicos ou auditivos irreparáveis. Munido destas informações, o Estado poderia retirar as crianças destes antros de pecado- ou, em alternativa, punir os pais com taxas moderadoras dignas de corar um calvinista. Depois, na idade adulta, os filhos também teriam a oportunidade de processar os pais pelo rol de traumas e doenças que uma educação virtuosa teria evitado.
24 Nov, 2013 João Pereira Coutinho Correio da Manhã



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TAILÂNDIA - SITUAÇÃO POLÍTICA



Police fear violence today
The Sunday Nation

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clashes expected as thousands of reds, anti-govt protesters set to join rallies

BANGKOK: -- Clashes are expected today as thousands of government supporters and protesters convene in Bangkok for rival gatherings, as former Democrat MP Suthep Thaugsuban announced yesterday that different groups were getting together to "root out the Thaksin regime".

At the Democracy Monument protest site, Suthep ushered a group of academics, representatives of labour unions from state enterprises, members of the Silom business community, political activists among others to stage in front of thousands of cheering protesters.

The group on stage also included leaders of the People's Army to Overthrow the Thaksin Regime and the Network of People and Students for Thailand's Reform, who have been holding separate rallies in Bangkok to voice their opposition to the government-backed controversial amnesty bill and the so-called Thaksin regime.

The move came on the eve of a so-called "million-man march" planned today by Suthep and other protest leaders.

However, police said they only expected about 70,000 people to show up.

Pol Maj-General Piya Uthayo, spokesperson for the Centre for the Administration of Peace and Order, however, said that there may be attempts to spark violence between the two groups of protesters.

Rapid response teams

Piya said 40 teams of rapid-response police officers had been set up to deal with the situation tomorrow. Police will also be patrolling nine key spots around the capital more frequently, he said, adding that security personnel had three objectives: ensuring the safety of demonstrators, the general public and facilitating traffic flow.

Meanwhile, red-shirt leaders have called on supporters to gather at Rajamangala Stadium from today in order to deal with what is expected to be a massive gathering of anti-government protesters tomorrow. The protesters are expected to split into 12 groups around Bangkok.

Red-shirt co-leader Jatuporn Promphan told the press yesterday that this decision was made in order to bring red-shirt supporters to the capital from upcountry so as to protected Prime Minister Yingluck Shinawatra's elected government. He acknowledged that the anti-government protesters will increase in numbers today and hence, red shirts should be ready to descend on Bangkok today for a prolonged fight as the other group was already closing in on Government House. "We're not going to let Suthep take over Thailand," he said.

Separately, chairperson of the red-shirt Democratic Alliance against Democracy, Thida Thawornseth, called on vocational students to abandon the Democrat party-led protest, saying that the former Abhist Vejjajiva-led government never supported vocational schools and in fact, wanted to shut them down. She said it was time for the students to choose between backward conservative forces and progressive democratic ones.

Anurat Thinwad, chairman of the Isaan red-shirt sector, said 30,000 people were ready to descend on the capital no later than 2pm today. Red-shirt leaders from Pathum Thani said yesterday that they would be bringing more than 10,000 people to Rajamangala Stadium today.

The Chiang Mai 51 group had readied 150 buses last night to bring red-shirt protesters to Bangkok today. They also protested against the Constitutional Court ruling on Wednesday by burning a coffin.

Meanwhile, the anti-government STR group has moved closer toward the Government House and is now occupying the Nang Lerng intersection, which is just a few minutes by foot from the prime minister's office. They were told by a senior police officer that they were violating the Internal Security Act and could face a year in prison and/or a fine of Bt20,000. The officer, who was booed away by the crowds, later returned to present a letter of warning to the protest leader.
The Nation 2013-11-24