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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

É a crise…..


Desconheço o custo da taxa de exploração aplicada a esta quinta !!!.....

"LEITURA OBRIGATÓRIA"

Deitámos-nos na Linha do Comboio, ou Como se Destrói o País em Menos de 40 Anos 

“INEPTOCRACIA, um sistema de governo onde os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir e onde os membros da sociedade aparentemente menos capazes de sustentarem a eles próprios ou terem sucesso, são recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada a um número cada vez mais diminuído de produtores”. - Autor desconhecido
 
Com a entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa [1], em 25 de Abril de 1976, deu-se início a um novo ciclo da vida política nacional, a que se pode dar o nome de III República.

Este novo regime teve (e tem) sobre si, a herança de 848 anos de História (1128-1976), do Estado-Nação do país dos portugueses, chamado Portugal.

Nos 37-39 anos decorridos (os dois anos decorridos entre o 25 de Abril e a aprovação da CR, podem ser considerados como um interregno), o novo regime desbaratou quase toda a herança patrimonial que restava e comprometeu, catastroficamente, aquela que sobreviveu às desgraças entretanto ocorridas.

Vamos sinteticamente provar porquê, já que não é possível sintetizar o como.

Em 1974 Portugal espalhava-se por quatro continentes e quatro mares, possuindo um crescimento económico e social que levava décadas, estando a crescer a 7% ao ano, na Metrópole - e mais em Angola e Moçambique, números de 1973.

O escudo era das moedas mais fortes do mundo (provavelmente a sexta mais forte), havia pleno emprego[2], paz social (com um ou outro atentado e manifestação hostil, provocado pela luta do PCP, uns farrapos esquerdistas e o que sobrava da oposição dita democrática, oriunda da 1ª República, contra a ordem vigente); inflação controlada e com um melhoramento paulatino do que se chama hoje de estado social.

Tudo feito com parcimónia, tentando garantir mais-valias futuras e sustentabilidade nos investimentos (ou seja, não gastando mais do que se produzia nem fazendo dívidas que não pudessem ser pagas).

Ao contrário do que a desonestidade intelectual e política proclama – já não se pode apelidar de ignorância – as relações internacionais que nos eram fundamentais estavam todas garantidas e equilibradas.[3]

E ninguém dava ordens ao governo português ou dizia o que tínhamos que fazer…

Nas vésperas do 25 de Abril de 74, nos cofres do Banco de Portugal, contabilizavam-se cerca de 850 toneladas de ouro e 50 milhões de contos em divisas.

Era o que se pode designar por “uma pipa de massa”, fruto de uma administração financeira séria e responsável, que remontava a 1928.

Tudo o que digo são factos incontroversos que nenhuma afirmação ou crítica, feita por qualquer entidade ou força política, pode desmentir.

Já agora talvez seja útil recordar, a quem se faz esquecido ou desentendido, que tudo se conseguiu enquanto se lutava vitoriosamente em três frentes de guerrilha, separadas por milhares de quilómetros, o que teve origem e suporte, nas forças comunistas e no capitalismo e neocolonialismo internacionalista e apátrida.

Infelizmente apoiados por uns quantos renegados portugueses indignos desse nome.

Estes três teatros de operações mobilizavam um total de 230.000 homens em todo o espaço português.

Não era coisa (nem custo) de somenos!

Realizado o Golpe de Estado e perdido, no dia seguinte, o controlo dos acontecimentos por quem o realizou, assistiu-se a um cataclismo quase cósmico, da Nação Portuguesa.

Em pouco mais de um ano sofremos a maior derrocada militar e desastre político de toda a nossa História, em termos militarmente indecorosos, e moral e politicamente vergonhosos, que originou a perda de cerca de 95% do território e 60% da população. A maior parte desta população entrou em guerra civil e depredações de tal ordem, que se prolongaram por décadas provocando um número de mortos nunca contabilizado, mas que se estima tenha ultrapassado o milhão de almas.

Até hoje o discurso político, a maioria dos “média” e os livros escolares, cobriram tudo isto com as mais despudoradas mentiras.

Acantonados nos torrões europeus que nos restaram – que iam do Caia ao Corvo, com muito mar de permeio, a que logo virámos as costas - logo se tentou despachar Macau para a tutela da China, como se tratasse de um apêndice incómodo, e se abandonou Timor à sua sorte.

Afastado o espectro da guerra civil – por uma unha negra –, em 25 de Novembro de 1975, procurou-se uma estabilidade política, que verdadeiramente até hoje nunca houve, e em três ou quatro anos fez-se esfumar por irresponsabilidade e demagogia, a totalidade das divisas e parte das reservas de ouro (hoje reduzidas a 382,2 toneladas, mas “hipotecadas” ao euro); esfrangalhou-se a economia, indisciplinou-se e desequilibrou-se a organização social e as relações de trabalho.

Não contentes com isto endividou-se o país de tal modo que, em 1978, já se teve que recorrer ao muito pouco filantrópico FMI, para se evitar a bancarrota, operação que se repetiu em 1983.

A grande tábua de salvação vislumbrada era a CEE – com quem Portugal já tinha firmado um acordo muito favorável, em 1973 – e para onde conseguiu entrar em 1986.

Mais uma vez aquilo que se veio a revelar serem “fumos da India”, nos fez engalanar em arco, baixar as guardas e descurar o bom senso.

Começou a chover dinheiro a rodos – cerca de dois milhões de contos/dia, de que nunca se apresentaram contas – mas, mesmo assim, continuou-se a aumentar a dívida.[4]

É certo que o País melhorou muito em termos materiais (em termos morais e espirituais é outra conversa), mas a maior parte dos fundos não foi investido em mais–valias reprodutivas, fora aqueles que foram desviados para cevar os apetites consumistas de quem lhe podia deitar a mão.

Tudo isto, porém, feito à conta de muitas opções de desenvolvimento erradas sob o ponto de vista da Estratégia, pela destruição de grande parte do sector Primário e Secundário e da transferência de fatias da economia e finanças para mãos estrangeiras e de cada vez mais funções de soberania para essa entidade oclusa e indefinida que tem sede em Bruxelas (e não só).[5]

A fronteira do desnorte e a abdicação política ocorreram, primeiro com a assinatura do Tratado de Maastricht, em 7/2/1992, depois com a entrada no euro, em 1/1/1999, finalmente com a assinatura do Tratado de Lisboa, em 13/12/2007.

Por último, e mais grave de tudo, quando na sexta revisão constitucional (24/6/2004), se passou o primado das leis para Bruxelas (ver artigos 7 e 8).

Estas opções, a todos os títulos erradas, agravadas com a evolução do directório político da UE para Berlim, em simultâneo com a grave crise financeira internacional, conduziram o nosso país para uma esquina da História, mais grave do que aquela que precedeu a entrada do Duque de Alba e do Marquês de Santa Cruz, em Lisboa, no fatídico ano de 1580.

Parece que anda toda a gente a dormir na forma!…

Em súmula, as forças políticas e sociais que influenciaram a actuação dos órgãos de soberania nestas últimas décadas, conseguiram desbaratar quase toda a riqueza financeira que herdaram (e era muita), desmembraram a maior parte do aparelho produtivo português; alienaram património; estão a destruir o estado nacional e a subverter a população através da descaracterização acentuada da sua matriz portuguesa; pela instalação do “relativismo moral”[6] e pela destruição progressiva das principais instituições que enformavam a Nação.[7]

E, por último, fizeram entrar a sociedade portuguesa num processo de suicídio colectivo, através da implantação de uma demografia negativa, aumento algo descontrolado da imigração e agora obrigando ao aumento da emigração por via do desastre no emprego.[8]

Em síntese a Terceira República não conseguiu criar um escudo/euro de riqueza, ao mesmo tempo que conseguiu condenar a população à pobreza e escravidão e domínio estrangeiro, pois não só não será possível pagar a dívida, tão pouco os juros da mesma, mantendo os políticos e as políticas actuais.

Não contentes com este cenário, os defensores do “status quo”, que com maiores ou menores responsabilidades, foram os causadores do descalabro actual e pelo bloqueamento do sistema político, apresentam-se agora como putativos próximos salvadores do buraco que criaram.

E promovem “congressos”; arregimentam apoios; mobilizam “Aulas Magnas” e outros recintos; multiplicam os comentários e acções de rua; atacam-se e recriminam-se mutuamente; apelam a greves, alertam (ameaçam?) para possível violência, etc., sempre no intuito do “passa culpas” e de se manterem ou ganharem os favores da governação, já que sobre quem detém as alavancas do Poder, ninguém sabe nem ninguém controla (Poder, coitados, que despacharam alegremente para estranhos, que não influenciam minimamente).

É preciso ter muita lata, muita falta de vergonha e pouca consciência, se é que alguma.

Deitaram-nos na linha do comboio e agora este passa-nos por cima.
Notas:



[1] Que melhor se chamaria “Constituição Portuguesa”… Convém estarmos lembrados das vicissitudes e condicionalismos que enformaram a sua feitura e aprovação e que as sete revisões entretanto efectuadas, não a alteraram em substância, à excepção da penúltima, em que se passou, na prática, quase toda a soberania para Bruxelas! O que, sem sombra de dúvidas, constitui uma inconstitucionalidade e um contrasenso.
[2] Começava até a escassear alguma mão – de - obra por via do pico de emigração que se registava para países europeus.
[3] A falácia do “orgulhosamente só” não resiste a dois minutos de conversa…

[4] Este dinheiro que veio da “Europa” deve representar uma riqueza maior que todas as especiarias, ouro e pedras preciosas, obtidas no Ultramar, sem sequer termos o trabalho e a despesa de lá enviar navios e soldados a buscá-las… [5] Este “não só” dava pano para mangas… [6] De que a liberalização do espaço mediático constituiu um passo fundamental. [7] Bom, fizeram tudo isto e continuam ufanos do que fizeram. Será isto uma espécie de alienação mental? [8] Chegou-se agora à baixeza de “oferecer” a nacionalidade portuguesa a quem invista em Portugal uma soma superior a “X” euros. Será isto uma forma de prostituição nacional? Já não bastava a vergonha das nacionalizações “à força” de estrangeiros do xuto na bola, para poderem jogar na Selecção Nacional?
 João José Brandão Ferreira,
Ten. Cor. Piloto Aviador (ref.) - Cmd. Linha Aérea
10 de Dezembro de 2013

"SOMOS ATÉ OS MAIS PAGANTES DE ELECTRICIDADE E GÁS DA EUROPA"




Energy bills: Who pays the most in Europe?


Energy bills with some euros  
Electricity and gas prices vary wildly depending on where you live in Europe

High energy bills may top the political agenda in the UK, but households all over Europe are feeling the squeeze.
Since 2010, both gas and electricity prices have risen markedly, largely due to rises in wholesale prices on the back of the tentative global economic recovery and expectations of higher demand.
Electricity prices fell in the first half of the year, but this was simply a case of energy suppliers cutting prices after large increases in January.
The dip in gas prices has lasted longer, but even they are on the up again.

European household electricity and gas prices

But as the chart below shows, Europe cannot be treated as a single entity, for there are massive differences between individual countries in what households pay for their power.
Energy think tank Vaasaett says that although its prices are specific to capital cities, the rankings shown below would not change if the country as a whole was substituted for the city.
Taking exchange rates out of the equation, Helsinki is the cheapest of the 23 European cities surveyed for electricity prices. Households in Berlin - the most expensive - pay two-and-a-half times as much, largely due to taxes and subsidies designed to boost renewable energy production.
In fact, almost a third of a Berliner's electricity bill comprises energy taxes. The equivalent figure for the UK is currently 9%, but this will fall - possibly by three or four percentage points - once energy suppliers pass on recently announced changes in green levies.
In the past month, prices have risen in seven cities, and nowhere more so than in London. This has sparked dismay among consumers and sparked heated political debate about how best to reduce bills - hence the reduction in green levies. And yet UK consumers are less active in changing energy companies than at any time since 1999 - when they were first free to pick and choose supplier - with just 10% of customers switching during the past year.
Even after the recent price rises, however, London remains one of the cheaper places to buy electricity, and below the European average.
But prices haven't been going up everywhere - electricity bills have fallen in nine cities in the past month, particularly in Central and Eastern Europe, with the Hungarian government reducing prices by 11% and its Croatian counterpart cutting them by 6%.
On average across Europe, the actual energy price component, including supplier profit margins, represents about 41% of a household's electricity bill, while distribution represents 33%, energy taxes 11% and sales tax 16%, according to Vaasaett.
In the UK, the price of energy including margins is 58%, distribution is 26%, energy taxes 11% and VAT 5%. Compare this with Copenhagen, where the cost of energy comprises less than a fifth of bills while taxes make up more than half.

Residential electricity prices in European cities

Gas prices also vary a great deal, with households in Stockholm - the most expensive city - paying three times more than those in the cheapest, Luxembourg City.
Stockholm is much more expensive than everywhere else simply because the gas market is so small - there are only 33,000 households buying gas in the whole of Sweden.
London is the second cheapest city, where households pay well below the European average, despite recent price rises. In the past month, seven countries have seen gas price rises, while eight have seen prices fall.
Across Europe, the actual wholesale gas price, together with suppliers' profit margins, represents 54% of an average gas bill, while distribution represents 23%, energy taxes 7% and sales tax 16%.
In the UK, the price of energy including margins makes up 67% of a gas bill, while distribution represents 23%, energy taxes 6% and VAT 5%.

Gas prices in European cities

Of course prices must be seen in the context of people's ability to pay them, and fuel poverty is seen as a major concern within the UK, where 6.5% of the population say they cannot afford to keep their homes adequately warm, according to European Union figures.
But spare a thought for those living in Bulgaria, where almost half the population (47%) say they cannot afford to heat their homes properly. Many Lithuanians (34%), Cypriots (31%), Portuguese (27%) and Greeks (26%) in particular also struggle to keep their homes warm.
At the other end of the scale, less than 2% of Scandinavians cannot afford to keep warm at home. The average across the EU is about 11%.


Percentage of population in European countries unable to heat home adequately

The figures for the proportion of people who are struggling to keep up with the energy bill payments are almost as startling.
Almost a third of Greeks (32%) are in arrears on their utility bills, while many Bulgarians, Croatians (both 28%), Romanians (27%) and Latvians (23%) also struggle to keep up with their payments.
In the UK, about 9% of the population are behind in their bill payments, compared with an average across the EU of about 10%.
Further energy price rises will simply ensure that even more households across Europe will struggle to keep up with their bill payments, and increase further the number that cannot afford to heat their homes properly this winter.

Percentage of population in European countries in arrears on utility bills

"OS FILHOS DA MÃE"


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"Este piolhoso de merda vem com declaração a elogiar a mafiosa Goldman Sachs, porque certamente, também, como o malandro do Carlos Moedas já receberam "trocos".  Os filhos da mãe seguem a vender o que foi granjeado, através de dezenas de anos, pelos portugueses. Vendem-nos tudo! Estes pulhas, execráveis, nada têm a perder. Levante-se o POVO e leve pela frente, à cacetada, a porcaria de gente e delinquentes que nos governam."

Lusa
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, classificou hoje como um "sucesso" a operação de privatização dos CTT e enalteceu a idoneidade do maior acionista, a Goldman Sachs. A operação "foi um sucesso pela confiança que o interesse dos 25 mil investidores" dos CTT demonstrou, disse o governante à saída do Conselho de Ministros. Marques Guedes disse ainda que o banco norte-americano Goldman Sachs, que adquiriu 5% do capital dos CTT, "é uma entidade internacional financeira idónea" e salientou a "transparência" no processo de privatização dos correios.

"DELIQUENTES"


"Os portugueses estão na miséria devido a estarem a ser governados por delinquentes"




Alexandra André/Rui Silva/Arthur Paiva

O chefe de missão do FMI em Portugal garante que a troika não defende uma redução do salário mínimo nacional. Sobre eventuais cortes no salário no sector privado Subir Lall diz que é algo que só pode ser definido entre os patrões e os trabalhadores - declarações depois de uma reunião com deputados no parlamento.

"REBELIÃO NA POCILGA"



Maria Flor Pedroso

Mais uma vez, as galerias da Assembleia da República foram palco de protestos. O episódio ocorreu esta tarde quando falava o secretário de Estado da Administração Pública, tendo, mais uma vez, a presidente da Assembleia mandado evacuar as galerias para deixar falar Hélder Rosalino.


A Frase



Há um mês o Governo anunciou garbosamente que a Portucel iria fazer mais um investimento de 120 milhões de euros em Cacia. Toda a gente parece achar bem - é mais emprego, exportações e desenvolvimento. Eu também defendo mais emprego e exportações, mas não este tipo de desenvolvimento. Mas só um país cada vez mais terceiro-mundista permite o crescimento desordenado de uma matéria-prima que representa já mais de 25% de toda a floresta e, em menos de cem anos, vai inutilizar os solos onde cresceu.
Daniel Deusdado, JN
 

Nota: O crescimento de eucaliptos deixa as terras onde são plantados absolutamente áridas que jamais produzem nada.Esta gente pouco se importa pelos vindouros, mas o “bandulho” deles”. Venderam a alma ao diabo. JM
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“António Pires de Lima, minis  da Economia, anunciou nesta terça-feira no Parlamento que, no último mês e meio, foi acordado um investimento global de cerca de 250 milhões de euros em Portugal, dos quais 150 milhões estão ainda por assinar com a AICEP.
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Dos novos investimentos, a maioria fatia cabe à Portucel. Sabe-se que a empresa apresentou uma candidatura ao programa Sistema de Incentivos à Inovação para investir 120 milhões na modernização e requalificação da unidade industrial de Cacia, em Aveiro. 
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Apesar de o ministro ter anunciado que a empresa já assinou o contrato com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o PÚBLICO apurou que esse passo ainda não foi dado. Contactada, a Portucel respondeu apenas que "não tem qualquer comentário a fazer".
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Na intervenção inicial no Parlamento, durante a discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2014, Pires de Lima fez ainda referência a outro investimento que era desconhecido até agora: trata-se de uma candidatura apresentada pela produtora de papel AMS Goma Camps, no valor de 26 milhões de euros.
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O director-geral da empresa, José Miranda, confirmou ao PÚBLICO que também neste caso ainda falta assinar o contrato com a AICEP, prevendo-se que tal ocorra "até ao final do ano". O responsável esclareceu que o investimento será realizado até meados de 2015 com o objectivo de aumentar a capacidade produtiva da fábrica de Vila Velha de Rodão, que hoje produz 30 mil toneladas por ano.”
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Fonte: Diário Económico

Maçonaria ‘namorou’ Passos e Seguro Pedro Passos Coelho e António José Seguro "receberam, pelo menos, três convites da maçonaria", da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP/GLRP)". A revelação é feita no livro ‘Segredos da Maçonaria Portuguesa’, do jornalista António José Vilela, que relata episódios e detalhes sobre as relações dos maçons com a política e os serviços secretos. Há nomes, lugares, datas e documentos confidenciais. . Por:Sónia Trigueirão . No livro é revelado que, em 2010 e 2011, o primeiro-ministro e o líder do PS participaram numa "sessão branca" – reuniões abertas a profanos. "Sob grande secretismo, o líder do PSD esteve num jantar organizado pela loja Fernando Teixeira. O encontro de Passos Coelho com a Irmandade, dedicado à análise da situação portuguesa e o futuro, decorreu na noite de 4 de fevereiro de 2011, no Bairro Alto Hotel", revela o jornalista. . Já Seguro terá estado em dois encontros. "O último deles, que também incluiu jantar, aconteceu no hotel Sol Play, a 17 de março de 2011", lê-se no trabalho de António José Vilela. O jornalista, que garante que nunca foi maçon, sublinha que o seu objetivo é mostrar como funciona a Maçonaria, como atua e como se organiza: "A Maçonaria gosta de estar junto do poder", conclui o autor, que diz ter "documentação confidencial". . RELVAS ERA O MAÇON DO GOL Nº 2400 - Miguel Relvas era o maçon da Universalis nº 2400. "Ainda muito antes de chegar, em 2011, a ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e de começarem a circular documentos anónimos que o acusavam de estar a liderar uma ofensiva maçónica para tomar o PSD, Miguel Relvas mantinha-se discretamente sob a liderança maçónica do venerável da loja, o médico cardiologista Carlos Correia França", lê-se no livro de António José Vilela. . É ainda revelado que, a certa altura, quando começam a surgir noticias sobre as ligações entre espiões e maçons, "vários ilustres irmãos do GOL e da GLLP/GLRP criaram um diretório maçónico informal para concertar estratégias sobre a atuação no mundo profano. Os encontros sucederam-se no restaurante Vela Latina e juntaram maçons das Lojas Mozart e Universalis. Miguel Relvas terá estado em vários destes encontros". . Para entrar no GOL, é preciso ser homem e ter um mínimo de 18 anos. Mas o candidato tem de preencher uma serie de inquéritos. Uma das perguntas dos inquéritos é saber os nomes dos inimigos, se os houver.


Pedro Passos Coelho e António José Seguro "receberam, pelo menos, três convites da maçonaria", da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP/GLRP)". A revelação é feita no livro ‘Segredos da Maçonaria Portuguesa’, do jornalista António José Vilela, que relata episódios e detalhes sobre as relações dos maçons com a política e os serviços secretos. Há nomes, lugares, datas e documentos confidenciais.
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Por:Sónia Trigueirão
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No livro é revelado que, em 2010 e 2011, o primeiro-ministro e o líder do PS participaram numa "sessão branca" – reuniões abertas a profanos. "Sob grande secretismo, o líder do PSD esteve num jantar organizado pela loja Fernando Teixeira. O encontro de Passos Coelho com a Irmandade, dedicado à análise da situação portuguesa e o futuro, decorreu na noite de 4 de fevereiro de 2011, no Bairro Alto Hotel", revela o jornalista.
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Já Seguro terá estado em dois encontros. "O último deles, que também incluiu jantar, aconteceu no hotel Sol Play, a 17 de março de 2011", lê-se no trabalho de António José Vilela. O jornalista, que garante que nunca foi maçon, sublinha que o seu objetivo é mostrar como funciona a Maçonaria, como atua e como se organiza: "A Maçonaria gosta de estar junto do poder", conclui o autor, que diz ter "documentação confidencial".
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RELVAS ERA O MAÇON DO GOL Nº 2400
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Miguel Relvas era o maçon da Universalis nº 2400. "Ainda muito antes de chegar, em 2011, a ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, e de começarem a circular documentos anónimos que o acusavam de estar a liderar uma ofensiva maçónica para tomar o PSD, Miguel Relvas mantinha-se discretamente sob a liderança maçónica do venerável da loja, o médico cardiologista Carlos Correia França", lê-se no livro de António José Vilela.
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É ainda revelado que, a certa altura, quando começam a surgir noticias sobre as ligações entre espiões e maçons, "vários ilustres irmãos do GOL e da GLLP/GLRP criaram um diretório maçónico informal para concertar estratégias sobre a atuação no mundo profano. Os encontros sucederam-se no restaurante Vela Latina e juntaram maçons das Lojas Mozart e Universalis. Miguel Relvas terá estado em vários destes encontros".
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Para entrar no GOL, é preciso ser homem e ter um mínimo de 18 anos. Mas o candidato tem de preencher uma serie de inquéritos. Uma das perguntas dos inquéritos é saber os nomes dos inimigos, se os houver.

Ironia da história


"Tudo o que temíamos acerca do comunismo – que perderíamos as nossas casas e as nossas poupanças e nos obrigariam a trabalhar eternamente por escassos salários e sem ter voz no sistema – converteu-se em realidade com o capitalismo."
Jeff Sparrow

"DESOPILAGEM DO FÍGADO"



"VIDA SÓ HÁ UMA!!!..."

Mordomias dos JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL


É fartar vilanagem!
E com essas mordomias todas, queres que eles declarem inconstitucionais as medidas de austeridade do governo?

Quanto mais soubermos destas poucas vergonhas, melhor andamos informados de quem desbarata o dinheiro dos contribuintes. Não quero acreditar que isto é verdade!?

CARROS DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

Como pode progredir um País assim saqueado permanentemente pelas pessoas que deviam dar o exemplo de seriedade?
 Em quem podemos confiar quando os mais altos responsáveis dão estes exemplos de saque?

É indigno!...
Aqui vai mais um bom exemplo:
O Tribunal Constitucional é um tribunal de nomeação politica e, por esse facto, resolveram comprar automóveis de Luxo e Super Luxo para cada um dos 'Juízes' ( de nomeação política ).

Estes carros são utilizados pelos Juízes - num total de 13 Juízes - para todo o serviço, precisamente como acontece nas grandes Empresas.

1- O Presidente tem um BMW 740 D (129.245 € / 25.849 contos)

2- O Vice-Presidente: BMW 530 D ( 72.664 € /14.533 contos)

3- Os restantes 11 Juízes têm BMW 320 D ( 42.145 € /8.429 contos, cada )

Portanto, uma frota automóvel no valor de 665.504 €/ 133.101 contos ( muito mais de meio milhão de Euros?!!!)

É o único Tribunal Superior Europeu (se calhar mundial) onde os Juízes têm direito a carro como parte da sua remuneração (automóvel para uso pessoal).
E DEPOIS QUEREM-NOS COMPARAR AOS PAÍSES DO NORTE A que propósito?
Pura ostentação! Ninguém se indigna? Quem é que autorizou este escândalo?
Ao mesmo tempo que o Governo sobrecarrega os portugueses em geral compra justamente as viaturas mais caras, superluxo. Não é aceitável, não se pode compreender...

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Informação vinda de um anónimo...
Se é mentira as minhas desculpas aos Srs Juízes mas se é verdade...é um fartar vilanagem.
Se há classe que devia repudiar estas benesses eram precisamente os Juízes e todos os que administram a lei neste País. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.
Fosse eu que mandasse neste desgraçado País, mandava recolher TODAS essas viaturas.
Por mim, apenas teriam direito a viaturas o Presidente da República, Primeiro Ministro, Ministros e Secretários de Estado.  Quanto ao resto, ganham muito bem para comprarem o seu carrito....como eu e quem me lê, por exemplo.

"GOZAR O PAGODE"


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