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domingo, 15 de dezembro de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Selos e peças filatélicas raras vão a leilão
Dragões vencem na casa do Rio Ave por 3-1
Anna Calvi promete paixão
José Valente: "A Flor realiza sonho de dez anos"
Nuno Duarte: “A Matilde já dançava na barriga da mãe”
Projeto combate poluição na praia
Meio milhão de casais inférteis

Capa do Público Público

Esquadra com condições “escandalosas” só deve ser substituída em 2015
Livros para o Natal
Crítica construtiva
Cartas à directora 16/12
Porto Business School abre casa nova, dentro do prazo e sem derrapagem nos custos
Começa a faltar a paciência em Kiev
Michelle Bachelet vence eleições presidenciais do Chile

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

A tragédia dos seis e o drama dos seus
Professores criam 'coletas' para pagar a quem faz greve
Idoso morto em casa "há mais de 15 dias" em Braga
Macedo explica ida do ex-diretor da PSP para Paris
'Site' da PGR para denúncias de corrupção é "praticamente inócuo"
Presidente da CM de Sesimbra sem memória de acidente idêntico
Psicólogos na Praia do Meco para prestar apoio aos familiares

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Andy Murray eleito desportista britânico do ano
Presidente eleita do Chile agradece grande apoio popular
André Villas-Boas recusa demitir-se do comando do Tottenham
Porto Business School abre hoje novas instalações com "ambição redobrada"
Buscas por cinco jovens desparecidos no Meco alargadas de três para cinco milhas
Futebolista Manuel Fernandes agredido em campo por adepto do próprio clube
Mulher morta por carneiro que tinha ido buscar na véspera

Capa do i i

Sonda espacial chinesa pousou na Lua
Próximas candidaturas do Porta 65 entre 26 de Dezembro e 15 de Janeiro
Beyoncé lança álbum surpresa na internet
Descida de preços das rendas das casas abranda em 2013
Presidente da CIP defende políticas de investimento europeias para evitar emigração de jovens
Bruxelas fecha formalmente ajuda a Irlanda e Durão Barroso saúda êxito do programa
António Costa. “Portugal não pode continuar na lógica de desrespeito por si próprio”

Capa do Diário Económico Diário Económico

Passos dá ao PS o desacordo que Seguro quer
Os gestores de activos são perigosos
Novo IRC tem de ser ‘melhor’ do que o actual
GES encaixa até 128 milhões com venda de 40% da ES Saúde
“As fugas de informação vêm de muitos lados”
Irlanda aposta no emprego no pós-troika
Nasser Sattar sai da PwC e assume ‘advisory’ da KPMG

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Michelle Bachelet vence eleições presidenciais do Chile
Há mais emigração para lá da troika
Expatriado: um emigrante sem "estigma" social mas com rédea curta
Cientista portuguesa dá conselhos a David Cameron
Bancos que venderam "swaps" arriscam enfrentar queixa-crime colectiva
Subconcessionária acusou EP de vandalismo
"Vai haver uma decisão para a Casa do Douro rapidamente"

Capa do Oje Oje

Emprego em Portugal no 3.º trimestre sobe 1,2% face ao segundo
Avianca Brasil integrará Star Alliance em 2014
Martifer Solar termina construções na Roménia e Canadá
Solzaima marca a diferença em feiras internacionais
Multilem ganha stands do Turismo de Portugal
Passos Coelho fala em "momento histórico" de transformação na economia portuguesa
Euribor voltam a subir em todos os prazos

Capa do Destak Destak

James Cameron vai filmar três sequelas de "Avatar" na Nova Zelândia
China Airlines e Tigerair criam companhia de baixo custo em Taiwan
Missão lunar chinesa foi "um sucesso completo" -- oficial
Austrália concluiu retirada de tropas do Afeganistão
Cientistas australianos criaram pequeno rim a partir de células estaminais
Florestas do nordeste do Japão com níveis crescentes de radiação -- Estudo
Exército sul-coreano sob alerta perante eventuais provocações de Pyongyang

Capa do A Bola A Bola

Francisco Chaló acusa jogadores
Portugal pode defrontar Argélia
Reginaldo chega à Madeira
Velhas glórias sadinas rendidas a Rúben Vezo
Slimani é o melhor da Argélia
«Técnicos estrangeiros aumentaram qualidade do Moçambola» - Alberto Simango Júnior
Epopeia sérvia terminou às mãos da Alemanha (21-29)

Capa do Record Record

David Simão: «Continuar a acreditar»
Tomané: «O que importa são os resultados»
Alemães revelam projeto para quartel-general
CND: Seara e Ribeiro Cristóvão entre os novos membros
Canoa com história no museu do Sporting em Leiria
Relembrar Moscovo
Luta pela presença na Luz entra na fase das decisões

Capa do O Jogo O Jogo

Irina não resiste a CR7...
"O futuro? Cabe-me trabalhar para melhorar"
Clube do Papa Francisco é campeão
"Perco a conta às vezes que Januzaj sofre falta"
Joker: Chave do concurso 50/2013
Diego Costa "já sabia" que ia falhar penálti
Totobola: confira a chave vencedora

SABE QUAL ERA A MISSÃO DE ANTÓNIO NOGUEIRA LEITE NA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS?


AINDA BEM QUE SÃO PATRIOTAS.... com bandeirinha na lapela.....
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DADOS IMPORTANTES:
Este senhor antes de entrar na CGD era administrador executivo da José de Mello Saúde (apenas um dos 14 cargos que tinha na época).
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E depois de entrar na CGD continuou a trabalhar para o GRUPO MELLO.

A MISSÃO:
“Desalavancar” a dívida do grupo Mello à banca. Em Agosto passado os Mellos compraram de manhã uns milhões de ações da Brisa a 2,75 € cada , principalmente a PEQUENOS ACIONISTAS, e entregaram-nas à tarde a três bancos – CGD, BCP e BES – a 6 € cada ação, preço que os bancos consideraram ser o “justo valor” do título. 
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No conjunto do lote das ações os Mellos ganharam 375 milhões de euros, segundo noticiou então o “Diário Económico”.
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Acrescentava ainda esse jornal que a operação permitiu dar um novo fôlego ao grupo que estaria então à beira da rutura financeira. 

Utilização do cargo para fazer isto É CORRUPÇÃO!!!

"PORTAS É UM POWER-POINT EM 3 DIMENSÕES"

Fonte: Blogue apodrecetuga

O Guião de um pequeno fuhrer. Adulador de empresários gerados com dinheiro do estado.

1 - Portas é um power-point em 3D
2 - Um fascismo periférico
2.1 – O adulador de empresários
2.2 – A veneração das sotainas
2.3 – O patriotismo como manto de cinismo e mentira
2.4 – A “operação Barbarrossa” do pequeno fuhrer
2.5 – O pequeno fuhrer interpreta o sentido da tradição pátria.
A condução política do governo passou para as mãos de Portas. É o mais dotado para representar o que Nietzsche define como político: aquele que divide as pessoas entre instrumentos e inimigos; 

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O mais interessante nos versículos contidos no Guião é a proposta de mercantilização total da sociedade portuguesa, esvaziada dos direitos que não possam ser objeto de compra e venda;
Portas repete a adulação dos chamados empresários, muitos deles gerados pelo financiamento público e estigmatiza os que o não são nem serão, apontados como párias. Essa adulação é uma prestação de serviços com  óbvias contrapartidas financeiras;

A lógica da habitual privatização tende a ser ultrapassada pela contratualização com privados, num género de concessão, com garantias de rendabilidade dadas pelo financiamento público; 
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A criação de um empresariato dependente do Estado é tão artificial como a tentativa de engrossar uma falsa classe média com trabalhadores independentes, travestidos de empresários em nome individual ou empresas unipessoais;
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Portas coloca-se no pedestal do mais genuino patriotismo ocultando as muitas demonstrações de ausência de soberania expostos, tanto nos tratados europeus, como na realidade financeira que vem justificando os cortes. E que são imensas;
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Traça o destino dos portugueses com um “não há qualquer possibilidade de superar a emergência financeira sem reduzir a despesa pública; e não há qualquer possibilidade de reduzir a despesa pública sem ter impacto nos salários das Administrações Públicas e nas aposentações do Estado”; 
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Qual inquisidor moderno, Portas apresenta os condenados ao sacrifício para que a soberania regresse – aposentados e funcionários públicos – eleitos como os novos judeus, os novos herejes, apontados como inimigos dos “mercados”. Esses, são escolhidos para a primeira linha das vítimas do genocídio em curso e, outros se seguirão, certamente;
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Portas adopta relativamente ao Tribunal Constitucional uma “pose de estado”; deixa as ameaças para os trauliteiros de serviço como o Vítor Bento ou o António Barreto ou, para a inimputabilidade dos cargos de suserania – Durão ou Lagarde;
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Defende o modelo económico tradicional em Portugal, baseado em baixos salários, pobreza, punção fiscal elevada mas, aligeirada para as camadas possidentes que, insatisfeitas na sua subalternidade no contexto do capital global, canibalizam o seu Estado.
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O Guião de um pequeno fuhrer
1 - Portas é um power-point em 3D
Alguns anos atrás, em Istambul, vendedores de pêssegos impediam os clientes de tocar nos frutos. Estes eram organizados de modo habilidoso para que se não visse terem as partes bichosas sido subtraídas, ficando os buracos cuidadosamente fora das vistas dos prováveis compradores.

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Portas não é tão habilidoso quanto os vendedores de pêssegos de Istambul; Portas é, ele mesmo, o verme que é preciso extrair do pêssego para o tornar comestível. 
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Na sua cabeça e nas dos seus assessores de imagem entende-se que a forma do discurso, com a bandeira por detrás e o ar institucional do personagem, afastam do Guião, as atenções para as grosseiras falsidades, as ideias enviezadas, as tiradas ideológicas sem concretização, as frases que não passam de agregados ocos de palavras. 
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Chamar Guião para a reforma do Estado ao acumular de frases feitas que enformam o texto do pequeno fuhrer é trágico, ridículo e falso. 
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Portas ocupou, de facto, o lugar da pileca política que formalmente é o primeiro-ministro. Cavaco, logo no início deste governo marcou um dia por semana para se encontrar com Portas, sabendo-se da pouca consideração que tinha para com o antigo chefe jotinha.  
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E, quando este se viu amputado do seu principal apoio (Gaspar) e obrigado a colocar nas finanças uma secretária daquele, a condução política do governo passou para as mãos do vice-primeiro-ministro, mesmo sem conhecimentos na área económica.
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Portas, perante o vazio de competências políticas no PSD até gostará da purga  anunciada dos críticos da direção do PSD que os acusa do desaire eleitoral; e já não dos incêncios florestais porque outubro já estava à espreita.
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Quanto mais invertebrado estiver o PSD mais Portas sonhará com uma fusão das duas castas, sob a sua tutela. Aliás, o que os divide de substantivo olhando para o cardápio fascizante e genocida dos neoliberais ? Recorde-se que Portas até já foi da casa, do PSD… como foi acerbo crítico de Cavaco, com o seu “Independente” enquanto o impedido Manuel Monteiro cumpria ordens no CDS, numa delegação que acabou por correr mal para o Monteiro.
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Portas parece ser o único no governo com pretensões à filosofia política. Ninguém imagina os Macedos nessa função. Um, portador daquela voz de locutor de rádio e ar de alucinado era trucidado por Sócrates, quando tenro chefe da claque PSD na AR; e o outro, está mais empenhado no seu trabalho de cabouqueiro dos interesses do sistema financeiro na cadeira da Saúde.


Por seu turno. o Aguiar-Branco estará mais dedicado a alargar os seus contactos para futuras contratações à sua sociedade de advogados.



O Pires de Lima, falhada a redução do IVA para a restauração, acaba por se contentar com a pequena redução do IVA, entre discursos sobre a retoma e tiradas ao heroísmo dos empresários… financiados através do não pagamento de impostos ou contribuições para a Segurança Social; como ele próprio diz, não passa de um soldado. 

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Temos o loquaz Maduro, introdutor em Portugal da moda dos “briefings”, aquela partner de uma sociedade de advogados (a Cristas) representante das empresas da celulose e que assistiu deliciada pela televisão ao festival dos fogos florestais.  
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Dos restantes, nenhum tem o gabarito do Portas para cumprir o que Nietzsche define como político: aquele que divide as pessoas entre instrumentos e inimigos.


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ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/#ixzz2nXZsBuZr

"CUNHAS E CUNHADOS"


A Frase

As máquinas partidárias tornaram-se centros de emprego, sem ideologia e com lógicas de funcionamento de mera sobrevivência interna e de obtenção do poder pelo poder. Já ninguém ignora os pagamentos de quotas em massa, as entradas inexplicáveis de novos militantes, os sindicatos de voto.
Pedro Marques Lopes, DN