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terça-feira, 25 de março de 2014

"A CHACHADA APÓS O 25 DE ABRIL OU A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS"

Seus desejos foram satisfeitos e graças aos militares que deposeram, pela Revolução dos Cravos, o Governo do então Prof. Marcelo Caetano. Mário Soares no seu exílio dourado, em Paris, regressou e recebido em delírio na estação de Santa Apolónia em Lisboa. Ninguém sabia quem era quem Mário Soares e de um momento para outro é feito heroi. Juntam-se-lhe outros exilados que viriam, em conjunto, tomar o poder, as finanças e o ouro herdado e grangeado pelo Prof. Dr. António de Oliveira Salazar.As capas do livro "Liberdade para Portugal" foi escrito em 1976 e há 38 anos.
A capa, frontal, do livro
A capa parte de trás
Actividade partidária- Na estação de Sta Apolónia, chegada do exílio. Da esquerda para a direita: Ramos da Costa, Tito de Morais, José Magalhães Godinho, Mário Soares e Palma Inácio.
No 1 Congresso do Partido Socialista na legalidade (Lisboa, Desembro de 1974): José Magalhães Godinho, Mário Soares e Mário Sotomayor Cardia 
 Visita a Lisboade Willy Brandt, Presidente do S.P.D.
Visita a Lisboa de Olof Palme, primeiro-ministro Sueco e presidente do Partido-Social Democrático Sueco AQUI
 
Na campanha eleitoral de Abril de 1974 - Mário Soares colando cartazes
Manifestações do Partido Socialista na sequência da festa do encerramento da campanha eleitoral realizada no dia 20 de Abril de 1975, no Estádio de 1.º de Maio. Da esquerda para a direita: José Magalhães Godinho, Francisco Salgado Zenha,Mário Soares, Francisco Marcelo Curto, Manuel Alegre, Jorge Campinos, Joaquim de Meneses e Alberto Antunes.
Mário Soares e sua mulher, Maria Barroso, fazendo fila para votar
Na luta pela democracia - Grande comício do Partido Socialista, na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, contra o Governo de Vasco Gonçalves.
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À MARGEM: As imagens acima pertencem à construção da democracia em Portugal e os arranjos de vida de muito "gajinho" que antes nunca hajam feito, na vida, porra nenhuma. Alguns deram o "badagaio" e tiveram cerimónias fúnebres de arromba. Outros ainda por aí seguem a deliciarem-se com boas reformas enquanto um milhão de portugueses "rapam" a fome. Os 40 anos de democracia deram nisto!!!

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