Translator

sexta-feira, 7 de março de 2014

Jumento do dia




    
Durão Barroso

Não há nada em Durão Barroso que já nos possa surpreender, é um político para quem os fins pessoais justificam os meios, mas ir para Dublin cobrar ao país os favores que segundo o próprio fez revela o baixo nível moral desta personagem despesista, incompetente e fugidia. É preciso não ter nenhuma vergonha na cara para dizer que fez muitos favores ao país e é assim por dois motivos, porque não os fez e mesmo que os fizesse fica-lhe mal esta posição, ficar-lhe-ia muito mal tratando-se de um amigo, é vergonhoso tratando-se do seu país.

E que favores fez Durão ao país na opinião do próprio? Segundo o próprio devemos-lhe o amaciar da política de austeridade, ele que representou os membros da troika mais extremistas, ele que apoiou o excesso de troikismo de Passos Coelho, ele que fez pressões sobre o Tribunal Constitucional numa tentativa vergonhosa de influenciar as decisões de um órgão soberano.

Durão Barroso vai abandonar a Comissão pela porta traseira, deixou a Europa pior, esteve envolvido na guerra suja do Iraque servindo os cafés nos Açores, foi incapaz de combater a crise financeira. Agora que a Europa o dispensou quer viver mais uns anos à custa dos contribuintes portugueses.

A propósito de Junkers Barroso disse que quando era primeiro-ministro era o decano e que agora seria ele. Barroso está enganado por duas razões, em primeiro lugar porque não sendo membro do conselho de ministros não pode ser o seu decano, em segundo lugar, porque depois do Partido Popular Europeu ter puxado o autoclismo ele não será o decano, ele é do cano.

Como se tudo isto fosse pouco ainda temos que aturar um Barroso incapaz de assumir que foi rejeitado por aqueles a quem andou a lamber as botas, não se candidatou ao cargo de presidente da Comissão porque ninguém o apoiou. E fizeram muito bem, Barroso foi um presidente incompetente.

«Durão Barroso justificou hoje que não irá candidatar-se a um terceiro mandato na presidência da Comissão Europeia por considerar que se trata de um cargo “extremamente difícil” e porque acredita que o bom senso “manda que faça outra coisa”. É ridículo andar agora a dizer que se vem embora porque não o conseguir agarrar, apesar de ter ameaçado partir.

“Nunca ninguém esteve mais de 10 anos neste cargo, nem nas difíceis condições com que estive”, argumentou.

Barroso afirmou, ainda, que sai de "consciência tranquila" e que tudo fez para ajudar Portugal. O ex-primeiro ministro português disse, mesmo, que “se não fosse um português a estar à frente da comissão europeia”, o país teria sido direcionando “mais no sentido do rigor” e não nos sentido do “equilíbrio e apoio” para ultrapassar a crise económica vivida nos últimos anos.

Questionado pela TVI sobre um possível regresso ao panorama politico português, embora afirme que “Portugal é o seu país”, Durão Barroso garante que ainda “não tem planos.» [Notícias ao Minuto]

Sem comentários:

Enviar um comentário