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sexta-feira, 21 de março de 2014

Não votem em corruptos, pensem!


Não votem, pensem.



Posted: 09 Mar 2014 12:52 PM PDT

POLÍTICOS SÃO ALÉRGICOS A IMPOSTOS MAS MUITO RECEPTIVOS A SUBSÍDIOS, MARINHO PINTO EXPLICA 

Porque andarão sempre umas abelhinhas a insultar os que querem mudar as coisas, pela abstenção?

Os que acreditam que isto só melhora se reinventarmos o sistema, porque o actual já deu provas que não funciona, pelo menos para as maiorias.

Urge recomeçar do zero.
Mas há quem não desista de manter o erro.
Porque será que há por aí uns indivíduos persistentes, que querem a todo o custo, que votem em alguém?? Não se pode perder o hábito? Votar nem que seja em neo-nazis?

São certamente políticos, boys ou amigos de políticos a defenderem com unhas e dentes, o regime podre e corrupto que os sustenta. A defenderem os seus tachos, os seus subsídios aos seus partidos, subsídios aos votos, defender o poder de influenciar empresas, defenderem a sua liberdade de usar e abusar o dinheiro e o poder público, etc etc, é isso que eles defendem.

A liberdade que eles exigem para si, sufoca e escraviza o povo... e o povo aplaude?
Senão vejam... 

A razão do medo dos partidos políticos perante a abstenção. Segundo o artigo 10.º, n.º 1 da Constituição da República Portuguesa "o povo exerce o poder político através do sufrágio universal", "concorrendo os partidos políticos para a expressão da vontade popular".

E, ainda segundo o artigo 2.º da Constituição, "a República Portuguesa é baseada na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas."

Finalmente, segundo o artigo 3.º, n.º 1, "a soberania reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição e, segundo o n.º 2, "o Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática".

A atitude deliberada de não votar, ou seja a massiva abstenção eleitoral, pode ser, e é neste momento, de grande parte do povo português, uma opção e uma tomada de posição políticas que tem uma mensagem, fins e objectivos bem delineados e concretos.

A opção de 47,4% de portugueses, de não participarem nas últimas eleições autárquicas, foi claramente uma opção deliberada, considerando este mesmo povo que as eleições mais não são do que uma farsa, que estão viciadas à partida e não permitem que os melhores candidatos e programas de governo se apresentem ao escrutínios e aos eleitores, que os partidos e o Estado não o representam e não merecem mais a sua confiança.

Ora, a partir do momento em que mais de metade dos portugueses optem por não votar, expressando os portugueses a opção de que o atual regime politicamente não mais o representa e assim tomando opção de recusa de delegação da soberania nos partidos políticos, tem de se concluir, inequivocamente, que o regime político-constitucional perdeu toda e qualquer legitimidade para representar este mesmo povo.
E este é que é o grande temor dos partidos políticos:  optando maioritariamente o povo português pela abstenção, portanto não participando nas eleições mais de metade dos eleitores e assim não sendo delegada a sua soberania política aos partidos, estes mesmos partidos, à luz da própria Constituição da República Portuguesa, passam a estar a desligitimados para exercerem o poder em nome do povo e não mais o representam.

E a partir deste momento, todo e qualquer poder político para além de ser ilegítimo, portanto não representando o povo, mais não é do que uma usurpação da soberania popular.

A abstenção é, soberanamente, um voto negativo do povo nos partidos que tem efeitos e consequências. fonte

Se lermos as propostas e os folhetins dos ideais de cada partido, ficamos comovidos com os seus ideais... mas rapidamente percebemos que nada do que lá está é cumprido ou sequer tentado. Falam muito de liberdade, de democracia, de igualdade, de esperança, trabalho, direitos, de justiça, de lutar contra a pobreza, bla bla bla...

No entanto, enquanto a constituição permitir que a politica seja uma farsa, uma mentira impune e irresponsável, é difícil haver democracia, ninguém cumpre o prometido, pois é mais lucrativo servir os ricos. A constituição protege-os e dá-lhes a capacidade de fazer o que querem, impunemente.

Por outro lado e, enquanto a constituição continuar como está, a retirar o poder ao povo de se defender de mentirosos e ladrões, de os demitir, de os prender, de os responsabilizar, de os obrigar a cumprir, qualquer partido continuará livre de prosseguir o continuo saque a Portugal.

O povo tornou-se impotente, pois as ferramentas democráticas que poderia usar, o referendo, as petições e as manifestações para fazer justiça e para fazer valer a vontade do povo, foram inutilizadas, pois são os políticos que as validam... eles é que decidem quando o povo tem razão???

Assim, jamais teremos democracia. O voto é assim a participação na farsa e a legitimação dos farsantes e criminosos. NÃO EXISTE NENHUMA GARANTIA DE QUE QUEM, ALCANCE O POLEIRO, SEJA HONESTO, CUMPRIDOR.
"Não se esqueçam de ir votar nas próximas eleições, pois assim que votarem o vosso país irá imediatamente mudar e melhorar." (George Carlin)
Como queremos mudar se somos incapazes de parar de alimentar aquilo que queremos matar?

SE QUEREMOS EXIGIR UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA, TEMOS QUE DEIXAR DE COLABORAR COM ESTA FALSA....

Citando Jiddu Krishnamurti,  "Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente" Votar e apoiar um regime doente, é mostrar que estamos adaptados a ele e o aceitamos...  também não parece nada saudável.

QUEREMOS MUDAR O REGIME CORRUPTO QUE NOS DESGOVERNA, MAS

Que ideia estranha a deste povo que acha que votar num regime onde os que chegam ao poleiro, possuem liberdade para fazer tudo o que querem, na maior impunidade, é uma democracia.

Pensam que votar, sem ter direito a reclamar e ser escutado, o direito a discordar, o direito de se defender de crimes gigantescos, ou o direito de participar nas decisões, o direito à justiça, é democracia!! fonte

Todos se queixam, Portugal está falido, os pobres estão cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos.

Portugal é um país empobrecido pela corrupção, afirmou a OCDE. Portugal de 2000 a 2010 foi o país do mundo que mais agravou a corrupção, diz a T.I. (Transparência Internacional) A justiça continua a libertar e a ilibar e absolver os maiores criminosos políticos da Europa. 

Todos se queixam dos impostos altos e cada vez mais altos, apesar dos degradados ou até encerrados, serviços públicos, 

Mas os portugueses insistem, vão lá, votam e aplaudem o regime que permite tudo isto?? Defendem o regime que destrói o país e os portugueses? O mesmo regime que enriquece as elites parasitas de impostos. 
  1. SAIBA PORQUE VIVEMOS NUMA DITADURA´
  2. O VOTO, UM PODER CONTRA OS ELEITORES
  3. A NULIDADE DO POVO 
  4. TRISTES SERES QUE NÃO APRENDEM.
  5. A FARSA DA POLITICA EXPLICADA POR UM POLITICO DO CDS
  6. CORRUPTO É A MELHOR PROFISSÃO EM PORTUGAL
  7. GOVERNADOS POR DITADORES INCOMPETENTES
NOTA: (Obviamente a abstenção não se aplicaria a pessoas que se candidatam, mas que há décadas dão provas de integridade, honestidade, patriotismo, verdade, verticalidade e força para enfrentar o sistema. Mas esses raramente se candidatam, porque conhecem o povo, sabem que os eleitores nutrem um carinho muito especial, pelos corruptos que arruinaram o país... uma espécie de sado-masoquismo que os faz preferir ser roubados, trabalhar para sustentar luxos de criminosos, viver na miséria e empobrecer, do que deixar de votar nos capangas que nos destroem.
Marinho Pinto é um raro exemplo de quem tenta candidatar-se a algo, confiando na sua integridade como imagem de marca. Integridade essa que apenas não lhe é reconhecia por pessoas que não sabem a verdade sobre ele, pessoas que não o compreendem, pessoas influenciadas e pouco inteligentes. Pessoas que o odeiam porque são vitimas das suas denuncias.
 
Mas a integridade e a verdade, nunca ganhou eleições... e Marinho Pinto vai perder e ser a prova disso.

Quando a integridade e a verdade ganharem eleições... poderemos ter esperança em Portugal.
Não porque a vitória de Marinho Pinto iria dar-lhe poder suficiente, para mudar o caos que tomou conta de Portugal, mas porque seria um sintoma de que os portugueses estavam a despertar e a ser um povo justo, atento, cívico e informado.)
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Quatro videos a seguir. Clique nos pontinhos vermelho e branco. 

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