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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Funcionários de talho ameaçados de morte por ladrões
Anúncios infantis sem alterações
Corrupção: militares da GNR ficam em liberdade
Facebook vai passar a mostrar os mais vistos
Dez milhões de euros para nutrição e saúde mental
Mapa da Europa traduz palavras para 30 línguas
Brasileiro multado por anunciar na net "venda de negros"

Capa do Público Público

Escutas telefónicas por “dá cá aquela palha”?
O que sabemos
Cartas à Directora
Os museus em face do presente e do futuro
Canções de um jazz nascido em Cabo Verde
Como os ministros pensam
A Golpada Americana dos Óscares

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Referendar o horror
Letra de uma religiosa portuguesa
Pedidos de subsídio no estrangeiro crescem 500%
Empresa que levou a demissão no MAI custou mil euros
Lobo Xavier nega que CDS queira reduzir escolaridade
Portugal sob aviso laranja a partir das 00.00
Um morto e dois feridos graves em colisão em Melgaço

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

NSA recolhe quase 200 milhões de SMS por dia em todo o mundo
Colisão rouba a vida a bombeiro de Valença
Multimilionária perde herança para defender a democracia
Hollande é o único chefe de Estado guardado por uma mulher
Casamentos duram menos de 16 anos
Sara Sampaio é a cara e o corpo da Victoria's Secret
Gayet pede 50 mil euros de indemnização a revista

Capa do i i

Feministas ibéricas reúnem-se em Coimbra para debater a crise
“Os Verdes” abrem na sexta-feira o primeiro debate quinzenal com o primeiro-ministro de 2014
Militares da GNR saem do tribunal em liberdade mas conhecem medidas de coacção na sexta-feira
Van der Gaag deixa o comando técnico do Belenenses
Sírios no Brasil tentaram embarcar num avião da TAP
Neve obriga ao fecho de três troços rodoviários na Serra da Estrela
Três referendos nacionais até hoje em Portugal, nenhum vinculativo

Capa do Diário Económico Diário Económico

Um défice melhor do que a encomenda (de Passos)
As traições de Hollande
Endividamento e privatizações nos transportes
Governo admite défice abaixo de 5% no ano passado
Novas tabelas de IRS com mais impacto na Função Pública
Moreira da Silva 'vende' ambiente no Abu Dhabi
O gestor que deixou a Yahoo! com um acordo milionário

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Senado norte-americano aprova Orçamento federal para 2014
Pires de Lima: Empresas propensas ao risco têm "apetite crescente" por Portugal
A aniquilação do risco
Causas da cultura
Presidente da Câmara de Viana: "Nada me move contra a Martifer, mas de promessas está o Inferno cheio"
Exportadores garantem que fim da TUP Carga aumenta competitividade
PPP: Estado chega a acordo com Euroscut e espera ok da banca até Março

Capa do Oje Oje

Fosun valorizou 780 milhões após a compra de 80% da Caixa Seguros
Terminal de cruzeiros de Lisboa adjudicado
Goldman Sachs fecha ano a lucrar mais 6%
Citigroup ganha mais 84,4% em 2013
Faturação do Carrefour cai 1,2% em 2013
Primark vende mais 14% no 1.º trimestre
Empresas têm de redefinir estratégias, diz BCG

Capa do Destak Destak

Soldado japonês que esteve no posto 30 anos após o fim da guerra morreu no Japão
Coreia do Sul extermina 20.000 patos após identificar H5N1 em quinta
Vítimas do tufão Haiyan nas Filipinas continuam a precisar de ajuda - ONU
Congresso dificulta transferência de 'drones' para Departamento de Defesa
Manifestações em Banguecoque continuam ao quinto dia de loqueio da cidade
Japão utiliza pela primeira vez em seis anos a palavra "recuperação" em economia
China anuncia quarta morte devido à gripe H7N9 desde o início do ano

Capa do A Bola A Bola

David Caiado rejeitou regresso
Caleb pode sair para a Polónia
Rennes prepara ataque a Carrillo
Governo vai cortar no Totobola
Mário Wilson hospitalizado
Cardozo aquece para o ‘derby’ com o Sporting
Gaitán sentiu que Garay ia marcar no clássico

Capa do Record Record

Salin: «Saí do clube com o coração pesado»
Badminton: Sofia Setim disputa Europeu
Rafael Amorim inscrito
Alarme na relva
Diogo Amado: «Deixar uma boa imagem»
Impasse por Rondón
Dupla alteração forçada

Capa do O Jogo O Jogo

Gaitán: "Disse a Garay que marcava ao FC Porto"
Genk contrata Sekou Cissé
Filho de Pelé condenado
Kompany promete o poker de taças
"Gesto da filha de Eusébio sensibilizou-me"
"Árbitros profissionais querem agradar aos patrões"
"Com Fernando estão salvaguardados os interesses"

"Manuel Alegre - A Minha Defesa "


 João José Brandão Ferreira
Ten. Cor. Piloto Aviador (ref.) - Cmd. Linha Aérea

"....LIVROU OS EVASORES E OS ALDRABÕES..."

A Frase

O Governo poupou-nos a qualquer inquietação cívica e penal ao aprovar mais um espetacular perdão fiscal (o segundo em dez anos) que livrou os evasores e os aldrabões que enganaram o País de ser expostos e julgados - os que tiverem cometido fraudes -, além de não pagarem juros de mora e de suportarem no máximo dez euros de multa. Na verdade, só falta mesmo receberem uma comenda por ajudarem a pátria, já que os 1,2 mil milhões de euros recuperados vão permitir que o défice fique abaixo dos 5,5% em 2013.
André Macedo, Diário de Notícias

HIPÓCRITAS: "FIZERAM A FESTA, CANTARAM A MISSA E DEITARAM OS FOGUETES!"


O "Talentooso"



Mariano Rajoy destaca "talento e trabalho" de Durão Barroso em defesa do projeto europeu


Cuacos de Yuste, Espanha, 16 jan (Lusa) - O presidente do Governo espanhol destacou hoje o papel do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, por conseguir tornar real "a irreversibilidade do projeto europeu".
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"Durão Barroso contribuiu com o seu compromisso, trabalho e talento para tornar realidade uma vontade partilhada pela maioria dos espanhóis, eu incluído: o de tornar real a irreversibilidade do projeto europeu. Já não há marcha atrás. Só resta caminhar em frente", afirmou.
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Mariano Rajoy foi o responsável pelo laudatório a Durão Barroso, que hoje se inclui na lista dos galardoados com o Prémio Carlos V, que reconhece o papel dos que trabalharam em prol da integração e do fortalecimento do projeto europeu.
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Outorgado pela Fundação Real Academia de Yuste e dotado com 45.000 euros, o prémio recorda o papel de Barroso durante a crise financeira europeia, por "apostar sempre na União Europeia para enfrentar os desafios" da atualidade.
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Para Rajoy este prémio constitui "um ato de europeísmo e um convite à reflexão sobre a Europa e a sua construção" em que, sublinhou, Durão Barroso "teve um papel de primeira ordem na última década".
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"Não se pode entender nem Espanha nem Portugal de hoje sem a Europa. A Europa foi um sonho e uma motivação. A encarnação do que para nós queríamos, de poder participar num projeto comum", disse.
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"Quisemos sair da noite dos tempos e fazer a transição para a democracia. A Europa foi o farol que guiou a nossa navegação e nos conduziu ao porto onde queríamos chegar", disse.
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Para o chefe do Governo espanhol, os momentos recentes demonstram o "papel insubstituível da Comissão Europeia" e também o protagonismo dos líderes recentes de Portugal e Espanha.
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"Protagonismo de uma geração de homens portugueses e espanhóis na condução e navegação da Europa, que personificaram o regresso a Europa e o desejo de ficar para sempre, implicando-se perfeitamente na aventura de trabalhar pela convivência e bem-estar de todos os habitantes do nosso continente", disse.

"JULGAMENTO FINAL DOS ACTOS OU A VÃ GLÓRIA"


Soares almoçava, o Eusébio comia...!

Afinal a esquerda é preconceituosa e altiva


por Maria Teixeira Alves, em 05.01.14


O mais interessante das declarações espontâneas de Mário Soares sobre Eusébio, a propósito da sua morte, é a revelação de uma coisa que há muito eu sei, mas que todos parecem ignorar: a esquerda também pode ser preconceituosa e soberba. A esquerda tem uma Maria Antonieta, mas ninguém parece reparar.
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Mário Soares começa por dizer de Eusébio, "que era um homem agradável com pouca cultura, mas evidentemente que não se estava à espera que ele fosse um pensador, o que se queria é que ele fosse um grande futebolista e ele foi". 
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Depois de alguns elogios à sua modéstia e simplicidade, como compete a este tipo de pensamento, Mário Soares lembra que lhe falava quando se encontravam: "Fui algumas vezes almoçar naqueles restaurantes onde ele comia" [reparem bem na terminologia usada].
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Depois acaba a dizer uma coisa pouco conveniente (isto é da idade): "Não sabia nada que ele estava doente, sabia que bebia muito whisky, todos os dias, de manhã à tarde, mas julguei que isso não lhe fizesse assim mal".
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Traduzindo, para Mário Soares, Eusébio era um bruto ignorante que sabia jogar bem à bola. Era um simples e modesto como compete aos inferiores de classe, e até comia (não almoçava, nem jantava, dadas as maneiras típicas daquela classe) nuns lugares onde ele Mário Soares almoçava e jantava. 
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Agora não passava de um bêbado. E Mário Soares achava que gente daquela estirpe tinha uma resistência fisica de um toiro e como tal, whisky de manhã à noite todos os dias não haveria de lhe fazer assim mal.
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Tenho ainda a destacar a ausência da reprodução destas declarações nas televisões, e nos sites. Fosse alguém de direita a proferir estas declarações e incendiavam-se a internet e os media, com imagens e comentários de indignação. Todos, de Isabel Jonet a Fernando Ulrich, foram corridos ao estigma Maria Antonieta, mas Mário Soares está imune.
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Viva a democracia, onde cada um pode dizer o que quer porque é livre (ou libertino). Mas há uns que são mais livres que outros!

Soares, o único imortal
por Fernando Tavares

É perfeitamente natural que Mário Soares tenha necessidade de referir a baixa instrução de Eusébio no dia da sua morte 
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Eusébio foi um ídolo acarinhado pelos portugueses durante o Estado Novo. Mário Soares também é um figura do Estado Novo, criado e engrandecido precisamente pela oposição ao regime.
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Sem Estado Novo não haveria Mário Soares. No panteão da “luta anti-fascista” de Soares, só há lugar para ele próprio. Depreciar culturalmente pessoas que originavam alegria antes do 25 de Abril é apenas a forma que Soares tem para perpetuar o mito de que antes dele o país era só o degredo.


Pelos vistos foi ainda pior do que “baixa cultura”, Soares garante que Eusébio “bebia muito whisky”.


Adenda: Um epitáfio quando se escrever sobre Mário Soares, não poderá deixar de ser recordado; Ver o anexo!