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terça-feira, 11 de março de 2014

PEDRITO: "O SÁBIO"



António Nabo/ Pedro Benevides/ Fernando Andrade/ Paulo Nunes

O primeiro-ministro recusa a renegociação da dívida defendida por 70 personalidades que se juntaram num manifesto. Pedro Passos Coelho diz que um pedido para renegociar a dívida estaria a dar uma mensagem errada para os mercados. Manuela Ferreira Leite, João Cravinho e Bagão Félix são alguns dos nomes que assinaram o documento.

UMA MERDA SER VELHO EM PORTUGAL...

....Bem melhor seria a estes velhinhos/as Deus os levar para as alminhas!

Armando Seixas Ferreira/ Manuel Alegre Portugal/ Paulo Oliveira
A operação Censos Sénior da GNR registou um aumento de 5766 casos em relação ao ano passado. As autoridades vão agora de porta em porta com a finalidade de alertar para os riscos que estes idosos correm por viverem em solidão.

MUITO LINDO!


Mesmo que seja uma repetição,justifica-se...
CB
Clique em baixo

http://youtu.be/FJ8JRD4xVmQ

Rodrigo Constantino escreveu

11/03/2014
às 0:19 \ Socialismo

Venezuela: filas enormes para obter comida e braço marcado feito gado

O socialismo do século 21 é muito parecido com aquele do século 20. Seu resultado é invariavelmente o mesmo: miséria, caos social, escravidão. As prateleiras vazias costumam ser a sua marca registrada. Filas enormes surgem a todo momento para as coisas mais básicas. A burocracia poderosa se beneficia, um grande mercado negro aparece, e o povo fica de barriga vazia.
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Segundo o site Business Insider, os venezuelanos já estão sendo marcados com números nos braços, feito gado, para ter acesso aos poucos produtos nos mercados. É o governo tentando organizar a desgraça que criou, colocar as imensas filas em ordem. São imagens como esta:
Essas filas estariam se formando em cidades menores, não em Caracas (ainda). O racionamento já teve início, com cada um tendo uma quantidade limitada de produtos que pode adquirir. A imagem abaixo, uma fila para o supermercado San Cristobal, a 660 km de Caracas, dá uma boa ideia da situação:
É esse o “progresso” que o PT defende e pretende importar para o Brasil. Para o ex-presidente Lula, isso tudo é fruto do “excesso de democracia” do país vizinho. A presidente Dilma prefere apoiar Maduro em vez de defender o povo nas ruas desesperado em busca de mais liberdade e, como vemos, alguma comida. O socialismo jamais foi capaz de produzir riqueza. Nada mudou. Inclusive a incrível incapacidade de aprender com os erros passados…
Rodrigo Constantino

O RANGEL A DAR-LHE E A BURRA A FUGIR!!!...


Este meio "barbudo" de merda está enfermo... Interne-se o gajo no hospital, federalista, dos tarados de Bruxelas.

Clique a seguir para o video

PORTUGAL: " ONDA O MILAGRE ECONÓMICO"


Muito bom !!!!! 
VIVA O  “EMPREENDORISMO”… AINDA DIZEM QUE NÃO HÁ OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS EM PORTUGAL…
 Descrição: https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/t1/1902875_841503375875814_1124951637_n.jpg

Apresento-vos os defensores dos "valores europeus" na Ucrânia


Daniel Oliveira
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CNN , insuspeitos de qualquer antipatia pela "causa ucraniana" que mobiliza tantos jornalistas portugueses, deram a conhecer o conteúdo de escutas telefónicas  entre a responsável pela política externa da União Europeia, Catherine Ashton, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, Urmas Paet. 
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As escutas tinham sido divulgadas pela comunicação social russa, o que levanta novas questões sobre o comportamento dos serviços de espionagem na Europa. Mais uma vez, o comportamento da NSA norte-americana e a suavidade da reação dos Estados europeus deixa pouco espaço de manobra para grandes indignações.
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Em resumo, é isto: os snipers que atingiram mortalmente manifestantes e polícia na Praça da Independência, em Kiev, foram os mesmos e há fortíssimas suspeitas de não estarem ligados ao regime deposto. Pelo contrário, é mais provável que fossem agentes provocadores ligados aos revoltosos. 
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Aquilo que parecia ser uma teoria da conspiração lançada pelos russos ganha assim uma nova credibilidade. Depois de explicar que as balas só podem ter sido disparadas pelas mesmas pessoas, Paet diz a Ashton, sobre a atual coligação governamental: "Há agora um cada vez maior entendimento de que, por de trás dos snipers, não estava Yanukovych, mas alguém da nova coligação".
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Por desconhecimento, muitos ficarão incrédulos. Afinal de contas, sempre que cidadãos ocidentais veem muita gente numa praça imaginam que ali só pode estar o povo em luta pela liberdade e pela democracia. Não compreendendo que os conflitos internos de cada país - seja no Egito ou na Ucrânia - não se resumem a dicotomias tão simples e primaveris, que se resolve com um like no facebook. Sobretudo em países com conflitos étnicos, sujeitos a fortes interesses económicos e com pouca tradição democrática.
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A oposição ucraniana, agora no governo provisório, não é só - nem sobretudo - composta por democratas. A maioria está engajada em partidos tão corruptos e tão dependentes do poder dos oligarcas como o governo deposto. 
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E estes são os melhorzinhos. Os outros, que tiveram um papel absolutamente central na EuroMaidan e na tomada violenta de vários símbolos do poder, estão ligados a organizações bem mais sinistras do que se possa imaginar. O método de eleição de alguns membros do governo provisório, baseado na "democracia de Esparta", pode parecer apenas ingenuidade e anedota. Mas não é. Corresponde a um movimento político antidemocrático que ganhou força nos últimos anos.
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Vamos então conhecê-los. Um é o grupo paramilitar abertamente xenófobo Pravyi Sektor ("Sector Direito"), herdeiro do "Tryzub" (Tridente) e liderado dor Dmytro Yarosh. Durante a revolução, Yarosh foi acusado de pedir o apoio de Dokka Umarov, líder da fação da guerrilha techechena que está ligada à Al-Quaeda. A acusação está ainda a ser investigada (pode tratar-se duma fraude). Mas a sua organização, bastante violenta, teve um papel central no armamento das milícias paramilitares durante os protestos. Milícias que entretanto foram reconhecidas oficialmente pelo governo provisório. 
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O Pravyi Sektor  prometeu ilegalizar o Partido das Regiões (que estava no poder) e o Partido Comunista. Outro grupo é a Assembleia Nacional Ucraniana-Auto Defesa do Povo Ucraniano (Una-Unso), fundamentalistas ortodoxos, nacionalistas, antissemitas e defensores de um governo autoritário para país. Os seus militantes estão organizados em brigadas voluntárias, com treino na luta da Tchéchénia ao lado dos guerrilheiros.
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Mas a força política mais importante entre os radicais nacionalistas é, de longe, a União Pan-Ucrâniana "Liberdade", conhecida apenas por Svoboda ("Liberdade"). A Svoboda é assumidamente neonazi e foi fundada em 1991, com o sugestivo nome de Partido Social-Nacional da Ucrânia. Quem não chegue lá pelo nome pode sempre ver o seu símbolo  e ficar esclarecido. Na mesma altura em que várias organizações de extrema-direita do leste europeu fizeram o devido lifting, para estarem em condições de ser apoiadas ou pelo menos toleradas por algumas potências ocidentais, o PSNU foi transformado em Svoboda pelo seu líder Oleh Tyahnybok.
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O Svoboda é considerado pela Centro Simon Wiesenthal o quinto partido mais antissemita do mundo. É abertamente xenófobo, defendendo a segregação de judeus e polacos. Também é, claro está, homofóbico. O seu deputado Igor Miroshnichenko, assumido admirador de Röhm, Strasser e Goebbels, declarou que "a homossexualidade será banida deste país, pois é uma doença que ajuda à difusão da SIDA". Este mesmo deputado descreveu, na sua página de Facebook, a atriz Mila Kunis (ucraniana de origem, com pai russo e mãe judia) como uma "zhydovka", termo insultuoso para referir mulheres judias. 
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O Svoboda defende não apenas a ilegalização do aborto, mas a criminalização da sua defesa pública. Defende também a ilegalização de qualquer partido comunista, o direito universal a andar armado, o regresso da Ucrânia ao nuclear e o tal "democracia espartana". A tudo isto junta as adesões à União Europeia e à NATO, consideradas absolutamente condizentes com o seu posicionamento político. O que diz qualquer coisa sobre a imagem de exigência democrática que a União Europeia está a passar para fora.
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O corte do líder do Svoboda com o resto da oposição, com quem entretanto se reconciliou em nome dos "valores europeus", deu-se em 2004, quando fez, num discurso transmitido pela televisão, um elogio a resistência ucraniana na II Guerra por ter lutado contra "a mafia moscovita-judaica". 
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Deixando esta pungente memória patriótica: "Eles punham as suas armas ao ombro, iam para a floresta e lutavam contra os moscovitas, os alemães, os judeus e outra escumalha que nos queria tirar o Estado da Ucrânia." Nos protestos do EuroMaidan os manifestantes do Svoboda exibiram, a abrir os seus cortejos, orgulhosos, a fotografia de Stepan Bandera, líder nacionalista da Ucrânia durante a II Guerra, que colaborou com a deportação para os campos de extermínio nazis de centenas de milhares de judeus, comunistas e ciganos. 
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Para tentar ganhar votos à muito pouco recomendável mas agora transformada eheroína do Ocidente Yulia Tymoshenko, o não mais recomendável Vicktor Yushenko chegou a dar o título de herói da Ucrânia a Bandera, retirando-o depois de indignados protestos das organizações judaicas internacionais. A mesma União Europeia que agora abraça os pupilos de Bandera condenou, na altura, Yushenko por esta homenagem.
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Que não haja confusões. O Svoboda não é um pequeno grupelho. Teve 10,5% dos votos nas últimas eleições, elegeu 38 deputados e conquistou mais de 30% em três províncias do extremo ocidental da Ucrânia. Na "heróica" Lviv, onde começou a revolta contra o governo e de onde é o seu líder, os neonazis tiveram mais de 50% dos votos. Animador, não é?
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Depois dos protestos estes grupos quase sem paralelo na Europa Ocidental foram postos à margem? Pelo contrário. O Svoboda tem um dos vice-primeiro-ministros, Oleksandr Sych. O seu cavalo de batalha foi a ilegalização do aborto, mesmo em caso de violação. 
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Quando esta sua posição foi contestada, defendeu que as mulheres "devem ter um tipo de vida que evite o risco de violação, incluindo não beberem álcool e não andarem com companhias pouco recomendáveis". Tem ainda o secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa, os ministros do Ambiente e da Agricultura e o Procurador Geral da Ucrânia. 
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Isto para além do ministro da Defesa, o almirante Igor Tenjukh, que não sendo militante tem apoiado o partido nas suas iniciativas públicas. Já o Pravyi Sektor  tem o seu sinistro líder, Dmytro Yarosh, como vice-secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa. E o Una-Unso tem o ministro da Juventude e Desporto e a presidente da Comissão de Anticorrupção Nacional. Ou seja: três partidos à direita do PNR e da Aurora Dourada dirigem, num governo que ninguém elegeu, a Defesa, o combate à corrupção e a Procuradoria Geral. 
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Agora, que a poeira começa a assentar, talvez se perceba melhor que aqui não há heróis e vilões. Muito menos num país que teve de escolher entre as deportações e a fome de Estaline e o Holocausto de Hitler. As coisas são mais complicadas, apesar das imagens televisivas da revolta dos russos da Crimeia aparecer sempre como animalesca e violenta, enquanto a dos ucranianos surge como uma festa azul e amarela reprimida pelas forças do Estado. Perante o crescente poder dos nazis no aparelho de Estado ucraniano, a minoria russa tem boas razões para pensar que não terá lugar nesta nova Ucrânia. Quanto a mim, não sei se me agrada que a Ucrânia do senhor Tyahnybok e do seu Svoboda tenha lugar na União Europeia. Para pior já basta assim.
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Deixo para amanhã o prefácio de Cavaco Silva para os próximos vinte anos.

O BLOGUE JUMENTO ESCREVEU

terça-feira, Março 11, 2014

Uma política desprezível

Passos Coelho acha que pode transformar o país naquilo que ele acha que deve ser sem consultar os portugueses, recorrendo à chantagem externa para que as suas propostas surjam como imposição dos credores. O caso mais evidente desta estratégia foi o famoso projecto de reforma do Estado que supostamente foi elaborado pelo FMI. É cada vez mais óbvio que não há nada que o FMI ou a troika tenham apresentado que não tenha tido origem em Portugal.
  
Se a vontade do povo correspondesse aos ideais de Passos Coelho esta mudança teria alguma legitimidade, ainda que se devesse questionar se o país deve mudar segundo uma opinião minoritária, ainda que conte com uma maioria parlamentar. Estaríamos perante uma situação questionável que mereceria algum debate.

Mas não é isso que sucede, os deputados da maioria não receberam mandato para que o país seja governando segundo agendas ideológicas que não foram alvo de qualquer debate e que graças às relações do PSD com Barroso ou de Vítor Gaspar com o BCE foram impostas a partir do exterior sob o disfarce de um ajustamento económico ou de pretensas reformas. 
  
O lado mais execrável desta política talvez não esteja no conteúdo de um programa económico esfarrapado, sem qualquer consistência técnica e cujos resultados são desastrosos. O lado mais odioso da estratégia de Passos Coelho é pensar que os portugueses são uns malandros idiotas, malandros porque não querem trabalhar ou fazer sacrifícios, idiotas porque são facilmente enganados. 
  
Há qualquer coisa de ridículo em tudo isto, uns rapazolas especializados em propaganda, formados em cursos e escolas sem credibilidade, que nunca tiveram de trabalhar a sério tendo vivido de expedientes à sombra de esquemas partidários, julgam-se suficientemente espertalhões para enganar todo um país, fazendo passar por parvos cientistas, catedráticos, generais, políticos, cidadãos comuns. Viveram, viram e venceram.
  
Julgam que os universitários são idiotas e por isso justificaram o corte brutal das bolsas para investigação com o argumento da aproximação das universidades às empresas. Pensam que podem enganar funcionários e pensionistas tentando dizer que os cortes de vencimentos e pensões são temporariamente definitivos. Julgam que enganam os polícias dando-lhes uma ajuda para o fardamento que deveria ser suportado pelo Estado.
  
A política de Passos Coelho e de Cavaco Silva não se limita ao empobrecimento dos grupos sociais que detestam ou consideram ser constituídos por seres inferiores, alimenta-se do desprezo por uma boa parte dos portugueses e é implementada de forma menos transparente, sem qualquer debate, apenas com recurso a manobras de propaganda e de manipulação da comunicação social, num total desprezo pela democracia e pela inteligência das pessoas.

O BARDAMERDA DISSE....

....mas como podem as autarquias gastar se perderam o crédito e parte delas falidas!!!!
Clique em baixo para o video do bardamerda

DAQUI NÃO HÁ COMENTÁRIOS

Opinião O discurso, a realidade e os pobres

Opinião

A resposta humilhante deste governo para matar a fome a muitos portugueses já tem lista de espera.
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Eu pensava que quando um governante dizia que o país estava melhor se estava a referir, naturalmente, à elevação dos padrões de qualidade de vida dos seus habitantes. Um Portugal melhor significava, para mim, progresso, mais bem-estar, reforço do estado social, mais justiça na repartição da riqueza criada, menos pobreza, menos desigualdade social, mais investimento público, menos dependência do exterior.

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Este desfasamento existente entre alguns indicadores económicos e a realidade concreta do quotidiano da esmagadora maioria dos portugueses demonstra o desprezo que esta política tem pelos mais frágeis, por aqueles que considero com menos recursos económicos escolares, culturais, sociais, ou seja, os socialmente mais vulneráveis e desfavorecidos. Pensionistas com baixas reformas, idosos doentes, desempregados, beneficiários de rendimento social de inserção.
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Não se pode falar em sinais de recuperação económica quando essa recuperação não se traduz em recuperação social. Mais importante que o regresso de Portugal aos mercados é o regresso dos Portugueses a níveis de sobrevivência com dignidade. As estatísticas e os números são importantes mas por detrás de cada percentagem está um rosto, uma história de vida, uma família, uma angústia, um desespero, um sofrimento silencioso.
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Desde que o programa eleitoral do PSD se transformou no programa político da troika as medidas de austeridade impostas pela actual governação estão a destruir a vida de milhares de portugueses.
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Os pobres que já eram pobres sofrem agora com Pedro Passos Coelho os efeitos de uma pobreza cada vez mais severa. Os que estavam no risco de cair na pobreza, afundaram-se no precipício da precariedade. Os que estavam a tentar sair da sua situação de exclusão, viram agravada a sua dependência dos serviços de assistência e são agora confrontados com a necessidade de se desenrascarem sem a ajuda do Estado pois a Segurança Social está sem dinheiro. Os novos pobres, muitos deles licenciados, já constam na lista dos que dormem nas ruas de Lisboa e do Porto.
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A perseguição ideológica aos beneficiários de rendimento social de inserção continua. Com a regulamentação da nova legislação e com a colaboração de todos os expedientes administrativos e burocráticos da Segurança Social e dos centros de emprego são todos os dias excluídos milhares de pobres deste apoio económico de miséria. Os beneficiários renovam o seu pedido de esmola ao Estado mas, mesmo assim, porque não são convocados atempadamente pelo técnico gestor para assinarem o chamado contrato de inserção, ficam automaticamente com este apoio cessado sem um único tostão para sobreviverem. 
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A responsabilidade não é do requerente, mas sim dos serviços e do sistema da Segurança Social. Muitos beneficiários reclamam, mas mesmo assim esperam quatro e cinco meses para os serviços corrigirem este erro de funcionamento tão penalizador. A lei ainda não foi alterada pois tem como propósito firme deixar sem apoio e sem protecção social os que já estão a chegar ao fim da linha de sobrevivência com o mínimo de direitos garantidos.
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Pacheco Pereira considera que a social democracia deve ter como princípio o Estado assumir a função essencial de garantir justiça social, mas sobretudo dar garantias de que os frutos da riqueza de um país devem ser distribuídos em primeiro lugar pelos que mais precisam.
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Pedro Passos Coelho, que no recente congresso do PSD realizado no coliseu dos Recreios de Lisboa falou tanto na raiz ideológica do seu partido e no orgulho da matriz programática fiel à social-democracia, prefere destruir o estado social e canalizar os recursos financeiros do Estado, não para proteger as pessoas na velhice, na doença, na pobreza e no desemprego, mas sim para recapitalizar os bancos, tapar o buraco do BPN, pagar os prejuízos das parcerias público-privadas, os prejuízos dos Swaps, da fuga de impostos dos grandes grupos económicos para o estrangeiro, pagar estudos e pareceres aos escritórios de advogados amigos do seu partido, conceder regalias e privilégios a assessores e adjuntos.
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A dívida privada tornou-se dívida pública, as medidas temporárias de austeridade tornaram-se definitivas, as ordens do exterior são em Portugal modos de obediência. Nenhum pobre votou nos senhores do FMI mas são eles que decidem a sua vida. O tribunal constitucional começa a ser intimidado e pressionado, o interesse individual sobrepõem-se ao interesse colectivo, a promiscuidade entre os homens dos negócios e os detentores de cargos políticos é cada vez maior, as funções sociais do Estado estão diluídas no interesse do lucro privado. 
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O exemplo da degradação da escola pública para beneficiar o financiamento de colégios privados é flagrante, a privatização de serviços de saúde lucrativos não pára de crescer, a gestão do fundo de pensões da Segurança Social para as mãos das grandes seguradoras privadas é uma evidência, a investigação científica sem financiamento nas mãos das grandes empresas é uma triste constatação.
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No decorrer deste processo de recomposição social os pobres já não têm vaga ou lugar nas chamadas cantinas sociais. A resposta humilhante deste governo para matar a fome a muitos portugueses já tem lista de espera.
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Mesmo assim, Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, refere com orgulho que este esforço de contenção orçamental para equilibrar as contas do Estado tem sido feito com enorme sensibilidade social. Mais grave do que afirmar isto é dizer que o pior já passou, é tentar iludir e hipnotizar os portugueses com a ideia de que Portugal vai sair deste programa de auxílio económico externo de forma limpa.
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Que limpeza poderá existir para os doentes com cancro que vivem longe do seu local de tratamento e perderam o subsídio de transporte? Que limpeza poderá existir na vida de mais de 692 mil desempregados inscritos nos centros de emprego em Novembro de 2013? 
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Que limpeza poderá existir no coração e na saudade dos 250 mil portugueses que emigraram no ano de 2013? Que limpeza poderá existir no dia-a-dia dos idosos que não têm dinheiro para ir à farmácia adquirir medicamentos? Que limpeza poderá existir nas mãos dos doentes com sida a quem tem sido negada a disponibilização de medicamentos inovadores por serem mais dispendiosos para orçamento do Serviço Nacional de Saúde?
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Assistente Social

DO 5 PARA A MEIA-NOITE

Entrevista dada por Jeremy Irons (artista e realizador) ao "5 para a meia noite".
           
        Clique a seguir            

SOS VENEZUELA



Crescente polarização da Ucrânia e o Desafio Ocidental


Geopolitical Weekly Geopolítica Semanal
Terça-feira, 11 março, 2014 - 03:02
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Por Eugene Chausovsky
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Poucos dias antes da crise ucraniana estourar , tomei um trem noturno para Kiev a partir de Sevastopol na Criméia . Três mecânicos na faixa dos 30 anos a caminho do emprego, na Estónia, compartilhado meu compartimento .  
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Todos russos, étnicos, nascidos e criados em Sevastopol, eles fizeram a viagem para os Estados bálticos , nos últimos oito anos, para o trabalho sazonal em estaleiros do Mar Báltico . Nossa viagem juntos, acompanhado por rodadas obrigatórias de vodka, apresentou a oportunidade para uma discussão aprofundada da crise política na Ucrânia. A conversa que se seguiu foi talvez mais esclarecedora do que a de comprimento, semelhante, com autoridades políticas, econômicas ou de segurança ucranianas.
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Meus companheiros de viagem visto os acontecimentos na Praça da Independência, em uma luz extremamente negativa. Eles consideraram os manifestantes acampados na praça central de terroristas Kiev, completamente organizados e financiados pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Eles não viram os manifestantes como seus compatriotas, e eles apoiaram o uso que o então presidente Viktor Yanukovich das forças de segurança para reprimir Berkut sobre eles. 
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Na verdade, eles ficaram chocados com restrição do Berkut , dizendo se fosse até eles, os protestos teriam sido " limpos " desde o início. Eles acrescentaram que, enquanto eles geralmente aguardam com expectativa a passagem por  Kiev durante a longa viagem para os países bálticos, desta vez eles tinham vergonha do que estava acontecendo lá e não queria nem colocar os pés na cidade. Eles também previram que a situação na Ucrânia iria piorar antes que  melhorar .
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Alguns dias mais tarde, os protestos na Praça da Independência , de fato, chegou a um crescendo de violência. O Berkut fechada em que os manifestantes, e os confrontos posteriores entre manifestantes e forças de segurança durante toda a semana deixaram dezenas de mortos e centenas de feridos . Isso gerou uma seqüência de eventos que levaram à derrubada de Yanukovich, a formação de um novo governo ucraniano não reconhecida por Moscou e a intervenção militar russa na Criméia subseqüente . Enquanto a velocidade desses eventos surpreendeu muitos observadores estrangeiros (especialmente ocidental) , para os homens que eu conheci no trem , foi tudo menos o esperado.
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Afinal , a crise não surgiu a partir de um vácuo. Ucrânia era um país polarizado bem antes do movimento EuroMaidan tomou forma. Eu sempre fui impressionado pela forma como viajar para diferentes partes da Ucrânia sente como visitar diferentes países. Cada país tem suas diferenças regionais , para ter certeza. Mas a Ucrânia se destaca nesse sentido. Leste-Oeste Divide da Ucrânia
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Viajando em Lviv, no oeste, por exemplo, é uma experiência totalmente diferente do que viajar em Donetsk , no leste. A língua falada é diferente, com o ucraniano usado em Lviv e russo em Donetsk. A arquitetura é diferente, também, com arquitetura européia clássica, estreitas ruas de paralelepípedo em Lviv e blocos de apartamentos soviéticos ao lado alastrando avenidas predominando em Donetsk.  
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Cada região tem diferentes heróis: Um grande busto de Lênin observa a praça principal, em Donetsk , enquanto Stepan Bandera, da Segunda Guerra Mundial- era ucraniano revolucionário nacionalista , é homenageado em Lviv. Os cidadãos de Lviv vêm pessoas de Donetsk como caipiras pró-Rússia , enquanto as pessoas em Donetsk constantemente falam de nacionalistas / fascistas em Lviv.
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Lviv e Donetsk mente sobre os extremos do espectro , mas elas não estão sozinhas . As vistas são ainda mais polarizado na península da Criméia, onde os russos étnicos compõem a maioria e que logo poderia deixar de fazer parte da Ucrânia.
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O fosso cultural ucraniano leste-oeste é profunda, e sem surpresa se ​​reflete na política do país. Os resultados eleitorais dos últimos 10 anos mostram uma linha divisória clara entre os padrões de votação na Ucrânia ocidental e central e aqueles em partes do sul e leste do país. Nas eleições presidenciais de 2005 e 2010, Yanukovich recebeu apoio esmagador no leste e Criméia mas apenas apoio marginal no oeste. Se a Ucrânia não ter " estados decisivos ".
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Tais divisões políticas e culturais internas seria difícil de superar em circunstâncias normais, mas a posição geográfica e geopolítica da Ucrânia amplia -los de forma exponencial. A Ucrânia é o país de fronteira por excelência , eternamente presa entre a Europa , a oeste e da Rússia para o leste. Dada a sua localização estratégica no centro do coração da Eurásia , o país tem sido constantemente - e será constantemente - uma arena em que o duelo Ocidente e a Rússia de influência.
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Concorrência sobre a Ucrânia teve dois efeitos primários no país. A primeira é de polarizar ainda mais a Ucrânia, dividindo as preferências de política externa ao lado de divisões culturais existentes. Enquanto muitos no oeste da Ucrânia buscam a aproximação com a Europa, muitos no leste da Ucrânia buscam a aproximação com a Rússia. Enquanto há aqueles que evitaria embaraços estrangeiros por completo, tanto a União Europeia e a Rússia deixaram claro que a neutralidade não é uma opção.Concorrência externa na Ucrânia criou oscilações políticas selvagens e muitas vezes desestabilizadores , especialmente durante a independência pós-soviética do país.
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Portanto , a crise atual na Ucrânia é apenas a mais recente manifestação de competição entre o Ocidente ea Rússia. A União Europeia e os Estados Unidos influenciou grandemente a Revolução Laranja de 2004, em termos de financiamento e organização política.  .
Rússia , entretanto, influenciou grandemente o descrédito do regime Laranja e a eleição subseqüente de Yanukovich , que perdeu na Revolução Laranja, em 2010. O Ocidente adiado mais uma vez apoiando o movimento EuroMaidan após Yanukovich abandonado ofertas principais de integração da União Europeia, e , em seguida, a Rússia rebateu na Criméia , levando ao impasse atual.
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O cabo de guerra entre a Rússia e o Ocidente sobre a Ucrânia se intensificou gradualmente ao longo da última década. Isso tem endurecido posições na Ucrânia , culminando na formação de grupos armados representam interesses políticos rivais e que levam ao impasse violento na Praça da Independência, que rapidamente se espalhou para outras partes do país.
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O atual governo conta com o apoio ocidental, mas Moscovo e muitos na Ucrânia oriental e meridional negam sua legitimidade , citando a maneira pela qual ele assumiu o poder . Isso abre um precedente perigoso, pois desafia o governo de sentado e capacidade de qualquer futuro governo para reivindicar qualquer aparência de legitimidade em todo o país . É claro que a Ucrânia não pode continuar a funcionar por muito tempo em sua forma atual. Um líder forte em uma sociedade tão polarizada enfrentará grande agitação , como a queda de Yanukovich mostra .  
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A falta de um consenso nacional vai paralisar o governo e evitar a formação de funcionários política externa coerente , uma vez que qualquer governo que atinge um grande negócio com a Rússia ou a União Europeia vai ter dificuldade para reivindicar legitimamente fala para a maioria do país. Agora que a Rússia usou movimentos militares na Crimeia para mostrar que não vai deixar a Ucrânia ir sem uma luta, o palco foi montado para muito difíceis negociações políticas sobre o futuro da Ucrânia . Russo -ocidental Conflito Além Ucrânia
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Um segundo efeito , mais preocupante da competição entre o Ocidente ea Rússia sobre a Ucrânia se estende para além das fronteiras da Ucrânia . Como a concorrência sobre o destino da Ucrânia tem aumentado , também intensificou a concorrência ocidental - russa no resto da região .
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Geórgia e da Moldávia , duas ex-repúblicas soviéticas que buscaram laços mais fortes com o Ocidente , aceleraram as suas tentativas de integrar ainda mais com a União Europeia - e , no caso da Geórgia , com a NATO . Por outro lado , países como a Bielorrússia e a Arménia têm procurado fortalecer seus laços econômicos e de segurança com a Rússia.  
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Países já fortemente integrados com o Ocidente como os países bálticos estão contentes de ver as potências ocidentais enfrentar a Rússia , mas, entretanto, eles sabem que poderia ser o próximo na linha na luta entre a Rússia e o Ocidente . Rússia pode atingi-los economicamente , e Moscou também poderia oferecer o que chama de proteção às suas minorias russas consideráveis ​​, como o fez na Criméia . A Rússia já deu a entender que esta em negociações para estender a cidadania russa aos russos étnicos e de língua russa em toda a antiga União Soviética.
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A grande questão é como avançar comprometido a Rússia e o Ocidente devem apoio e reforçando as suas posições nesses blocos rivais . Rússia deixou claro que está disposto a agir militarmente para defender seus interesses na Ucrânia. Rússia mostraram o mesmo nível de dedicação à prevenção da Geórgia de se voltar para a OTAN em 2008. 
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Moscou não fez segredo de que está disposto a usar uma mistura de pressão económica, a manipulação de energia e, se necessário, a força militar para evitar que os países na sua periferia de sair da órbita russa. Enquanto isso , a Rússia procurará intensificar os esforços de integração em seus próprios blocos, incluindo a União Aduaneira sobre o lado econômico e do Coletivo Organização do Tratado de Segurança no lado militar.
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Então, a grande questão é o que o Ocidente pretende . Em várias ocasiões, a União Europeia e os Estados Unidos provaram que eles podem desempenhar um papel importante na formação acontecimentos no terreno na Ucrânia. Obtenção de adesão à União Europeia é um objetivo declarado dos governos na Moldávia e na Geórgia, e um número significativo de pessoas na Ucrânia também apóiam a adesão à UE . 
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Mas , uma vez que ainda tem para oferecer ajuda suficiente ou filiação real , a União Europeia não tem demonstrado um compromisso tão sério para os países limítrofes , como a Rússia . Ele se absteve de fazê-lo por várias razões, incluindo os seus próprios problemas financeiros e as divisões políticas e sua dependência da energia e do comércio com a Rússia. Embora a União Europeia ainda pode mostrar maior determinação como resultado da atual crise ucraniana, uma grande mudança na abordagem do bloco é improvável - pelo menos não por conta própria.
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No lado ocidental, em seguida , as intenções dos EUA são fundamentais. Nos últimos anos, os Estados Unidos , em grande parte ficou à margem na competição sobre a periferia russa. Os Estados Unidos foi tão tranquilo como a União Europeia estava em sua reação à invasão russa da Geórgia, e pede que antecederam a invasão para rapidamente integrar a Ucrânia ea Geórgia na NATO foi em grande parte sem resposta. As declarações foram feitas, mas pouco foi feito.Mas o clima geopolítico mundial mudou significativamente desde 2008.  
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Os Estados Unidos estão fora do Iraque e está rapidamente a extinguir suas forças militares no Afeganistão. Washington está agora agindo mais indiretamente no Oriente Médio, utilizando uma abordagem de balanço de poder para defender os seus interesses na região. Isso libera a sua atenção a política externa, o que é significativo, uma vez que os Estados Unidos são o único país com a capacidade e  recursos para fazer um esforço sério na periferia russa.
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À medida que a crise Ucrânia se move no reino diplomático, um grande teste de disposição dos EUA e capacidade de realmente enfrentar a Rússia está emergindo. Certamente, Washington tem sido bastante vocal durante a atual crise ucraniana e tem mostrado sinais de ficar ainda mais envolvido no resto da região , como na Polônia e os países bálticos .  
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Mas a ação concreta dos Estados Unidos com o apoio suficiente dos europeus será o verdadeiro teste de como cometeu o Ocidente está a levantar-se para Moscou. Manobrar em torno de divisões profundas da Ucrânia e reações da Rússia não será uma tarefa fácil. Mas nada menos que esforços concertados por uma frente oeste dos Estados será suficiente para puxar a Ucrânia eo resto das fronteiras para o oeste.
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Nota do Editor: Escrevendo no lugar de George Friedman esta semana é analista Stratfor Eurasia Eugene Chausovsky .
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Tradução Google.

Video que os alemães nem querem ver, por Marcelo Rebelo de Sousa


O vídeo que a Alemanha não quer ver e que os Portugueses DEVEM partilhar.
Este vídeo, foi criado pelo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, e foi "proibido" na Alemanha por motivos políticos pelo que o dever de Portugal é partilhar este vídeo!
O vídeo com o título "Ich Bin Ein Berliner" foi rejeitado pelas autoridades Alemãs e assim "impedido" de circular pela Alemanha. O vídeo é algo parecido com o que surgiu há alguns meses quando os Finlandeses deram a entender que não queriam participar na ajuda a Portugal!
Este facto causa-nos a maior incompreensão e merece o nosso protesto.
Diz-se no filme que o povo português trabalha mais horas do que o povo alemão. Que paga mais impostos. Que tem menos dias de férias e feriados e mostra umas grandes verdades!!!...
Partilhemos o vídeo que os alemães não querem ver: SEMPRE P'RA FRENTE!

Mas, e' mesmo SEMPRE P'RA FRENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!... E pronto!!