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quinta-feira, 20 de março de 2014

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 21 de Março de 2014.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Primeiras damas dos EUA e China visitam escola e Cidade Proibida
Presidente chinês na UE a partir da sábado, em viagem considerada "historica"
Fitch baixa perspetiva da Rússia de "estável" para "negativa"
Coreia do Sul pede ao Norte que pague empréstimos concedidos
Presidente chinês "devastado" por mistério em torno do avião -- PM australiano
Pelo menos oito civis mortos em ataque a hotel na capital do Afeganistão
Coreia do Sul, Japão e EUA em encontro tripartido em Haia na próxima semana

Capa do Público Público

A balança
Obrigado, Linc Davis
As “grandes exposições”, os museus e o provincianismo nacional
Erros Manifestos
Daniel Avery e a música de dança que nasce no rio Tamisa
O assédio moral e o mundo do trabalho
Chaplin, cineasta músico

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Bastonária faz apelo para travar fecho de tribunais
Do princípio ao fim
Morreu o fundador da Associação das Famílias Numerosas
MP acusa jovem de 17 anos de homicídio da mãe
Vítima de violência e tortura detida por estar ilegal
Inspetores da ASAE manifestam amanhã em Lisboa
Ponte pedo-ciclável sobre 2.ª Circular pronta em abril

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Do país em festa ao país transfigurado
Turquia bloqueou acesso ao Twitter
Novos professores sujeitos a mais anos de mestrado
Presidente da Venezuela ameaça opositores com exonerações e eleições municipais
Multimilionário russo vende posição em empresa a tempo evitar sanções
Google anuncia encriptação do Gmail para evitar a sua devassa
Violento tiroteio filmado por câmaras de videovigilância

Capa do i i

Lisnova Lisvelha. O Roteiro que mostra uma Lisboa a mudar
Ensino. Candidatos a professores vão ter mestrados mais longos
PSD trava mudanças na campanha para as europeias de Maio
Governo diz que apoio internacional ao Manifesto dos 70 tem pouco relevo
Esquilo-vermelho está de regresso a Portugal após extinção de séculos
Europeias. Cavaco pede contenção para não prejudicar entendimentos
Lixo abre guerra política: Costa acusa governo de montar cartel

Capa do Diário Económico Diário Económico

Rendas baixaram 20% em Lisboa e no Porto desde 2010
Demora no caso BPP explicada por "especial complexidade"
"Seguro tem de dizer o que quer, não basta a divergência insanável"
PS devolveria os cortes em 2015? "A resposta séria é não"
Washington e Moscovo iniciam 'guerra' de sanções
Em inglês não soa melhor
Do outro lado da 'firewall' europeia

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Líderes europeus acordam reforço de sanções da UE contra Moscovo
Multimilionário russo vende posição em empresa a tempo evitar sanções
Benfica já pode festejar o título de campeão na bolsa
Farmácia da Figueira da Foz sonha seguir a "receita" da ES Saúde
"Banco de Fomento será disciplinador na recapitalização das empresas"
"Projecto de fileira em Angola arranca produção em 2016"
Governo admite voltar a "ajustar" descontos

Capa do Oje Oje

Sacyr fecha em Angola contratos de 378 milhões
PetroChina lucra 15 mil milhões em 2013
Hermès lucra 6,7% com subida na procura
BBVA aumenta participação na Telefónica
Opel astra 1.6 CDTI: novos propulsores criam mais adrenalina
Grossistas de alimentação para hotelaria vendem menos 4,5%
Fileira florestal representa 10% das exportações nacionais

Capa do Destak Destak

Primeiras damas dos EUA e China visitam escola e Cidade Proibida
Presidente chinês na UE a partir da sábado, em viagem considerada "historica"
Fitch baixa perspetiva da Rússia de "estável" para "negativa"
Coreia do Sul pede ao Norte que pague empréstimos concedidos
Presidente chinês "devastado" por mistério em torno do avião -- PM australiano
Pelo menos oito civis mortos em ataque a hotel na capital do Afeganistão
Coreia do Sul, Japão e EUA em encontro tripartido em Haia na próxima semana

Capa do A Bola A Bola

Benfica: João Freitas Pinto pede atitude forte no derby
Sporting na máxima força para a Luz
Clubes da Liga 2 reúnem-se hoje em Oliveira de Azeméis
Anunciação está seguro no onze
Quinto lugar do ranking já não foge a Portugal
Nani apadrinha Copa do Guadiana
Corinthians reentra na corrida por Elias

Capa do Record Record

Jovens invadem estádio
Bernardo Ribeiro
Oliveira e Adrião lutam pelo grito da Vitória
Pedro Martins: «A equipa costuma transcender-se»
Sérgio Conceição mantém a defesa
Quaresma foi o centro das atenções na chegada à Invicta
CR7 persegue Messi após início complicado

Capa do O Jogo O Jogo

Chegou o Pelé!
Primeiro treino de Villas-Boas marcado pela "intensidade"
"Foi um jogo de sentido único"
Ghilas dedica golo a Helton
Miguel Oliveira fechou top 10 na primeira sessão de treinos
"Feliz pelo golo e pela equipa"
"Fomos melhores nos 180 minutos"

FARPAS

As Finanças / As SS nazis

O texto abaixo não é nosso. Nos limitamos a publicar.


Ler este artigo e, depois, ver os processos contra os banqueiros prescreverem (ficando eles a rir-se do povo pagante), dá cá uma revolta!
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O NEO-FEUDALISMO DA FISCOCRACIA
A Fiscocracia é uma forma actual de absolutismo pré-moderno, cuja essência é o restabelecimento da pilhagem dos cidadãos, reduzidos a súbditos e sem voto na matéria. Continua a haver um ritual eleitoral mas a Democracia finou-se substituída por uma Fiscocracia que, por via de legislação ordinária baseada em “razões técnicas”, altera radicalmente a natureza do regime político em que vivemos. 
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Passos, Gaspar & Cª têm usado o discurso tecnocrático de “é preciso pagar as dívidas” para, de uma forma inconfessada, instalarem os fundamentos de um neo-feudalismo, o absolutismo de uma ditadura fiscal. O caso abaixo descrito e a revolta que gera são absolutamente exemplares da empobrecedora e opressora realidade da ditadura da Fiscocracia.
Parabéns ao jornalista do JN  que soube encontrar a notícia no meio da inflação diária de informação e soube colocá-la em perspectiva.

Jornal de Notícias . Publicado 27 Fev. 2014
A história da falência da Throttleman e Red Oak, duas marcas de vestuário português que fecharam as lojas na semana passada, é o melhor exemplo de como, por debaixo da demagogia sobre o Portugal de sucesso, a vida prossegue, inexorável, a matar a pequena e média economia portuguesa. 
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Esta história é tão irreal (e não é a única) que até dá vontade de fugir do país.
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Antes de mais: a Throttleman foi criada em 1991 por três gestores (Pedro Pinheiro, Eduardo Barros e Nuno Gonçalves) acabados de sair da faculdade. 

O profeta do cavaquismo industrial, Mira Amaral, pedia, e bem, marcas próprias e redes de lojas nacionais, sobretudo em setores como o do vestuário onde vendíamos esmagadoramente para subcontratação. Quem ousasse devia até internacionalizar.
A Throttleman fez isso mesmo: lojas nos shoppings ao lado das grandes Zaras, Benettons ou Lacoste. Vendia camisas portuguesas e outro vestuário a preço médio-alto. Chegou a dar emprego a quase 750 pessoas. E chegou a abrir lojas nos Emirados Árabes Unidos e em Angola - em resumo, fez o que está escrito nos livros de gestão. 

Só que a derrocada de 15 de setembro de 2008, nos Estados Unidos, provocou o brutal arrefecimento do consumo mas não o da conta mensal de quem tinha investimentos a pagar. Uma média de 12 milhões de vendas anuais revelavam-se insuficientes.

Os 23 milhões de euros de passivo acumulado pela Throttleman e Red Oak levaram então a que, em novembro de 2012, ambas avançassem para o "Processo Especial de Revitalização", um mecanismo criado pelo Estado para ajudar empresas em dificuldades. Viáveis ou não? 
Os credores decidiriam. E neste caso as coisas correram de forma extraordinária: em apenas 76 dias conseguiu-se um acordo com cerca de 80% de créditos, incluindo a Segurança Social. Quem faltou? Praticamente apenas o Ministério das Finanças, ainda por cima credor privilegiado.

Aceite pelo tribunal o Plano de Recuperação, vida nova? Errado. As Finanças interpõem um recurso judicial que impediu a recuperação de arrancar. Há um ano. Apesar das Finanças e da Segurança Social terem assegurado o ressarcimento de 100% da dívida em 150 prestações, acrescidas de juros a uma média de 6,25%, as Finanças não aceitaram que os juros antigos e as coimas fossem perdoados em 80%. 

Uma gota no conjunto de todo o processo. (Note-se que, entretanto, as Finanças perdoaram 100% dos juros e 90% das coimas, em dezembro último, a quem pagou impostos em atraso por razões tão absurdas como fugas para off-shores, etc...).
A Throttleman andou 12 meses a lutar com as Finanças em recursos judiciais e depois o processo encalhou no Tribunal Constitucional. Entretanto, a gestão tornou-se impossível. Há dias anunciou o pedido de insolvência. Tinha 200 trabalhadores. As Finanças (e todos os outros) vão agora receber zero ou pouco mais.

Quando leio as notícias sobre o aumento da arrecadação fiscal, mês após mês, penso em casos como este e temo o pior. As Finanças estão a usar expedientes claramente selvagens para conseguir tirar o pouco que resta à economia. Penhoram tudo a toda a gente - até por pequenas multas. Sabem que os tribunais não funcionam e são inúteis como recurso dos contribuintes.

Uma empresa que recorra judicialmente contra o Fisco fica registada como incumpridora se não pagar à cabeça e é inibida de direitos básicos (ex: estágios profissionais apoiados). Passa a ter o seu nome publicado na lista "negra" dos devedores. Todos os meios valem. O novo sistema de fornecimento de informação - SAFT - obriga as empresas a porem nas mãos do Estado 100% da sua vida - clientes, preços, prazos, pagamentos.

As Finanças são um Estado prepotente (sem aspas nem metáforas), amoral, dentro de um país que tenta sobreviver à sistemática e brutal cobrança e aumento de impostos. Ainda vamos brevemente descobrir que boa parte do sucesso das exportações inclui também uma coisa óbvia: as mercadorias vão mas o lucro não volta. 

O Fisco está enganado se pensa que mete os empresários em campos de concentração fiscais (onde estão os trabalhadores por conta de outrem e pensionistas). O inimigo é comum - o Fisco. A ordem é "fugir". O ódio ao Estado é total. Lutar contra a carga fiscal é como militar na Resistência.

"OS DESGRAÇADINHOS DE FACE OCULTA"


Paulo Jerónimo/Rui César
Foram apresentadas as alegações finais dos arguidos José Penedos e Paulo Penedos no processo "Face oculta". O Ministério Público tinha pedido pena de prisão efetiva, mas os advogados de defesa pediram a absolvição como a única saída justa para o caso.
No comments :

"ADEUS TRISTEZA UMA PORRA!"

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Lá continuamos, nós, os portugueses a ser, para os ingleses, espécie de "párias" da Europa... Sei o que afirmo... Trabalhei com esta gente, como emigrante, em países: Arábia Saudita, Tunisia e na ex-Rodésia e tive que ser forte para aguentar os que deles não se apartou o espírito da raínha Vitória!

O Reino Unido já é o principal destino da emigração portuguesa. Foi para lá que António, Irina e a pequena Joana emigraram há pouco mais de meio ano. Sem emprego em Portugal, viram-se obrigados a partir. A repórter Rita Colaço acompanhou o novo quotidiano desta família na grande reportagem "Adeus Tristeza".

"PIRES DA CERVEJA E MAIS UM SIMPLEX"

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Ou vai ou racha! Por um lado é a Laurindinha Borrada a expandir o comércio externo e por outro é o Pires da Cerveja activar o interno... E tudo isto é obra e graça do partido PP CDS e a salvação, económica, nacional!


Pires de Lima espera que regime de simplificação para comércio entre em vigor no 1.º semestre


O ministro da Economia disse hoje à Lusa que tem a expetativa de que o diploma de simplificação do regime de acesso e exercício de atividades do comércio, serviços e restauração entre em vigor no primeiro semestre.

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O Conselho de Ministros aprovou hoje uma proposta de lei para simplificar o regime de acesso e exercício de atividades nas áreas do comércio, serviços e restauração, segundo o qual os empresários apenas necessitam de fazer apenas uma comunicação prévia às autarquias.
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Questionado pela Lusa se este diploma poderá entrar em vigor até junho, o ministro António Pires de Lima afirmou: "Eu espero que durante o primeiro semestre de 2014". Pires de Lima sublinhou que se "o Governo procurou aprovar este regime ainda durante o primeiro trimestre, é porque obviamente tem a expetativa". O projeto de lei vai agora ser discutido no parlamento.
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O ministro destacou alguns dos pontos fundamentais da proposta de lei para simplificar o regime de acesso e exercício de atividades nas áreas do comércio, serviços e restauração, que considerou que "os empresários entendem muito bem".
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A primeira "é a simplificação de procedimentos para poderem abrir uma atividade na área do comércio, serviços e restauração. O princípio que é instituído é de os empresários necessitarem de apenas fazer uma comunicação prévia às câmaras" e "há atividades em que nem sequer é necessária essa comunicação prévia, em que podem iniciar a atividade sem qualquer declaração".
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Entre as áreas que dispensam uma declaração prévia estão as "atividades ligadas às tintas, vernizes, aos institutos de beleza, cabeleireiros, entre outros", explicou António Pires de Lima.
"Há um princípio instituído através deste regime que é o da confiança na iniciativa empresarial", sublinhou o governante, que recordou que até agora era necessário "obter uma autorização" para as atividades no comércio, serviços e restauração, o que representava "uma espécie de desconfiança prévia do Estado relativamente ao empresário".
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O projeto de lei é "claramente uma evolução para o licenciamento zero, para simplificação de procedimentos e para a liberalização de algumas atividades que assentam no princípio da confiança do Estado na iniciativa empresarial", adiantou.
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Por outro lado, destacou, "há uma redução de custos importantes", uma vez que com este projeto de lei "extinguem-se algumas taxas um bocadinho absurdas" como as que tinham de ser pagas pelo encerramento da atividade ou quando alteravam os horários de funcionamento das lojas.
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"Creio que é muito importante que o Governo tenha cumprido com a sua palavra e tenha juntado num só diploma aquilo que está disperso por vários documentos".
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O comércio, serviços e restauração "são três atividades com uma identidade própria, mas passam a estar regimentadas em termos de acesso à profissão ou atividade por um único documento", concluiu o governante.

TAILÂNDIA: "LUIS PATO E OS VINHOS DE PORTUGAL"


No prestigioso hotel Dusit Thani, na baixa de Banguecoque, Luis Pato AQUI e na sua escola de culinária "Le Cordon Bleu Dusit", na sala de aulas Bacchus levou a cabo um workshop, para cerca de 20 pessoas, cujo tema foi o processo de elaboração do vinho, factores que influenciam a qualidade, tècnicas aplicadas onde se inclui os solos, onde crescem, as vinhas, castas, clima, engarrafamento. As imagens a seguir, legendadas, dão conta do evento.
A sala de aulas "BACCHUS" onde Luis Pato deu uma brilhante lição em cima dos Vinhos de Portugal.
Antes da aula Embaixador de Portugal, acreditado no Reino da Tailândia, Luis Barreira de Sousa ouve atentamente Luis Pato.
Nuno Caldeira da Silva, residente na Tailândia há 10 anos ( lado esquerdo e um dos organizadores do workshop) junto a Christophe Rene Mercier, Academic Manager(ao centro) e Luis Pato antes do inicio do workshop.
A lista dos interessados em ouvir e aprender  a sabedoria do mestre de vinhos portugueses Luis Pato. 
Da esquerda para a direita: Luis Pato, embaixador Luis Barreira de Sousa, conversando com a directora da "Le Cordon Bleu Dusit" Dra. Parichat Jumsai Na Ayuthaya e Nuno Caldeira da Silva, trajando uma camisola com a caricatura de Luis Pato "Rebel".
Nuno Caldeira da Silva os sócios e importadores de vinhos Luis Pato, senhores Andy Me Artie

Nuno Caldeira da Silva, introduz aos presentes, na sala, o mestre Luis Pato.
A sala da academia do vinho "Bacchus", prontos os alunos para ouvirem a lição do mestre Luis Pato.
O monitor com o mapa da Europa e do lado esquerdo um círculo onde se destaca Portugal.
Luis Pato inicia a lição e indica no mapa de Portugal a sua região vinícola da Bairrada. O mestre inicia a aula com a história de Portugal. Destaca-se o desenvolvimento como soube, Luis Pato, conduzir a lição e a clareza com que se exprime na língua inglesa.
Luis Pato, por vezes, com paixão descreve o tema dos vinhos.
Dá-se, então, para a começar a prova, a abertura da primeira garrafa de vinho espumoso, bruto, Luis Pato.
É dada a provar a delícia, espumosa, da Bairrada, que até daria, furar o protocolo do evento e beber, todo o líquido da garrafa, pelo gargalo.... Na imagem Christophe Rene Mercier verte no cálice a prova para o embaixador Luis Barreira de Sousa.
Saboreia-se o espumoso "Luis Pato" e de facto aos pequenos goles e mante-lo na boca por instante oferece melhor paladar.
Luis Pato, aqui, refere-se à casta de uva, que produziu o vinho espumoso "Luis Pato", Searcialinho e  características.
Dois vinhos, tinto, encorpados, que vão ser tema de apresentação...
E para mais bem apaladados é necessário decantá-los e repousar por um tempo antes de ser servido...
Nuno Caldeira da Silva (na Tailândia é como peixe na água) vários vezes esteve de serviço servindo vinho aos alunos do mestre Luis Pato.....
.... e na mesa do fundo.
Mais a explicação de um vinho, das adegas de Luis Pato, cuja assistência ouve o mestre atentamente.
Uma imagem, projectada no monitor de beleza deslumbrante que apresenta a uva branca Cercial da Bairrada.
Enquanto os vinhos repousam nos decantadores, outra imagem no monitor e agora a  casta Bical...
A classe ouve atentamente o mestre Luis Pato
A prodigiosa casta de uva a Baga
Christophe Rene Mercier, serve a especialidade, decantada....
..... e Nuno Caldeira da Silva ajuda...
....e chega à mesa do fundo.
... e carinhosamente Nuno Caldeira da Silva vai abrir mais uma garrafa de espumoso da região da Bairrada.

Não nos pode passar despercebida a excelente qualidade da cortiça das rolhas, que fecham as garrafas dos vinhos de Luis Pato.
Lado esquerdo uma garrafa, vasia, do excelente espumoso da casta Baga.
Para mim (respeitando a opinião de outros) a estrela foi o vinho abafado AM, pelo seu paladar adocicado e perfume. Uma delícia de excelência!
 E vai para a mesa o abafado AM.
O abafado AM no monitor enquanto o mestre Luis Pato, com certo entusiasmo, divulga as suas características.
O abafado no monitor e os sorrisos, francos de Nuno Caldeira da Silva e Luis Pato. A aula chegou ao fim.
E no fim da aula houve lembranças entregues pela Dra. Parichat Jumsai Na Ayuthaya. Aqui o mestre Luis Pato recebe a sua.
O nosso embaixador recebe-a das mãos do senhor Christophe Rene Mercier.
Houve foto com o mestre Luis Pato para lembrança futura.
Vinho português e simpatia... Dra. Parichart Jumsai Na Ayuthaya com Nuno Caldeira da Silva.
O close-up do T-shirt Luis Pato. Coubera-me um que aqui deixo o meu agradecimento.Aqui nos fica a Luis Pato: "um até breve e mais eventos que realcem, na Tailândia a excelente qualidade dos vinhos portugueses.
José Martins