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quinta-feira, 27 de março de 2014

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 28 de Março de 2014.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Soyuz já acoplou à Estação Espacial Internacional
Vice-governador provincial chinês afastado por suspeita de corrupção
Navio chinês Haixun 01 na nova zona de busca pelo avião da Malaysia Airlines
EUA advertem Venezuela com sanções e Caracas rejeita intromissão
Japão pode atenuar sanções a Pyongyang se regime cooperar no caso dos sequestros
Desapareceu pesqueiro taiwanês no Índico
Restos mortais de 437 soldados chineses mortos na guerra da Coreia regressam ao país

Capa do Público Público

Cartas à Directora
Ave, Teodora!
As agendas inacabadas
Jornalismo oculto no Telejornal da RTP
Desconforto equatorial
Indexar o valor das pensões à demagogia e aos ciclos eleitorais
Uma lição de coisas

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Palavra de honra
Merkel vai assistir ao jogo Portugal-Alemanha
Faltam 122 equipas de cuidados paliativos
O cão é o melhor amigo da sesta dos bebés
Bastonária dos Advogados apela a luta contra novo mapa
Acidente corta trânsito na Ponte 25 de Abril
Inspetor da PJ entre detidos por fraude e corrupção

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Há 70 portugueses que estiveram nos campos de concentração nazis
Réplica das casas a construir em Marte vai ser criada
Mulheres impedidas de servir na Cimeira de Haia
Bruno de Carvalho espera que rivais "continuem a viver acima das possibilidades"
Diretores pronunciam-se: Sigilo sobre a fonte e não sobre o assunto
Passos Coelho não exclui novos cortes em salários e pensões
Trânsito condicionado na A 28 durante duas horas após queda mortal em viaduto

Capa do i i

Diário de 74. Assembleia geral da Torralta quer novos pólos de interesse
Diário de 74. Desastre ferroviário em Moçambique fez 60 mortos
Casos de tosse convulsa em crianças dispararam em 2012
Oposição reage a uma voz. "Inaceitável"
Meco. Sobrevivente não apresentava sinais de hipotermia
PCP, BE e “Verdes” pediram fiscalização urgente da CES e aumentos na ADSE
BPP. Juízes proíbem Rendeiro de faltar ao julgamento

Capa do Diário Económico Diário Económico

Os ‘briefings’
Os jornais não têm culpa do caos no Governo
Ajustamentos nos salários das cotadas
A fábrica de fazer pobres
Energia, clima e indústria na UE
A nova austeridade
O choque da extrema-direita

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Facebook quer levar Internet a todo o mundo com recurso a "drones"
Fernando Pinto: "A crise de combustível foi muito difícil de ultrapassar"
Presidente da TAP: "Portugal é um paraíso na Europa"
Fernando Pinto: "A empresa nunca esteve numa situação tão boa para fazer a privatização"
Que produtos tem a Apple na manga?
Índice de Preços no Consumidor aumenta 1,3% em termos homólogos no Japão
Secretária de Estado da Igualdade sacode grandes empresas do seu "cómodo alheamento"

Capa do Oje Oje

Enagás faz emissão de 750 milhões a oito anos
Accenture ganha menos 40% no 2.º trimestre fiscal
Chinês ICBC cresce 10,2% em 2013
México quer licitar um campo de petróleo por ano a partir de 2015
Portugal digital
Preço do crédito cai na Europa e sinaliza a recuperação económica
“Cigarra” Portugal recupera na inovação mas é apenas 29.º em 52 países

Capa do Destak Destak

Soyuz já acoplou à Estação Espacial Internacional
Vice-governador provincial chinês afastado por suspeita de corrupção
Navio chinês Haixun 01 na nova zona de busca pelo avião da Malaysia Airlines
EUA advertem Venezuela com sanções e Caracas rejeita intromissão
Japão pode atenuar sanções a Pyongyang se regime cooperar no caso dos sequestros
Desapareceu pesqueiro taiwanês no Índico
Restos mortais de 437 soldados chineses mortos na guerra da Coreia regressam ao país

Capa do A Bola A Bola

Agente descarta saída de Carrillo
Espanhóis de olho em Tiago Jogo
«Há casos de incumprimento» - Joaquim Evangelista
Cláudio Zappa e Elisson impedidos de jogar
Manchester United não larga Garay
«Não acredito que Busquets tenha pisado Pepe de propósito» - Bartomeu
«O PSG não me preocupa» - Mourinho

Capa do Record Record

Lito Vidigal enfrenta a prova de fogo
Chegou a hora de Pedro Coronas
Este fair play não é da treta
Baldé: «Cumpri um sonho mas ambiciono mais»
José Mourinho coloca pressão no lado do PSG
Mais de meio milhão de euros em prémios
Fernando no Mundial já só depende de Bento

Capa do O Jogo O Jogo

"A última posição não nos importa muito"
Lito Vidigal chama todos
Real Sociedad e Villarreal confirmam candidatura
Praia é a alternativa de Tévez ao Mundial
David Luiz experimenta o basquetebol
"Busquets não pisou Pepe de propósito"
Busca, Pickles, auf,

"O MELRO DE BICO AMARELO"



Hoje na sua crónica semanal na RTP (Verso das palermices do José Sócrates na RTP que a gente aguenta de cara alegre) disse maravilhas da viagem do Passos Coelho a Moçambique e do relacionamento, frutífero, com o PM Armando Gebuza (corrupto e um dos pretos mais ricos de África). Este melro palrador teria que dizer coisas bonitas porque mama de Portugal e de Moçambique. Dizem que em Moçambique, o palrador, leva a cabo investimentos com o cacau dos outros (o dele é a palheta) e nós, daqui, desejamos ao palrador, em Moçambique, bons charros de Suruma que cresce, espontâneamente, por todo o território e fumada livremente.
José Martins

ANGOLA - A verdade sobre a guerra civil!! (VIDEO)

O texto a seguir não foi teclado pelo autor deste blogue. Porém ainda só vimos o 1.º video e nos quedamos enojado com as declarações do falecido (filho da puta) almirante Rosa Coutinho.
"Uma excelente produção que as nossas televisões não mostram porque o actual regime dito "democrata" continua a esconder a pilha de sangue e cadáveres sobre a qual foi erguido há 40 anos.

Só é pena não estar legendado em português, portanto só quem entender a língua dos anglo-saxões é que o consegue perceber...

Parte 1 - https://www.youtube.com/watch?v=oB7V3MW1mYU

Parte 2 - https://www.youtube.com/watch?v=Cy_D11DJy08

Parte 3 - https://www.youtube.com/watch?v=TWJkSslxOi4

Parte 4 - https://www.youtube.com/watch?v=teHB5H0jfhY

Parte 5 - https://www.youtube.com/watch?v=T9skjJy-aAA

Parte 6 - https://www.youtube.com/watch?v=hvtfpAGAXAA

Parte 7 - https://www.youtube.com/watch?v=bRXFZm1KBac

Parte 8 - https://www.youtube.com/watch?v=ogf4yAIXMWE

É a demografia, estúpido!

Cortes, mais cortes e ainda mais cortes, servidos aos bocadinhos um a seguir ao outro, juntamente com a ilusão que desta vez é que é, que será o último corte antes da recuperação económica que virá logo a seguir montada nesse derradeiro esforço para conquistar um futuro radiante para todos. 
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Hoje é a vez de ainda mais uma revisão em baixa dos valores das reformas e, para que não seja a última vez que se reformam reformas num sistema cujo equilíbrio depende dos salários sobre os quais incidem os descontos que o financiam, também ainda mais uma revisão em baixa dos salários na função pública, pois então.
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E a culpada volta a ser a madrasta da demografia. Era o que mais faltava que as gerações que descontaram a vida inteira para financiar um Serviço Nacional de Saúde de excelência que aumentou a esperança de vida que hoje prolonga as suas velhices pudessem agora colher os frutos desses e dos outros descontos que também realizaram anos a fio para conquistarem o direito a um final de vida digno. 
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A justificação para ainda mais uma machadada nas conquistas destas gerações que construíram o progresso da nossa sociedade ao longo das décadas que se seguiram à revolução de Abril volta a ser o envelhecimento populacional.
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O poder político continua a conseguir esconder-se atrás do pretexto de uma quebra de natalidade que as estatísticas confirmam mas que como justificação para arruinar velhices não faz qualquer sentido: se com a falta de jovens que vai crescendo com o passar dos anos temos hoje uma taxa de desemprego jovem a trepar os 40% que os empurra para uma emigração que apenas encontra paralelo na década de 60 do século passado, sem falta de jovens esse desemprego monstruoso e essa emigração em massa seriam ainda maiores. O problema não é de forma alguma a natalidade. 
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O problema está na inflexão do crescimento da massa salarial que começou com a adesão a um euro que transferiu para a esfera laboral os mecanismos de ajustamento que deixaram de poder fazer-se através da desvalorização cambial.
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Desde a adesão ao euro, pela mão de um “europeísmo convicto” a favor ou contra consoante está no Governo ou na oposição, as relações laborais foram alteradas pelo menos três vezes, todas elas direccionadas para a redução dos salários sobre os quais se realizam os descontos que financiam a Segurança Social e os serviços públicos. 
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O mesmo nas relações de emprego público, com carreiras desmanteladas para evitar progressões e promoções na carreira, congeladas anos a fio juntamente com actualizações salariais que a partir de 2010 foram substituídas por cortes sucessivos nos salários nominais. 
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O salário mínimo foi abruptamente congelado em 2010. Não foi à toa que, durante o mesmo período, assistimos a outras tantas alterações da fórmula de cálculo de pensões do regime contributivo e que a idade mínima para adquirir o direito a uma aposentação sem penalizações tenha sido sucessivamente aumentada.
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Agora, quer porque o arco da redução de salários que desequilibrou o sistema entretanto descobriu como rentabilizar uma crise desencadeada pela mesma delinquência banqueira que com ela enriquece, quer porque o “europeísmo convicto” desse mesmo arco recusa outro caminho que não o do empobrecimento do seu povo e da agenda de concentração de riqueza que lhe está associado, sem renegociação da dívida externa e sem romper com este paradigma, podemos desde já preparar-nos para as décadas de reduções salariais que temos à nossa frente. 
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E sem salários médios minimamente decentes não teremos nem as reformas, nem a Segurança Social, nem a Saúde, nem a Educação, nem nenhuma das conquistas que herdámos das gerações que hoje deixamos – também se deixam – maltratar. Não há-de ser nada
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Os filhos que não tivemos e os que deixarmos emigrar depois que nos amparem nas velhices miseráveis que a nossa inconsciência política semeou como forma de nos agradecerem o nada que lhes deixaremos como herança do uso peculiar que demos a uma democracia que tanto custou a conquistar.

"...ancas,rabos das polacas e a diplomacia a funcionar...."


São as portuguesas mais feias do que as outras?


Henrique Raposo

 Quarta feira, 26 de março de 2014


O filme repete-se. Amigos chegam do exílio polaco, brasileiro, italiano ou inglês e derramam a sentença fatal, pá, lá é que é, as mulheres aqui são muito defensivas, lá é que elas são giras, boas e fáceis. Será que é verdade? São as portuguesas mais feias e mais difíceis? 
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Bom, comecemos pela evidência ululante: sim, as portuguesas são as mais difíceis de todo o hemisfério ocidental, incluindo Azerbaijão e Arménia. Confirmo isso sempre que coloco os pés para lá de Badajoz e todos os amigos estrangeiros que passaram tempo em Portugal também assinam por baixo: a portuguesa é a mulher mais difícil de levar para a cama. 
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Não é opinião, é facto. Não é por acaso que os meus amigos julgam que estão no paraíso quando saem à noite na Polónia, Brasil, EUA ou Inglaterra: depois de uma vida a tentarem seduzir portuguesas, tudo aquilo é demasiado fácil. É como treinar com o Bayern e Barcelona para depois jogar com o Águias da Musgueira ou Pinhalnovense..
Quando ando nas ruas de Lisboa com o meu velho, ele tem a tendência para considerar que "aquela e aquela só podem ser brasileiras ou da estranja". Não, pai, não são, são portuguesas. Mas o meu velho tem direito ao equívoco, os meus amigos não têm. Eles sabem perfeitamente que as nossas são tão boas ou melhores do que as outras. 
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Já repararam que as ancas e rabos das polacas parecem a A2 num dia calmo? O problema, parece-me, está no facto de as portugueses serem "menos vistosas", para citar a minha mãe. Não se arranjam tanto, produzem-se menos no dia-a-dia. Mas de quem é a culpa? Delas ou nossa?
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As portuguesas continuam a arriscar pouco na roupa e afins por causa da reacção bárbara do Zé Tuga, olha, olha, a gaja boa. Se vestissem aquilo que as polacas ou checas vestem, as portuguesas seriam consideradas como quengas nos locais de trabalho, na rua, até em casa. Uma mini-saia não coloca dilemas à gestão de reputação da polaca, húngara ou americana
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Mas uma portuguesa tem de fazer essa gestão todos os dias, uma gestão que faz dela a mais difícil. Portanto, a culpa é nossa, do Zé Tuga. Continuamos a ter conversas e a olhar para as mulheres de uma forma controladora. 
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Aliás, olhamos para elas como os mercadores de escravos do Gladiador, sim, senhora, deixe lá ver o dentinho. Há dias, uma amiga linda de morrer que foi morar para a estranja resumiu assim a questão: sabes, aqui não me sinto controlada no trabalho e na rua. António Variações dizia "lá vai o maluco, lá vai o demente, lá vai ele a passar". Se trocarem "maluco" por "galdéria", ficam com o retrato do problema. 
27 Março 2014
A reacção do Sr. Embaixador da Polónia acreditado em Lisboa.
"Como Embaixador da Polónia em Portugal, nos meus esforços no campo da diplomacia pública, tento sempre enfatizar os fortíssimos laços entre as sociedades portuguesa e polaca e tento trabalhar todos os dias a favor da imagem positiva das nossas duas nações. 
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Foi com grande pena e surpresa que reagi ao texto "São as portuguesas mais feias do que as outras?" escrito por Henrique Raposo e publicado na página da internet do semanário Expresso (aqui).
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Nós não contamos que, num jornal tão prestigiado - seja na página oficial ou na edição impressa - haja espaço para comentários tão sexistas e vulgares, prejudiciais para as nossas relações mútuas e a cultura de vínculos cotidianos entre a Polónia e Portugal
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Associamos sempre o Expresso a jornalismo de excelência, com temas importantes e atuais e comentários perspicazes sobre a vida pública - resumindo, com o que de melhor se faz na imprensa portuguesa.
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As relações entre a Embaixada da República da Polónia em Lisboa e o Vosso semanário sempre foram exemplares e muito frutíferas e eu, pessoalmente, com grande satisfação tenha publicado nas Vossas páginas os meus textos, tendo também em conta que, no futuro, o Expresso possa ser nosso grande amigo. Assim, foi com o maior pesar que tomei conhecimento deste texto chocante.
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Recebemos reações de mulheres polacas chocadas que se sentiram profundamente ofendidas por esta publicação sexista. E o Sr. Raposo não só ofende as mulheres polacas, inglesas ou brasileiras, mas também as portuguesas, cujo valor é avaliado apenas em termos de serem " boas" e "fáceis". 
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O "artigo" de Henrique Raposo reforça o estereótipo de que os homens portugueses são sexistas e machistas, vendo as mulheres apenas como objetos sexuais e avaliando-nas só atraves de valores sexuais. No geral, o comentário é portanto também muito desfavorável para Portugal. E esta publicação torna-se, assim, prejudicial para as relações lusopolacas.
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A nossa Embaixada também recebe por diversas vezes indicações de casos de disseminação do estereótipo negativo dos portugueses na Polónia, mas nós esforçam-nos para garantir que este estereótipo não seja duplicado nos meios de comunicação polacos.
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Esperamos, por isso, que os representantes da gestão do Expresso tomem uma posição quanto a este assunto.
Com os meus cumprimentos,
Bronisław Misztal
Embaixador da República da Polónia em
Portugal

"O TECNOCRATA DE PACOTILHA"



Paulo Portas já falou do crescimento da economia previsto para 2014.
26 Mar 2014

A Frase



 Os tecnocratas
Nas últimas décadas temos vivido num país onde se quer tudo depressa. Na verdade, é um país liderado por tecnocratas de gabinete, repletos de certezas sobre milagres económicos que, constata-se depois, nunca são sustentáveis. Gastarem--se os novos fundos comunitários com modelos de "progresso" do passado é desesperante e sinistro.
Daniel Deusdado, Jornal de Notícias