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sábado, 12 de abril de 2014

"E ASSIM A DRA. ASSUNÇÃO ESTEVES AGAZALHOU!"

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Portugal: NÃO, O PROBLEMA NÃO É “DELES”, DRA. ASSUNÇÃO


Nicolau Santos – Expresso, opinião

A presidente da Assembleia da República disse que se os militares da Associação 25 de Abril não forem ao Parlamento nas comemorações do aniversário dessa data "o problema é deles".

A dra. Assunção Esteves está equivocada. O problema não é "deles". O problema é da senhora presidente da Assembleia da República que não quer ser incomodada com um discurso que extravase o que é normal entre os parlamentares da maioria e da oposição.

O problema é da senhora presidente da Assembleia da República, que não tem um pingo de bom senso - porque, se tivesse, lembrar-se-ia que só se senta na cadeira onde se senta porque os militares que ela não quer ouvir abriram caminho para que tal fosse possível.

O problema é da senhora presidente da Assembleia da República porque, se tivesse um pingo de bom senso, lembrar-se-ia que este ano se comemora uma data redonda, 40 anos, sobre o 25 de Abril de 1974, pelo que seria totalmente admissível que abrisse uma excepção e que, para além dos parlamentares, fosse dada voz aos militares que abriram caminho para que esta Assembleia da República existisse.

O problema é da senhora presidente da Assembleia da República porque, se fosse minimamente agradecida, lembrar-se que a reforma que aufere por ter sido juíz do Tribunal Constitucional só é possível porque os militares que não quer ouvir abriram caminho para que tal fosse possível.


Pensando melhor, contudo, talvez o problema não seja da senhora presidente da Assembleia da República. Talvez o problema seja do país que tem como segunda figura do Estado a dra. Assunção Esteves, que já demonstrou por várias vezes não ter um pingo de bom senso. E seguramente que essa tem de ser uma das qualidades exigidas para se ser a segunda figura do Estado português.

COICES POLÍTICOS: "OS SUJOS"


Eu não acredito...É preciso não ter pudor !

Mário Soares a certa altura escreve assim:

...A verdade é que sabendo tanto Durão Barroso do que se passou no BPN, a senhora procuradora-geral da República, tem a obrigação de o ouvir e quanto antes. Tanto mais que a maioria dos culpados nunca foi julgada...

Este mesmo Mário Soares deveria ter sido ouvido pela PGR sobre este escandaloso caso por ele fomentado, mas a Procuradoria da altura esqueceu-se!
Vamos lá recordar umas  pequenas peripécias soaristas...

É uma leitura interessante, sobre o nascimento da «Emaudio», transcrevo alguns excertos que me parecem elucidativos.


(...) No dia 17 de Fevereiro encontrar-me-ia, como combinado, em casa de Mário Soares onde Ivanka Corti era convidada para o almoço. Ali, embora ainda sob a emoção da vitória, Soares explicaria que tinha ideia de aproveitar os recursos de algumas fundações partidárias que lhe eram afectas, para participar na tão falada privatização dos meios de comunicação social e abertura da TV ao sector privado. 
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Queria primeiro melhor estudar o assunto, mas desde logo pediria à convidada italiana que transmitisse um convite seu a Silvio Berlusconni para vir a Portugal. Este não perderia tempo e chegaria pouco tempo depois a Lisboa, no seu avião pessoal acompanhado de Ivana Corti. 
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Estava disposto a associar-se ao grupo do Presidente Mário Soares se isso, estou convencido, lhe pudesse trazer mais benefícios que investimentos. 
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Antes do jantar, no Palácio de Belém, os seus técnicos seriam autorizados a montar ali uma espécie de mini-estúdio de TV com equipamento, para a altura ultra-sofisticado, que trouxera consigo no avião. Depois da refeição demonstraria até altas horas o seu “produto” ao Presidente da República e aos seus convidados portugueses, os quais viriam a constituir o grupo Emaudio.
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Na reunião que teria lugar na sua casa de campo em Nafarros, Soares reuniria os elementos escolhidos para formar o grupo, a quem explicaria os objectivos. O seu filho, que até então vivera numa relativa obscuridade política (...). Almeida Santos, a quem competiria a orientação jurídica do projecto, era desde há muito o braço direito de Soares. 
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Bernardino Gomes, que anos antes tinha definido as “regras” para a viabilidade das empresas ligadas ao PS. Carlos Melancia, homem da sua máxima confiança e reconhecido pela sua competência técnica (...). Raúl Junqueiro, muito ligado a Melancia (...). Menano do Amaral (...). João Tito de Morais (...).Eu seria o oitavo elemento escolhido em virtude de deter a presidência da FRI, que assumira por sugestão de Mário Soares após a sua eleição.
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(...) Entretanto em Lisboa, no dia 18 de março de 1987, tinha sido constituida na avenida António Augusto de Aguiar, na sede da Fundação de Relações Internacionais, a Emaudio, S.A., Sociedade de Empreendimentos Audio Visuais para ir ao encontro dos acordos que estávamos em vias de concretizar com a News International de Rupert Murdoch.
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(...) Cada um de nós teria direito a receber graciosamente cinco por cento do capital do que a empresa viesse a ser, como remuneração pela nossa contribuição pessoal para o projecto. Cinco por cento do que viesse a ser o valor da empresa e não 5% de cinco mil contos. 
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Os restantes 60% ficariam em meu nome, enquanto presidente da FRI e na qualidade de fiel depositário dos interesses do projecto político de Mário Soares, a ser desenvolvido por intermédio daquela fundação e que tinha dois grandes vectores: reconquistar o PS para a área “soarista” e ser reeleito Presidente da República em 1991. Ou vice-versa. Não sei bem!
Rui Mateus – Publicações Dom Quixote
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Depois de se ler este excerto do celebre livro, "Contos Proibidos" que curiosamente  no dia da publicação foi imediatamente comprada toda a Edição e nunca houve 2ª Edição, vá-se lá saber porquê, vem este exemplo de honestidade propor que a Procuradoria Geral da República ouça quanto antes Durão Barroso sobre Victor Constâncio e o caso BPN... 
Simplesmente fantástico!

TECLOU: BRASILINO GODINHO

Como diria a Ti Maria dos Canaviais: Pão, pão! Queijo, queijo!
Os cidadãos que se expõem ou são expostos nas montras da praça pública sobressaem do anonimato e, em muitos casos, de tão continuadas presenças e badaladas referências às suas pessoas e às actividades que desenvolvem, passam à categoria de figuras públicas. 
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Sobre tais humanas criaturas se concentram curiosidades, elogios, censuras, invejas, malquerenças – uma amálgama de sentimentos e reacções. 
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Enfim, um rosário de ocorrências agradáveis ou incómodas, conforme a natureza das arremetidas a que vão sendo sujeitas como alvo preferencial da curiosidade que suscitam, do apreço em que são tidas ou da aversão que lhes é devotada. 
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É o ónus que é inerente a tal condição de visibilidade pública. O escriba, aqui escrevendo o presente texto, vê-se hoje no papel de figura colocada num maior espaço público de observação e de julgamento opinativo dos seus semelhantes. 
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É uma posição que envolve muitos aspectos responsabilizadores, mas que ele há muitos anos sente preponderante na sua existência. Logo (anos cinquenta), no início dos tempos da extensa e diversificada actividade profissional. 
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A partir dos anos 80 reforçada com a actividade de cronista de opinião com prestações em periódicos e as edições de três obras literárias; a última, das quais, o ensaio A QUINTA LUSITANA, terá sido a obra sobre a qual mais foi exercida a aberrante censura prevalecente desde a revolução vitoriosa do dia 25 de Abril de 1974 - um procedimento ilustrativo da podridão, falsidade e hipocrisia, reinantes no actual regime pervertido, mascarado de democrático. 
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Desde 14 de Dezembro de 2012 até à actualidade, Brasilino Godinho tem sido mimado, acarinhado, enaltecido, festejado, com motivação nos seus ‘desempenhos académicas’. Jornais, revistas, rádios, todas as televisões portuguesas, transmitiram notícias, reportagens e entrevistas a festejarem a licenciatura do cidadão determinado, estudioso, atento e empenhado nas grandes causas, que sou. 
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Escrita esta introdução, vale trazer à colação aquele dito que ousamos atribuir à Ti Maria dos Canaviais, da grande região saloia: Pão, pão! Queijo, queijo! Ou seja: nada esconder! Isto é: a vida do cidadão em causa, não se compõe só de sucessos e de graças; também de desenganos e de coisas com menos graça e, às vezes, com mistura de maiores ou menores desencantos. 
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O que tudo bem composto e em conformidade de são critério, implica ser tu cá, tu lá, com a realidade nua e crua de uma vivência que, no seu caso pessoal, se tem como norteada por critérios de seriedade e autenticidade. 
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Daí que, se tenho sido contemplado com muita generosidade e certo aparato que põe o indígena que sou nos píncaros da esplendorosa lua cheia, considero essencial ter os pés bem assentes na terra, não vá acontecer perder o equilíbrio e com isso defraudar a confiança e admiração que me foram concedidas neste tempo de efémera glória terrena.   
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A partir deste ponto e em consonância de princípios atinentes à plena afirmação do primado da inteligência, da moral, da dignidade, da igualdade, da fraternidade e da liberdade, naturalmente compaginados em unívoca conjunção e preponderância factual, venho prevenir os leitores quanto a algumas fragilidades tidas como fracas credenciais de um sujeito idoso submetido ao vosso acolhimento e benévola atenção. 
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Pois que ele vem apoiar-se numa recente apreciação de que foi objecto para neste escrito vos denunciar os detectados, preocupantes, sintomas de estar voltando à meninice… 
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Se o mesmo, ora famoso(…) Brasilino Godinho, sempre teve a preocupação de não voltar costas à luta em prol do que foi admitindo como justo, nos últimos anos que leva de escrita e de estudos académicos, tem-se acentuado, nele (imagine-se…) a tendência para aquilo que o próprio vai designando como pegar os touros pelos cornos. 
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Pegas que nunca fez nas praças de touros mas, sim, naquelas arenas dos espaços político/sociais de que já, no século XIX, falava o inesquecível poeta micaelense Antero de Quental. 
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Porém, acontece que há muito boa gente, recomendada por parte de grandes famílias da sociedade lisboeta, que não vai à bola com estas histórias de pegar os touros pelos cornos nas arenas da brava luta pelos grandes valores da cidadania e do bem-estar das populações. 
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Preferem deixar os bois a pastarem, sem entraves, nas amplas lezírias pantanosas indicadas pelo Engenheiro António Oliveira Guterres. Nem, sequer, os querem pegados de cernelha. Gostos… Feitios… Interesses de produção pecuária (ou pecuniária?)… Pelo que decidi informar que nem tudo é um mar de rosas na vida do cidadão em causa. 
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E se já bastava, como sobrecarga insuportável, viver angustiado num asfixiante pomar de imensas laranjas amargas, paredes meias com um doentio Olimpo, fantasioso, perverso, superlotado de assembleias, de plenários, de mesas redondas e quadradas e dos incríveis mercados, feiras, lotas de todas as obscenidades beijoqueiras, há que dar a notícia de que - segundo a avaliação feita por uma conhecida personalidade, altamente colocada no seio da sociedade lisbonense (e que hoje me deu a conhecer, por mensagem através da Internet) - o Brasilino Godinho estará irremediavelmente possuído de uma importante deficiência: faltar-lhe-á “um pouco de bom senso” – seja lá isso o que for e em que medida traduzível numa perceptível e convincente quantidade; também,  necessariamente, pesquisada face aos contrastes limitativos entre o pouco senso, um pouco de bom senso, o simples bom senso, o regular senso , o vulgar bom senso, o maior bom senso, o menor ou menos bom senso e o mau senso… 
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Mas dado indiciador da clarificadora avaliação parece ser o de que em matéria de bom senso e sendo este tão residual na minha pessoa, em tão diminuta quantidade (somente um pouco), estarei numa situação de pobreza franciscana.  
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Aliás, estádio de penúria condizente com a pobreza generalizada promovida por Passos Coelho, guia supremo do governo nacional – o que, anote-se, pela força das circunstâncias, patenteia um convincente quadro/testemunho da situação vigente. Mais quero transmitir, com origem de informação na mesma atenciosa fonte, outra terrível opinião: terei caído desastradamente no ridículo… 
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Falta, tiro e queda, quais acidentes mostrados no meu recentíssimo apontamento - sobre o morticínio reconhecido pelo vice-presidente do Governo Regional da Madeira, Dr. João Cunha e Silva - que vos enderecei ontem. Assim, presumo que, logo após a leitura deste texto, os meus leitores ficarão numa desconfortável e cansativa expectativa derivada da interrogação: irá o Brasilino Godinho encontrar algures, numa terra não prometida e por demais ignorada, o perdido bom senso 
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Pior, ainda: Será que ele conseguirá levantar-se do horrendo ridículo?... Qual de vós arriscará uma tripla, num hipotético concurso de prognósticos? Mas dando de barato e mui ciente de que me falta o famigerado bom senso… (que, pelo visto, lido e respigado, será apanágio do meu ilustre avaliador) afirmarei que melhor seria que não faltasse o autêntico a quem daquele faz descabida alusão. 
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Porque desse tal, específico bom senso, prescindo resolutamente!... Entretanto – e não obstante -  com este texto pretendi executar um salutar exercício de higiene mental e trazer os leitores à realidade de que tenho fragilidades e que estou longe de ser um super-homem… 
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Finalmente, aqui fica expresso um pedido endereçado aos leitores que já conhecem o Brasilino Godinho há muitos anos: não tenham pena dequem, afinal, vê consagrada - por tão alta personalidade* - a sua indesmentível carência do tal paradigmático bom senso e que, sem sombra de dúvida, para mais agravar a péssima impressão causada na privilegiada mente examinadora, se contempla na ridícula configuração do ridículo que, como acutilante arma de agressão, lhe foi lançado… Espero ter conseguido o amplo e reconfortante entendimento das minhas estimadas leitoras e dos meus caros leitores.
Fim

* Por não ter sido previamente solicitada a respectiva anuência da personalidade avaliadora e por motivos óbvios, não é identificada a fonte da avaliação.

"INTRIGA-ME O SAIR DA CASCA DO CARAMELO"


De certo modo tem surpreendido, ultimamente,Durão Barroso a mandar "bocas" na comunicação social portuguesa... Pois,pois é isso mesmo o querer candidatar-se ao lugar de presidente da República de Portugal. 
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Porém quando ele era um rapazinho,  ambicioso,  dentro dele já existia o desejo de um dia ser lider e foi.
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Sugiro ver o video AQUI . Ver-ão que na mente do "caramelo" o ensino em Portugal não era de tanta excelência como agora o divulga.

Isabel Damásio/ Sara Cravina/ Fernando Nobre
Durão Barroso elogiou a cultura de excelência nas escolas antes do 25 de Abril. Declarações feitas este sábado na entrega do montante de um prémio europeu na Escola Secundária de Camões, em Lisboa. O presidente da Comissão Europeia alertou ainda as autoridades portuguesas para a necessidade de aplicar os fundos europeus na luta contra a pobreza.

UM DOS GRANDES "BURACOS" DA HISTÓRIA DE PORTUGAL


Filmes sobre o 25 de Abril

É finalidade deste post, disponibilizar links para filmes sobre o 25 de Abril de 1974, para o que basta clicar nos respectivos títulos:



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"SEM COMENTÁRIOS"


"OLHA,OLHA A LAURINDINHA BORRADA A PIRAR-SE!"

Estes patriotas que nos pastoreiam

Segundo o Expresso, o senhor vice PM gostaria de abandonar o barco antes das legislativas de 2015 para se "acomodar", talvez, em Bruxelas. 
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A "notícia" é um amuse-bouche para o Doutor Cavaco e o dr. Passos que dificilmente consentirão em mais uma debandada patriótica, desta vez de tão dissimulada eminência. Mas não deixa de ser reveladora. 
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O serviço público, no sentido "republicano" do termo, que devia ser um motivo de orgulho para quem o pode exercer, tem vindo a ceder perante a vulgaridade e os "apetites" por outras coisas: "postos", conselhos de administração ou fiscais, bancos, negócios, tráfico de influências. 
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A política, sob a forma de partidos, governos ou parlamentos, é apenas o trampolim para essas outras coisas onde o que releva é o primado da primeira pessoa (os seus interesses privados, corporativos ou a representação deles) e não o país que juraram por sua honra servir. 
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Deviam, por consequência, lavar a boca cada vez que a enchem de empáfia "patrioteira" diante de uma nação apoucada que, ao contrário deles, não pode "fugir" para lado algum.
João Gonçalves | link do post | comentar

BRASILINO GODINHO TECLOU

Saudando a declaração do vice-presidente do Governo Regional da Madeira
Aleluia!!!
Finalmente!!!
Já não era sem tempo...
De no campo governamental  se reconhecer o óbvio: Que primeiro-ministro e seus acompanhantes, causadores do infortúnio nacional, estão a matar muitos portugueses, a pretexto de  salvar Portugal. 
É como se, em atitude prepotente e tom de arrogância, dissessem: E sobre os vossos cadáveres vamos erguer um Portugal à nossa medida e conforme os nossos interesses. 
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Um apontamento de Brasilino Godinho
Esta verdade comezinha, encoberta indecorosamente por certos sectores da sociedade portuguesa, de que prossegue uma política de extermínio selectivo do povo português em nome de uma pretensa salvação nacional (lembremos que Adolf Hitler desencadeou o holocausto – o extermínio dos judeus, ciganos e outros grupos étnicos, em nome da salvação da raça ariana, do povo germânico), anda o autor destas linhas a proclamá-la a um compasso de bastantes luas. Entretanto, muita gente irresponsável deste país vem assobiando para o lado... 
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Porém, ontem, tivemos novidade e da grossa. Veio do Funchal, Ilha da Madeira. Segundo relata o PÚBLICO, na sua edição de hoje, 11 de Abril de 2014, o vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, anunciou ontem a sua candidatura à sucessão de Alberto João Jardim na chefia do Partido Social-Democrata da Madeira. 
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Já a terminar a sua declaração de anúncio da candidatura, João Cunha e Silva – e como relata o jornal PÚBLICO - "reiterou a crítica ao primeiro-ministro, defendeu que «para salvar Portugal não era preciso matar os portugueses». (selecção colorida de Brasilino Godinho). 
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Realço a afirmação do governante madeirense de que «para salvar Portugal não era preciso matar os portugueses» Só que depois deste reconhecimento tardio, se impõe fazer duas coisas: - primeira, o apuramento de quantos milhares de portugueses faleceram neste últimos três anos, vítimas da famigerada austeridade e atribuir as inerentes responsabilidades – o que sendo tarefa difícil, deve ser, pelo menos, tentada por alguém que assegure uma investigação séria; - segunda, de certos ‘papagaios’ e ‘araras’ coabitantes da quinta governamnetal, se deixarem, nas suas prédicas opinativas quase diárias, de recorrer ao eufemismo dos “dois milhões de cidadãos que estão no limiar da pobreza”. 
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O que fazem com a maior desfaçatez, grande hipocrisia e acentuado cinismo. Porque a realidade é outra e bem notada por quem tem sensibilidade, discernimento e não se limita “a ver passar os comboios” que, afinal, alguns espertalhões tão mal enxergam: os tais dois milhões de portugueses já estão mergulhados na pobreza. 
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Eles, desgraçados portugueses, por aí estão vegetando: humilhados, sofredores, enfraquecidos, doentes, esfomeados, miseráveis e abandonados. Com um único horizonte: o cemitério! 
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Daqui e nesta conturbada hora, saúdo a declaração de João Cunha e Silva. É que ele foi directo e objectivo na sua certeira observação sobre o responsável máximo da calamitosa situação social deste desventurado  país e acerca das terríveis consequências das escandalosas práticas políticas dos actuais governantes; por sinal, principescamente instalados nas suas privativas cortes dispersas por uma sumptuária rede de palácios e de palacetes. 
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País, Portugal, de triste e amargurado fado. E que tão indignos, oportunistas e atrevidos comensais tem abancados à mesa do seu deficitário Orçamento.
Fim

"A OBRA DO CHICO ESPERTO ALBERTO DA PONTE"

O da imagem acima, Alberto da Ponte é o presidente da RTP e colocado lá pelo "vigas" Miguel Relvas. Ora este Alberto, chico esperto, é um tipo de, marketing, fácil, como por exemplo quando vendeu cerveja Sagres. Faz da RTP uma loja de rifas, em parceria com a PT, que oferece prémios, em dinheiro aos telespectadores, em troca de chamadas telefónicas. Abruptamente mandou cortar o sinal para a comunidade portuguesa residente da Califórnia. O resultado foi: CliqueAQUI