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segunda-feira, 14 de abril de 2014

"OS SAUDITAS SAIRAM DA CASCA!!!..."

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"Dança do pinguim", ou "raqsat al-batriq" em árabe, é a dança preferida de escolas radicais, festas de casamento e salas de estar cobertos com tapete da Arábia Saudita. Um dos vídeos mais populares, apresentando um homem em trajes tradicionais gingado e pulando ao redor da sala de estar com sua pequena filha, teve 1,8 milhões de visualizações. Para ver os pinguins, pai e filha o video em baixo. 

A Frase

Sabemos que o volume da dívida portuguesa é um novelo sem fim. Que permite todas as novelas. Nunca será paga nestes termos. Ou haverá perdão de parte da dívida, ou haverá renegociação dos juros. Todos o sabem. Todos temem ser açoitados por dizê-lo em voz alta. Mas, como em épocas anteriores, o que interessa aos credores é que Portugal continue a ser um cliente certo. Mesmo que pague tarde e a más horas. Mesmo que abdiquem de parte da dívida, desde que os juros compensem o risco. O resto é fogo-de-artifício político para entreter aqueles que realmente são chacinados com os impostos que pagam os desvarios políticos: os portugueses.
Fernando Sobral, Jornal de Negócios

"O BURRO DO DIA"



    
Paulo Portas

O famoso projecto de reforma do Estado que Portas elaborou não passa de um farrapo intelectual que ninguém levou a sério. Mas como coordenador da área económica e em véspera de eleições Portas tem de dar a cara, até porque até agora nem se ouviu uma palavra do Lambretas sobre as pensões.
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Sem forma de explicar o seu silêncio desde a última avaliação da troika, Paulo Portas acha que pode iludir os portugueses sugerindo que os cortes dos salários e das pensões são uma reforma do Estado que ele coloca em discussão e não algo que esteve desde sempre nos planos de Passos Coelho.
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Em todo este espectáculo só se lamenta que os partidos da oposição tenham aceite entrar neste espectáculo manhoso.
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«O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, começa a receber, a partir das 9h15, os partidos políticos para discutir a Reforma do Estado.
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Fonte do gabinete do ministro explicou à Lusa que os encontros, que arrancam com o PS, terão lugar na sala do Governo na Assembleia da República. Seguem-se PCP, BE, CDS e PSD. Os Verdes só serão recebidos amanhã.
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O Guião da Reforma do Estado foi apresentado a 30 de Outubro de 2013 por Paulo Portas, que, na ocasião, disse querer discutir esse documento orientador com os partidos e os parceiros sociais.
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"É um documento que tem quatro capítulos, cerca de 110 páginas úteis", declarou então Paulo Portas, que deixou a garantia de que se tratava de uma "proposta aberta" e que carecia de "consensualização".Só depois de um "diálogo", com partidos e parceiros sociais, que se poderá traduzir em alterações ao documento, é que este voltará a Conselho de Ministros, prometeu o vice primeiro-ministro.» [DE]

"CHACHADA - OS ENDIREITAS DE PORTUGAL"


Só conhecemos um e legendado no grupo. Era, então, a rapaziada que pretendia derrubar o regime do Prof. António de Oliveira Salazar. Os coitadinhos, mártires e vítimas das pisadelas da bota cardada do velho e honesto, estadista, beirão. Os componentes do grupo vergar a espinha não era com eles e viam na política uma forma de estar na vida e dar ao dente.Alguns ainda por andam a "xupar" sumarentas reformas e outros partiram para a companhia dos pés juntos. Uma autêntica, histórica, desgraça em 104 anos..... houveram duas revoluções em Portugal e estas não mais foram do que alimentar o oportunismo político. Não há uma sem duas e duas sem três... Venha lá a terceira!!!!

"40 ANOS DE CHACHADAS - JORGE SAMPAIO"


O Jorge era isto, antes de 1974, de quando foi um dos fundadores do Partido Socialista....

Até escreveram mimos ao Jorge....
Pois foi assim... todos pelo Jorge... Oferecer, em 1996, um calendário aos portugueses era um presente porreiro....
O casal Sampaio em traje de grande gala....
Em Maio de 2005, a Direcção-Geral do Património afectou a Casa do Regalo à Secretaria-Geral da Presidência da República para nela se vir a instalar o gabinete do ex-Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, tendo-se solicitado à DGEMN um estudo e projecto de reabilitação da Casa do Regalo, dada a necessidade de se proceder a obras de conservação e restauro do edifício (as últimas tinham sido feitas em finais da década de ’60 e em 1991-93).
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NOTA: "Porra a política compensou ou não?"

Debates "Portugal depois da troika"


Durante esta semana, a Antena 1 realiza cinco debates sobre o que mudou em Portugal três anos depois do início do programa de assistência financeira. Serão abordados os mais variados temas como o trabalho, a segurança social, as finanças, a economia e a sociedade. Sempre depois das notícias das quatro da tarde, escute as diferentes perspetivas de um plano que deixa marcas. A edição é do jornalista Alexandre David, com produção de Ana Neves Almeida.

SEM PONTA DE "CAGAÇO"


Vale a pena ouvir este homem! Não perca!!!!!
video
 

MEDIDAS DO GOVERNO PARA AUMENTAR A NATALIDADE. CAVACO SILVA TENS AÍ A RESPOSTA


"O Presidente da República, Cavaco Silva, está preocupado com a desertificação do Interior do País, preocupação que registou numa visita de dois dias ao distrito da Guarda. Para o efeito, deslocou-se aos concelhos da Guarda e Gouveia. No fim da iniciativa, questionou--se: “Por que é que nascem tão poucas crianças?  O que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?”  Em jeito de desabafo, o Chefe de Estado frisou:  “Eu não acredito que tenha desaparecido nos portugueses o entusiasmo por trazer novas vidas ao Mundo”. FONTE
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Para ler a peça completa clique AQUI

Portugal: A GRANDE FARSA, A PLASTICINA E OS CHEQUES



Fernando Santos – Jornal de Notícias, opinião

Tristonhos e na sua esmagadora maioria sem dinheiro para mandar cantar um cego, os portugueses assistem a uma insuportável peça de teatro construída entre o cómico e o trágico. Obviamente responsáveis pela descredibilização do sistema político, os autores e os artistas - principais e secundários - são maus a fazer de conta. 
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Consoante posicionados no Poder ou na Oposição, adotam gestos e verve de plasticina, acabando por ser previsíveis e só coincidentes num interesse: esconder a verdade, custe o que custar, com o único desígnio de gerir os ciclos eleitorais, ora atirando as dificuldades para trás do biombo ora propondo o impossível ou fazendo-se de mortos - a forma mais simplista de a alternância democrática lhes fazer cair benesses no colo.
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O acumulado de erros históricos é pertença do coletivo nacional, quanto mais não seja pela ingenuidade, inércia e legitimação sucessiva de uma miríade de facilidades. Normal seria existir entretanto um ato de contrição e um esforço de entendimento em pontos essenciais para retirar o país do atoleiro em que se meteu. 
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Mas não. E jamais será possível recuperar parte da dignidade e da autonomia sem mazelas dolorosas para o povo, mesmo e quando sujeito à compreensão da comunidade internacional, incluindo-se nela os financiadores, até os mais agiotas.

A franqueza transformou-se num bem raro.

Amarrado a acordos e fiscalização internacional da qual depende a passagem de cheques, o país dispõe apenas de duas vias - e não mais... - para sobreviver. Ou amocha e cumpre os tratados a que se associou (sem referendo) e os documentos assinados em estado de necessidade, ou faz uma rutura de consequências imprevisíveis em nome de uma pretensa independência perdida. Poderá sempre tentar um jogo de influência junto dos parceiros de desdita, mas ficará à mercê da boa vontade.
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A grande pecha - ou farsa? - reside na falta de explicação das razões pelas quais Portugal ou se amanha orgulhosamente só (como diria o outro...) ou não tem remédio e está obrigado a ir a despacho - até para encontrar alternativa à inviabilização de políticas pelo único patamar de Poder (ainda) respeitado, o Tribunal Constitucional.
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Teatrais, os senhores da política portuguesa propõem decisões como se dispusessem de autonomia para tal. E não dispõem. Esconder propostas ou berrar contra o respetivo conteúdo logo que descoberto é apenas um dos seus atos trágico-cómicos.
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O tempo atual, por exemplo, é marcado pela celeuma em torno da apresentação em Bruxelas do Documento de Estratégia Orçamental (DEO), balizado pela obrigatoriedade de fazer cortes para cumprir parâmetros de défice para 2015 e, um pouco cruzado pela mesma temática, por documento da União Europeia no qual estão definidos pressupostos para tornar reduções de pensões e reformas em definitivas e, já agora, parametrizar novos cálculos de valores pela indexação à demografia e ao comportamento da Economia. É um horror o país pôr-se assim, de cócoras?

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Pois. Uns fazem de conta, abespinhados, e outros assobiam para o ar. Mentem, ora com os dentes todos, ora por omissão.
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Os erros do passado - cometidos por todos - transformaram Portugal num protetorado. Recuperar a independência tem um preço elevadíssimo e seria bem mais útil os artistas confrontarem-nos com os prós e os contras das ações necessárias para tal.

"NO TEMPO DA CHACHADA - MÁRIO SOARES"




Poucos sabiam quem ele era quem. O pintor, meu comprovinciano, Abel Manta dedicou-lhe esta caricatura com a legenta  "Zé (já muito descontraído): Vamos lá vêr que presentes bocê me traz de Paris". Mário Soares regressou a Portugal de Paris, do exílio dourado e é aplaudido como um heroi de feitos de nada. Foi o tudo o que desejou ser dentro da política e dizem "porreiramente" na vida.
José Martins

"NO TEMPO DA CHACHADA"


Sou um, dos ainda vivos, que assistiu à grande “chachada” do 25 de Abril de 1974. Era então um jovem na casa dos 39 anos e já com 16 anos no lombo, em África, repartidos por Angola, Moçambique e Rodésia do PM, branco, Ian Smith. 
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Não cheguei ao aeroporto da Portela, em Lisboa, com o estatuto de retornado e com a ajuda dos da “puta que os pariu” do IARN  que concediam uns tostões aos desgraçados, dos portugueses abandonados, que tiveram que fugir de Angola e Moçambique com a roupinha do corpo para salvarem a pele. 
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Pois eu cheguei a Lisboa com mil dólares, americanas, e uma caixa de ferramenta de mecânico para ganhar a vida, se necessário, debaixo de uma árvore a reparar carros. 
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Passados 4 dias de regressar ao Porto estava a trabalhar na arte para os lados de Ramalde de Pereiró com o ordenado, estipulado pelo sindicato dos metarlúgicos, de 8 contos.
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Cheguei dois anos, depois, da Revolução do Cravos e no meu país que eu tinha deixado 16 anos antes  estava uma autêntica "merda". 
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Havia comunistas infiltrados em todos os cantos. A companhia que me empregou possuía 24 trabalhadores e deste conteúdo só os dois patrões (pai e filho) e eu não éramos comunistas. 
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Estive, apenas 8 meses em Portugal e parti novamente para agarrar os cornos do mundo porque o mundo, Portugal que fui encontrar já nada havia para agarrar. 
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Passados 40 anos portugal está tal qual (talvez pior...) como o que a imagem acima o transmite.

José Martins