Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
sábado, 4 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
PROVA DE VINHOS E OS "MIMINHOS" DO MESTRE CASTELO BRANCO
É c
om imenso agrado que o blogue " Os Comediantes/Maquiav
elências" teve conhecimento, através dos blogues: http://frombangkok.blogspot.com e http://combustoes.blogspot.com elaborados por Nuno Caldeira da Silva e o "Mestre" Miguel Castelo Branco, ter havido (3.10.08) prova de vinho na Residência dos Embaixadores de Portugal. O que mais surpreende aos "Os Comediantes/Maquiavelências" é que a divulgação da Embaixada de Portugal, em Banguecoque; seus Embaixadores, navega de vento em popa, dado que os dois blogues, dirigidos por duas proeminentes figuras: Nuno Caldeira da Silva e o "Mestre" ( na prosa de Nuno) Miguel Castelo Branco, ultimamente têm-se ocupado a divulgar os eventos que são levados a efeito na Embaixada.
Porém o Miguel tem lisongiado, com muitos "miminhos", os Embaixadores de Portugal, que este blogue da má língua e divulgação de maquiavelências e comédias, pensa que os miminhos do Miguel trazem muita água no bico.
om imenso agrado que o blogue " Os Comediantes/Maquiav
elências" teve conhecimento, através dos blogues: http://frombangkok.blogspot.com e http://combustoes.blogspot.com elaborados por Nuno Caldeira da Silva e o "Mestre" Miguel Castelo Branco, ter havido (3.10.08) prova de vinho na Residência dos Embaixadores de Portugal. O que mais surpreende aos "Os Comediantes/Maquiavelências" é que a divulgação da Embaixada de Portugal, em Banguecoque; seus Embaixadores, navega de vento em popa, dado que os dois blogues, dirigidos por duas proeminentes figuras: Nuno Caldeira da Silva e o "Mestre" ( na prosa de Nuno) Miguel Castelo Branco, ultimamente têm-se ocupado a divulgar os eventos que são levados a efeito na Embaixada.Porém o Miguel tem lisongiado, com muitos "miminhos", os Embaixadores de Portugal, que este blogue da má língua e divulgação de maquiavelências e comédias, pensa que os miminhos do Miguel trazem muita água no bico.
Há miminhos sinceros e miminhos (graxa) que esperam algo de volta.
Não somos pessoa de miminhos nem de "graxas", ou tirarmos um cabelo que fosse do casaco de um embaixador e, por isso, andamos a desconfiar tantas cortesias do Miguel...
O Miguel continua a não ver lobo pequeno nos sucessos comerciais de Portugal na Tailândia e nos parece (na óptica do mestre) que o nosso pa
ís caminha num jardim de rosas, comercialmente.
ís caminha num jardim de rosas, comercialmente. Quanto ao Nuno Caldeira da Silva já não estranhamos que continue a "soprar" aquilo que de "mestre de cerimónias" bem sabe de beija-mãos às damas mesmo "camafeubianas"; colocar-se nos "píncaros" da fama no antigo Reino do Sião" (Conhecemos um embaixador, meu amigo, que um dia me afirmou: "nunca me cansarei de me promover e, até, fez obra em Banquecoque".)
Agora Miguel, lembre-se sempre... que é mais fácil agarrar um mentiroso que um pé coxinho...
Nós, não tarda, (andamos muito ocupados) que façamos uma panorâmica sobre aquilo que fez e o que não se faz, com mapas estatísticos que dão conta de vendas (e sua queda) de Portugal neste país.
Porém é bonito, diplomaticamente, que se faça uma prova de vinhos em salões dourados, onde por norma nunca são convidadas as pessoas certas, mas umas outras, para beberem uns copos, que nunca comprarão uma garrafa do nosso vinho.
Temos demasiada experiência nos meandros da diplomacia onde o "senhor/a do posto" pretendem ser o melhores, na sua exibição, cosmética, no palco da comédia, onde os seus antecessores já foram actores.
Gostamos de ver o nosso Embaixador Faria e Maya, a sempre elegante e bem vestida embaixatriz Maria da Piedade, com aquele sorriso (dos mais lindos que vimos; soberbamente cativante entre o melhor de todas as embaixatrizes de Portugal que conheci na Embaixada) e os elogios que o Miguel reservou ao Embaixador de Portugal, seu orgulho às suas palavras e a rendição do público à excelência dos nossos melhores produtos para exportação.
José Martins
DIVÓRCIO? PAGAR A ADVOGADOS? NÁ!
Fresquinha (como uma marmota de rabo na boca) e notícia de realce, publicada no blogue http://khmerization.blogspot.com no antigo império Khmer (Cambodja) . Um casal de cambodjanos, na idade da ternura dos 40, o Rima e a Nhang teriam sido muito felizes, cultivaram o campozinho de arroz à volta da casa que haviam construído e tiveram dois filhos.
Como em qualquer país do mundo o casal desentendeu-se e há que fazer as partilhas.
Bem a Nhang não prestou os carinhos que deveria ter com o marido Rima, durante uma recente doença que foi acometido...
Porém para correr o divórcio no Cambodja, como em Portugal é uma chatice do "caramba", com advogados, papelada e despesas...
Mas parece que lá pelo Cambodja as coisas da Justica não seguem com justiça! Segundo publicou o jornal "Santepheap" de Phonm Penh o sistema judicional está corrompido.
O Rima, marido da Nhang, além de não ter dinheiro para pagar à Justiça/advogados, fez a justiça pelas próprias mãos, levou metade da casa e deixou os dois filhos à mulher.
O Rima valeu-se daquilo que a Lei do divórcio no Cambodja rege: "quando isso sucede os bens são divididos a "mielas" e foi isso, que o Rima fez"
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
COM O JORGE GABRIEL NÃO HÁ NADA A FAZER...
O Jorge Gabriel continua a sentar o "rabiósque" na mesa onde o chefe cozinheiro prepara um prato de comida italiana na "Praça da Alegria". A desfeita ó Jorge é para os italianos... Ainda bem Jorge, mas contigo não há nada a fazer!
ANEDOTA DO DIA - CASAL ALENTEJANO
Alentejanos e Tecnologia
Um casal de alentejanos:
- Manel, compra-me uma máquina de lavar a roupa!
Estou farta de lavar à mão!
- Está bem, Preciosa. Amanhã mesmo vou a Lisboa e hei-de comprar a da última moda!
- Está bem, Preciosa. Amanhã mesmo vou a Lisboa e hei-de comprar a da última moda!
O Manel foi e regressou com a máquina.
- Aqui tens, Preciosa, esta é a mais moderna que existe!
Leram as instruções e puseram-na a lavar.Tudo ia bem, até que...
- Manel, o que passa? A máquina está rebentando!
Isto está girando muito depressa!
Estava a ´centrifugar´. Como a casa era desnivelada, a máquina começou a andar que chegou à porta da rua.
- Manel, faz qualquer coisa! Ela vai-se embora!
-Eu não te disse que era a última moda? Lavou a roupa, agora vai estendê-la, porra!!!...
"TOU-ME CAGANDO PARA O SEGREDO DE JUSTIÇA"
Maquiavelencia não inventa nadinha...
Só transcreve o que lhes chega do exterior.
Nós já tiramos as nossas....
Mas temos certas dúvidas se o Paulinho não esteve envolvido nas brincadeiras de meninos.
Maquiavelencias
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
OS CROMOS DO DIA
Honra a quem a merece!
Apoio as declaraçãoes do nosso considerado amigo Dr.João Soares, afirmar que teve pena que Costa não o defenda; e que o Santana (Lopes) viveu lá e com grande ostentação...
Ora a casa aonde o Santana (Lopes) viveu à grande e à balda com gajas boas é numa casa atribuída aos presidentes da câmara de Lisboa em Monsanto.
Nós somos amigos do Dr.João Soares desde há 17 anos!
Não se admirem termos conhecido, em Banguecoque, entre tantos, diabos e filhos da mãe, o dr. João Soares foi um amigo e considerado "fixe..."
Político, franco, honesto, pragmático e prestamos-lhe assistência, durante dois dias, na cidade dos anjos.
Almoçamos em restaurantes, sem caviar, de esturjão, para as entradas e fomos às massagens ao Prelude, que infelizmente foi deitado abaixo para dar lugar à "merda" de uma torre de cimento e lá se foi o nosso prelúdio de umas massagens a 1o euros por duas horas.
O dr. João Soares podemos garantir que é um político honesto, modesto e estamos por ele e nunca pelo Costa e muito menos pelo Santana (Lopes) o que gosta (filho da mãe) de se ver rodeado de gajas boas e pagas por mim e por outros contribuintes "portugas"
Maquiavelencias
PRAÇA DA ALEGRIA E A LIÇÃO DE CULINÁRIA
Maquiavelências adoram as lições de culinária da Praça da Alegria! Enaltecemos a coisa mais linda,linda da praça: a bela sem-senão a Sónia Araújo.
Mas reprovamos as atitudes do Jorge Gabriel que senta o "rabo" na mesa de operações, culinárias.
Ó Jorge tu até és um "gajo" fixe mas deixa-te dessas posições; tem maneiras e respeitnho pela "paparoca".
Maquiavelências
PIRANHISMO - PIRANHAS E OS PORTUGUESES NOS CORNOS DOS BOIS
Le
mos com muito interesse um artigo (http://combustoes.blogspot.com/ ) de Miguel Castelo Branco intitulado "Piranhismo" que na nossas maneira de analisar o conteúdo, escrito, se refere às "Piranhas" que se movimentam, nas águas turvas e lodosas, a sugar o sangue a comer a carne e a roer os ossos do cidadão honesto que ainda, em Portugal, felizmente os há. Ora o Miguel começou a trabalhar aos 15 anos, cumpriu as suas obrigações militares, nunca faltou ao serviço, tem o registo criminal cristalino; nunca pediu um atestado de doente falso a um médico amigo e, chegamos à conclusão, que é um cidadão honesto deste país.
Não duvidamos das frases escritas do Miguel e até, nós, nos encontramos, absolutamente, honestos como ele.
Cumpridores das nossas obrigações para os incompetentes que em nós mandaram durante as nossas responsabilidades de servir.
O Miguel na sua idade e relacionada com a nossa é um jovem, mas absolutamente marcado pelas injustiças que continuam a "medrar" em Portugal, onde tudo continua a funcionar nos modos de compadrio e prevalece "favor- práqui-favor-práli" e assim por diante.
Os portugueses são o que têm sido através do séculos e já não há mesmo nada a fazer...
É aguentar e cara alegre!
Nós que já andamos no mundo (note-se nunca a vegetar) há 73 anos e a trabalhar desde os 10 anos, a carregar tabuleiros de queijo à cabeça pelas ruas do Porto tivemos, desde criança, que aprender a agarrar os bois pelos cornos.
Depois um "globe-trotter" a trabalhar e a correr países em África, árabes e do oriente, igualmente tivemos que segurar vários bois (poucos de nacionalidade estrangeira), de pura raça lusitana para não levar marradas e ficar pendurado nos cornos deles.
Mas, já contavamos com isso, que mais tarde ou cedo que não iríamos conseguir segurar os cornos de um boi, pensamos que era um b
oi manso, enganou-nos...
oi manso, enganou-nos... Marrou-nos e atirou-nos para lá da trincheira e para junto da assistência que assiste, impávida, serena e já sem forças para travar as investidas dos bois que continuam andar por aí a pastar na pradaria de boa erva e melhores ares.
São bois/piranhas que depois de marrarem as pessoas ainda lhes sugam o sangue, comem-lhe a carne e roiem-lhe os ossos.
É o Portugal, nação secular, que se identificou, desde o princípio muito mal com os marqueses, condes,viscondes, barões, cardeais, bispos, padres, freiras e o poviléu bocagiano e pacheconiano.
Mas nós estamos no novo milénio e Portugal está na estaca zero!
Os vícios continuam arreigados na sociedade onde nada se consegue sem uma cunha...
Foi criada uma sociedade onde só medram os incompetentes mediocres, os engraixadores de botas, intriguistas e os corruptos, os tais considerados salteadores de estrada, não violentos, mas assaltam os dinheiros que são públicos com técnicas de homens de uma seriedade inviolável.
O Miguel é um pregador do deserto que do alto da duna procura que a sua voz seja ouvida. O vento quente do deserto leva o som da voz de seu pranto e ninguém a ouve a não ser os honestos como ele, onde estou incluído.
Os bois continuarão andar por aí a marrar e as piranhas a sugar o sangue, a comer a carne e a roer os ossos da gente honesta.
José Martins
terça-feira, 30 de setembro de 2008
"LISBOAGATE"
Portu
gal não poderia fugir à excepção e ter os seus inglesados "gates".
As casas que mercê da benção dos compadres atribuídas aos afilhados, já foram devolvidas à Câmara Municipal da Câmara. Dezoito, felizardos, contemplados já entregaram as chaves.
Não queremos saber nem nos interessa lá muito esta coisa da atribuição das casas de Lisboa aos amigos, afilhados, compadres e comadres, mas o que nos interessa é que en Portugal, tudo se consegue a poder de favores e beijar a mão aos "poderosos".
Também não sei se em Portugal há ou não "poderosos" ou se andam por aí uns "marmanjos" a armarem-se em senhores do poder.
Durante 17 anos, fomos emigrantes e trabalhamos com firmas estrangeiras (inclusivamente como mecânico no "Ministry of Roads" da ex-Rodésia) e onde nunca conhecemos "poderosos" ou se alguém entrasse, no contexto da empresa ou departamento estatal, por favor de quem os geria.
Nos países árabes servimos uma empresa americana por 10 anos, cuja nesta havia uns milhares de trabalhadores de 16 nacionalidades. Por mais estranho que possa parecer até nessa companhia não existia a protecção aos seus nacionais (americanos) e se, estes, não produzissem, não havia qualquer contemplação era devolvido à procedência com um bilhete de avião de um só caminho.
Saímos de facto ao fim de 1o anos dessa companhia e com um bilhete de avião de um só caminho, não porque não tivessemos dado rendimento, mas porque as ramas de petróleo que custava um barril 33 passou para 10 dólares.
Bem depois disso lá conseguimos uma colocação, numa repartição do Estado Português no estrangeiro. Foram muitos anos, sem nunca termos passado da "cepa torta"...
Porém deu-nos a possibilidade de analisarmos que em Portugal nada se consegue (meandros do Governo), sem uma cunha e essa vem dos poderosos.
E, ainda, o ensejo, ao mesmo tempo, de vermos que só vencem os mediocres, os imbecis e os que beijam os "sapatos" dos tais "poderosos" que ainda (pensamos) abundam pelo país que Portugal tem sido.
Por último: "Assim Portugal não irá a lado nenhum, enquanto se movimentarem os tais "poderosos", a proteger os imbecis, os "crápulas", os incompetentes e estes a receberem a bênção e a dar-lhes lustro aos sapatos".
José Martins
FERNANDA JÁ É TEMPO DE TERES JUIZO...
Mas o voto dos emigrantes para quê?
Eu que votei e sempre errei na pessoa certa...
Até não me interessa votar mais, neste ou naquele "marmelo" político", se todos dizem que são uns "gajos" porreiros e depois....
Sim depois têm sido aquilo que Portugal tem sido nas mãos de políticos de "pacotilha".
Bem é que esses "gajinhos", pobres de miolos e que nunca souberam produzir nada que fosse na vida encontraram uma forma de estar no mundo "chulando" o crédulo "portuguezito".
E quando falham na política, fogem e emigram e vão em procura de "tachos" (e.... que tachos!) em Bruxelas, nas Nações Unidas...
Quem serão esses "gajinhos"?
Que advinhem os não crédulos.


