A comédia à lá portuguesa! O drama/festa dos "boys" continua
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
domingo, 2 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
PARABÉNS PARA O JORGE GABRIEL!
Oi Jorge Gabriel ontem foste um "gajo" porreiro, com o programa de cinco estrelas que a "Praça da Alegria" apresentou! Daqui de Banguecoque te vai a crítica dos "Comediantes": "Parabéns para ti, Sónia e toda a equipa da praça. Excelente trabalho. Quando vieres a Banguecoque manda-me um e-mail para a gente beber um copo".
E... a Tailândia é linda!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
SERIA UM PAÍS DE MANETAS, O MAGALHÁES E O "EL SOLITÁRIO"
Bem Senhor Engenheiro os "Comediantes" desconfiam que além de primeiro-ministro tem outro "empregozito" o de promotor do "Magalháes"...
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
COITADO DO VELHO...MORREU...PAZ À SUA ALMA
Morreu um velho... o BID
(Boletim de Informação Diplomática) dos claustros das Necessidades... Conheci-o de menino foi crescendo, chegou a jovem; a velho relho e acabou por morrer. Nunca serviu para "nadinha", a não ser para a máquina copiadora, lá do quarto, imprimir milhares de folhas e negócio para o fornecedor de papel. Toneladas de papel enviadas pelas malas diplomáticas e até conheci um chefe de missão que mandava o maço semanal, direitinho, para o cesto dos papeis... O conteúdo, noticioso era tão ultrapassado que já se sabia há 8/15 dias as notícias daquelas folhas de papel A4.
Mas agora para onde são enviados, nas Necessidades, os aspirantes a diplomatas?
É que quanto estes rapazes (agora já entram muitas raparigas), iniciam a carreira mandavam-nos para lá ou para o Serviço de Expediente (secção de envio e recepção de malas) e... vejam lá! Sem saberem dobrar uma folha de papel, começavam, desde logo, a carreira de chefe!
Mas alguns, ambiciosos, ainda por lá faziam qualquer coisita...
Outros não!
É que
quando foram miúdos a brincar com os garfos engoliram um, e coitados deles deixaram de poder vergar a espinha...
Ficam depois, alguns, uns "sacanitas" e quando são despachados para o estrangeiros, já levam, na barriga, "um embaixador pequenino". Porque leram o "Manual Diplomático - Direito diplomático - Prática diplomática" do Embaixador José Calveto de Magalhães, já pensam que são aquilo, que só se é por vocação e durante a "carreira" ser aplicado, educado e modesto.
Não sabem nada de nada (muito menos de diplomacia) e quando entram na missão diplomática, no estrangeiro, ninguém pode com esses (alguns) , nem tão-pouco lhes cabe um "chícharro" no rabo...
Se há embaixadores (daqueles de antigamente) trata-os um pouco acima de "cachorro", mas também há aqueles que não se desviam um milímetro do fundamentalismo e da doutrina (defender a classe miúda) dos claustros e deixam-nos, andar, a provocar e a humilhar, os mangas de alpaca com anos de serviço que até lhes podem ensinar a ser um diplomata, no futuro, "nice" e não, como um, que conheci: uma "besta quadrada".
José Martins
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
CANSADOS DESTE HOMEM!
Mais um "capote" para o Primeiro-Ministro, se agazalhar, que Portugal teve/tem nestes últimos três anos.
Agora já sabemos que toda a culpa vai recair, na crise internacional...
E não vai passar nada!
Porque o capital de seu investimento (político) mesmo que chegue à "banca rota", não perde nada!
Que aguente a crise o "mexilhão" (os portugueses) e que a pague com a língua de três palmos.
Três anos os portugueses (os poucos esclarecidos na política) a engolirem demagogia: "o aeroporto da OTA, a nova Ponte sobre o Tejo, o comboio de alta velocidade, um computador, as visitas de cá e para lá Lisboa e Caracas, com muitos abraços, o Tratado de Lisboa e outras balelas, próprias de mau propagandista de feira."
Ministros desde o príncipio de sua governação de "pedra e cal".
Não há remodelações (porque o senhor é um "sabichão" que percebe de todas as pastas), mas, mesmo entendendo de tudo, nem seria preciso, porque se ajustam bem uns com os outros.
Olham para os seus "umbigos" esquecem os "umbigos" dos outros!
A que ponto o senhor primeiro ministro levou o país...
Corrupção rampante, uma Justiça que cada vez mais funciona a passo de "caranguejo"; assaltos que colocam os portugueses sob um estado de medo.
Uma globalização de entrada de pessoas, de outros países, sem regra que, além de estarem a destruir a identidade do Povo Português, estão a deteriorar o país. Falou-se de uma Europa Unida, ontem mas amanhã já o não é, porque os países ricos (durante a recessão económica que se aproxima) não vão dar nada aos países pobres.
Os pobres que vão colher "urtigas" e se fiquem a coçar
Os ricos são avarentos e quando dão umas miolas a um pobre querem de volta um saco de farinha.
Já é tarde para poder remediar o dano que causou aos portugueses...!
Outro que venha que abra a porta...
Aquela que senhor fechou bateu na cara, dos que acreditaram em si, dando-lhe a maioria, para praticar "asneiras" durante os três anos, de sua governação levou a cabo.
José Martins
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
UM OLHAR PARA O LUGAR DO BOM GARFO
A no
tícia não é nossa, mas do Correio da Manhã que publicou na edição de hoje (24.10.2008 com o genérico: "Gestores gastaram 64 mil euros em almoços".
O caso do exorbitante gasto em comida está nas mãos da Polícia Judiária.
Designa os nomes dos membros da administração da "Gebalis": José Francisco Rocha Borges Reis Ribeiro, Clara Regina Machado Costa e Mário Jorge Ribeiro Peças.
Eram assim três amigos que passavam largos períodos em almoçaradas, com boas entradas, peixe grelhado, boa bifalhada, regada de vinhos tinto e branco (reservas), um doce para a sobremesa e para terminar, café expresso e conhaque de "truz-truz" de orígem francesa. Foram tratados com todos os "miminhos" pelos criados de mesa e este no fito de uma "gruja" de um bilhete de 10 ou mais euros. Esta gente "fina" da praça Portugal gerem uma empresa da Câmara Municipal de Lisboa e trata de qualquer coisa como seja a de habitações para gente jovem até aos 35 anos http://www.gebalis.pt . Porém ainda não satisfeitos com as almoçaradas, onde a palavra "PÁ" é proferida no constante, adquiriram bens de luxo, onde se contam aquelas comidas de gente tipo "ié-ié" (para levar para casa gourmet), discos DVD, livros (não foram técnicos) mas de ficção e CD de música.
Cada refeição, em média, custou 173 euros!
Pelos nossos cálculos os garfos e as colheres devem ter sido fabricados de prata fina e com aqueles modos, imbecis, do criado de mesa a polir, com um guardanapo, a "garfalhada" e a "colherada". Os restaurantes, entre outros, destacam-se: "o Gambrinos, o Ritz Four Seasons e a Fortaleza do Guincho".
Não podem ficar ignoradas as "grujas": 53 euros na Varanda da União; 39 euros no Gambrinos e 38,8 no Porto de Santa Maria.
Todas estas despesas eram pagas com o cartão de crédito da Gebalis e muitas refeições custaram, cada, uma, 400 euros ao erário público.
Compara-se o cartão de crédito como o gato que esconde a cabeça, no buraco e deixa o rabo de fora e, está o pobre do "bichano" identificado.
A ambição e a gulozeima dos cartões de crédito têm "tramado" muita gente que anda por aí a passar por gente honesta, possuindo um desses cartões de plástico, com nomes: "Gold, Platinum, Executivo e sabemos lá que mais nomes!"
Cartões que pelo abuso de poder foram solicitados a bancos e as despesas, feitas em almoços, passeatas e os outros regalos que a vida moderna, oferece aos honestos e desonestos sejam debitadas em cima de contas públicas.
Quem pratica estes actos, ilegais, não é bem um "salteador de caminhos" do séculos XIX que por vezes voltava violento.
Os salteadores/as (dos dinheiros públicos), não são nada disso.
Sorriem-se com inocência, são actores perfeitos que bem sabem representar o seu papel no palco da "roubalheira".
Mas nos parece que a aragem está a favor deles...
A corrupção atingiu tais médias que até quem a pratica perdeu a vergonha...
Está na moda!
Os casos descobertos e seguem para os meandros da Justiça, demoram anos e como o ditado: "enquanto o pau sobe e desce descansam as costas...".
Li há uns anos uma máxima do Rei Narai, quando lhe perguntaram porque não metia os ladrões na cadeia.
O monarca respondeu: "Se vou mandar todos os ladrões para a cadeia, não tenho pessoas para cortar a erva para alimentar os elefantes..."
O mesmo se, em Portugal, meterem os corruptos detrás das grades não há cadeias que cheguem para acomodar todo este pessoal.
José Martins
RECADO AO MINISTRO LUIS AMADO
Sr. Min
istro acabo de ler no Correio da Manhã que vai ser a aberta uma Representaçã0 Diplomática em Singapura e que ficará associada ao Centro de Negócios (AICEP).
istro acabo de ler no Correio da Manhã que vai ser a aberta uma Representaçã0 Diplomática em Singapura e que ficará associada ao Centro de Negócios (AICEP). Vou contar-lhe uma história passada, durante a Cimeira ASEM (Ásia Europa) realizada em Banguecoque em 1-2 de Março de 1996. Portugal participou com uma larga delegação, chefiada pelo então PM Eng. António Guterres. Foi durante essa reunião que se iniciou o processo da autodeterminação de Timor-Leste de quando houve aquela famosa "mãozada" entre o PM Eng.António Guterres e o Presidente Suharto da Indonésia. Nessa altura o Eng. Guterres deu uma conferência de imprensa, onde estive presente e anunciou que em curto espaço de tempo iria abrir uma embaixada de Portugal em Kuala Lumpur (Malásia). A informação foi publicada em todos os jornais da região e de Portugal. Já lá vão 12 anos e a missão diplomática nunca foi aberta e até nem era necessário. Abrir uma embaixada em Singapura será um erro porque não justifica. Até posso afirmar sem ponta de dúvida alguma que não justificam as depesas com a abertura de um representação comercial, na cidade ilha, que custa os olhos da cara ao contribuinte e em tempo de vacas magras.
Por experiência conhecemos os mercados do Sudeste Asiático
e aquilo que Portugal tem vendido desde há mais de duas dezenas de anos. A embaixada de Portugal, em Banguecoque, já há muitos anos tem sido o centro comercial, consular e diplomático para sete países. O sr. Ministro Luis Amado, antes de tomar a decisão, deverá contactar o serviço consular do seu ministério e informar-se que número de vistos foram concedidos a cidadãos dos sete países do sudeste asiático E, também, consultar as estatísticas de exportação e importação, balança de pagamentos, entre Portugal e os sete países: Myanmar, Laos, Vietname, Cambodja, Malásia, Singapura e Tailândia. Chegará à conclusão que não justifica a abertura de uma embaixada de Portugal em Singapura. Lembro ao sr. Ministro que a embaixada de Portugal em Banguecoque não tem o quadro de funcionários preenchido: o Vice-Cônsul exonerou-se no ano 2000 (não foi substituído), o chanceler atingiu a idade ao fim de 50 anos de serviço, foi descansar (2001) para casa (não foi substituído), o assistente administrativo principal, era eu, entrou na reforma (não foi substituído) . Falta, ainda, mais pessoal que não vou aqui mencionar e o que está por lá, umas vezes por contrato, outras sem ele etc.etc.. Ora sendo a embaixada de Banguecoque uma missão com 188 anos, de vida (não paga aluguer de instalações) teria de ser esta equipada, conveniente, de pessoal e a base diplomática, consular e comercial para a Malásia e Singapura. A Birmânia, o Laos, o Vietname e o Cambodja há muitos anos nem a parte diplomática, comercial ou consular o movimento, embora não seja nulo, é quase isso. Sr. Ministro abrir-se hoje uma embaixada ( o mesmo da sorte que teve a de Manila) e depois amanhá encerrá-la não dá e despesas desnecessária. Aceite sr. Ministro um conselho de um homem que conhece esta área como as suas mãos e 24 anos a trabalhar, eventual, assalariado e depois vinculado ao funcionalismo público, na embaixada de Banguecoque. A abertura de uma missão diplomática, em Singapura, é um erro grosso se for levado a efeito.
José Martins
P.S. Enviado, o texto, por e-mail, directo ao gabinete do Sr. Ministro
CENA TRISTE (PERDERAM A VERGONHA!)
N
a televisão estava sentado a uma mesa um senhor anunciado como ministro da Solidariedade (?) Social. O senhor Vieira da Silva falava baixinho, quase imperceptível, de olhos em baixo. Nunca olhou para a câmara e o que disse sobre a questão grave que lhe tinham colocado foi zero. Deveria estar a dar explicações sobre a perda de milhões de euros do Fundo de Pensões da Segurança Social. Não percebi aquele ar envergonhado e de inaptidão do ministro para nos explicar por que razão o Fundo tinha perdido tanto dinheiro. Afinal parece que de crime se tratou. É absolutamente proibido que alguém pegue no dinheiro que os pensionistas descontam durante anos e anos e que o coloquem em ´jogadas´de alto risco, tipo casinos bolsistas. Então, não é que acabam de me confirmar que o Governo ´atirou´com muitos milhões do Fundo para investimentos bolsistas, algo que seria de todo inimaginável. O resultado das bolsas está à vista: a falência do sistema está perto. E o dinheiro do Fundo evaporou-se. O ministro não se demitiu. Vale tudo.
a televisão estava sentado a uma mesa um senhor anunciado como ministro da Solidariedade (?) Social. O senhor Vieira da Silva falava baixinho, quase imperceptível, de olhos em baixo. Nunca olhou para a câmara e o que disse sobre a questão grave que lhe tinham colocado foi zero. Deveria estar a dar explicações sobre a perda de milhões de euros do Fundo de Pensões da Segurança Social. Não percebi aquele ar envergonhado e de inaptidão do ministro para nos explicar por que razão o Fundo tinha perdido tanto dinheiro. Afinal parece que de crime se tratou. É absolutamente proibido que alguém pegue no dinheiro que os pensionistas descontam durante anos e anos e que o coloquem em ´jogadas´de alto risco, tipo casinos bolsistas. Então, não é que acabam de me confirmar que o Governo ´atirou´com muitos milhões do Fundo para investimentos bolsistas, algo que seria de todo inimaginável. O resultado das bolsas está à vista: a falência do sistema está perto. E o dinheiro do Fundo evaporou-se. O ministro não se demitiu. Vale tudo.Publicado pelo João Severino - http://pauparatodaaobra.blogspot.com











