Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
PARA MEDITAR...CADA UM QUE JULGUE AONDE MORAM OS CRIMINOSOS
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
PALHAÇOS DO ANO E MASSACRE
José Sócrates (sem comentários), que os façam os "tristes" dos explorados portugueses!
Durão Barroso: "Quem senão o Durão Barroso para ganhar o Prémio "Palhaço do Ano".
Escolhido Presidente da Comissão Europeia por ser alguém que era troca de uma imagem de poder e algunas mordomias vende tudo e todos que está habituado a obedecer a ser manipuilado, cumpriu mais um ano de mandato como palhaço europeu.
Cumpriu tão bem o seu papel de marioneta que até já se pensa que poderá receber p apoio dos seus donos para mais cinco anos no cargo. M ais um "Miguel de Vasconcelos" a necessitar de ser defenestrado como aconteceu com o original". (Texto de Kaos)
COMO FERNANDO PESSOA ANALISAVA PORTUGAL NA SUA ÉPOCA
Há três espécies de Portugal, dentro do mesmo Portugal; ou, se se preferir, há três espécies de português. Um começou com a nacionalidade:
É o português, típico, que forma o fundo da nação e o da sua expansão numérica, trabalhando obscura e modestamente em Portugal e por todas as partes do Mundo. Este português encontra-se, desde 1578, divorciado de todos os governos e bandonado por todos. Existe porque existe, e é por isso que a nação existe também.
O outro é o português que o não é. Começou com a invasão mental estrangeira, que data, com verdade possível, do tempo do Marquês de Pombal. Esta invasão agravou-se com o Constitucionalismo, e tornou-se completa com a República. Este português (que o é o que forma grande parte das classes médias superiores, certa parte do povo, e quase toda a gente das classes dirigentes) é o que governa o país. Está completamente divorciado do país que governa. `´E, por sua vontade, parisiense e moderno. Contra sua vontade, é estúpido.
Há um terceiro português, que começou a existir quando Portugal, por alturas de El-Rei D. Dinis, começou, de Nação, a esboçar-se império. Esse português fez as Descobertas, criou a civilização transoceânica moderna, e depois foi-se embora. Foi-se embora em Alcácer Quibir, mas deixou alguns parentes, que têm estado sempre, e continuam estando, à espera dele. Como o último verdadeiro Rei de Portugal foi aquele D.Sebastião que caíu em Alcácer Quibir, e presumivelmente ali morreu, é o símbolo do regresso de El-Rei D.Sebastião que os portugueses da saudade imperial projectam a sua fé de que a família se não extinguisse.
Estes três tipos do português têm uma mentalidade comum, pois são todos portugueses mas o uso que fazem dessa mentalidade diferencia-os entre si, O Potuguês, no seu fundo psíquico, define-se, com razoável aproximação, por três características:
(1) o predomínio da imaginação sobre a inteligência;
(2) o predomínio da emoção sobre a paixão;
(3) a adaptabilidade instintiva.
- Pelo primeiro característico distingue-se, por contraste, do ego antigo, com quem se parece muito na rapidez da adaptação e na consequente inconstância e mobilidade.
- Pelo seguundo característico distingue-se, por contraste, do espanhol médio, com quem se parece na intensidade e tipo do sentimento.
- Pelo terceiro distingue-se do alemão médio; parece-se com ele na adaptabilidade, mas a do alemão é racional e firme, a do português instintiva e instável.
Cada um destes tipos de português corresponde um tipo de literatura.
O português do primeiro tipo é exactamente isto, pois é ele o português normal e típico.
O português do tipo oficial é a mesma coisa com água; a imaginação continuará a predominar sobre a inteligência, mas não existe; a emoção continua a predominar sobre coisa nenhuma; a adaptabilidade mantém-se, mas é puramente superficial - de assimilador, o português, neste caso, torna-se simplesmente mimético.
O português do tipo imperial absorve a inteligência com a imaginação - a imaginação é tão forte que, por assim dizer, integra a inteligência em si, formando uma espécie de nova qualidade mental. Daí os descobrimentos, que são um emprego intelectual, até prático, da imaginação. Daí a falta de grande literatura nesse tempo (pois Camões, conquanto grande, não está, nas letras, à altura em que estão nos feitos o Infante D.Henqrique e o imperador Afonso de Albuquerque, criadores respectivamente do mundo moderno e do imperialismo moderno) (?). É esta nova espécie de mentalidade influi nas outras duas qualidades mentais do português: por influência deia a adaptabilidade torna-se activa, em vez de passiva, e o que era habilidade para fazer tudo torna-se habilidade para ser tudo.
Sobre Portugal - Introdução ao Problema Nacional. Fernando Pessoa (Recolha de textos de Maria Isabel Rocheta e Maria Paula Morão.Introdução organizada por Joel Serrão) Lisboa: Ática, 1979.
domingo, 28 de dezembro de 2008
É O QUE SAIU HOJE!
ado de António Barreto para Guilherme Costa presidente da RTP: "Gostaria que RTP examinasse seriamente o seu papel a sua função cultural e a sua missão informativa, sacudindo a dependência estreita do governo em que se colocou voluntariamente, pensando na nobreza do serviço que poderia prestar ao país, produzindo programas que não nos envergonhem e cultivando aquelas que poderiam ser as suas mais relevantes qualidades, a independência e a servilidade". Trecho de um artigo publicado no "Público" de 28.12.08MISS RÚSSIA - A MAIS LINDA DO MUNDO
TERROR EM BUCARESTE - E OS MALEFÍCIOS DA GLOBALIZAÇÃO
Deus me livre!
José Martins





































