Com a devida vénia transcrevemos uma peça, inserida no blogue http://pauparatodaaobra.blogspot.com do nosso amigo (o jornalista mais irreverente conhecido) João Severino que compilou de uma notícia do "Expresso".
Gebalis é um pandemónio
"A empresa municipal da Câmara de Lisboa que deveria apoiar os bairros sociais tem estado sob investigação da Polícia Judiciária. Os inspectores ao analisarem os diversos processos da ´Gebalis´ vão ficando quase "loucos" com tanta aldrabice, peculato e gestão danosa. A última faceta descoberta na "Gebalis" tem a ver com a "incompetência", "descuido" ou "distracção com os gestores realizavam os pagamentos com 21% de IVA quando só deviam pagar cinco por cento. Indicamos um exemplo concreto para que tenham uma ideia do fenónemo, tal e qual o Éxpresso´hoje divulga.
Em 2007 foram pagos à ´Hdrauliconcept" - uma empresa do Porto, cujas conexões com a ´Gebalis´estão a ser investigadas pela PJ - cerca de sete milões de euros, com IVA a 21% (o que representa Euro 1.215.000 de imposto). Caso a taxa tivesse sido de 5%, a ´Gebalis´teria poupado Euro 926 mil.
Agora multipliquemos casos destes por todas as empresas públicas e "advinhamos" porque é que o Estado anda de tanga..."
O moral de certas pessoas que "assaltam" as instituições públicas não existe dentro deles.
Estamos perante a hecatombe e a derrocada de uma nação. Será impossível que a Justiça resolva os sem conta crimes de corrupção, peculato, tráfico de influência que todos os dias vamos sabendo através da comunicação social.
Os blogues que vão denunciando estes crimes, nem tão pouco são:"água mole em pedra dura que tanto dá que até que fura".
Há cerca de uma dúzia de anos as denúncias de crimes contra os bens do Estado, trazidas ao conhecimento do público ainda produziam alguma "mossa" e temor nos prevaricadores.
Hoje com a proliferação das denúncias (muito têm contribuído) pelos blogues, passam ao "largo" e não faz com que os designados, envolvidos, percam o pouco carácter, que ainda possuem e a vergonha.
A corrupção, o peculato continuará mais assanhado que antes.
Os cães "malhadiços" (como ouvia em criança aos velhos da minha aldeia), nem à bordoada se amestravam.
Quando mais pancada levavam no "lombo" mais roubavam e até, por vingança, se o pastor se descuidasse com a merenda, a modo dos dentes do "malhadiço", lha papava.
José Martins






























