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Seg
undo uma noticia difundida pelo d
iário "The Nation", o Ministro do Turismo e Desportos da Tailândia, vai propor ao seu Governo 13 medidas com o objectivo de recuperar a queda do turismo.
undo uma noticia difundida pelo dA proposta incluem a isenção de taxa visto; o corte de tarifa aérea e a diminução de preços de cargas de aeroporto.
O Ministro Chumpol Silapa-Archa informou que as medidas a propor estão integradas no projecto, em vista, económico do Governo.
O Ministro Chumpol Silapa-Archa informou que as medidas a propor estão integradas no projecto, em vista, económico do Governo.
"O ministério compilou as medidas em conformidade com o sector privado", disse ainda.
A indústria do turismo gera normalmente 6-8 por cento do produto interno bruto, anualmente e está ainda a sofrer pelo encerramento durante oito dias de dois aeroportos, internacionais, no ano passado, em Banguecoque.
As medidas a propor serão para fazer reviver o sector turístico e incentivar as vias aéreas do país, as internacionais com o corte de tarifas em 50 por cento.
Igualmente está a incitar o Governo renunciar às taxas de visto para turistas de todos os países e uma permanência de 6 mêse com extensão.
O ministro pediu ao Governo para reduzir os impostos sobre o valor acrescentado em taxas de ocupação de quartos de hotel pelo prazo de um ano.
Ser reduzidas as taxas de aterragem e estacionamento nos aeroportos internacionais do país, como um incentivo e persuadir as linhas aéreas internacionais voar para a Tailândia.
Outras medidas, segundo o ministro, o exigir a organizações do Governo ajustar seus orçamentos para promover reuniões, seminários no exterior com o fim de impulsionar o turismo doméstico.
As medidas a propor serão para fazer reviver o sector turístico e incentivar as vias aéreas do país, as internacionais com o corte de tarifas em 50 por cento.
Igualmente está a incitar o Governo renunciar às taxas de visto para turistas de todos os países e uma permanência de 6 mêse com extensão.
O ministro pediu ao Governo para reduzir os impostos sobre o valor acrescentado em taxas de ocupação de quartos de hotel pelo prazo de um ano.
Ser reduzidas as taxas de aterragem e estacionamento nos aeroportos internacionais do país, como um incentivo e persuadir as linhas aéreas internacionais voar para a Tailândia.
Outras medidas, segundo o ministro, o exigir a organizações do Governo ajustar seus orçamentos para promover reuniões, seminários no exterior com o fim de impulsionar o turismo doméstico.
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Os industriais de hotelaria solicitaram a isenção da taxa anual de 80 bates, por quarto, que terão de satisfazer ao ministério das Finanças.
Entretanto, os bancos dever ser incentivados a estender o período de empréstimo para os operadores de turismo por 3 anos.
Entretanto, os bancos dever ser incentivados a estender o período de empréstimo para os operadores de turismo por 3 anos.
Está nas perspectivas do ministro o plano de promover os destinos, turísticos, principais: Phuket, Krabi e Phang Nga reduzindo impostos e taxas de aeroporto. Além do mais, informou o ministro que todos os parques nacionais devem colaborar renunciando a taxas de entrada por três anos.
Os trabalhadores da área do turismo, que enfrentam o risco de perda do posto de trabalho, deverão de ser ajudados.
O ministro Chumpol informou ainda que procuraria um aumento de orçamento a seu governo para auxiliar o sector do turismo.
Na terça-feira (12.01.09) o seu Governo aprovou 1 bilião de bahts (cerca de 21 milhões de euros) para suporte do turismo, para incrementar a oferta e uma necessidade para a recuperação.
Pkaki Chinamourphong, presidente da "Associação da Tailândia de Hotelaria", informou que três hoteis de quatro estrelas planeou reduzir em 50% o preço de ocupação, diária, a partir de Fevereiro e Março próximos.
Os mercados da China, Índia, do Médio-Oriente, Singapura; Hong Kong, Coreia do Sul e Japão, são o alvo principal a ser atingido, pela Tailândia e os novos incentivos de redução de preços de ocupação de hotel e outros trará largas centenas de milhares turístas destes países.
A maioria dos hoteis de Banguecoque e de outras cidades da Tailândia estão a praticar preços de ocupação baixos do que os usais, anteriormente e de quando do encerramento dos aeroportos.
À MARGEM: Enquanto em Banguecoque ainda havia turbulência política, por onde passei e guiei o meu carro nada se passava e não ouvi alguém que fosse a falar em política.
Notei que de facto havia um enorme desfalque de turistas estrangeiros nos hoteis. Durante a viagem, por duas vezes, brigadas da polícia fizeram-me parar.
Apreciem estas delícias a pouco mais de dois euros o prato!
Mas desde logo que viram que era um "farangue" (estrangeiro na Tailândia) sorriram-se e fizeram-me seguir com uma continência.
Não pedi descontos nos hoteis de três estrelas ou bengalôs. Ao pagar a acomodação verifiquei que de facto havia um razoável desconto.
Mas por mais incrível que possa parecer em 9 dias de viagem, 2 mil quilómetros percorridos (carro meu), gasolina, pernoita, alimentação (gosto muito de fruta e como quilos ao preço da uva mijona); cigarros, uma ou duas cervejas, por dia, pequenas, cheguei a Banguecoque e fiz as contas... 16 mil bates em 9 dias!
Em euros: 35o, mais cêntimos menos cêntimos.
Esta é a realidade do turismo na Tailândia! Por isso eu agora, com uma reforma, mensal que daria mais ou menos para um almoço de um ministro, português, consigo fazer turismo "baratucho".
E parto novamente, mais oito dias por aí, sem destino, no próximo dia 23 de Janeiro.
José Martins
P.S. Fotos do blogue http://blog.nationmultimedia.com/panalwayscute um dos nossos linques.
Não pedi descontos nos hoteis de três estrelas ou bengalôs. Ao pagar a acomodação verifiquei que de facto havia um razoável desconto.
Mas por mais incrível que possa parecer em 9 dias de viagem, 2 mil quilómetros percorridos (carro meu), gasolina, pernoita, alimentação (gosto muito de fruta e como quilos ao preço da uva mijona); cigarros, uma ou duas cervejas, por dia, pequenas, cheguei a Banguecoque e fiz as contas... 16 mil bates em 9 dias!
Em euros: 35o, mais cêntimos menos cêntimos.
Esta é a realidade do turismo na Tailândia! Por isso eu agora, com uma reforma, mensal que daria mais ou menos para um almoço de um ministro, português, consigo fazer turismo "baratucho".
E parto novamente, mais oito dias por aí, sem destino, no próximo dia 23 de Janeiro.
José Martins
P.S. Fotos do blogue http://blog.nationmultimedia.com/panalwayscute um dos nossos linques.





























