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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"TANGAS" DE 5 ESTRELAS




IMPRESSIVOS



O VIVER DO "TANGAS"

O "Tangas"português corre desenfreadamente para atingir a meta do extremo da pobreza.
Mais uma unidade fabril de montagem de automóveis tem o prevísivel fim em vista, a "Peugeot Citroen" em Mangualde na Beira Alta.
Há meio século que esta fábrica foi instalada numa terra onde as populações viviam da agricultura; hoje essas terras que produziam muito vinho, produtos agrícolas e as pastagens criavam gado, a maior parte estão ao sabor do crescimento dos fetos, giestas, ervas que no verão são rastilho para atear o fogo e trabalho para os bombeiros.
O "Tangas" português para saber e aprender sobre a vida necessita de experimentar a pobreza.
Talvez seja com a crise, de momento, à frente dos olhos lhe ensine que com a humildade da pobreza também se vive.
Mas o "Tangas" português não é capaz de conter a sua vaidade de quando um sopro de felicidade lhe surge no correr de sua vida com emprego e algum dinheiro.
Aí está um "Tangas" repleto de felicidade e julga que jamais perderá o emprego e o salário ao fim do mês.
Então o "Tangas" adquire:" automóvel aos "soluços"; todas as "merdas" electrónicas que surgem no mercado; o telefone móvel para ele e mais três para o resto da família; roupas de marcas; uma casa para habitar e pagar em 30 anos; não pode dispensar o café e a imperial, no café do lugar, e os dois dedos de conversa com os amigos sobre o jogo de futebol do domingo passado.
Chega o verão e as férias, se ao "Tangas" lhe sobeja pouco dinheiro vai para as praias do rio próximo da sua localidade, mas se tem um cartão de plástico ATM, então vai para as praias espanholas para fazer ciúmes, aos vizinhos, arranca com a família e a "tralha" que carrega no tejadilho do carro e vai para as super lotadas de Alicante ou Benidorn.
Chega de Espanha um "Tangas" feliz e diz aos vizinhos, amigos e colegas que foi passar férias no outro lado da fronteira e até engatou uma "gaja", valente e boa como o milho, espanhola.
Depois das férias está teso que nem um "virote".
Segue o "Tangas" para um lado e a mulher para outro, pois trabalham os dois para satisfazer os compromissos do pagamento das prestações.
Os filhos, depois dos pais sairem, mais tarde, vão para a escola "uma seca", se lhes apetece...
Se não deambulam pelo burgo cheios de ócio.
Gostam do "Hi Pop"; dos grafites nas paredes; e discutem, entre rapazes e raparigas, a última novela dos "Morangos com Açucar".
Todos esperam, ansiosamente, pelo próximo concerto do Toni Carreira e do filho Micael.
Durante o dia e dentro daquela ociosidade trocam mais de um cento de mensagens entre os amigos.
Chegou a hora de regressarem a casa e chegaram, depois, os pais.
Como não há tempo para confeccionar a ceia, a mãe despeja em cima da mesa uns copos de yogourt e umas sandes para cearem.
Depois da refeição logo a seguir a novela.
O casal senta-se, acabrunhado, num sofá a seguir o desenrolar da novela.
Se estiver a correr uma ao sabor dos "Morangos e Açucar" a canalha está junta.
Terminou a dos morangos, os miúdos ou já graúdos desinfectam do lugar, saiem para a rua ou então vão para o "chatroom" falar com os amigos e desconhecidos através do computador "Magalhães" que graças ao Zé Sócrates também lhes saiu, um, na rifa.
A vida no dia seguinte continuou como no dia anterior para o "Tangas" e sua canalha.
José Martins

SANTOS E DEMÓNIOS

Pois,pois a gente até sabia que indicavas o dedinho ao mundo que te aturou!

UMA DE CABO DE ESQUADRA!

ESTA NEM AO DIABO LEMBRAVA... O MINISTRO MANUEL PINHO É DE UMA IGNORÂNCIA INCRÍVEL

O Ministro da Economia desconhecia dispensa de 400 trabalhadores da Peugeot em Mangualde
Por Lusa - Publicada pelo "Público"

O ministro da Economia foi hoje, em Bruxelas, apanhado de surpresa com a notícia da dispensa de 400 trabalhadores temporários e contratados a prazo da fábrica de automóveis de Mangualde da PSA (Grupo Peugeot/Citroen), remetendo uma reacção para mais tarde. "Não tenho essa informação. Acabam de me referir o facto, mas eu tenho que me informar, melhor como deve compreender".
Nota nossa: O Manel Pinho segue sempre atrasado de conhecimentos como segue a economia em Portugal. Ou melhor um "nabo" produzido na horta de Zé Sócrates.

GÁS DA RÚSSIA

Finalmente!
Gás da Rússia para a Europa. Depois de várias horas, dispendidas, em conversações e o nosso consideradíssimo Presidente da União Europeia, Durão Barroso, ter dado murros na "mesa" o sr. Putin acedeu para a bertura da torneira de gás em direcção à Europa. Mais um dos tantos êxitos, a juntar a outros, de Durão Barroso.Uma "peninha" um português tão brilhante não ser aproveitado (mais uma vez!!!) para governar Portugal.
Grafismo da responsabilidade de José Martins

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

FOTOS DO DIA

POLITICA DOS "TANGAS"

O "Tangas" representa um animal (humano) de pura raça lusitana que agazalha, com facilidade, a "treta" que lhe é impingida por uns "gajos" , que dizem ser seus irmãos, mas filhos outras mães. É um animal (repito humano) dócil e de fácil amestramento. É curvado (sem ser marreco), ajoelha-se aos pés; faz uma "chapelada" a outros "tangas" engravatados (à sua custa) e ajoelha-se a seus pés e reza.

É O QUE SAI!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

TURISMO DA TAILÂNDIA - BOAS NOVAS

POUCO DINHEIRO PARA GASTAR EM FÉRIAS? VÁ POR MIM... NÃO HESITE VENHA À TAILÂNDIA!
Segundo uma noticia difundida pelo diário "The Nation", o Ministro do Turismo e Desportos da Tailândia, vai propor ao seu Governo 13 medidas com o objectivo de recuperar a queda do turismo.
A proposta incluem a isenção de taxa visto; o corte de tarifa aérea e a diminução de preços de cargas de aeroporto.
O Ministro Chumpol Silapa-Archa informou que as medidas a propor estão integradas no projecto, em vista, económico do Governo.
"O ministério compilou as medidas em conformidade com o sector privado", disse ainda.
A indústria do turismo gera normalmente 6-8 por cento do produto interno bruto, anualmente e está ainda a sofrer pelo encerramento durante oito dias de dois aeroportos, internacionais, no ano passado, em Banguecoque.
As medidas a propor serão para fazer reviver o sector turístico e incentivar as vias aéreas do país, as internacionais com o corte de tarifas em 50 por cento.
Igualmente está a incitar o Governo renunciar às taxas de visto para turistas de todos os países e uma permanência de 6 mêse com extensão.
O ministro pediu ao Governo para reduzir os impostos sobre o valor acrescentado em taxas de ocupação de quartos de hotel pelo prazo de um ano.
Ser reduzidas as taxas de aterragem e estacionamento nos aeroportos internacionais do país, como um incentivo e persuadir as linhas aéreas internacionais voar para a Tailândia.
Outras medidas, segundo o ministro, o exigir a organizações do Governo ajustar seus orçamentos para promover reuniões, seminários no exterior com o fim de
impulsionar o turismo doméstico.


.
Os industriais de hotelaria solicitaram a isenção da taxa anual de 80 bates, por quarto, que terão de satisfazer ao ministério das Finanças.
Entretanto, os bancos dever ser incentivados a estender o período de empréstimo para os operadores de turismo por 3 anos.
Está nas perspectivas do ministro o plano de promover os destinos, turísticos, principais: Phuket, Krabi e Phang Nga reduzindo impostos e taxas de aeroporto. Além do mais, informou o ministro que todos os parques nacionais devem colaborar renunciando a taxas de entrada por três anos.
Os trabalhadores da área do turismo, que enfrentam o risco de perda do posto de trabalho, deverão de ser ajudados.
O ministro Chumpol informou ainda que procuraria um aumento de orçamento a seu governo para auxiliar o sector do turismo.



Na terça-feira (12.01.09) o seu Governo aprovou 1 bilião de bahts (cerca de 21 milhões de euros) para suporte do turismo, para incrementar a oferta e uma necessidade para a recuperação.
Pkaki Chinamourphong, presidente da "Associação da Tailândia de Hotelaria", informou que três hoteis de quatro estrelas planeou reduzir em 50% o preço de ocupação, diária, a partir de Fevereiro e Março próximos.
Os mercados da China, Índia, do Médio-Oriente, Singapura; Hong Kong, Coreia do Sul e Japão, são o alvo principal a ser atingido, pela Tailândia e os novos incentivos de redução de preços de ocupação de hotel e outros trará largas centenas de milhares turístas destes países.



A maioria dos hoteis de Banguecoque e de outras cidades da Tailândia estão a praticar preços de ocupação baixos do que os usais, anteriormente e de quando do encerramento dos aeroportos.

À MARGEM: Enquanto em Banguecoque ainda havia turbulência política, por onde passei e guiei o meu carro nada se passava e não ouvi alguém que fosse a falar em política.
Notei que de facto havia um enorme desfalque de turistas estrangeiros nos hoteis. Durante a viagem, por duas vezes, brigadas da polícia fizeram-me parar.


Apreciem estas delícias a pouco mais de dois euros o prato!
Mas desde logo que viram que era um "farangue" (estrangeiro na Tailândia) sorriram-se e fizeram-me seguir com uma continência.
Não pedi descontos nos hoteis de três estrelas ou bengalôs. Ao pagar a acomodação verifiquei que de facto havia um razoável desconto.
Mas por mais incrível que possa parecer em 9 dias de viagem, 2 mil quilómetros percorridos (carro meu), gasolina, pernoita, alimentação (gosto muito de fruta e como quilos ao preço da uva mijona); cigarros, uma ou duas cervejas, por dia, pequenas, cheguei a Banguecoque e fiz as contas... 16 mil bates em 9 dias!
Em euros: 35o, mais cêntimos menos cêntimos.
Esta é a realidade do turismo na Tailândia! Por isso eu agora, com uma reforma, mensal que daria mais ou menos para um almoço de um ministro, português, consigo fazer turismo "baratucho".
E parto novamente, mais oito dias por aí, sem destino, no próximo dia 23 de Janeiro.
José Martins
P.S. Fotos do blogue http://blog.nationmultimedia.com/panalwayscute um dos nossos linques.

MIUDEZAS CASEIRAS



"TANGAS" CASEIROS


DEUS LIVRASSE O D.JOSÉ!

Estou pelo D.José. A imprensa escrita, interneteira, a radialista e a visual tem explorado o assunto que não tem pontinha de interesse que valha.
O público português (parte), mastiga e digere o que a comunicação social lhe impinge.
Evidentemente que não vai fazer mossa nenhuma a dor que os muçulmanos estão a sentir pelas afirmações de D.José intolerantes à tolerante comunicadora Fátima dos Santos Ferreira.
Ontem a RTPi (aquela que temos, bossal e sem imaginação), apresentou umas duas famílias em que o marido muçulmano e a esposa cristã portuguesa.
Uma família feliz e gostei de ouvir as palavras da minha patrícia lusa. Não sei se vão haver manifestações de desagravo, no largo do Intendente, na Praça da Figueira, com toda a comunidade muçulmana acolhida em Portugal, a gritarem a palavra de ordem: "morte ao D.José!".
Não sou racista.
Tive namoradas, ao longo da minha vida, pretas, mulatas e até uma rapariga muçulmana, na Rhodésia (Zimbabwe), enquanto eu fazia uns "biscates" de mecânica, fora de uma pequena garagem, nos automóveis dos emigrantes portugueses, do terceiro andar, pela calada, enquanto eu vergado em cima do motor, lançava-me flores.
Olhava para o alto do prédio e não via ninguém.
A coisa foi-se repetindo e até que uma noite a rapariga, com meia face, apoiada no peitoril da janela, colocou o dedo nos lábios a dizer-me que era ela que me lançava as rosas do medo.
Nunca falei com ela e até não sei aonde estaria o meu encanto, dado que eu fui sempre um desasado.
Porém aquela rapariga, muçulmana, vivia acorrentada e procurava, imaginariamente a sua libertação.
Como ela há milhões espalhadas pelo globo.
São consideradas uns objectos ou (porque não?), máquinas de prazer. Todo o ser o humano é fraco e tem os seus devaneios e suas seduções. Ninguém é proprietário de ninguém e o ser humano é livre.
Se a mulher muçulmana cair em tentação e praticar o adultério; descoberto o crime vão cair em cima dela as iras de Maomé, o ódio de toda a comunidade e morta por apedrejamento.
Eu vivi 10 anos eu países 100% muçulmanos: nos Emiratos Arabes Unidos, Tunisia e Turquia, (moderados) e de maxima rigidez na Arábia Saudita.
Impensável na Arábia Saudita ser erigidas igrejas de outras religiões, enquanto que nos outros países podiam.
E com surpreza minha em Sfax na (Tunisia) vi uma Sinagoga onde se praticava o culto judaico.
Sobre o apedrejamento de mulheres tive o conhecimento, através de um ajudante meu, iamanita, que me serviu por algum tempo na oficina, ambulante, no deserto.
A mulher é amarrada a uma estaca num largo, uma camião basculante de sarrisca (pedra miúda) é despejado a uns cinco metros da mártir.
A seguir vem o sacrifício e o ódio de homens vestidos de robes brancos e de mulheres cobertas de véus pretos e começa o martírio para aquela desgraçada adúltera.
Principia então o arremesso compassado da pedra miúda que a vai matando lentamente.
Pode o martírio demorar horas, um dia até que as "pedrinhas" se vão amontoando à volta da mulher até ao último suspiro.
Desamarrado o cadáver é depois levado para bem longe e os abutres do deserto se encarregarão de o fazer desaparecer.
O homem sedutor esse teve outra morte e mais limpa,,,
A espada em feitio de meia lua de um golpe certeiro o carrasco lhe separará cabeça do tronco.
As palavras de D.José estão a dar brado na comunicação social, mas não se fala (porque não interessa) nos vários movimentos de mulheres muçulmanas, em favor de se libertaram do arcaiquismo a que estão sujeitas, pela escravidão, imposto pela religião de Maomé de que o homem, muçumano, não se pode apartar mesmo que o deseje.
José Martins