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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

LER E MEDITAR!




CLARA FERREIRA ALVES,
Artigo demolidor do jornal EXPRESSO


Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público, acrítico, burro e embrutecido.
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Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribuiu casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada mas mais honestas que estes bandalhos.
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Em dado momento a actividades do jornalismo constitui-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
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Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será pátio de recreio dos mafiosos.
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A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca - Clara Ferreira - Expresso
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Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e enconlgem os ombros.
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Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
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Não se fala nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo sem concluir nada.
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Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo improvisado, temporário, desenrascado.
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Da morte de Francisco Sá Carneiro e to eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine MacCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem qyem são os criminosos ou quantos crimes houve.
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Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque ultimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
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E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
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Do caso Portucale à Operação Furacão, de compra de submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possiveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
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Vale e Azevedo pagou por todos.
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Quem lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com virus da sida?
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Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
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Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
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Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
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Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
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Em todos estes casos, e muito outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
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No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
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As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
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E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes dela, que as procurou?
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E o processo do Parque, onde tantos clientes buscava prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
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Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
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E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
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E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlye do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
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O mesmo grupo Carlye onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
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E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
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E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
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Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciência e condenados ao esquecimento.
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Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
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Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
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Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredo e injustiças de protecções, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
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Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.
Clara Ferreira Alves - "Expresso"

AÍ ESTÃO OS BOTÕES DE ROSA!




MUNDIAL 2018


COVEIRO DA PÁTRIA....

Isto não foi inventado por nós... Note-se! Foi a Manela que disse o Zé ser o "Coveiro da Pátria", nos Açores...

domingo, 18 de janeiro de 2009

SÓ FALTA UM DIA... ATÉ QUE EM FIM... GEORGE!

LIVRAI-NOS DESTE "TANGAS" MENTIROSO!


Bem, "Tangas" portugueses tudo indica que vamos gramar mais 4 anos o Zé Sócrates!
Paciência é que nos vai sair nos resultados das próximas eleições.
Este artista foi o " aldrabas", mais completo (na nossa análise) encontrado.
Quando abre a boca ou entra mosca o sai "bujarda".
Assistimos durante os cerca de quatro anos as maiores disparidades de discurso.
Na mentalidade deste "Tangas" existe que ele é um "xico esperto" e que os "Tangas" portugueses uns nabos.
Nunca se chegou a saber a verdade se este "Tangas" é engenheiro a valer se de obras feitas, ou da "treta".
Foi promotor de vendas da "merda" de um brinquedo que até lhe deram o nome de computador "Magalhães".
O Fernão Magalhães, foi um "Tangas", que depois de ter roubado cartas de navegação a El-Rei de Portugal, foi vendê-las a Castela e oferecer-se para efectuar a circum-navegação ao globo.
Lixou-se nas Filipinas, na ilha de Cebu, os "negritos" limparam-lhe o "sarampo" e ficou a meio do caminho.
No seguimento de seu mandato mentiu constantemente, aos "Tangas" portugueses que não havia crise nenhuma e Portugal está, completamente, atolado até ao pescoço no lamaçal.
Foi mantendo os seus ministros e apenas substituiu o da saúde.
Mantem na economia o Manel Pinho que é um espectáculo de mediocridade; o Teixeira dos Santos que não vale a ponta de um "chavelho"; o Luis Amado o dos Estrangeiros (uma Maria vai com as outras) e os outros não vale a pena se perder tempo em os mencionar.
Mas tudo vai mal na política portuguesa...
Não surgem revelações e os "coiros" de há mais de 30 anos continuam andar por aí já curcuvados sem pressa de desinfetarem da vida terrena.
Aparecem uns "coiritos", que podem ser tudo na vida menos políticos.
E preparem-se, mais uma vez, para ver o Santana Lopes na presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
A cidade a capital que foi linda e agora uma "merda" toda a esbarrondar-se onde não há ponta por onde se lhe pegue para a re-edificar.
E preparam-se para a queda total de Portugal e a pobreza que vai afectar todos os portugueses.
E depois?
Depois os políticos lavam as mãos de todas as asneiras do passado, que foram uns "Tangas" à maneira e despejam as culpas das merdas que fizeram para a recessão económica internacional.
Eles ficaram abonados com reformas de 5 estrelas; de ganhos através da corrupção e sei lá que mais os maquiavélicos "pilharam" aos "Tangas" portugueses.
É o que nos tem calhado...
Os bisavós, constroem, os avós mantêm; os pais ainda, os filhos f......................... a riqueza que herdaram e a dos "Tangas" que governam!
José Martins

CRISE,CRISE,CRISE!

Mal,por mal vamos votar no Paulo Portas!

QUE DIRECÇÃO?

Direcção baralhada...




sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"TANGAS" DE 5 ESTRELAS




IMPRESSIVOS



O VIVER DO "TANGAS"

O "Tangas"português corre desenfreadamente para atingir a meta do extremo da pobreza.
Mais uma unidade fabril de montagem de automóveis tem o prevísivel fim em vista, a "Peugeot Citroen" em Mangualde na Beira Alta.
Há meio século que esta fábrica foi instalada numa terra onde as populações viviam da agricultura; hoje essas terras que produziam muito vinho, produtos agrícolas e as pastagens criavam gado, a maior parte estão ao sabor do crescimento dos fetos, giestas, ervas que no verão são rastilho para atear o fogo e trabalho para os bombeiros.
O "Tangas" português para saber e aprender sobre a vida necessita de experimentar a pobreza.
Talvez seja com a crise, de momento, à frente dos olhos lhe ensine que com a humildade da pobreza também se vive.
Mas o "Tangas" português não é capaz de conter a sua vaidade de quando um sopro de felicidade lhe surge no correr de sua vida com emprego e algum dinheiro.
Aí está um "Tangas" repleto de felicidade e julga que jamais perderá o emprego e o salário ao fim do mês.
Então o "Tangas" adquire:" automóvel aos "soluços"; todas as "merdas" electrónicas que surgem no mercado; o telefone móvel para ele e mais três para o resto da família; roupas de marcas; uma casa para habitar e pagar em 30 anos; não pode dispensar o café e a imperial, no café do lugar, e os dois dedos de conversa com os amigos sobre o jogo de futebol do domingo passado.
Chega o verão e as férias, se ao "Tangas" lhe sobeja pouco dinheiro vai para as praias do rio próximo da sua localidade, mas se tem um cartão de plástico ATM, então vai para as praias espanholas para fazer ciúmes, aos vizinhos, arranca com a família e a "tralha" que carrega no tejadilho do carro e vai para as super lotadas de Alicante ou Benidorn.
Chega de Espanha um "Tangas" feliz e diz aos vizinhos, amigos e colegas que foi passar férias no outro lado da fronteira e até engatou uma "gaja", valente e boa como o milho, espanhola.
Depois das férias está teso que nem um "virote".
Segue o "Tangas" para um lado e a mulher para outro, pois trabalham os dois para satisfazer os compromissos do pagamento das prestações.
Os filhos, depois dos pais sairem, mais tarde, vão para a escola "uma seca", se lhes apetece...
Se não deambulam pelo burgo cheios de ócio.
Gostam do "Hi Pop"; dos grafites nas paredes; e discutem, entre rapazes e raparigas, a última novela dos "Morangos com Açucar".
Todos esperam, ansiosamente, pelo próximo concerto do Toni Carreira e do filho Micael.
Durante o dia e dentro daquela ociosidade trocam mais de um cento de mensagens entre os amigos.
Chegou a hora de regressarem a casa e chegaram, depois, os pais.
Como não há tempo para confeccionar a ceia, a mãe despeja em cima da mesa uns copos de yogourt e umas sandes para cearem.
Depois da refeição logo a seguir a novela.
O casal senta-se, acabrunhado, num sofá a seguir o desenrolar da novela.
Se estiver a correr uma ao sabor dos "Morangos e Açucar" a canalha está junta.
Terminou a dos morangos, os miúdos ou já graúdos desinfectam do lugar, saiem para a rua ou então vão para o "chatroom" falar com os amigos e desconhecidos através do computador "Magalhães" que graças ao Zé Sócrates também lhes saiu, um, na rifa.
A vida no dia seguinte continuou como no dia anterior para o "Tangas" e sua canalha.
José Martins

SANTOS E DEMÓNIOS

Pois,pois a gente até sabia que indicavas o dedinho ao mundo que te aturou!

UMA DE CABO DE ESQUADRA!

ESTA NEM AO DIABO LEMBRAVA... O MINISTRO MANUEL PINHO É DE UMA IGNORÂNCIA INCRÍVEL

O Ministro da Economia desconhecia dispensa de 400 trabalhadores da Peugeot em Mangualde
Por Lusa - Publicada pelo "Público"

O ministro da Economia foi hoje, em Bruxelas, apanhado de surpresa com a notícia da dispensa de 400 trabalhadores temporários e contratados a prazo da fábrica de automóveis de Mangualde da PSA (Grupo Peugeot/Citroen), remetendo uma reacção para mais tarde. "Não tenho essa informação. Acabam de me referir o facto, mas eu tenho que me informar, melhor como deve compreender".
Nota nossa: O Manel Pinho segue sempre atrasado de conhecimentos como segue a economia em Portugal. Ou melhor um "nabo" produzido na horta de Zé Sócrates.

GÁS DA RÚSSIA

Finalmente!
Gás da Rússia para a Europa. Depois de várias horas, dispendidas, em conversações e o nosso consideradíssimo Presidente da União Europeia, Durão Barroso, ter dado murros na "mesa" o sr. Putin acedeu para a bertura da torneira de gás em direcção à Europa. Mais um dos tantos êxitos, a juntar a outros, de Durão Barroso.Uma "peninha" um português tão brilhante não ser aproveitado (mais uma vez!!!) para governar Portugal.
Grafismo da responsabilidade de José Martins

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

FOTOS DO DIA

POLITICA DOS "TANGAS"

O "Tangas" representa um animal (humano) de pura raça lusitana que agazalha, com facilidade, a "treta" que lhe é impingida por uns "gajos" , que dizem ser seus irmãos, mas filhos outras mães. É um animal (repito humano) dócil e de fácil amestramento. É curvado (sem ser marreco), ajoelha-se aos pés; faz uma "chapelada" a outros "tangas" engravatados (à sua custa) e ajoelha-se a seus pés e reza.