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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

PALHAÇOS DO ANO E MASSACRE

MASSACRE

Nota: "Assim minha querida gente de Israel e filhos de David nunca mais encontrarão a paz... O ódio vais crescendo, bíblico que já o era e vai continuar.

Judeu errante era aquilo que ouvia de quando era uma criança.

Aquele é um "judeu"!

Palavra em relação uma pessoa que se portava mal perante a sociedade que o rodeava na minha aldeia.

A minha aldeia, no sopé da Serra da Estrela, também serviu de abrigo a judeus fugidos de Lisboa.

O estigma ficou....

Porque teria sido?

A ganância pelo dinheiro e o agiotismo?

Não sei porque ninguém me haja explicado...

Mas a palavra judeu dizia-me alguma coisa que era uma pessoa que não se adaptava ao meio de gente boa e simple que ainda hoje o é!

Mas, apesar de tanto, ainda há judeus bons e humanos...

Valha-nos ao menos isso..."


Que "merda de sorte" tiveram certos seres humanos de ter nascido...



Missão "Massacre"



Fotos "El País"

Palhaços lusitanos

José Sócrates (sem comentários), que os façam os "tristes" dos explorados portugueses!
Durão Barroso: "Quem senão o Durão Barroso para ganhar o Prémio "Palhaço do Ano".
Escolhido Presidente da Comissão Europeia por ser alguém que era troca de uma imagem de poder e algunas mordomias vende tudo e todos que está habituado a obedecer a ser manipuilado, cumpriu mais um ano de mandato como palhaço europeu.
Cumpriu tão bem o seu papel de marioneta que até já se pensa que poderá receber p apoio dos seus donos para mais cinco anos no cargo. M ais um "Miguel de Vasconcelos" a necessitar de ser defenestrado como aconteceu com o original". (Texto de Kaos)


MOCIDADE PORTUGUESA

Parabéns a Joaquim Vieira. Salvou a história de uma época - Pedidos: www.bertrand.pt

CONDENADOS A SERMOS O CU DA EUROPA?

SOMOS O CU DA EUROPA ?

Clique em cima da imagem para ler o texto

COMO FERNANDO PESSOA ANALISAVA PORTUGAL NA SUA ÉPOCA

Há três espécies de Portugal, dentro do mesmo Portugal
Fernando Pessoa

Há três espécies de Portugal, dentro do mesmo Portugal; ou, se se preferir, há três espécies de português. Um começou com a nacionalidade:


É o português, típico, que forma o fundo da nação e o da sua expansão numérica, trabalhando obscura e modestamente em Portugal e por todas as partes do Mundo. Este português encontra-se, desde 1578, divorciado de todos os governos e bandonado por todos. Existe porque existe, e é por isso que a nação existe também.

O outro é o português que o não é. Começou com a invasão mental estrangeira, que data, com verdade possível, do tempo do Marquês de Pombal. Esta invasão agravou-se com o Constitucionalismo, e tornou-se completa com a República. Este português (que o é o que forma grande parte das classes médias superiores, certa parte do povo, e quase toda a gente das classes dirigentes) é o que governa o país. Está completamente divorciado do país que governa. `´E, por sua vontade, parisiense e moderno. Contra sua vontade, é estúpido.

Há um terceiro português, que começou a existir quando Portugal, por alturas de El-Rei D. Dinis, começou, de Nação, a esboçar-se império. Esse português fez as Descobertas, criou a civilização transoceânica moderna, e depois foi-se embora. Foi-se embora em Alcácer Quibir, mas deixou alguns parentes, que têm estado sempre, e continuam estando, à espera dele. Como o último verdadeiro Rei de Portugal foi aquele D.Sebastião que caíu em Alcácer Quibir, e presumivelmente ali morreu, é o símbolo do regresso de El-Rei D.Sebastião que os portugueses da saudade imperial projectam a sua fé de que a família se não extinguisse.

Estes três tipos do português têm uma mentalidade comum, pois são todos portugueses mas o uso que fazem dessa mentalidade diferencia-os entre si, O Potuguês, no seu fundo psíquico, define-se, com razoável aproximação, por três características:

(1) o predomínio da imaginação sobre a inteligência;

(2) o predomínio da emoção sobre a paixão;

(3) a adaptabilidade instintiva.

- Pelo primeiro característico distingue-se, por contraste, do ego antigo, com quem se parece muito na rapidez da adaptação e na consequente inconstância e mobilidade.

- Pelo seguundo característico distingue-se, por contraste, do espanhol médio, com quem se parece na intensidade e tipo do sentimento.

- Pelo terceiro distingue-se do alemão médio; parece-se com ele na adaptabilidade, mas a do alemão é racional e firme, a do português instintiva e instável.

Cada um destes tipos de português corresponde um tipo de literatura.

O português do primeiro tipo é exactamente isto, pois é ele o português normal e típico.

O português do tipo oficial é a mesma coisa com água; a imaginação continuará a predominar sobre a inteligência, mas não existe; a emoção continua a predominar sobre coisa nenhuma; a adaptabilidade mantém-se, mas é puramente superficial - de assimilador, o português, neste caso, torna-se simplesmente mimético.

O português do tipo imperial absorve a inteligência com a imaginação - a imaginação é tão forte que, por assim dizer, integra a inteligência em si, formando uma espécie de nova qualidade mental. Daí os descobrimentos, que são um emprego intelectual, até prático, da imaginação. Daí a falta de grande literatura nesse tempo (pois Camões, conquanto grande, não está, nas letras, à altura em que estão nos feitos o Infante D.Henqrique e o imperador Afonso de Albuquerque, criadores respectivamente do mundo moderno e do imperialismo moderno) (?). É esta nova espécie de mentalidade influi nas outras duas qualidades mentais do português: por influência deia a adaptabilidade torna-se activa, em vez de passiva, e o que era habilidade para fazer tudo torna-se habilidade para ser tudo.

Sobre Portugal - Introdução ao Problema Nacional. Fernando Pessoa (Recolha de textos de Maria Isabel Rocheta e Maria Paula Morão.Introdução organizada por Joel Serrão) Lisboa: Ática, 1979.


FORMAS DE VIVER


domingo, 28 de dezembro de 2008

É O QUE SAIU HOJE!

Recado de António Barreto para Guilherme Costa presidente da RTP: "Gostaria que RTP examinasse seriamente o seu papel a sua função cultural e a sua missão informativa, sacudindo a dependência estreita do governo em que se colocou voluntariamente, pensando na nobreza do serviço que poderia prestar ao país, produzindo programas que não nos envergonhem e cultivando aquelas que poderiam ser as suas mais relevantes qualidades, a independência e a servilidade". Trecho de um artigo publicado no "Público" de 28.12.08
Nota daqui:
Ver a RTPi, no estrangeiro, é uma completa tortura e até ofende a inteligência dos que ainda têm alguma.
A mediocridade está implantada naquele meio de comunicação pago pelo contribuinte português.
Naquela casa não existe crise alguma!
Atropelam-se por lá um "gang" de meninas e de meninos de cabeça vasia.
Os programas difundidos para o estrangeiro não têm substância nenhuma que justifiquem o custo, astronómico, daquela estação de "boys e girls".
O nosso querido ex-presidente do ICEP (outro ex-albergue de boys e de girls) nos parece que foi para a RTP ocupar o lugar político com a missão de servir à boa maneira o Governo de José Sócrates.
E terá com isto de cumprir ordens, porque de contrário perde o "tacho".
José Martins



O ZÉ, O TI-TI PATINHAS E O PEDRO

MISS RÚSSIA - A MAIS LINDA DO MUNDO

Bem agora não estejam por aí a fazer críticas à Ksenia Sukhino (Miss Mundo 2008), que ela não merecia o prémio... E prova-se que da Rússia não vem só frio... Também nos chegam palminhos de cara como este!



José Martins

TERROR EM BUCARESTE - E OS MALEFÍCIOS DA GLOBALIZAÇÃO

Terror em Bucareste aconteceu há 23 anos e no dia 15 de Junho de 1985. De facto já lá vão muitos anos...
E só por ser um daqueles maduros/cóca-bichinhos que gosta de guardar papeis porque todos eles têm uma história a contar, posso descrever esta de terror.
Os papelinhos que guardei à 23 anos estiveram adormecidos a um canto na minha biblioteca e sala onde trabalho.
Porém e dado à notícia que, foi hoje, inserida no jornal "Sol", aposta ao lado esquerdo, avivou-me a memória e escrever a história a seguir.
Nós enquanto andamos pelo mundo que dizem ser de Cristo temos muitas histórias para contar.
Uma boas outras menos boas e ainda outras que se podem considerar de terror.
Como já em outras peças revelei por cerca de 10 anos fui "oilman" ao serviço de uma empresa americana.
Fui enviado para vários países e entre eles para a Turquia na área do Curdistão.
Num habituais descansos de duas semanas por cada seis de trabalho, resolvi (porque era mais em conta o bilhete, e no fito de economizar a verba que me era destinada pela companhia) viajar na "Taron Airlines" a linha da Roménia. Banguecoque/Bucareste/ Istambul.
Em Bucareste teria que ficar desde as seis da manhã até às 11 da noite.
A Roménia há 23 anos o regime era o da linha dura comunista e com o Causescos "o carrasco" (aquele que foi abatido a tiro com mulher) a dirigir os destinos do país.
Estrangeiros não vi nenhuns, além de uns "grandalhões" (não sou racista entenda-se) africanos acompanhados ou sentados nas mesas das esplanadas a beber canecas de litro de cerveja, com jovens lindíssimas!
Parece-me que seriam estudantes, de países africanos, com bolsas de estudos...
Durante a viagem, sentou-se um romeno, que me disse ser o gerente da "Taron" em Banguecoque.
Os aviões eram os obsoletos Boeing747 e a refeição, durante a viagem, umas pernas de galinha fritas há uns dias.
O 747 já vinha da Austrália e a tripulação, revesada, durante a viagem e não poderia sair do avião na escala em Banguecoque.
Junto ao "cockpit", umas cortinas faziam um compartimento onde os pilotos, substituídos, descansavam.
O romeno durante a viagem pintou-me o país como um paraíso onde poderia comprar cristais em conta, etc.etc..
Quanto à visa para sair do aeroporto e ir descansar num hotel não havia problema 10 minutos e um dólar!
Cheguei ao aeroporto, na varanda da sala de chegada 4 verdugos, um em cada esquina de metralhadora pronta a dar tiros se alguém levantasse a grimpa... Andava por ali de um lado para o outro e ninguém me atendia.
Aproximava-me dos "guichés" e respondiam-me: wait,wait, wait!
Várias vezes passava por mim um funcionário do aeroporto que nem sequer me olhava...
Filhos da mãe dizia para os meus botões!
Mas depois de umas duas horas de espera, o "gajo" que passava por mim pediu-me o passaporte e diz-me: fifteen dólares (15).
Dei-lhas e saí para apanhar um taxi para me levar à cidade.
O motorista que guiava um Renault, made in Roménia, um daqueles gajos desenrascados a falar um inglês, muito bom, falou-me de tudo menos (como habitualmente de outros países, Lisboa também) se queria "meninas".
Aquilo por lá parece-me que não "dava" o negócio de meninas...
Levou-me ao hotel "NEGOIU" (foto ao lado) e um tipo "gorila" atendeu-me na recepção.
Pergunto-lhe: "do you have a room for take a rest for few hours".
Mas em vez de dizer que tinha mandou-me sentar numa cadeira.
Não ou me arranja quarto ou vou procurar outro hotel.
De imediato pede-me 30 dólares, deu-me a chave do quarto (cubícolo) 314.
Mas confiando no "gorila" não lhe pedi o recibo.
Fui descansar umas 4 horas e saí de tarde para ver à volta, do hotel, Bucareste.
Tive apetite e coloquei-me numa bicha para comprar um sandes.
Na primeira quando cheguei ao vendedor já tinham terminado.
Fui para outra e comprei uma sandes que nunca cheguei a saber que carne seria aquela, mas deveria ser de um burro cego de algum cigano, fora de poder puxar a carroça.
Cheguei a uma esplanada, sentei-me e pedi uma caneca de cerveja.
Era Junho e o tempo estava lindo!
Daí a pouco sentou-se ao pé de mim um jovem, aí de uns 25 anos com uma saca na mão.
Pediu licença para sentar ao pé de mim.
Sentou-se, abriu a saca e tirou de lá cerejas, de tal tamanho, que nunca as tinha visto igual.
Não aceitei.
Perguntou-me de onde vinha e para onde ía e o que fazia...
O jovem (o filho da puta) deveria ser dos serviços secretos romenos.
Eu era mais ou menos um "tigre numa jaula".
O sol a esconder-se preparei-m para ir buscar o saco da roupa ao hotel.
Pedi a chave, do quarto, ao "gorila", subi no elevador e desci com a bagagem.
O ciníco diz-me: "you check out"?
Yes, respondi-lhe.
Give me 30 dólares.
Respondi-lhe: mas eu paguei-te de manhã...
O cínico: show me the receipt, show me receipt...
Retorqui: I pay you already I cannot pay you second time!.
Preparei para sair do hotel e o "gorila" saltou do balcão agarrou-se a mim em tom ameaçador e de agressor: you pay right now!
Paguei-lhe mais 30 dólares...
Enquanto uma mulher da limpeza que andava por ali a sacudir o pó abanava, disfarçadamente, com a cabeça, em reprovação.
Os 100 dólares que levava comigo chegaram ao fim...
Tinha os cartões de crédito que levantava dinheiro em todos os lados por onde passava.
Na Roménia nem o popular "America Express" passava.
Agora humildemente pedi-lhe qual era o autocarro que me levaria ao aeroporto.
Na Roménia os autocarros, eléctricos, enormes e de fole não cobravam dinheiro aos passageiros.
Ele indicou-me o número do autocarro que me levaria ao aeroporto, só que o "filho da puta" mandou-me para um aeroporto doméstico e militar que não ligava ao internacional.
Escurecia num sitio ermo e não sabia para que lado deveria seguir... Passou junto a mim um homem dos seus 70 a anos e pedi-lhe ajuda.
Era um emigrante, romeno reformado, americano e aquela alma caridosa guiou-me e num outro autocarro levou-me ao internacional.
Já noite dentro e pouco mais de uma hora me restava para embarcar para Istambul.
Nos serviços de alfândega o meu saco de viagem foi aberto à frente de mim por sete polícias, um da cada vez.
Viam os meus cigarros "Malboro" e pediam-me um "cigar" e eu dáva-lhes um maço de 20.
Queria ver-me livre daqueles "gajos"...
Cheguei a Istambul, recolhi o saco de viagem e....os três volumes de cigarros (60 maços de 20) tinham desaparecido... e não só o material para fazer a barba, e os frascos de perfume da marca "Alain Dellon".
Tinha o bilhete de volta a Banguecoque deitei-o ao lixo e que se lixasse a Roménia!
Moral da história: "quizeram-os no club dos 27?
Agora aguentai-os porque eu por engano aguentei-os há 23 anos e NUNCA MAIS!
Deus me livre!
José Martins

sábado, 27 de dezembro de 2008

AS PRENDAS DO ZÉ AOS PORTUGUESES - CAGANDE ZÉ! O ZÉ É MAIOR!
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A LIÇÃO PRÓS MENINOS DOS DIAS DE HOJE
"Meus meninos as arcadas, abaixo em imagem, tiveram muita honra.
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Debaixo delas passeou muita gente (embora, fossem, alguns lobos maus para o Ávaro Cunhal, Mário Soares e outros gajos, comunistas, que andavam por Lisboa (às escondidas) a distribuir o jornal "Avante"), com honra e gostavam de Portugal.

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Não havia nessa altura (já os animais não falavam) chouriços a roubar, os "carjacking", os miúdos a "malharem" nos professores, como o malhador em centeio verde e a borrarem as paredes com a praga dos "sprays".

Se andassem levavam umas estaladas nas "trombas" ou com o cacetete do "sô" polícia nas "nalgas"(refilando a dose era a dobrar), que ficavam com o "nalgueiro" arder e perdiam a mania de estragar as paredes dos outros.
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Corruptos também não havia...
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Escândalos dentro do Governo, só se conhece o "Baile das Rosas" onde uns dois ou três, do Governo, se divertiram a dançar, com "gajas" com mais de 18 anos...

O Ministro Rui Patrício até afirmou: "gaita já um tipo não pode colocar à prova a sua virilidade"!

Mas não foi como o caso "casapiano" (de barbas longas) que depois de gente do Governo, andarem a brincar com a "pilinha" dos miúdos, um "Pedrinho" recebeu, ou vai receber uma nota do "camacho".

Também não havia "maricas" no Parque Eduardo VII, no ataque, pela noite adiante, onde aparecem uns gajos de carros de "topo de gama", a engatá-las.

Na altura ser "paneleiro" era uma vergonha...

Não é como como hoje que nasceram com uma "pilinha" e querem se desfazer dela e ser gajas...
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Também ainda não tinha emigrado o "conde", a "famosa bichona" de Tete em Moçambique para Lisboa.
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O Terreiro do Paço era a Praça Portugal no meu tempo.
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Hoje meus meninos é a Praça do Lixo e, com licença, da MERDA"!

SÁTIRAS, POLÍTICAS,CASEIRAS


COISAS SÉRIAS
Não somos pelos lobos ou pelos cordeiros. Somos a favor de pessoas humanas que são carne para bombas. Assim nem os lobos nem os cordeiros encontram paz na pradaria e os lobos a continuar a matar os cordeiros.


EMBRULHEM E AMARREM-LHE UM LACINHO DE SEDA

Sábado, 27 de Dezembro de 2008
Euro2550 que me ofendem
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SÓ hoje tive conhecimento que o Governo ofereceu a José Sócrates como prenda de Natal um cheque no valor de 2550 euros, para que o Chefe do Executivo possa fazer compras em determinãda loja de roupa.
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Como cidadão senti-me ofendido pelo luxo típico de novos-ricos. Fiquei porque Euro2550 davam para eu almoçar 850 vezes. Tenho uma tasca ao pé da porta que serve refeições a 3 euros.
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Publicada por joão severino em Sábado, Dezembro 27, 2008. http://pauparatodaaobra.blogspot.com

BLOGUE IMPRÓPRIO PARA PURITANOS



sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

É O QUE SAI!

Sátiras, políticas, caseiras

Segundo se apurou estas 4 quatro raparigas vão traçar o programa "marketing" (nacional) para a cadidatura de Pedro Santana Lopes a Presidente da Câmara Municipal de Lisboa


quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

TSUNAMI - HISTÓRIA POR CONTAR

TSUNAMI - HISTÓRIA POR CONTAR CLIQUE HTTP://AQUITAILANDIA.BLOGSPOT.COM