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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O VETO DA CONSCIÊNCIA


O VETO DE CONSCIÊNCIA
Infelizmente, desde que José Sócrates, tomou posse do Governo, tenho vindo a encontrar as maiores disparidades em cima de sua conduta, como governante.
Ainda lhe dei algum crédito de quando,eufóricamente, se movimentava na campanha eleitoral.
Não foi porque tivesse alguma simpatia pelo PS (não confio em nenhum outro partido), mas pelas suas palavras e futurei que José Sócrates seria uma nova revelação.
Não conhecia o seu passado político e sinceramente já estava cansado do aventureirismo de outros seus predecessores.
Tinham-me enganado todos!
Desde a presidentes da República a Primeiros-Ministros e o último foi o Pedro Santana Lopes.
Depois de tantas dúvidas e ter dado algum crédito a José Sócrates, logo após ser empossado, surgem dúvidas, públicas, se é um verdadeiro engenheiro ou de coisas já feitas.
Com o correr de sua governação comecei a verificar que ele era nem mais ou nem menos uma cópia fiel ,tirada a papel químico, dos seus antecessores.
Surgem as maiores disparidades durante a sua gerência: " a construção dos aeroportos; do TGV; a população a ficar sem hospitais e clínicas; o protesto dos professores, o aumento dos criminalidade, a caída da economia e agora, para compor o ramo, o caso do "Freeport".
Entre tantas "cavaladas", que lhe observei, há a dos emigrantes o não poderem votar por correspondência.
Ora José Sócrates, dentro de sua estratégia, ao ser aprovada a lei na Assembleia da República (pelo seu partido a maioria) e depois pelo Presidente da República, seria para continuar no poder e, com isto, os emigrantes não o viessem a incomodar e aos seus "camaradas" de partido.
Tratou os emigrantes um pouco acima de cão!
O Braga das Comunidades, homem pequenino, como o ditado, velhaco ou bailarino, evidente que não informou o seu patrão Sócrates a importância dos emigrantes para o país.
O Braga tem sido um secretário para as Comunidades Portuguesas no Mundo, como já o tinham sido, o José Lelo (o videirolas tripeiro) e o José Cesário de Viseu, que foram distribuindo uns "bronzes" aos presidentes das associações nos países onde os emigrantes estão sediados; comerem umas lascas de presunto, beber uns copos e receberem umas palmadas, de amizade, nas costas.
O José Lelo até fez umas exibições giras, nos palcos das associações a cantar o fado.
Não vou falar nas suspeitas de estar envolvivo no, bastante, falado "mensalão" do Brasil.
Porém o José Sócrates ignora a força dos emigrantes pelo mundo adiante!
E bem pode precisar deles e não tardar!
Isto vem a propósito da crise económica em Portugal, em que estava à beira da banca rota, no princípio da década oitenta do século passado.
Mário Soares (já por diversas vezes o confessou) lutava deseperadamente para que Portugal não fosse sofrer a vergonha da falência e, certamente, se isso tivesse acontecido hoje Portugal estaria anexado à Espanha!
O Primeiro-Ministro Mário Soares pedia encarecidamente aos emigrantes que depositassem as suas economias, em moeda estrangeira, em bancos portugueses.
Ofereceu juros chorudos, que seria uma forma de evitar a banca rota. Mas os emigrantes nessa altura, mesmo com juros altos, como pobres e tinham grangeado as suas economias a poder de "sangue, suor e lágrimas", muitos duvidavam em as transferir para a pátria que os tinha parido e até bastardado.
Em 1981, na Arábia Saudita eu mais uns 10 portugueses que trabalhavamos para uma companhia, americana, de prospecção de ramas de petróleo, tivemos uma reunião onde discutimos se transferíamos ou não as nossa economias para Portugal.
Havia dúvidas e bastantes...
Mas entre essas dúvidas eu incentiveio-os dizendo-lhes: "É o nosso país e seja o que Deus quiser, vamos salvar Portugal!"
E foram os emigrantes, espalhados pelo mundo, que salvaram Portugal da vergonha da "banca rota".
É certo que o Governo português pagou a todos os emigrantes com juros, porque depois de 1986 começou a chover dinheiro da União Europeia e Portugal venceu a crise.
Só que esses dinheiros, foi semente que caiu em ruim solo que não germinou!
Talvez e não tarde que outra vez os emigrantes respondam à chamada para que Portugal não caia novamente na "banca rota".
José Martins
O Drama de desemprego na Europa
Hoje de manhã assisti a um debate através da TVE (Televisão oficial de Espanha),entre um comunicador e três proeminentes jornalistas de diários madrilenos.
A fulgarante, desde há anos, economia espanhola está em decadência.
A sua caída vai refletir-se noutros países da Europa, onde Portugal está incluído.
Entretanto durante o debate de mais de duas horas, foram apresentadas imagens (algumas abaixo apostas) e bem conta dão do drama.
Pessoas de várias etnias a abandonarem Espanha e longas bichas de outras em frente dos centros de emprego.
Foi dito no correr do debate que tal crise de desemprego só se registou em Espanha no ano de 1929, do século passado.
O Primeiro-Ministro José Zapatero preocupada afirma que vai promover empregos no próximo mês de Março, mas não afirma quais. Entretanto o Governo estã ao rubro e a perder a paciência com os bancos pelo facto de estagnarem os empréstimos.
Uma jornalista insinuou: "Terá o Governo a intenção de nacionalizar os bancos, caso continuarem a recusar emprestar dinheiro?"
Não houve resposta como é natural.
José Zapatero afirmou (em outra peça separada) que o Governo vai disponibilizar 10 mil milhões de euros para fazer face à crise, o que se entende ceder dinheiro aos que não têm possibilidade de satisfazer os seus compromissos, pagamentos de prestações, bens de consumo etc.etc..
Estranha-se, o silência do presidente da Comissão Europeia Durão Barroso que não se tenha visto, estes últimos tempos, nos vidros dos televisores a fazer quaisquer declarações em cima da crise económico de momento.
Porém de estranhar que em Portugal, em vez da RTP se ocupar do assunto da crise (bem mais grave que a espanhola) ocupa-se com os "Prós e Contra" da comunicadora Fátima Ferreira, para ser discutido o caso do "Freeport", "O Trio de Ataque" , sobre coisas do futebol e à hora que estava a ser discutido o caso em Espanha, a RTP do Porto ocupava-se com a "Praça da Alegria" e nos exteriores o Helder Reis a dirigir uma banda de música (a fazer de maestro para a plateia) no concelho de Gondomar.
A seguir apresentou um saco de rebuçados S.Braz, famosos, para a cura da tosse.
Como iria, certamente entrevistar o presidente da câmara Valentim Loureiro, mudei novamente para o canal de Espanha.
Em Portugal a crise está a passar ao lado!
Não há drama...
O que será necessário é José Sócrates ganhar as próximas eleições e que se lixe o "mexilhão" que é o papalvo do Povo (O Zé palerma português).
José Martins


EFEMÉRIDE DO DIA 4 DE FEVEREIRO

Almeida Garrett
João Baptista da Silva, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou sua adolescência nos Açores,vivendo na Ilha Terceira de quando as tropas napoleónicas invadiram Portugal onde viria a ser instruído pelo seu tio D.Alexandre, Bispo de Angra. Em 1816 seguiu para Coimbra onde se matriculou no curso de Direito. Em 1821 publicou "O Retrato de Vénus", trabalho que lhe custou a instauração de um processo por ser considerado ateu e materialista. Participou na revolução liberal em 1820 e exilou-se em Inglaterra após a Vilafrancada. Casou com Luisa Midos, de quando apenas tinha 14 anos. Escritor, dramaturdo e político. Foi o maior orador no seu tempo.Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa.
Para conhecer mais sobre esta importante personalidade portuguesa: http://wikipedia.org/wiki/Almeida_garrett

PESSOAS ESQUISITAS!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

NOTÍCIAS MUITO MÁS!

MAFIA SICILIANA

DESENHOS PERIGOSOS
O cartonista, siciliano, Nino teve a pouca vergonha de publicar desenhos em cima do "terror" e do silêncio das vítimas (abatidas como o caçador abate coelhos no monte), na paradisíaca (se abres o bico vais para o inferno), ilha siciliana.
Aqui vai uma recomendação para o Nino...
Antes do teu corpo ser feito numa peneira, encomenda a tua a alma ao cura do teu bairro!
Olha não te te esqueças de já encomendares (pagá-lo se tens dinheiro) o teu funeral ao cangalheiro, mais próximo, da casa da tua viúva.
Um funeral porreirinho com o acompanhamento dos meninos do coro, o cura sob o pálio (para não se queimar dos raios do sol); uma banda de música a tocar o "riquien", para a salvação da tua alma!
O Nino deve já encomendar as "carpideiras", essas almas danadas (abutres) que se vão governando, a chorar, com a morte dos outros.
José Martins

OS ARGENTINOS NÃO ESTÃO A GOSTAR DA BRINCADEIRA...

POLÍTICA DE MÁ LÍNGUA INTERNACIONAL

CADA PAÍS TEM A GENTE QUE MERECE!

Orgulho nacional!
O Zé na primeira página de um jornal "bife". Esses horrorosos, "bifes", racistas até que em fim que dão algum valor aos nossos homens de estado. Parabéns ao nosso Zé.



EFEMÉRIDE DO DIA


Em 3 de Fevereiro de 1488, Bartolomeu Dias passa o Cabo das Tormentos e abre o caminho a uma nova era para o Mundo. Passados 10 anos (1498) Vasco da Gama, chegou à Índia pela rota do oceano Atlântico e o Índico e para a consequente queda dos mercados das especiarias, italianos; Veneza, Pisa e Genova.
Com a conquista do mercados das especiarias e mais o que havia na Ásia e no extremo-Oriente, pelos portugueses, viria a contribuir para a ligação dos povos da Europa e da Europa.
Além desta ligação aconteceu a movimentação das plantas e das sementes de uns continentes para outros, pelos mareantes portugueses, que viria a ser benéfica para a população da Europa, já velho e degradado continente a braços com guerras, a fome, doenças e as pestes medievais.



Interessante inserir aqui um poema de Fernando Pessoa em honra da abnegação e o espírito de coragem,predestinação do homem português que nada o fazia recuar perante todos os riscos que corria:

O Mostrengo, o Homem-povo e el-Rei D. João II

O Mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergue-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: "Quem é que usou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?"
E o homem do leme disse, tremendo:
"El-Rei D.João Segundo!"
.
«De quem são as velas onde me roço?
De quem são as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso,
.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que novo onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-Rei D.João Segundo!»
.
Três vezs do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse ao fim de tremer três vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que ata ao leme
De El-Rei D.João Segundo!"

SIRESP - COM CHEIRINHO A PSD

SIRESP E FREEPORT

Dizem para aí as boas ou más linguas que o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) foi uma negociata do tempo do Governo de Santana Lopes (já na situação de dar o badagaio), pelo Ministro da Administração Interna, Daniel Sanches.
Ora esta brincadeira custou, ao contribuinte, 500 milhões de euros.
Na negociata esteve envolvida a tal Sociedade Lusa de Negócios e o José Oliveira Costa, do BPN.
O SIRESP nunca foi montado, na totalidade e muito menos ter funcionado.
Este blogue é apolítico porque o autor não acredita nem confia em político nenhum da praça Portugal.
Mas por mais estranho que possa parecer, na proximidade das eleições, surgiu nas primeiras páginas do jornais o caso "Freeport". Portugal está cheio até ao gargalo de "Freeports", praticados, pela conveniência de uns "encanadinhos", perfumados, ligados a "palermas" iguais ao José Oliveira Costa, guardado a "bom recato", para não piar...
Não piou mesmo de quando foi chamado a desvendar o mistério do "gamanço" perantes os deputados, na AR, cuja investigação, era chefiada pela Mariazinha Belém do PS.
Ora,ora 500 milhões de euros, para o SIRESP é de facto muito papel!
Montante que é muito mais gordo que as tais, anunciadas, luvas do "Freeport".
O processo SIRESP (dizem) estar já arquivado na PGR, mas que lhe vai ser dada mais uma vista de olhos.
Bem o que me parece isto é um jogo de pedrada...
O mesmo: tu mandas-me a pedrada, eu apanho a pedra e mando-te de volta!
Cães e lobos comem todos...
Já eu ouvia isto ao meu avô Joaquim Gomes um filósofo, daqueles analfabetos que não conhecia uma letra do tamanho da "Cabeça do Vellho" da Serra da Estrela, a minha serra.
Áh cacetes de pau de lódão por onde andais!
Há casos em que a justiça, escrita nos livros, é como a enguia que se esgueira das mãos...
Mas umas valentes lambadas no lombo dos encanadinhos, tenho a certeza que era remédio, radical, que os curava do vicio, interceiro da corrupção e de enfiarem as luvas debaixo da mesa!
José Martins

SERÁ A "MORTE ANUNCIADA" ?

Coisa rara nos anais do jornalismo

domingo, 1 de fevereiro de 2009

ASSIM VAI A DIPLOMACIA EM BANGUECOQUE

DIPLOMACIA "PIPOCA" DE ARROZ
Hoje estou inspirado e apetece-me escrever. Há dias sou igual ao Venceslau de Morais, desaminado, sentado à sua mesa de escrever, entre a solidão na sua casa, em Tokushima, (Japão) depois de lhe terem morrido os seus dois amores japonezinhos.
Vivia por ali enregelado de frio e, acredito, sem qualquer comidinha para se alimentar.
O Venceslau que poucos portugueses conhecem a história de sua vida, os japoneses chamam-lhe o "Venceslau do Japão".
Várias vezes vou buscar um dos quatro livro que tenho na minha biblioteca para me alimentar o espírito... Um dos meus preferidos é "Venceslau de Morais Notícias do Exílio Nipónico", que em mão, em Banguecoque, me ofereceu com uma dedicatória, o Dr. Jorge Dias que tinha sido o seu autor.
O Dr. Jorge Dias, sofria do coração, notei a sua doença e faleceu pouco depois, de regressar, da capital tailandesa, ao Japão.
Venceslau de Morais foi um oficial da Marinha Portuguesa que viria abandonar pelo amor ao Japão ou pelo amor que por lá deixou de quando a canhoneira Mondego numa visita de cortesia, num porto, lançou o ferro.
Ainda está pouco esclarecida a razão porque teria sido que Venceslau de Morais numa carta informava Lisboa a sua intenção de abandonar a Marinha Portuguesa e renunciar ao montante de sua reforma.
Bem se pode entender que Venceslau de Morais teria sido humilhado e mandou colher urtigas o posto de capitão-tenente da Marinha e a compensação pelos seus serviços (que foram muitos Portugal) a reforma. Venceslau de Morais morreu no Japão, já depois dos 70 e tais anos e sepultaram-no, em Kobe, junto aos seus dois amores, as japonezinhas.
Mas os japoneses honraram o Venceslau, com um busto, em Kobe numa praça pública.
Ora Venceslau do Japão foi um homem daqueles: antes partir que torcer e não aceitou humilhações de "pirolitos" hierárquicos no seu tempo.
Eu também fui humilhado por um "pirolito" que caiu na diplomacia portuguesa por favor e nos modos: "arranja lá um lugar para o meu rapaz...", que se chama Luis Cunha.
Por mais incrível que possa parecer o chefe de missão o embaixador Faria e Maya sustenta um "pirolito" diplomata, de baixo estofo, que grande dano tem produzido a Portugal na Tailândia e uma vítíma, humilhada, fui eu depois de 24 anos na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
Um homem com 74 anos, a minha idade, não chora pelo lugar deixado, mas decepcionado como pode ser a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros expedir diplomatas para uma missão que nem tão-pouco servem para limpar o chão da chancelaria.
Uma das perguntas que iria fazer ao ministro Luis Amado, se passasse por Banguecoque, seria se ele ainda não conseguiu terminar com as "capelinhas" e os jeitinhos no Palácio das Necessidades.
E por último: "senhor ministro Portugal não vai a lado nenhum com gente desta no estrangeiro!"
José Martins


O DESTERRADO E O DESGRAÇADO


A inocência deste gajo "chico esperto" levou-o à total desgraça... Completamentente enceleirado de merda!

AUMENTO DE FALÊNCIAS EM PORTUGAL

FALÊNCIAS, EM PORTUGAL, EM FLECHA
É a pura realidade aquilo que está acontecendo em Portugal...
Ouvimos há uns dois anos o PM José Sócrates, delirante, anunciar a formação de uma empresa em 24 horas!
Claro que desde logo, futurei, não haver senso nas suas palavras,fantasmagóricas, que soprava para a praça pública.
Parece-me que José Sócrates via nisso a salvação, já débil, da economia portuguesa.
Destes alardes estou eu bem farto e o público, com dois olhos de ver, que se trata de demagogia do "preço da uva mijona" que os poucos esclarecidos a engolem. No tempo do Governo do António Guterres, no ano 1998, também sem senso ou ponta por onde se lhe pegasse (houve festa, discursos e copos à mistura), anunciou que iriam ser enviados para os estrangeiro 400 jovens, estagiários licenciados, para junto aos gabinetes do ICEP (alguns em empresas de países da UE) sediados no estrangeiros, se treinassem em cima das relações internacionais.
António Guterres via nisso a incrementação das exportações de Portugal para o exterior.
Era, no seu modo de ver, a alavanca, para o desenvolvimento da economia portuguesa.
Para Banguecoque e de quando eu era o representante do ICEP, alternamente, enviaram 3.
Durante uns tempos quedavam-se em Banguecoque, junto ao Gabinete do ICEP e na empresa "Abrantina" (o escritório num quarto de hotel de 3 estrelas), que nunca aqui fez obra nenhuma, tão-pouco registada no Governo da Tailândia como construtora; outras partiam para a mesma empresa, em Kual Lumpur (Malásia), onde pouco ou mesmo nada tenha feito obras.
Não sei se ainda se queda por lá com escritório aberto.
Aparte de dois jovens, muito ambiciosos, um outro foi passando o tempo, montando uma moto desportiva, dando boleia a suas namoradas e pedir-me o montantes para pagar a ligação à Internet.
Aconselhava-me que deveria colocar no mercado tailandês os chocolates, os rebuçados, os chupa-chupas portugueses e outros produtos, de impossível colocação.
Porém o estagiário tanto me falava na promoção dos chocolates e dos chupa-chupas que um dia já meio irritado respondo-lhe: "se pretende aprender algo sobre aquilo que Portugal pode exportar para a Tailândia, deve correr os supermercados de Banguecoque verificar, nas prateleiras, onde os chocolates, os rebuçados, os chupa-chupas, os sabonetes e os detergentes são fabricados".
Era nessa altura o ministro da economia o Pina Moura.
Pelos anos de 1988 programou uma viagem, turística, à Ásia.
Com ele uma comitiva, integrada, onde se incluia o vice-presidente do ICEP, o meu velho amigo engenheiro Diogo Tavares, que hoje dado ser "gente grande" da GALP, deixou de me conhecer...!!!
Teria que haver uma concentração, em Macau, dos delegados do ICEP no famoso Hotel Oriental.
Eu como representante para os países do Sudeste Asático, onde o embaixador estava acreditado, recebi uma comunicação para seguir para Macau.
O embaixador Mesquita de Brito, não ficou com ciúmes, de tão grata honra, tinha sido contemplado, em gozar uns dias (4), no famoso "Oriental de Macau" à borla.
Houveram várias reuniões (jantei na mesa do General Rocha Vieira no Palácio de Santa Sancha), com os delegados do ICEP na Ásia: Pequim, Tóquio, Macau no Oriental.
Apenas assisti a uma (exclusivamente para mim), para dar conta do comércio da Tailândia e países vizinhos.
Forneci a Pina Moura tal qual a realidade.
E que Portugal deveria continuar apostar na área em franco desenvolvimento económico.
Recebi uma total desilusão sobre a sua orientação, puramente académica/política e distante do conhecimento da realidade do comércio nos países da Ásia do ministro Pina Moura.
Um desgosto enorme e uma decepção tida de Pina Moura, dado que é beirão, como eu, de Seia e eu de Gouveia a escassos quilómetros da minha terra.
Pina Moura era nem mais nem menos um "lagareiro" que não percebia, nadinha, sobre o mister da produção e funcionamente de um lagar de azeite!
José Martins

POR UNS ANOS "BEM BONS" NÂO TEM PROBLEMAS DE SUSTENTO

O Maxsim, de nacionalidade ucraniana, passeou muito por esse mundo adiante... Deambulou pelos Estados Unidos da América, pela Europa e fez por lá negócios chorudos, ligado a redes de pedófilos.
A vida nestes últimos tempos correu-lhe pelo melhor com a realização e colocação no mercado de CD Rom pornográficos.
Ganhou lagos de dinheiro pelas américas.
Porém, ali, já era procurado pelo FBI americano e o Maxsim escapou-se para as praias do sul da Tailândia.
Depois da fuga dos Estados Unidos o ucraniano pensou que a polícia americana já nunca mais lhe colocariam a vista em cima.
Pedófila que faz um filme e o vende, claro está que faz um cento!
Enganou-se e lixou-se...
A polícia tailandesa (que não é nada meiga para estes casos) deitou-lhe a mão, nas suas andanças e transações comerciais.
Nunca um mal vem só pelo caminho...
A polícia tailandesa já possuia uma informação internacionaç para lhe deitar a luva e caçou-o quando se movimentava a fazer negócio.
A Justiça americana solicita a extradição do ucraniano para o seu país.
Certamente que irá em tempo certo, só que terá que ser, primeiro, julgado na Tailândia e depois de cumprir a pena de cadeia (pode ser de uns 20 anos), viajará, então, para os Estados Unidos, com um bilhete de avião, algemado, de um caminho e as honras de ser acompanhado por dois agentes da polícia.

GOLFE CLÁSSICO DE ALTA COMPETIÇÃO PELO SENHOR SILVA, DE BELÉM,. A VOLTA DO NECAS

LUSITANO ORGULHO, ARRUFOS DE ALCOVA E MATARAM O REI

MATARAM O REI
Faz hoje anos que mataram o Rei D. Carlos. Nem quero falar nisso. Prefiro recordar-vos que o monarca foi um bom caçador, pintor e desenhador. João Severino - http://pauparatodaaobra.blogspot.com

Credo abrenúncio... Arrufos de alcova!


LUSITANO ORGULHO


Tem sido uma falta deste blogue de ainda não ter dado o devido relevo a estas duas, proeminentes, personalidades lusitanas na Tailândia.
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O Nuno Caldeira da Silva é um especialista de boa mesa; melhores vinhos e uma revelação, como analista político, centralizado num palácio de vidro na rua nobre do centro de Banguecoque a Wireless Road, que se diverte a escrever umas coisas e ainda lhe pagam ao fim do mês...
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Há "cagande" Nuno!
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Está sempre em cima do acontecimento.
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Pena foi que não tenha caído de paraquedas na capital tailandesa há mais tempo.
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O Miguel Castelo Branco é um "porreirinho" com uma sede e amor, constante e incontrolável pelas belezas e das gentes tailandesas.
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Posso garantir sem pontinha de dúvida que o Miguel já conhece mais deste país, das gentes e das suas tradições, que eu em 30 anos.
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Um "porreirinho" que escreve, excelentemente, umas peças que me dá gosto de as ler e até comentar, mas outras são muito complicadas de entender o tema, para um gajo como eu, que só tem a 4ª classe, conseguida, com merendas de pão de centeio e azeitonas pretas (algumas já sapateiras).
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Quanto ao analista político Nuno Caldeira da Silva quando as bota as notícias/análises para o blogue, já têm barbas e conhecidas há 24 horas ou mais.
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De qualquer forma e feitio aqui vão as minhas homenagens a estes dois "puro sangue" lusitanos.
José Martins

sábado, 31 de janeiro de 2009

RISO DOMINICAL!


Alegria, alegria ó gente do meu país! O Instituto Camões fez 80 anos! E os frutos foram imensos... Segundo a velhinha da Luz e o Zé Paulo. Este o que fez as sondagens em cima dos benefícios que representam o Instituto Camões para a economia portuguesa. Riam-se por aí muito e podem gargalhar!



Grafismo da responsabilidade de José Martins